Diário de Casal - Página 3
17 January 2012 2 Comentários       Postado por Mayara Godoy

Geral »

O Diário de Casal não é só um blog. Para muitas pessoas, ele é também um amigo. Não são raras as pessoas que declaram sua gratidão ou admiração por um texto aqui publicado que ajudou em algum momento de suas vidas amorosas. E isso faz a equipe do DdC imensamente feliz. Além disso, o Diário presta um importante serviço: o de conselheiro sentimental.

Diariamente, recebemos e-mails de pessoas angustiadas, frustradas e até mesmo desesperadas por uma palavra amiga, por um conselho, por uma luz no fim do túnel. E é nessa hora que a equipe do DdC entra em ação. Não raro, discutimos caso a caso internamente, até chegarmos a um consenso sobre o caso, e respondemos individualmente, por e-mail, preservando a privacidade do leitor.

E essa introdução toda foi só para dizer o quanto a participação de vocês, leitores, é importante, pois é ela que mantém este blog vivo.

outros relacionamentos
Às vezes, o relacionamento só existe para um dos dois…

Mas o assunto hoje é outro. Hoje o papo é justamente com essas pessoas que nos confidenciam estar vivendo relacionamentos nocivos, sofrendo, sem mais saber o que fazer.

Há inúmeros casos de leitores que nos mandam e-mails suplicando por uma solução – que às vezes nem existe – para salvar o relacionamento ou reatar. E muitos desses leitores têm consciência de que estão sendo maltratados, relegados, menosprezados, acusados, muitas vezes até mesmo traídos, explorados financeiramente e agredidos fisicamente – sim, gente!

Porém, mesmo com tudo isso, o pedido ao final do e-mail é quase sempre o mesmo: Me ajudem! O que eu faço para reconquistá-lo(a)? Eu o (a) amo demais e o (a) quero de volta.

ninguém corre atrás de quem sofre
Não seja esse cara!

É para essas pessoas que digo: Outro tipo de relacionamento é, sim, possível! Muitos posts aqui já trataram do assunto e eu mesma já escrevi um texto falando sobre quando terminar, por mais que doa, ainda é a melhor solução, e a Rose também já cutucou um pouco mais a ferida e falou sobre divórcio.

Vejo muitas pessoas, principalmente essas que nos escrevem, que precisam se libertar dessas relações doentias. Porque um relacionamento, meus caros, tem que fazer bem! Tem que te ajudar a relaxar, a desestressar, te proporcionar horas aprazíveis, te fazer crescer como pessoa! E não te deixar ansioso, inseguro, paranoico, doente e até mesmo falido (ou com ideias suicidas)!

É claro que todo relacionamento, sem exceção, tem problemas, discussões, crises. Mas a questão toda está na medida. Se for difícil chegar a uma conclusão, coloque no papel! Isso mesmo, faça uma estatítistica: quanto tempo você passa plenamente feliz e em paz junto da pessoa, quão agradável é esse tempo versus quanto tempo você passa angustiado, preocupado, desesperado, desanimado, etc. Faça uma conta simples, coloque na balança. Amor, minha gente, não é pra fazer mal. Relacionamento não é pra gente se sentir aprisionado, pra tirar nossa paz, pra nos fazer achar que nada mais na vida vale a pena!

Então, se você está passando por uma situação como essas, reflita! Será que realmente você quer continuar nisso, ou você está preso numa relação de dependência e comodismo? Será que, se você deixar a poeira baixar e pensar com a cabeça fria, você chegará à mesma conclusão que agora? Se fosse o seu melhor amigo nessa mesma situação, que conselho você daria, olhando de fora?

São algumas perguntinhas para refletir. Mas, uma coisa eu garanto: é plenamente possível ter um relacionamento saudável. Tente. E, se não conseguir, é porque este relacionamento não é para você.

