Para ler ouvindo: Trentemøller – Always Something Better (Trentemøller Remix)
A beleza sobre os clichês é que todos, ou pelo menos a grande maioria deles, contém verdades indiscutíveis. As vezes não adianta conquistarmos aquela pessoa especial, é necessário mais. A metáfora da flor, que precisa de água e atenção, cabe bem nesse momento. Então pense bem quando estiver disposto a conquistar alguém, se essa motivação vai se manter depois. Pense bem antes de começar um relacionamento com alguém se é isso que vai ser sua prioridade pelo máximo período de tempo que você possa imaginar. Pense bem antes de comemorar o primeiro, o segundo mês daquele namoro, se é isso o que você vai querer pelos próximos meses e anos.

Eu sei que em um mundo tão complexo e com coisas acontecendo o tempo todo como o nosso é fundamental ter prioridades. E elas não são discutíveis, cada qual tem a sua ordem de importância e segue a vida usando-as como referência. O problema é que se isso interferir nas outras esferas da sua vida, o choque será grande. É provável que alguém saia magoado com isso. E é fundamental que você seja honesto consigo mesmo na hora de avaliar se isso tem ou não jeito de ser feito.
Claro, nem sempre sabemos onde algo vai chegar olhando apenas para um primeiro momento. Mas é fundamental que você tenha plena noção de que as coisas acontecem e, se acontecerem, você precisará reagir.
E ao invés de eu continuar esse texto de hoje, vou fazer melhor: Você que está aí lendo, pare para refletir durante 2 minutos. Você tem dado atenção suficiente ao seu par? Tem dado carinho? Fez algo nos últimos dias ou quem sabe hoje mesmo para mostrar para essa pessoa o quanto ela é especial e querida por você? Você fez algum tipo de surpresa nos últimos dias, mostrando que você se importa? Você saiu da rotina?
Veja bem, são muitas perguntas. Mas todas elas te darão apenas uma resposta: Se for seu, segure! E se você perdeu, procure! É, eu sei que é difícil e a gente acaba não se dando conta as vezes, mas precisamos sempre lembrar de demonstrar o quanto essa pessoa é especial para a gente, o quanto queremos ela por perto. Precisamos sempre deixar claro que nos importamos sim e que queremos estar perto sim. O resto, meus amigos, o tempo dará um jeito de resolver.
Essa é a minha dica de hoje!
Quer participar do Diário de Casal e compartilhar a sua história com o mundo inteiro? Saiba como participar e não deixe para depois!
Um dia a gente acorda e descobre que a vida nova já não é tão nova.
De repente, não mais que de repente, a gente descobre que para dividir tudo nessa vida (teto, cama, contas, tempo e geladeira) só amor não basta. É preciso MUITO amor. Amor incondicional. Amor que te faz ficar quieto mesmo sabendo que você tem razão. Amor que te faz lavar cuecas e estragar as unhas que eram perfeitas até então. Amor que te faz sentar e fazer contas. Amor que te faz assistir ao campeonato alemão. Amor que te faz perceber que tudo que é menos importante tem que ser deixado de lado em prol de uma boa convivência.
E a gente toma bem no meio da cara, porque não é fácil. De vez em quando você vai sentar na beirada da cama e perguntar onde foi parar sua vida. O que você fez com ela. De vez em quando você vai deitar no travesseiro dele depois que ele levantar só para sentir o cheirinho e morrer de saudade.

Casei. Há quase 6 meses atrás. E adoro a minha nem-tão-nova vida.
Eu poderia falar da sensação de entrar na igreja com aquele coral cantando, ver todos os seus amigos ali por você, de fazer promessas para toda a vida enquanto todas aquelas pessoas se colocam como testemunhas queridas ou do voltar da lua de mel, entrar na sua casa e não senti-la toda sua ainda. De chamá-lo de marido e dar risada. Mas não… o que mais emociona é olhar para ele e saber exatamente porque você o escolheu para fazer o maior investimento da sua vida. E o maior frio na barriga é acreditar piamente que ele sabe porque te escolheu toda vez que te olha.
