26 outubro 2012 2 Comentários Postado por:

Amor, Coisas dela, Relacionamento »

Estava procurando imagens pro post de hoje e me deparei com essa. Resume bem amor vs game.
No meu caso, eu sempre torço pelo “perfect”, mas na maioria das vezes o “unusual” vence.

Aí o leitOR vai dizer: “Quem é o imbecil do unusual?!”
E nossa leitoRA vai dizer: “Sofro ali no usual mesmo!”
E as doidas que nem eu vão dizer: “Não é fácil lidar com o unusual, sério!!”

Sei que muitos namoros sofrem pesadamente por causa do videogame. É sempre aquela coisa, o cara grudado no console, a namorada passando pelada na frente dele e nada. Se o cara é gamer e a mina não, precisa ter um acordo entre os dois, do contrário, vai gerar brigas feias mesmo. Isso independe se o cara é um gamer casualmente ou não. O console vai atrapalhar mesmo assim. Então o que fazer?

Bom, eu vivo sempre o lado do homem. É, eu sei, bizarro, mas sei que tem várias garotas gamers por aí que sabem do que eu estou falando. Eu posso dar dicas pras garotas não gamers e que só querem que o seu namorado saiba dividir. Tá, vai, tem cara que passa o dia todo ou a noite toda grudado no videogame e sem nem olhar pro lado. Sinto muito, esse cara é um nível de gamer cuja atenção você só vai conseguir online e jogando. Mas, se o seu namorado é aquele que, quando chega o fim de semana, senta na frente da TV e não sai mais, calma! Tem solução.

Primeiro de tudo, garotas: respeitem o momento, respeitem o console/pc do namorado. É algo caro que ele batalhou pra comprar, e que ele cuida com carinho. Se ele está ali jogando, é porque ele precisa relaxar. Ele trabalhou a semana inteira e tudo o que ele mais quer é terminar uma quest ou atirar em um amigo (ou jogar aquela partidinha de futebol ¬¬). Bem básico. Entendendo tudo isso, já fica mais fácil. Aí você deve estar pensando: “E eu? Ele fica lá jogando, o fim de semana é o único tempo que temos juntos mimimi.”

Gente, todo mundo tem um hobby, right? PARE de encanar com o hobby do seu namorado e pense no SEU. O que VOCÊ gosta de fazer? Enquanto ele ta lá afundando o dedo no controle, use esse tempo pra você se cuidar, pra fazer aula de alguma coisa, ler um livro, sair com amigas, sentar do lado dele e ler aquela revista de muóda do mês. Juro, uma hora a ficha dele vai cair e ele vai pensar: “Poxa que legal, enquanto tô aqui, ela tá de boa do meu lado fazendo algo dela, que ela gosta.” Ouuuu na pior das hipóteses, ele vai perder a namorada pra alguma aventura aí. E você vai sair dessa bem e feliz, porque não perdeu tempo só reclamando. E ele vai continuar jogando hahaha. Todo mundo fica feliz!

E pra minhas gamer girls, o conselho fica pro post da semana que vem. Vamos juntas aprender a lidar com o namorado não gamer! ;)

2 Comentários      Postado por Tyta
25 outubro 2012 1 Comentário Postado por:

Coisas dela, Histórias »

Por: Aczia Ramos

Resolvi escrever pra cá porque achei que ele (meu amigo e hoje namorado, Wéslley) merecia uma pequena homenagem por ter superado seus medos que, assim como os meus, eram enormes. Minha vontade era ter escrito tudo na segunda, mas estava muito eufórica, hoje já estou mais calma e com os pensamentos em ordem.

A historia é grande, espero conseguir me expressar direito, e há quem diga que algumas partes parecem filme. Tudo começou em uma madrugada, que nunca me lembro ao certo a data – mas ele sabe – quando ele veio me chamar no MSN com a desculpa de que não sabia quem eu era ( sendo que mais tarde me confessou que sabia perfeitamente de onde eu tinha surgido nos contatos dele e quem eu era rs), conversamos até altas horas e eu já sentia como se o conhecesse a tempos. E assim passamos a nos falar todos os dias, horas e horas madrugada adentro conversando, arrumávamos assunto, desabafos, choros, tudo como se fôssemos amigos de anos.

