9 novembro 2011 19 Comentários Postado por:

Coisas dela »

Por: Tatiana*

Escrevo pra vocês mais por não ter com quem conversar do que por querer aparecer em algum dos posts. Bom, minha história é bem batida, daquelas que as pessoas lêem e pensam: Putz, as mulheres ainda caem nessa?!.

É… Eu me apaixonei por um cara que tem uma namorada há 9 anos. E está sendo muito difícil, principalmente porque não posso contar pra ninguém, não posso contar com a ajuda dos amigos. Por favor, não me julguem! Só queria ouvir alguma coisa de alguém.

traição
Aquela velha história…

Seja uma “pedrada” ou um afago.

“Ele foi a minha primeira permissão. Foi a primeira incerteza, a primeira lágrima doída de quem quer mais e não pode ter, a primeira dor que eu sabia que sentiria, mas que não quis evitar.

Ele já tinha alguém. Eu tinha apenas a vontade de tê-lo incondicionalmente, intensamente meu, ainda que por pouco tempo. Ele foi meu, como seria de qualquer outra… Como já era de outro alguém.

E aí, eu passei a querer mais. Sexo? Não! Mais da companhia, dos carinhos, das risadas. De todo ele, que era todo meu por horas contadas.

Ele nunca me enganou, era dela! Mas poderia ter sido menos meu naqueles momentos… Poderia ter me ajudado a não querê-lo com toda a minha força, a não perder tardes nos finais de semana pensando: “Ligo?”.

Ele é tudo o que eu vejo agora… Lindo, com aquele olhar que me destrói o coração e me faz parar de pensar. Eu ainda quero mais. Ele já teve o que queria.”

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19 Comentários      Postado por Ele / Ela
7 novembro 2011 2 Comentários Postado por:

Artigos, Relacionamento »

Divórcio. Um assunto que não cabe a mim, claro, pois nunca me divorciei e meu casamento por união estável vai muito bem, obrigada. Mas essa pulga surgiu dia desses, quando na empresa onde trabalho – com 90% de funcionárias mulheres – iniciou-se uma discussão a respeito do divórcio.

Vejo que aqui no interior as pessoas são mais religiosas e levam o termo “o que Deus uniu, o homem não separa” às últimas consequências. Digo isso porque, no citado questionamento, coisas como a felicidade e o respeito foram deixadas de lado em prol do matrimônio. Eu, mulher “muderna”, logo levantei a bandeira do divórcio como fim de um relacionamento ruim.

Daí, quem já se separou vai vir aqui e dizer que essa branquela não sabe como é ruim, como as pessoas sofrem, como os filhos e a família definham diante de uma separação. Eu sei porque já vi acontecer. E sei também que há mulheres que se sujeitam a agressões, traição do marido, humilhações de diversos tipos – tudo pra manter o casamento, o sagrado matrimônio. Sei também que se alguma delas for procurar aconselhamento espiritual, o líder de sua igreja, religião, que seja, vai dizer que se casou, tem de aguentar e se manter firme na fé.

Não quero meter o dedo nas crenças alheias, mas é o que acontece. E então, toda uma vida que poderia ser melhor caso o casamento tivesse terminado, é um martírio. E por quê? Pra quê? Quem já passou por isso pode dizer.

Deve haver pessoas que se regenerem, amores que sejam redescobertos E há os que diante dos outros, sejam um casal perfeito, mas que dorme longe um do outro. E triângulos, quadrados, hexangulos conjugais vão aparecer daí pra frente.

Você acha mesmo que, supondo que Deus exista e seja regente de todas as leis, Ele quer mesmo que você viva infeliz? Se diz na Bíblia que Deus nos amou e nos fez à sua imagem, ele quer que a gente viva uma vida de merda diante de todas as possibilidades que o livre arbítrio nos permitiria se fôssemos livres? Fácil nada é, my friend, e ninguém é feliz sempre. Mas viver infeliz o tempo todo não é o plano que Deus faria pra ninguém, eu acredito.

2 Comentários      Postado por Rose Carreiro
1 novembro 2011 3 Comentários Postado por:

Coisas dela, Histórias »

Por: Camilla VB

Já publiquei dois posts aqui. O primeiro deles chama-se “Enche a casa de flor, põe um bom defumador que eu tô voltando (Aqui)“. Lá eu contava como tinha encontrado meu namorado em um site de relacionamentos. Depois mandei uma carta que havia enviado pra ele e foi publicada no dia dos namorados.

Dia 31/10 não tem nada de bruxaria para mim. Se eu pudesse dar uma alcunha à data seria “dia do amor“. No dia 31/10/2010, data do segundo turno das eleições presidenciais e de governador no Brasil, marquei de tomar um café da manhã com um homem “conhecido” há duas semanas no tal site. Trocados alguns e-mails finalmente veio o dia. A boa impressão e o interesse (no meu caso) foram instantâneos. Tanto é que a gente saiu outras vezes, ficou e vem namorando.

Amor virtual
Começou assim, hoje é bem menos virtual e bem mais real!

Em 2010 eu também me separei, após 13 anos de relacionamento com uma pessoa, que foi meu namorado, companheiro e marido. Agora é o ex-. Até hoje, desde 2010, minhas lembranças de efemérides sempre foram “há um ano eu ainda estava casada“, “há um ano eu me separava“, “há um ano eu estava mal…“.

Passados os meses, posso dizer que “há um ano me inscrevia no site de relacionamentos“, “há um ano, escrevia para o A. pela primeira vez“. Finalmente, hoje posso dizer que “há um ano conheci o homem da minha vida“.