É mais difícil do que eu esperava, admito. Nem sempre consigo ficar quieta. Nem sempre consigo colocar o mau humor de um dia difícil no trabalho para fora antes de entrar em casa. Nem sempre consigo achar graça no trabalho dele, que o rouba tanto de mim. Mas casar é muito bom!
Aí a gente começa a entender o tal lance da felicidade nas pequenas coisas. Felicidade para mim hoje é um final de semana sem trabalho, brigadeiro de colher e uma temporada de House no sofá COM ELE. Felicidade é me virar na cama e “trombar” com ele, perceber que ele está ali. Felicidade é esquentar meu pé nas pernas dele em noite fria. Felicidade é o almoço que ele preparou só para me agradar no sábado. Ou o café da manhã de surpresa, com pão de queijo e suco de laranja. É rir com o kit TPM de nutella e haagen-dazs que ele montou para te (se?) ajudar.
Felicidade é fazer planos a curto (o que vamos fazer no final de semana?), médio (já comprou as passagens para o Natal?) e longo (nosso filho vai dormir neste quarto!) prazo. Juntos.
Felicidade é ver que os problemas aparecem, mas ele me abraça e pergunta se vamos superar isso juntos.
Claro que vamos. Juntos movemos o mundo. Juntos somos imbatíveis. Juntos somos nós. Só nós. Na nossa casa. Todo santo dia.
OBA!
A Thaise começou escrevendo aqui no DdC e acabou partindo para um blog próprio, o excelente Noiva Muito Neurótica. Vale a pena dar uma lida em tudo por lá.
Hoje durante a viagem de volta da casa da namorada vim pensando numa conversa que tive com uma amiga dias atrás. Ela veio cheia de dúvidas sobre o que estava rolando no namoro dela e a cada 3 mensagens ela mandava um “e se…” completando com alguma hipótese, umas inclusive bem absurdas. Amiga, se você viver do “e se…” você vai se dar mal.

Eu acho que… eu acho que… o que eu acho?
Não é estranho que no começo de um relacionamento você tenha dúvidas. Será que você está indo rápido demais? Será que ele está mesmo a fim de você? Todas essas são perguntas válidas, tudo o que é novo gera essa ansiedade de saber onde vai dar, mas você não pode começar a deixar sua mente muito fértil nesse momento. As atitudes que surgem depois disso podem ser desastrosas.
Porém, acontece também em namoros já consumados, eventualmente até em alguns casamentos, a falta de conversa não te dá uma visão completa de determinada situação. E essa parcialidade te faz começar a imaginar coisas. E se ele… e se… e se… e você começa a surtar. Já vi acontecer, mais de uma vez.
Vamos ser práticos e simples: É claro que em uma conversa você pode entender, descobrir e saber exatamente o que o outro quer. Mas nem sempre é fácil ter esse tipo de conversa tão sincera, as pessoas têm dificuldade de expressar seus sentimentos e dúvidas. A má notícia é que você precisa aprender a fazer isso.
No geral, dá pra dividir os “E se…” em três tipos distintos e dependendo da sua situação, é melhor pensar bem nisso aqui:
1. E se… ele não sabe o que quer? – Pode acontecer, as coisas são recentes ou mudaram bastante com o passar do tempo e as dúvidas surgem. Pressionar por uma decisão nem sempre é inteligente, mas vale a pena tentar conversar. Se vocês estão juntos nessa, pode acreditar: Um deve para o outro algum tipo de satisfação, nem que seja pra afirmar que realmente está com dúvidas.
2. E se… ele está só me enrolando? – Nesse caso, a coisa é mais complicada. Se ele realmente estiver te enrolando, enganando e tal, então deu certo e ele conseguiu. Você está desconfiando de algo, mas como ele provavelmente prefere você em dúvida, ele está ganhando. Mas quer uma certeza agora? Se ele está assim, é certeza que ele não quer você. Então fuja disso.
3. E se… ele quer mas não consegue ou sabe falar? – Todas as opções não precisam ser ruins, as vezes as coisas estão bem e tudo o que você precisa é ter essa certeza, que pode não ter sido conversada por pura falta de oportunidade. Por isso que eu sempre digo, uma boa conversa costuma resolver todos os mal-entendidos existentes no mundo dos relacionamentos.