Bem, os dias passavam, e a amizade ficava cada vez mais forte, a confiança crescia. Eu tinha um rolo, um namorinho à distancia que foi cada vez ficando mais difícil, mas ele sempre me aconselhava, ajudava e, mesmo longe, segurava minha mão. Eu atendia ligações dele às duas da manhã pra ouvi-lo desabafar sobre o casinho dele que o estava decepcionando. E assim a amizade se fortalecia com o passar dos meses, até que em abril deste ano ele resolveu que viria me visitar.

No dia 28 de abril passou o dia viajando, 600 km dentro de um ônibus, chegou à noite na rodoviária e eu o estava esperando. Ficou três dias aqui, conversamos, passeamos e nos divertimos como eu não fazia há muito tempo. Porém, não éramos nada além de amigos juntos, afinal eu ainda tava lá me enganando com o namorinho à distancia que já estava por um fio. Ele voltou pra casa com a promessa de que voltaria mais vezes me visitar.

Continuamos a vida, meu namorinho acabou e ele me ajudou a superar tudo com suas palavras de conforto e seu ombro amigo. E pra mim algo já havia mudado, uma sensação toda nova estava começando a se instalar em mim com relação a ele. Como eu disse pra ele “não é normal sentir borboletas no estomago ao falar com um amigo, não é?” rs. Os meses passaram e as sensações foram aumentando, até que ele resolveu que viria me ver novamente. E no feriado de 12 de outubro ele passou a sexta-feira toda dentro do ônibus, apenas para me ver.

Nos vimos na manhã de sábado, passeamos, conversamos, muito próximos e confidentes. Aproveitamos um dia todo, rolaram os beijos, abraços e mãos dadas. Combinamos de nos ver no domingo, fomos passear em um lugar lindo e calmo. Sentamos para conversar, nos lembramos de tudo que nos havia acontecido até o momento, desde a primeira madrugada de conversas. Senti o clima mudar, ele começou a falar de medos; medo de confundir as coisas, medo de me perder, medo de eu não gostar de algo que ele tinha pra falar.

Disse a ele para não ter medo, somos amigos acima de tudo e, se eu não gostasse, falaria para ele, sem neuras. A cena era: eu sentada na escada, ele estava encostado na minha perna e falando essas coisas, até que levanta, fica de joelhos na minha frente, segura minha mão – nesta hora consigo sentir o quanto ele está tremendo e o quão forte está sua pulsação –, aí me olha nos olhos e, meio enrolado e em palavras que não sabem como ser pronunciadas, ele me pergunta “quer ser minha namorada?”… Neste momento meu coração já pulava fora de mim, um misto de vontades me invadiu, queria chorar, sorrir, abraçá-lo, beijá-lo. Respondi um “sim” bem alto pra ele, o abracei e aí senti que estava nas nuvens, um começo de sonho.

Aczia

Desde domingo estou vivendo em um filme, cada palavra, cada gesto. Ele teve que voltar pra casa, mas sei que ele vai voltar várias vezes e vamos aproveitar cada segundo. As coisas aconteceram aos poucos, a amizade forte deu lugar a um amor que não sei como descrever. Um amor que superou vários medos até poder ser declarado. Demorei a reconhecer (porque já havia percebido) que o cara que eu estava procurando, aquele que vai me entende quando estou de mau humor, que fala sobre futebol comigo, que é carinhoso e me faz bem, estava na minha frente o tempo todo.

E foi assim que comecei a namorar meu melhor amigo… Que seja a primeira semana de várias outras, com o coração batendo forte e as borboletas tomando conta do estômago a cada palavra e gesto.

Für Immer.

Faça como a querida Aczia Ramos, que é leitora antiga do DdC: Envie sua história para nós! Saiba como participar e divida sua história com o mundo!

1 Comentário      Postado por Ele / Ela
24 outubro 2012 1 Comentário Postado por:

Coisas dele, Especial, Geral »

Nós, brasileiros, moramos num país tropical, abençoado por Deus e cheio de diferenças étnicas. E, naturais ou sintéticas, as cabeças femininas estão por aí, exibindo um leque de cores de cabelos de pintar um arco-íris de energia.

Que cabelo hoje em dia você tinge de qualquer cor, nós já sabemos. Mas, quais cores fazem os homens virarem pescoços e fazerem gemido de fritura é um passo além. E como nós, duas ruivas made in Koleston, gostamos de estudar esses cérebros másculos e bem definidos, cá estamos eu e Mayara Godoy para descobrir a preferência do homem brasileiro em relação às madeixas delas (ou melhor, nossas).

