Todo homem deve se perguntar isso frequentemente – ou perguntar à sua parceira. Especialmente quando percebe que não tem direito sequer a 10% do espaço no balcão do banheiro ou da penteadeira. Enquanto eles estão tranquilos com um desodorante, um creme de barbear + loção pós-barba, um perfume e, quando muito, um gel de cabelo, a lista de produtos femininos vai de A a Z e em vários idiomas.
Certamente, para os homens parece frescura que tenhamos tantos frasquinhos coloridos. O cérebro masculino não deve ter sido programado para compreender que precisamos de um hidratante para o rosto para o dia, outro para a noite; um para o inverno (quando a pele está mais ressecada) e outro – oil free – para o verão; três tipos diferentes de protetor solar; esfoliante antiacne; loção adstringente; creme anti-idade; entre tantas outras promessas de beleza eterna.
E isso que eu só falei dos produtos para o rosto, nem mencionei os hidratantes específicos para o corpo, mãos, pés… E os famigerados produtos milagrosos que deixarão nossos cabelos iguais aos da Gisele Bündchen? Aí, sim, a lista vai longe.
Tá, analisando racionalmente, talvez a gente não precise disso tudo como se fosse um caso de vida ou morte. Mas o fato é que somos vítimas. Sim, vítimas da indústria de cosméticos, lançando incontáveis novidades diariamente, e de seus marketeiros, que nos fazem acreditar, de verdade, que esse novo produto será ainda mais milagroso que o anterior e que nós não podemos viver sem ele.
Não é por mal. Não é mero prazer de estourar o cartão de crédito e estocar em casa produtos cujos nomes às vezes são até impronunciáveis – mesmo sabendo que jamais usare
mos tudo e provavelmente a data de validade nos esbofeteará a cara duas vezes. É que, na mulher, quase tudo (vaidade, frustrações, inseguranças, ansiedade, solidão, TPM, estresse, etc.) se manifesta através do consumismo, que automaticamente é revertido em vaidade e vontade de comprar tudo que possa nos deixar mais bonitas.
Mas o fato é que nunca estamos satisfeitas e enxergamos rugas que talvez vocês não vejam nem com um microscópio. Parecemos nunca ser capazes de acompanhar a moda e sempre precisaremos de algo a mais. E isso é frustrante, cansativo e desgastante. Por isso, de uma vez por todas: não, nós NUNCA temos cosméticos, roupas, sapatos e acessórios o suficiente. E essa é a cruel verdade. Convivam com ela. E nos liberem mais espaço, por favor.
Não sou parte de um casal comum, daqueles que fazem xixi de porta aberta, nem ficam conversando um com o outro enquanto estão no banheiro. Isso porque o digníssimo acha que toda essa intimidade é brochante.
Aparentemente, existe uma fantasia masculina de que, se eles não souberem da nossa higiene pessoal e da nossa vida ginecológica, seremos sempre atraentes. No começo do namoro, tudo bem, acho que as duas partes têm vergonha daquele arroto inesperado, ou de dizer que está com dor de barriga. Mas, depois de anos morando juntos, essa magia do ser que não defeca vai por descarga abaixo, e os detalhes da convivência vão deixando o casal mais à vontade.

É só uma questão de otimizar o tempo do casal no banheiro…
Há realmente essa quebra da atração entre os casais depois do contato com os odores alheios? O romantismo continuaria, mesmo com a convivência, desde que não colocássemos pacotes de absorventes íntimos no carrinho de compras? Sei que vocês homens dificilmente vão perguntar por pura curiosidade, mas às vezes a gente se pega explicando – ainda que pra provar nossa tortura – como é um Papanicolau. É assim tão asqueroso?
Eu, na verdade, sou a parte do casal que fala das intimidades e que arrota na frente do outro. Eu sei, eu sei que é falta de educação…acontece que, se estou em casa e acabei de tomar aquele guaranazinho borbulhante, o que tem de mais nisso? Pior seria a flatulência.
Não adianta eu explicar que isso faz parte da nossa vida, meu amado quer manter distância dessa intimidade. O próprio me sugeriu que pesquisasse entre o público do Diário de Casal qual a opinião masculina a respeito.
Então, caros leitores, seria de grande valia pra minha vida amorosa saber se é normal que um homem não queira ouvir falar de menstruação, prisão de ventre, exames ginecológicos e aplicadores de creme vaginal. Aguardo manifestações de repúdio.
Porque quando chega o Halloween, a nação nerd tem sempre uma desculpa. Cosplay tiiiiime! Eu sei que no Brasil a pegada é um pouco diferente, mas eu AMO Halloween, então sempre dou um jeito de ter uma festa. Esse ano não vai ser diferente!
Se você namora é a chance de fazer aquela fantasia a dois. E se você não namora, é a chance da sua combinar com a de alguém. Ou no mínimo gerar uma pergunta, excitação e tals.
Eu nunca tive problemas com o player 2. Sempre estive com alguém que entrava na brincadeira. Mas sei que existe o namorado salame que não curte! Ou às vezes até a namorada de TPM que também odeia! Isso deve gerar uma briga do hell. O jeito é tentar entrar em um consenso ou largar o player 2 em casa. Tenso.
Se a parte chata aceitar ir mesmo assim na festa, ótimo! Coloque aquela roupa preta e “manda ver” nos drinks. E você que tá empolgado no “cosplay” capricha, porque “cospobre” ninguém merece! hahaha.
Eu já encarnei de Jack Sparrow a Kratos. Filmes e games sempre me inspiram. Mas nunca fiz par com alguém, iria tão bem um Jack Skellington e Sally, um Batman e Mulher Gato, um Mulder e Scully, um Victor e Noiva Cadáver…
Se o seu namorado adora entrar na brincadeira, eu super apoio a diversão, quem sabe no fim a fantasia serve pra apimentar uma situação? :p
Feliz dia das Bruxas!!
Homens são criaturas muito simples. Lá vem alguém reclamar que não é assim, mas é verdade, a grande maioria pensa de maneira simples e só se complica porque tentam agradar as mulheres, criaturas que não compreendemos direito.
Uma prova disso é a tendência masculina a gostar exatamente das mesmas fantasias sexuais. Vamos falar do TOP 3 de fantasias sexuais masculinas:
Ménage à trois
Com outra mulher, é claro. Não acrescento essa obviedade por machismo, mas ser a pura verdade (ok, talvez seja machismo). O fato é que essa é a mais clássica de todas. Aceitem, meninas, 99% dos homens topariam um ménage sem nem pensar antes de responder a proposta, podem perguntar. Pensando bem, não recomendo perguntar a menos que vocês topem fazer ou ele vai ficar com ideias. Não importa se a “outra” é bissexual ou não, se o seu homem não toparia eu acho que ele é a exceção da exceção, e eu ainda acrescentaria “um pouco estranho”.
Local público ou inusitado
Elevador, avião, escritório, um parque, balada, banheiro de restaurante, pode ser em qualquer um destes lugares – simplesmente pela maravilhosa combinação de “fazer algo errado” com o “risco de ser pego”. Por quê? Por que não? Homens são simples, como falei no começo, quase criaturas primárias, deixem a gente explorar esse lado mais selvagem, mais “fuck the police”. Na verdade vocês deviam aproveitar e entrar no clima, pode ser uma ótima forma de sair da rotina.
Sexo selvagem e/ou bondage
Sabe esse lado meio animal, meio selvagem do homem? O sexo para a mulher geralmente está orientado para o afeto, o carinho, o amor, mas para o homem pode ser mais que isso, a fantasia de dominar, de submeter uma mulher às suas vontades ou mesmo o inverso, ser tratado como um escravo por ela. Pode ser muito divertido e prazeroso para os dois, mas lembre-se de trancar as portas e fechar as cortinas para não “caírem na net” viu.