2 Comentários      Postado por Mayara Godoy
16 January 2012 3 Comentários       Postado por Rafael R

Especial, Relacionamento »

Já vi acontecer diversas vezes: Acontece uma briga do casal, um vira pro outro e diz “Nossa, como você mudou!” e a pessoa lembra que ela sempre gostou disso ou sempre fez isso e não entende mais nada. E isso acontece porque a imagem que temos da pessoa pode ser diferente do que ela é de fato. Vou explicar com calma isso agora e te ajudar a não se frustrar mais.

É comum no início do namoro ou até mesmo de amizades que a gente procure aquilo que nos é de interesse no outro. Gostar do mesmo tipo de música, ter um tipo parecido de humor, ler coisas parecidas, tudo isso é o que buscamos nessa hora. E com o passar do tempo e com mais convivência e conversa, você vai conhecendo as idéias da pessoa, descobre do que ela é feita, no que ela acredita e qual a atitude dela perante a vida.

Algumas vezes a gente tenta impressionar, talvez escondendo um lado nosso que não gostamos de mostrar ou mesmo dando mais valor a outras partes, que são mais atraentes para o outro. Mas uma coisa sempre será certa: com o tempo, as pessoas mostram do que são feitas. Sempre será assim, não existe outro jeito de se relacionar se não for mostrando quem e o que você é. E isso pode acabar frustrando aqueles que supõem ou imaginam o outro diferente.

Casal no espelho
Se refletir no espelho, é verdade. Se não, é somente sua imaginação!

Sabe aquele papo de “Não esperava que você fosse assim” que surge, eventualmente? Só é dito por aqueles que imaginam ou projetam uma imagem em alguém que não é parte dele/a. Você se frustra com isso porque a pessoa não reagiu da forma que você QUERIA que ela reagisse, ela reagiu da forma que ela é. Se frustrar com isso é normal, mas você faz isso por apenas imaginar e não por conhecer quem está ao seu lado. Deu pra sacar a diferença?

É por isso que eu repito e repito e repito mil vezes uma frase simples e funcional: CONVERSE COM SEU PARCEIRO! É a forma mais segura de você saber que estão indo para o mesmo lugar, de saber o que e qual é a forma que ele/a pensa, é o jeito certo de estabelecer uma relação de confiança e evitar momentos frustrantes.

O tempo vai passar e uma hora você pode encontrar um lado da pessoa que seja complicado de lidar. Mas se você tiver paciência para ouvir, entender e não se frustrar com isso, você vai superar e a relação vai melhorar. Ouça, preste atenção e aprenda. É o segredo.

Concorda?

3 Comentários      Postado por Rafael R
12 January 2012 13 Comentários       Postado por Rafael R

Coisas dele, Relacionamento »

É preciso cuidado quando aquela pontinha de ciúmes aparece, pois é nesse momento que você vai decidir: Você será a pessoa desconfiada, que imagina mil e uma situações e acha que seu parceiro está com toda certeza te traindo ou então você pode ser aquela pessoa que tem um relacionamento leve, abre o jogo com o outro e acaba não sendo paranóico. E aí, qual você será? Qual você é?

Acontece com todo mundo: uma mensagem no facebook que pode (ou não) ter um duplo sentido, um SMS que surge numa hora inesperada, uma ligação… e de repente BOOOM, sua cabeça começa a ir longe. Quem será? O que essa pessoa quer? Eles se conhecem de onde? Ele acha ela bonita? Ela acha ele engraçado? E quando você vai ver, sua mente já gerou tantas hipóteses que seu estômago começa a ferver com tamanha raiva e ciúme que você está sentindo. E é exatamente isso que precisamos evitar.

Eu sempre digo que a primeira coisa que um relacionamento deve ter é duas pessoas dispostas a conversar. Não tem jeito de ser diferente, só existirá a confiança se antes vocês conversarem. Só existirá a cumplicidade se vocês conversarem. Só existirá a verdade se vocês dois conversarem bastante. Só existirá um caminho em comum se vocês o descobrirem, e só farão isso conversando. Muito.