Sem teorizar demais, vamos deixar os entendidos em mulheres – ou seja, os homens – falarem:

O que é que a morena tem?

@syneval_, 28 anos, loiro, geek, bonito, sedutivo e bem modesto. Solteiríssimo, lavo, passo, cozinho e costuro, não tenho um puto na carteira, mas sei fazer o lelelê. Interessadas podem me contatar.

Se tivesse as três loucas por mim, na minha frente, e eu tivesse que escolher, eu iria na morena. De preferência de pele morena. Em segundo lugar, a ruiva (esperando que ela seja original de fábrica). E em terceiro lugar a loira. Mas deixando claro que não recusaria nenhuma, porém meu modelo ideal seria uma Pocahontas com o corpo da Globeleza.

 

@leoluz, escritor e roteirista.

Cabelos escuros. Não tem um porquê, só acho mais bonito mesmo.

 

@fercorreia, bibliotecário que não faz psiu, fã de quadrinhos, animes, filmes, cerveja e um bom papo. Prefere os amigos à academia.

Sempre preferi as morenas, tanto as pele clara como as de pele morena. Acho que elas têm uma sensualidade natural.

 

@volkmer, porto-alegrense radicado em Floripa. Administrador especialista em Marketing e Gestão Empresarial. 24 anos e sortudo namorado de uma italianinha. Dono do blog Corto Cabelo e Pinto.

Prefiro as morenas. Tenho ascendência alemã e grande parte das gurias da minha infância eram loiras. Acho que por isso as italianinhas sempre me chamaram mais atenção. Elas me parecem mais mulherões. Quando uma morena quer ser misteriosa, ela chama mais atenção ainda. Quer ver a minha cara de bobo? Me leva pra Caxias do Sul (RS). Outro lugar com morenas lindas? Belo Horizonte (MG).

 

@napoleao, fotógrafo de nu artístico e empresário. Já se aventurou no mundo das mídias sociais, mas ao invés disso preferiu ser rico.

Cor de cabelo pra mim nunca foi algo determinante. Minha atual e ex-namoradas todas são loiras, mas eu escolhi elas pela biscatisse, não pela cor do cabelo. De qualquer forma, loiro escuro e cabelos morenos me chamam mais atenção.

 

 

@diogobatalha, 26 anos e ainda sem entender o que está acontecendo (oqueavidafezdemim.tumblr.com)

Pra mim tanto faz. “Eu ja tive mulheres de todas as cores. De várias idades. De muitos amores”.

 

Luiz FernandO que é que a loira tem?o Kiihl Matias, vagabundo nas horas vagas e no trabalho quase isso. Vive se metendo onde não deve, bebe mais do que deveria e fala pelos cotovelos. Ainda não sabe como tem amigos (eles devem ser imaginários!). Agora inventou de responder questinarios malucos e se meter com sindicalismo.

Tudo depende do momento, as loiras vêm bem a calhar naquele momento em que você quer algo mais, digamos, calmo. Normalmente são mais suaves e amáveis, o que vem bem a calhar quando precisamos acalmar a alma.

Morenas… bom, as morenas são, além de algo típico do nosso país, como um patrimônio artístico-cultural (só existem morenas como as nossas aqui!), são um caso à parte nesse mundo. Normalmente marcantes, com sensualidade de deixar louco! Deixam marcas para uma vida.

Já as ruivas, existem dois tipos: as naturais e as por opção. Se for natural, se assemelha muito às loiras. Deve ser por causa da origem europeia, um padrão meio que igual. Mas, se for por opção, salve-se quem puder! A ousadia no cabelo, imagine em suas ações! São destruidoras de lares e belas ladras de alma!

 

@dirceumachado, engenheiro civil, 39 anos, trabalha na Itaipu Binacional e nas horas livres motociclista e músico amador

Não vou muito pela cor do cabelo, vou mais pela personalidade. Quando a mulher é bonita não importa muito a cor do cabelo. Embora nunca tenha namorado loiras, por coincidência.

 

 

Diego Assis da Silva Borges, 26 anos, leiturista na Copel Distribuição

Tenho preferência por loiras, mas não sei explicar o porquê.