Então ficamos combinados assim: Vocês param de fantasiar situações e imaginar os “E se…” da vida e começam a conversar, perguntar e abrir o jogo com seus pares. Não dá pra voar numa dessas sozinho e se for pra ser assim é melhor que esteja de fato sozinho, para não criar mais expectativas e se preparar para a próxima. Concordam?
Agora, se o “E se… ele não gostar mais de mim” for o que estiver acontecendo, é melhor que você descubra o quanto antes. Que seja ruim no começo, mas que seja pelo menor tempo possível que você fique dentro disso, né? Não vai te levar a nenhum lugar mesmo.
Por: Anna Luiza
Um dia ele me disse que sentia que ainda ficaríamos juntos, mas que ele não estava pronto naquele momento. De todas as coisas que ele disse e que me magoaram e de todas as noites que eu passei chorando e revivendo todas as minhas besteiras que culminaram em ele não querer ficar mais comigo, essa frase foi a mais dolorosa de se ouvir.
Na verdade, eu acho lindas aquelas histórias de amor, em que o casal se conheceu na adolescência, se separou e depois viveram felizes para sempre anos depois, quando se encontraram novamente. Assim como acho lindas as histórias em que o casal, depois de anos sem contato, voltam a se encontrar e perceber que sempre se amaram. Mas, essa não é uma história que eu gostaria de viver e por um motivo muito simples. Por mais bonitas que elas sejam, as pessoas que passaram por isso simplesmente deixaram de viver o meio da história delas. Sim, deveria ser assim e sim, antes tarde do que nunca. Não estou dizendo aqui que deveríamos colocar uma lei proibindo as pessoas de namorarem e casarem depois de terem um relacionamento no passado. O que eu quero dizer é que não devemos perder o meio das nossas histórias de amor. Vamos sentar e conversar, esclarecer as coisas, como se hoje fosse o último dia de nossas vidas, porque pode ser.
Eu sei que daqui há anos eu ainda estarei aqui e eu sei que meu caminho ainda vai cruzar com o seu novamente. Mas, eu não quero perder esses momentos. Não quero deixar de saber das suas coisas e nem quero deixar de contar as minhas. Quero sorrir cada alegria e chorar cada tristeza, como se fosse o último. Agora, hoje, amanhã e depois, até quando tiver que ser. Mas, que seja até onde tivermos certeza de que não há mais nada para ser vivido.
Eu entendo todos os seus medos, todas as suas angustias e a sua enorme vontade de me esquecer. Eu entendo os sms não respondidos e o seu sumiço. Mesmo que me doa, eu entendo. Mas, eu não entendo você não acreditar que eu te amo, que eu digo isso, pela primeira vez, sinceramente. Também sei que é mais fácil se afastar, que os 500km que nos separaram são cruéis demais e que seus pais, irmão, amigos, papagaio e cachorro provavelmente não te apoiariam na decisão de ficar comigo. Mas, talvez fosse diferente, se eles soubessem como cada parte de mim ama você, o que você é e como tudo em mim quer te fazer muito bem.
Você sabe como esse blog foi importante pra gente, desde que você leu aquele artigo sobre relacionamentos a distância. Desde então, ele tem feito parte da minha vida, porque as histórias contadas aqui, de alguma forma, me dão ânimo para seguir em frente.
Eu vim aqui, em uma tentativa louca e sincera de você pelo menos acreditar no que eu te digo, que eu errei, mas que eu me arrependo. De você acreditar que eu te amo e que ninguém além de você me basta. E sabe por que não? Porque você é tudo aquilo que falta em mim e assim, você me completa. Você é meu sorriso em um dia difícil, minha alegria mais gostosa, o meu porto-seguro, o meu motivo de querer ser melhor e, mais do que qualquer outra, você é quem eu quero fazer feliz.

Aqueles olhinhos de cachorro pidão, sabe?