A confiança é o tipo de sentimento que não surge do nada, é necessário conquistá-lo. Quando você perde isso, você terá que lutar no mínimo o dobro para reconquistar. E se não houver jeito de confiar de novo, a coisa vai acabar. É melhor que acabe, do contrário será muito sofrimento, muitas hipóteses, muitas discussões, muito desgaste. Evite isso.

Agora sabe o que eu acho a pior coisa que alguém pode fazer dentro de um relacionamento? Monitorar o outro. Sério, não pode ter coisa pior que pessoas que dividem senhas de sites e MSN, pessoas que pegam os celulares do outro pra descobrir quem andou ligando, pessoas que acham que o outro não precisa ter individualidade, não precisa ter a sua própria vida. Se você vive ou conhece alguém que vive assim, peça para vir me explicar como é que isso pode funcionar, pois eu realmente não sei.

Traição
Cenas cinematográficas passam na sua mente? Cuidado!

No mais, parem para refletir um pouco: Em que ponto do relacionamento começou esse ciúme incontrolável? O que você pode fazer para mudar isso, sem precisar do outro? E o que você pode fazer para mudar junto com ele? Não adianta viver nesse “inferno” que deve ser a desconfiança eterna, ficar cercando o parceiro e tentando aprisioná-lo. Namoros e casamentos não são feitos para se viver assim.

Que tal mudar agora? Pergunte-me como.

13 Comentários      Postado por Rafael R
5 January 2012 33 Comentários       Postado por Ele / Ela

Coisas dele, Especial »

Por: Gilmar

Bem, a ordem dessas dicas não obedecem um parâmetro, podendo ser alteradas, depende de cada um.

01 – Aceite o fim.

Não importa quem entrou com o pé e quem entrou com o traseiro. Quando o fim chega é para ambos. Saber o momento de parar é usar o bom senso, afinal se acabou é porque existia de fato um motivo, tentar descobrir agora esse motivo, só vai deixá-lo mais confuso. Longe um do outro, você começa a ter uma noção mais clara do porquê desse fim, e isso demanda tempo.

02 – Chore longe de todos.

Que você vai chorar, isso é fato, o importante é saber onde chorar. De preferência, onde ninguém saiba que está se comportando como um idiota. Lá na frente você vai perceber o quanto foi ridículo lamentar-se tanto. E se quiser ainda ser aceito no meio dos amigos como um cara decente, pare de se lamentar o tempo todo.

03 – Queime tudo o que tem dela.

Fogueira

Quando digo todos os laços, são TODOS mesmo. Lembra daquela música brega que fala que “um fio de cabelo no paléto do sujeito o deixa em depressão”? Pois é a mesma coisa. Se um fio de cabelo tem esse poder, imagina fotos, lembrancinhas, cartinhas, etc… Jogue tudo fora ou doe para alguém bem distante. Sei que são muitos batulaques que um longo relacionamento junta, mas desfazer-se de TODOS é uma obrigação sua se quer mesmo esquecê-la. Sei que vai dizer: “Pô, mas nem aquele CD legal que ela me deu no meu aniversário?”. Bem, seja homem e desapegue-se de tudo.

4 – Não a tenha como amiga.

Essa eu acho que nem precisava comentar, mas tem uns mais desavisados… Meu amigo, se ela te chutou, ela pode até querer ser sua amiguinha e você cair como um trouxa, mas um dia ela vai te convidar para em café, e você vai lá todo esperançoso. Sabe o que ela vai te dizer? “- Então, agora que somos ‘amigos’ acho que posso me abrir com você… Lembra do Marcelo? Pois é estamos ficando e gostaria que me ajudasse a fazer ele se apaixonar por mim…”.
Meu amigo, tem coisa pior do que escutar os casinhos da ex que você ainda gosta? Então esqueça qualquer contato com a ingrata. Se tiver que atravessar um quarteirão para não esbarrar com ela, faça isso! Se tem filhos com ela, saiba separar bem as coisas, filhos não seguram casamento. Trate seus filhos com respeito e não transfira nenhuma mágoa sua a eles, afinal eles não têm culpa.