 

@cadunoimproviso, 32 anos, moreno, alto, bonito e sensual…o “super sincero” do Diário de Casal.

Morena. Ruiva. Colorida. Loira. Nessa ordem. Por quê? Sei lá, fui ordenando pelo meu “passado”.

 

Esdras Silva, conhecido como Ivo, é apenas um rapaz latino-americano, sem dinheiro no banco, sem parentes importantes e vindo do interior… que mora em Washington e trabalha pro MRE.

Eu tento fugir do velho estereótipo de que os homens preferem as louras, mas confesso que cabelos dourados SEMPRE me chamam a atenção. Em todo caso, não sei se chega a ser uma preferência. E também não sei o quanto isso é determinante para uma eventual escolha entre uma loura e uma não-loura. Enfim, vale a reflexão…

 

@crgalli, professor, 23 O que é que a ruiva tem?anos de Foz do Iguaçu e contando.

Ruivas. Ao meu ver, por não ser algo, digamos assim, comum. Transmite determinação e confiança, demonstra uma mulher que sabe o que quer e não se preocupa com o que vão pensar do seu visual, se isso vai prejudicar em alguma área mais conservadora ou não. Nunca vi uma ruiva fresca.

 

@calintro, desenvolvedor, Apple maníaco, palmeirense, viciado por TV e entusiasta de várias outras coisas, com especialização em nenhuma.

Eu não tenho preferência, mas no geral eu diria ruivas. Porque ruivas têm um charme, uma rebeldia natural dos genes. O próprio fato de ser ruiva é uma mutação.

 

E vocês, leitores? Acham que o cabelo influencia na beleza feminina? E as leitoras, o que acharam das opiniões masculinas? Manifestem-se!

1 Comentário      Postado por Rose Carreiro
23 outubro 2012 Comente! Postado por:

Artigos, Família, Geral, Relacionamento »

O post de hoje, obviamente, vai para o público jovem do Diário de Casal, público esse que não é pequeno. E vamos tocar em um ponto bastante recorrente: a iniciação ao namoro. Então o tiozão aqui vai tentar explicar para vocês “novinhos” não como enrolar seus pais, mas como mostrar a eles que você está sim pronto(a) para essa nova etapa da vida.

Vamos começar com uma análise da situação: você é o filho(a) que os pais tem a responsabilidade de proteger e cuidar, é obrigação deles – tanto por posição, quanto pelo amor que eles sentem por você, e um belo dia você diz “vou namorar”. Na cabeça deles acontece mais ou menos assim “namoro que leva a encontros, que leva a desilusões amorosas, que leva a casamento, sair de casa, netos, ele(a) não está pronto (a)! VAI NAMORAR COISA NENHUMA! Essa é a reação deles, não porque são antiquados ou opressores, mas apenas porque te amam e não querem que você dê um passo maior que a perna. Solução: mostre que você pode dar passos bem definidos e no tamanho certo.

E como fazer isso? Comece não tendo uma reação negativa quanto eles negarem a permissão para o relacionamento em uma primeira vez. Tente entender e, além disso, mostrar que entende os motivos deles, que você é maduro(a) para compreender que eles se preocupam e que você está disposto(a) a aceitar e respeitar os limites impostos. Pergunte, converse, argumente, não grite, não faça birra. Você está tentando convencê-los que é adulto para um relacionamento, então deve agir como um adulto.

É preciso que eles também conheçam a pessoa escolhida, esse encontro precisa ser natural e feito de forma amigável, tanto do lado da família dele(a) quanto do lado da sua. O ideal seria um encontro das duas famílias, onde eles vão poder conversar. E, se o encontro não for possível, uma conversa por telefone é bastante razoável.

Aceite os limites impostos, afinal você ainda mora com seus pais, não é independente e precisa aceitar a autoridade deles, senão essa autoridade será imposta e aí é fato que você vai sair perdendo sempre. Limites como horários, onde se encontrar e quando voltar para casa vão proporcionar aos seus pais um controle da situação. Nada de tentar burlar as regras, se você for pego(a) vai quebrar a delicada confiança que conquistou e vai ser bem complicado começar de novo.