No entanto, um bom ambiente sexual deve ser democrático para todos os envolvidos, mesmo que essa posição receba ocasionais doses de desequilíbrio, que podemos chamar de “ora dominador e ora dominado”. É mais comum do que parece e muito mais divertido do que vocês imaginam.
Por: Leonardo Silva
Olá, bom vou contar um pouquinho da minha história louca de amor.
Namorei 7 anos com uma menina, nos amávamos muito mas no fundo eu sabia que se ela não mudasse não poderíamos nos casar como eu tanto queria. Nos últimos meses do nosso relacionamento fui empurrando com a barriga, ela também não estava feliz com tudo que estava acontecendo. Até que um belo dia uma amiga me chamou pra ir em uma festa de um amigo dela. Minha namorada, como sempre não quis ir. Ela não era social com meus amigos e parentes um dos pontos que mais me incomodava.
Lá conheci uma garota linda super simpática e me apaixonei na hora! Bom, aí veio a parte difícil: nunca gostei de tomar decisões difíceis principalmente porque teria de terminar um relacionamento de 7 anos. Tudo bem que eu estava empurrando aquele relacionamento com a barriga a um mês, mas foi justamente por não querer tomar uma decisão difícil que não terminei. Mas não tinha jeito, apesar de ter me acomodado com aquele relacionamento sem futuro não sou desonesto e não traio. Antes de tentar alguma coisa com a garota que me apaixonei tive de tomar o que até hoje considero a decisão mais difícil que já tomei na vida. Não por ter dúvidas do que era o certo a se fazer, mas por saber que eu iria magoar muito outra pessoa que um dia eu amei.
Quem já terminou um relacionamento sabe o quanto isso é difícil, e doloroso. Bom, mas fiz o que tinha de ser feito, antes de embarcar em outra terminei com minha atual ex-namorada. Claro que todos me chamaram de louco e acharam que eu deveria dar um tempo antes de me envolver com alguém, mas eu estava determinado e sabia que era o certo a fazer.
Depois de um mês que terminei com a minha ex estava namorando com a garota que conheci na festa. Éramos de mundos completamente diferentes, ela vinha de uma família de classe média alta, eu tinha perdido minha mãe muito cedo e morava um pouco em cada lugar, um pouco com meu irmão, um pouco com meu pai e etc. Resumindo: era uma pobretão sem era nem beira.

Apesar das diferenças nos dávamos bem e após um ano de namoro decidimos nos casar. Nem preciso dizer que todos surtaram com a ideia, menos minha sogra que nos apoio desde o início. Enfim, decidimos nos casar depois de um ano de namoro e em três meses foi o que fizemos. Hoje já estamos juntos a um ano e mesmo com muitas diferenças e dificuldades nos amamos muito.
Claro que a vida não é um mar de rosas, temos nossas diferenças e mesmo casando tão cedo – ambos temos 22 anos – tenho a plena convicção que tudo me levou a isso. Não acredito em destino, acredito em livre arbítrio e nossas decisões nós levam a determinadas consequências, mas se acreditasse diria que essa mulher foi colocada no meu nome por alguém lá em cima. “Jessica Briguenti, você um dia pertencerá a Leonardo Silva rsrsrs” – algo desse tipo.
Bom esse foi um pequeno trecho da minha história de amor e o que aprendi com tudo isso é que o amor não tem hora, idade ou lugar. Devemos nos agarrar a oportunidade quando ela aparece, não há tempo pra ser feliz ou fazer os outros felizes, aliás até tem…
…a hora é AGORA !