5 – Pare de pensar no que ela está fazendo ou pensando.

Ela provavelmente lembra de você somente para fazer comparações com as amigas, tipo: “- O meu atual é tão… Coisas que aquele grosso do meu ex nunca me fez, ainda bem que não estou mais com aquele traste!”.
Então, pare de pensar que ela está querendo voltar ou pensando no homem maravilhoso que você ACHA que foi para ela. Arrependimento? Sim, ela tem… O de não ter terminado contigo antes!

6 – Redes sociais…

Hoje em dia com todas essas redes sociais por aí, o fim do namoro virou um “BBB”. Todos sabem que acabou, porque acabou e sabe que sua ex já está desfilando com amiguinas novas e tirando fotinhas com aqueles carinhas que ela dizia que eram apenas colegas e achava até que eram gays.
Se quiser ser masoquista fique fuçando em tudo: face, orkut, msn e o que mais tiver. Só saiba de uma coisa… Quem procura acha ! E você, meu caro, descobrirá isso da pior maneira possível.
Seja um homem das cavernas, pelo menos nessa fase, e se desapegue de tudo isso. Há 10 anos atrás essa tecnologia toda não existia, e término de namoro era uma dor de cotovelo passageira. Agora o celular, as mensagem e as malditas redes sociais conspiram para que você se afunde ainda mais na sua depressão.

7 – Voltando à dica 5…

Você aí sofrendo horrores e imaginando a infeliz de bem com a vida. Já soube por outras pessoas que ela anda saindo muito, se divertindo com um sorriso de orelha a orelha. E aí vêm os pensamentos: Será que ela não pensa nem um pouquinho em mim? Será que um dia voltaremos? Onde ela estará agora? Fazendo o que?
Sinto te informar que a fila para ela já andou e nem se ela olhar para trás consegue te enxergar mais. Tem um ditado que diz: “Mulher é que nem macaco, só larga um galho quando já está seguro em outro.” Pode até ser que ela não estava com alguém em vista quando te largou, mas esteja certo que depois de um pequeno luto de pouquíssimos dias ela já se encontrou. Na farra com amigas que só querem curtição, ou de repente está dando uma chance àquele carinha que sempre a chavecou quando ela estava com você. Agora ela é livre e vai se aproveitar disso. Tenha certeza e faça o mesmo, mas sem competição, pois não adianta você passar na frente dela nem com a garota da capa da Playboy, pois ela já desencanou de você.

8 – Não queira saber nada sobre ela.

Essa dica não é igual às outras. Quando falo em não saber de nada é realmente não querer saber nem se ela ainda respira. Qualquer informação, por menor que seja, vai te deixar para baixo.

Esse processo de fim de relacionamento é lento e demorado, tenha isso em mente. Não estrague tudo tendo recaídas. Se a vir em algum lugar, vire para o outro lado, se alguém vier te falar alguma coisa sobre ela, seja objetivo e diga que realmente não quer saber. Se você tem filhos juntos, é bem mais complicado, mas todas essas dicas também se aplicam a você.

9 – Caso ela te procure.

Sim, isso pode acontecer, mas não fique tão esperançoso. Existem muitas possibilidades: ela pode estar querendo algo, mas não necessariamente voltar para você. Pode ser uma recaída momentânea, pode ser que queira testar se ainda gosta de você para dar continuidade ao novo namoro. Isso é difícil definir, mas tenha em mente que se ainda gosta muito dela, você está totalmente desprotegido e inseguro. Basta um estalar de dedos para você implorar para ela voltar. Aí, me caro, você se ferrou mesmo! Ela vai ter a clara noção de que o tem em mãos e aí vira uma marionete.

Ela não voltará mesmo que quisesse, pois para ela, você é um fraco e um reserva. Vai continuar com a vida de libertinagens e sabendo que tem um plano B, caso as coisas não saiam como ela queira.