E, para finalizar, você precisa entender o que é um relacionamento e para o que ele serve. Eu sei que no círculo social em que você vive já deve existir namoricos, e que você também quer fazer parte desse universo, nada mais justo. No entanto, um relacionamento é mais que isso – um namoro (ou casamento, ou noivado, etc.) é uma maneira de duas pessoas andarem juntas para se ajudarem mutuamente, para que uma possa ensinar e aprender com a outra, que possa dividir o peso de problemas e a alegria das conquistas. Não se trata só de beijos e festas. Você precisa ser muito sincero(a) com você mesmo(a): se você entende realmente o que é um relacionamento, então converse com seus pais, padrinho / madrinha, e seus futuros sogros. Mas, se você ainda não tem essa visão, aguarde mais um pouco. Você não precisa queimar etapas e comprometer seu desenvolvimento emocional.

Comente!      Postado por Cadu
22 outubro 2012 Comente! Postado por:

Relacionamento, Viagens »

Apesar de estar com o digníssimo há três anos, nunca tivemos a oportunidade de viajar juntos. Sempre que eu viajo, envolve algo de trabalho, ou quando vou para o Rio, ele nunca pode me acompanhar. Diante de um ultraje desses, este ano decidimos tirar férias juntos e programar uma viagem curta a dois.

Infelizmente, meu amado trabalha numa empresa que tira férias coletivas, então ele só tem tempo livre em dezembro – altíssima temporada. Como estamos longe de poder esbanjar nossas economias, tivemos de optar por algum lugar dentro do Brasil e, é claro, próximo.

Já havia uma discussão nossa de tempos atrás sobre passarmos uns dias em Foz do Iguaçu. Como estamos no Paraná e depois vamos passar o Natal em Patópolis, escolhemos então que conheceríamos as Cataratas. Primeiro, porque ele é um paranaense de meia tigela que ainda não conhece Foz, e isso é uma vergonha; segundo, porque eu sou uma agente de viagens de meia tigela, também não conheço Foz, e isso também é uma vergonha. Terceiro, porque Foz do Iguaçu tem programas turísticos que são possíveis de serem vistos em poucos dias. Quarto, porque Foz fica logo na fronteira, ou seja, além de turismo, faremos comprinhas a preços maravilhosos. E quinto, mas não menos importante, porque a Mayara Godoy mora em Foz e assim já aproveitamos pra conhecê-la.

Neste caso, a escolha do destino foi fácil porque nós dois gostamos da ideia de ver as Cataratas, fazer comprinhas e passar um calor tropical. Mas nem sempre é assim. No meu trabalho, já atendi casais com gostos extremamente opostos, e é praticamente uma briga até chegarem num acordo. Um quer ir pra Paris e Londres, o outro quer Alemanha e Áustria. Um quer praia, o outro quer cidade. E eu, no meio, tentando achar as duas coisas numa viagem só.

Sempre que me deparo com casais assim, eu tento arrancar deles todas as expectativas – de pretensão de gastos, de clima, de programas que gostariam de fazer, e então crio o roteiro com base nessas escolhas. E é isso o que um casal deve fazer antes de decidir uma viagem a dois: arrancar um do outro todos os gostos, preferências, pra poder começar a pensar no destino. Ah, e principalmente, pensar em quanto cada um está disposto a desembolsar pra pagar a viagem.

Se a viagem é de Lua de Mel, o cuidado com a escolha tem de ser maior ainda. Não sei para os homens, mas para as mulheres que sempre sonharam com o casamento, a viagem, tem de ser perfeita, e como nos sonhos dela. É o equivalente à escolha do vestido de noiva. Então, não pense em ir pra Nova Iorque se sua futura mulher quer passar uma semana pelada dentro de um bangalô nas Maldivas. E noivas, lembrem-se de que sempre haverá Paris, então, se vocês vão pra Europa, tire um dia pra comprar espadas em Toledo ou pelo menos visitar um castelo medieval. E, não desmerecendo nosso Brasil brasileiro, dá pra adequar um resort romântico com um dia de ecoturismo em metade dos destinos turísticos do nosso país.

Levando em conta o bom senso e a preservação do amor e do bom convívio, vocês podem também revezar e fazer a viagem ideal de cada um por vez. Fernando de Noronha primeiro, Las Vegas depois…afinal, se vocês estão juntos e se dão bem, oportunidade de planejar outras viagens não vai faltar. Todo relacionamento acaba exigindo uma cessão dos dois lados, e isso inclui as férias do casal.

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Comente!      Postado por Rose Carreiro