Eu te quero de volta, quero viver o meio da nossa história, com todo o aprendizado que os erros nos trouxeram e com a certeza do quão eu quero fazer parte da sua vida e te fazer feliz. Mas, o texto é para pedir, acima de qualquer coisa, que a gente se encontre e olho no olho a gente tenha uma conversa franca. Ela pode mudar todo o futuro, nossa história e tudo em nossa vida. Eu mereço isso, você quer isso e nós precisamos. Eu não aguento mais me sentir te atrapalhando, suplicando atenção e com a sensação de algo está fora do lugar. E eu sei que algum sentimento semelhante você também tem.
Por tudo de mais puro que há entre nós, acredita em mim, que eu te amo, que eu sou louca por você, que eu sinto muita a sua falta e, principalmente, que eu nunca te desapontaria de novo. Eu juro, palavra de honra, de escoteira, de corintiana fanática. Juro pelo cachorro.
Não deixa o tempo passar…me deixa ir te ver ou venha até aqui!
O que você me diz?
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Sempre gostei de cozinhar para minha namorada, apesar de não saber fazer muita coisa. Pra quem acompanha o DdC desde o início, já deve ter ligo alguma receita que eu postei, como o saboroso Xúpide. Às vezes, saio procurando pela net algumas receitas e foi em uma delas que resolvi arriscar e adaptar aos ingredientes de nosso gosto.
Foi-se o tempo em que a cozinha era só das mulheres. Agora, nós homens, também dominamos. E não só pra buscar a cerveja gelada. Aliás, esse prato que vou ensinar pra vocês, cai muito bem com uma cerveja bem gelada enquanto você prepara. Ou um whisk com água tônica!
Já que hoje é sexta, que tal você fazer uma surpresa para sua namorada, convidá-la pra jantar em casa e você preparar tudo? Compre um vinho (gostamos muito do Concha y Toro – Frontera, ou Malbec). Arrume a mesa e prepare um clima romântico. Quando ela chegar, abra o vinho e sirva em uma taça bem bonita, enquanto você cozinha para ela.

Agora é hora de ir pra cozinha!
Ingredientes para o filé:
175g de manteiga
1 colher de sopa de cada pimenta (verde, vermelha, preta e branca)
3 colher de alho picado
150g de pão de forma ralado
50g de queijo suíço
4 filés limpos 200g cada
Sal
Pimenta do reino
Primeiro vamos fazer a crosta. Derreta 175g de manteiga em uma panela; coloque uma colher de sopa de cada pimenta sendo a preta e a branca amassadas (pode usar as pimentas que tiver em casa, ou deixar de colocar alguma também. Deixe tostar e coloque o alho picado. Retire do fogo e misture com o pão de forma (rale ele com a mão mesmo) e o queijo. Tempere com sal e deixe esfriar.
Tempere o filé com sal e pimenta moída e coloque na frigideira. O tempo vai variar conforme o ponto desejado, como eu gosto bem passado, deixo na frigideira por 7 minutos cada lado e mais 10 minutos no forno com a crosta de pimenta por cima que deve ficar tostada e crocante.
Retire o filé e reserve em um prato. Agora, vamos fazer o acompanhamento:
Batatas ao molho 4 queijos:
Descasque 4 batatas grandes e corte em tiras finas (mais ou menos meio centímetro). Cozinhe as batatas até ficar mole; mas cuidado para não deixar muito! Retire do fogo, retire a água e reserve. Em uma panela, coloque uma caixinha de creme de leite, 100gr dos 4 queijos de sua preferência. Mexa em fogo baixo por mais ou menos 5 minutos.
Em uma travessa, faça uma camada de batatas e despeje o molho 4 queijos em cima. Faça uma nova camada de batatas e jogue o restante do molho.
Em uma segunda travessa, coloque o filé-mignon e despeje em cima a crosta que deixamos pronta. Deixe no forno pré-aquecido a 180 graus por uns 10 minutos.
Retire as duas travessas, monte em um prato mais ou menos como na foto. Gostaram? Com certeza ela irá gostar desse jantar romântico preparado especialmente para ela. Depois do jantar, o complemento fica por conta de vocês rs. Bom apetite e sejam felizes!