Se acontecer dessa ingrata te procurar, ignore ou seja curto direto e seguro, mas sem ofensas. Fale somente o básico do básico e demonstre que está bem. Isso não fará ela se apaixonar de novo por você, mas será de grande valia lá na frente quando você puxar pela memória e ver que não aprontou nenhum barraco com ela.

10 – Cuide de você.

academia

Tenho um amigo dono de academia que me disse certa vez que 90% das mulheres que começam a frequentar academias estão recém separadas. Isso quer dizer que elas correm atrás do prejuízo.

Ficou com você certo tempo e pode ser que você a ache a mulher mais gostosa do mundo, para ela não está bom. Elas se cuidam mesmo, seja academias, salão, auto ajuda, yoga, lado profissional, não importa, a mulher é diferente de nós. Enquanto ficamos mofando em casa ou no bar com nossos amigos falando abobrinhas, elas estão indo atrás, e essa mudança não é para você.

Então o que você fará? Vai ficar deixando a vida te levar? Nem preciso dizer que você está um trapo. Se não se cuidava com ela, imagine agora?

Bem amigo, tenho uma boa notícia. Essa é a hora de você sair da mesmice. São nessas horas que criamos força de vontade para novos desafios. Talvez no começo você esteja desmotivado, mas depois de um tempo vai ver que aparecerá disposição, pouca mas haverá. Aí é a hora de você sair do lugar comum: compre um tênis novo, corra, entre em uma academia e com certeza se sentirá melhor.

Parece papo de auto ajuda, mas acontece de verdade. Você também pode fazer um curso diferente. De dança, culinária, enfim, alguma coisa que o deixe com a mente um pouco mais ocupada.

11 – Cultive novos hábitos.

Tá certo, sei que essa conversa de incentivá-lo a adquirir novos hábitos é clichê, só que para superar o penoso fim do relacionamento, passar por essa fase é importantíssimo.

Você estava vivendo uma vida ao lado de alguém e estava se sentindo bem, agora está sem essa pessoa e se sentindo mal, isso foi uma mudança de hábitos. Na vida não podemos esperar sempre a felicidade permanente, isso nem existe. A felicidade plena só vem logo depois de você ter vivido uma grande frustração. Como saber o que é bom se não experimentou o ruim? A vida é feita de altos e baixos, a linha reta do eletrocardiograma é a morte, por isso temos que viver com uma certeza: quem não está preparado para mudanças, não está preparado para viver.

Com certeza você não está se sentindo bem com essa nova fase, tudo agora parece novo e estranho, temos naturalmente medo do novo e do estranho, mas uma vez que essa fase não é boa, temos que virar a página e buscar algo que nos faça sentirmos vivos e produtivos novamente. Como se faz isso? Cultivando novos hábitos… Tente fazer o que quer se seja de uma maneira diferente, siga por outra estrada nunca usada antes. Faça alguma coisa extravagante para variar e ver se gosta. Só não enfie o pé na jaca, porque aí é regressão… Nada de sair por aí pegando todas, indo todos os dias para baladas e se sentindo o “fodão”, por que daqui a pouco isso tudo se voltará contra você, pode acreditar. Mudanças de hábitos saudáveis, não se esqueça. Cada um tem que buscar lá no seu íntimo o que pode ser essa mudança.

12 – Saia dessa vida.

Se você ficou meio que sozinho durante todo esse processo, meus parabéns, você é um cara de personalidade forte. Se pegou algumas no meio do caminho e fez delas um mero objeto, você é um mal caráter mesmo, mas dá para te dar um desconto… Bom, nessa fase você já está apto a ir à caça. Se não virou boiola, ou se não fez muita besteira durante todo esse tempo, então nada mais te impede de conhecer outra pessoa. Sua ex provavelmente já fez tudo o que tinha direito (e até algo mais) e não é possível que você ainda alimente esperanças com ela. Se de repente você procurá-la pode até rolar uns “flasback”, mas e aí? Vai querer isso para sua vida de novo?

Saia dessa vida, vá procurar um novo troféu, se acha que não consegue coisa melhor que sua ex, pense assim: se consegui namorar com “aquilo”, posso muito bem conseguir coisa melhor. É simplório, mas eficaz.

E uma dica, esse papo de que só se supera um amor com outro, esqueça… Isso só funciona com mulheres. Para esquecer sua ex, arranje uma bem mais gostosa que ela, pode não esquecer totalmente, mas te fará um bem danado.

13 – Superação

superação

Não sou pessimista, sou um cara realista. Para mim a superação nunca se faz completa. Dizer que superou uma traição, uma dor de amor, uma decepção ou alguma coisa que o fez sofrer é o mesmo que dizer que se esqueceu de como se faz amor… Não esquecemos, não superamos por completo, é fato. O que aprendemos na verdade é viver uma outra vida onde aquela pessoa não está mais presente. Claro que vamos ter novas alegrias e outros momentos bons. Nossa mente se adapta a qualquer circunstância, o coração não totalmente. Sempre pensaremos: Tomara que aquela ingrata se dê mal… Espero encontrá-la feia, gorda e arrependida por me deixar… Coisas desse tipo. Quem disser que não pensa assim é um hipocrita. Quem fica não deseja que o outro tenha sorte.

Mas superamos de outras maneiras. Aprendemos com os erros e com as coisinhas que acertamos as vezes. Deus fecha uma porta e abre um porteira. Um dia olharemos para o passado e pensaremos: se eu pudesse voltar ao tempo e sentar com aquele cara que estava sofrendo tanto lá atrás, eu diria para ele o seguinte: “Meu amigo, viva essa fase como uma provação quase que Divina, é um mal que se tornará necessário para o resto de sua vida!”.

O Gilmar é um leitor que participa ativamente dos comentários no post “Fim do Namoro: 5 etapas para curar um coração partido” e elaborou esse pequeno relatório, baseado em suas próprias experiências. Em caso de emergência, use sem moderação!

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3 January 2012 5 Comentários       Postado por Ele / Ela

Coisas dela, Histórias »

Por: Bruna Tavares*

Bom, a minha história começa em meados de 2005, quando tinha apenas 17 anos. Tinha menos de 4 meses, que havia terminado um relacionamento de 6 meses, estava feliz, curtindo a vida com os amigos. Até que, como sempre dizem, quando menos esperamos, aparece um alguém.

Então, no início eu não gostava muito dele, mas me sentia bem perto, errei muitas vezes, sendo com uma traição e affairs virtuais. Ele ficou sabendo de tudo isso, depois de 3 anos de relacionamento, onde ele disse ter me perdoado e ficamos mais 4 anos juntos.

Enfim…

Na primeira quinzena de novembro de 2011, ele literalmente, me deu um belo pé na bunda e um bom soco no pâncreas. Mas antes dessa fato se consumar, tínhamos feito uma linda viagem, com alguns amigos, curtimos muito, foi tudo muito lindo. Logo quando voltamos, nós tivemos uma briga qualquer, porquê ele sempre comentou sobre a minha falta de paciência em alguns aspectos, mas sempre disse que eu era “perfeita” em todo resto. Enfim, depois disso, ele aniversariou, e por conta dessa briga que tivemos, acabei não comparecendo nesse dia.

No dia seguinte, liguei para ele, e conversa vai, conversa vem e acabamos caindo em um conversa sobre aquele maldito facebook e seu bate papo. Ele começou a supôr que eu estava de conversas com um cara que eu nunca tinha visto na vida, mas que, infelizmente, acabei o adicionando. Brigamos mais uma vez. Passado dois dias, isso numa sexta feira, resolvi ir a casa dele me justificar como todas as vezes, só que dessa vez foi diferente, ele me esnobou e me trouxe para casa de volta, alegando e imputando certas situações. Eu chorava, pedia para que ele parasse com aquilo e ele me disse : “você vai passar toda a raiva que eu já passei por você”.

Depois desse dia, ele simplesmente mudou comigo, era como se eu não existisse mais para ele, como se tudo que tivéssemos passado, fora um momento qualquer, aquilo me corroía a cada dia. E isso durou mais de duas semanas.

Voltando ao término…

Passado essas duas semanas, no feriado – 15 de novembro, eu fui mais uma vez tentar saber sobre o que estava acontecendo, isso pelo facebook, o único lugar que eu poderia saber algo, porquê ele não me atendia mais. E eu sem entender o que estava acontecendo, me martirizando como jamais havia feito. No facebook, ele veio conversar comigo, falando que tinha pensando sobre tudo e que com essas palavras mesmo, ele terminou comigo por ali mesmo – facebook, dizendo: “Percebi, que o nosso relacionamento está com o prazo de validade vencido.”

Pronto, ali estava o término de um relacionamento de longos 6 anos, com muitas lutas, crescimentos, muito amor e cumplicidade. Eu não acreditei naquilo, como que uma pessoa, que ficou do teu lado por tanto tempo, se declarando, fazendo planos, termina um namoro pelo facebook. Foi como se tudo que estivesse abaixo dos meus pés, estivessem sumido. O meu relógio orgânico, racional, da vida, do mundo, de tudo, tinha travado ali mesmo. E, depois de tanto me humilhar e tentar entender, as últimas palavras dele foram: “Vá para o inferno.” e assim, ele saiu do bate papo.

Depois de muito choro, cara inchada e lamentações, resolvi retirar ele da minha vida de vez. Excluí ele de todas as minhas redes sociais, fotos, agenda, lembranças, tudo! Chorava todos os dias, incessantemente, não entendia o “porquê” daquilo, sempre fui muito cúmplice, sempre me empenhei em tudo que envolvesse ele. E o mais engraçado disso, foi que a pessoa que mais me deu força nesse momento, foi uma parente dele, que é muito minha amiga. Nossos amigos não entendiam, e muito menos eu, só queria que tudo aquilo acabasse.

Entre tantos lamentos, eu fui e estou sendo forte, depois dessa sacanagem e falta de consideração que ele me fez, não liguei para ele em nenhum dia se quer, não mandei mensagem, nada! Foi como se o nosso relacionamento estivesse acabado da pior maneira possível. Depois disso, não nos falamos, nem nos vimos mais. Irei para o 2° mês de solteirisse, estou bem, mas com o coração apertado, não é tão fácil e teórico como imaginamos. E para completar, acabei descobrindo nesse semana, que ele já está com uma outra pessoa (não deixou nem o difundo esfriar), e ela é uma antiga conhecida dele, que viviam de papos e mais papos pelo facebook da vida, me senti traída, foi como se eles estivessem agido pelas minhas costas, sabe. E então, a ficha caiu…

Coração partido

Na realidade, ele não terminou comigo do nada, e sim, me trocou por outra. Isso é o que eu acho, não sei. Mas é o mais provável e lógico de se pensar. Eu não queria está com o coração apertado, nem pensando neles, mas me sinto assim. E me sinto irracional por ainda me martirizar por uma pessoa que não teve consideração por mim. Não sinto ciúmes, sinto um aperto, uma sensação estranha. Não quero tê-lo de volta, mas gostaria de parar de pensar nele, também. Já tinha muitos dias que não pensava nele, já estava um pouco esquecido, mas nessa situação, tudo voltou a tona, isso, porquê eu nem os vi juntos, ainda.

Bem, eu também acabei me envolvendo com uma pessoa, mas é por uma questão fisiológica, e nada sentimental, e um dos grandes problemas de decepções amorosas, é que você acaba se tornando fria e racional mais do que deveria. Estou curtindo a vida, estou conhecendo pessoas novas e fazendo coisas que não fazia desde os 17 anos. Estou em sentindo independente, e não há coisa melhor. Voltei para minha academia, voltei as minhas rotinas, estou vivendo, a cada dia melhor e aos poucos. Tinha que saber a opinião de outras pessoas, desabafar com pessoas que não conheço e nem tenho contatos.

Essa é a minha história.

Obrigada, Dário de Casal!

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5 Comentários      Postado por Ele / Ela