Sempre tive inveja de casais que sabiam o que queriam e nunca tiveram medo de expressar aos quatro ventos o quanto se amavam. Tudo isso encontrei com o A. Ele é companheiro, carinhoso, generoso, um coração do tamanho do mundo. Eu não tenho vergonha de pegá-lo pelo braço e de beijá-lo a todo instante, parecendo uma menina que descobre o amor. Porque aos trinta e alguma coisa de idade, (re)descobrir o amor tem um sabor todo especial. É como se tivesse a certeza de que é isso mesmo, porque só pode ser assim, porque é muito bom. É ter a certeza de que tudo vai dar certo, porque já sabemos o que queremos (ou pelo menos o que não queremos).

Nesse um ano de namoro, descobri como é me sentir plena como mulher. Descobri a dor da saudade de não se estar ao lado de quem se ama todos os dias. Acho que esse amor juvenil é mais latente quando já passamos por outras experiências, aprendemos a valorizá-lo. E sempre temos a certeza de termos encontrado o amor da vida. É assim que eu me sinto, um ano depois, de ter achado o homem da minha vida. E se há um ano decidíamos onde nos encontraríamos, hoje buscamos uma casa para morarmos juntos. Porque tudo na vida pode ter a sua segunda primeira vez.

Afinal deu-se comigo:
nasceu a orquídea no velho tronco,
floriu a hera no muro antigo.
Nem o pavor de ser ridículo
impede-me de amar,
pois é a primeira vez que amo
porque sinto o mesmo desassosego susto
da primeira vez que amei.
Amar pela primeira vez agora
é igual a qualquer primeira vez antiga,
mas esta primeira vez, no fim da vida,
é a primeira vez mais querida,
parece mais primeira do que as outras
é, pela primeira vez,
tenho a certeza, que me faltou antes,
a de ser a última primeira vez.

(Saulo Ramos – O código da vida)

3 Comentários      Postado por Ele / Ela
31 outubro 2011 3 Comentários Postado por:

Coisas dela, Histórias »

Por: Jacqueline Evellyn

Já um tempo venho curtindo este blog, e sempre tive a idéia de um dia fazer uma surpresa para meu amor Ed, sei lá uma ocasião especial ou tornar um dia especial. Mais infelizmente a ocasião hoje é outra, não estamos mais juntos há uns dois meses, e apesar de gostar dele e querer ficar com ele, sinto que o vazio que habita entre ambos não irá permitir tamanha felicidade. Irei relatar minha história melhor para vocês entenderem.

Tudo começou quando recebi um convite para trabalhar em outra área da minha empresa, lembro como se fosse hoje 20 de setembro de 2010 Segunda- Feira, lá estava ele um simples colega de trabalho, confesso que não obtive nenhum tipo de interesse por ele , nem si quer me simpatizei, que não foi o caso da parte dele, ele sempre me disse que foi amor a primeira vista. Daí em diante veio à melhor parte a “conquista”, ele não mediu esforços, piadinhas pra lá, elogios pra cá, emails e telefonemas, sempre me convidava para ir ao cinema, mais sempre esquecia que tinha convidado, é ele têm essa característica as coisas somem da memória dele sem deixar rastro, não levei ele muito a sério. Quando um belo Domingo de sol, estávamos conversando pelo MSN, eu o convidei para ir ao shop, conversar conhecer melhor se é que vocês me entendem, ele aceitou facilmente. Foi um dia inesperado, sabe aquelas chuvas de verão? Que não tem como sair na rua por que se não morre afogado! Pois é quando anoiteceu caiu uma dessa, não tive escolha partir para o ataque, já estávamos ali mesmo por que não? Eu não acreditava muito nessa história de “pele”, mais quando eu cheguei perto e senti o cheiro dele me dei conta que estava simplesmente apaixonada, e queria ficar com ele sem pensar em nada.

Daquele dia em diante só felicidade, apesar de não ter passado as festa de final de ano com ele (tortura), terminei o ano da melhor maneira possível, passeios, cinema, praia, não tinha como ficar longe dele. Recebi flores, bombons, presentinho é apesar de trabalharmos juntos era inviável ficar sem dar um só beijo nele ao longo do dia, adorava cuidar dele, finais de semana juntos, aquela vontade de incontrolável de deixar ele bem, de estar com ele, eu sei gente papinho de apaixonada.

Aí após os três primeiros meses vieram os problemas, aquela frase que eu ouvia dele quando brigávamos ou quando eu cobrava algo “O inicio é o inicio”. Todas as vontades foram passando e o fato de trabalharmos juntos não era mais legal, presentinhos e flores? Passado. Brigas discussões sempre da minha parte, todo mundo sabe que as mulheres são mais exigentes cobram mais do que o Homem, para eles tudo está bom com tanto que ninguém perturbe a cabeça deles. Enfim desgaste total de repente veio à luz no final do túnel a ultima chance, decidimos fazer uma viagem juntos tipo “ou vai ou racha”. Foi uma boa idéia? Eu me pergunto até hoje, apesar de não me arrepender. Passamos uma semana juntos de noite brigávamos e de manhã fazíamos as pases. Através da minha infantilidade e falta de compreensão, junto com a falta de paciência e egoísmo dele, egoísmo sentimental não material, era tudo muito difícil, mais fora isso os momentos que estávamos bem foram muito bons.

Sam

Voltamos de viagem e após 23 dias, no clima frio que já estávamos brigamos, no momento achei que seria apenas mais uma briguinha boba, mais eu já estava cansada e ele muito mais, empurramos com a barriga durante duas semanas, conversamos, conversamos e conversamos ai decidi terminar mediante as condições no qual nosso relacionamento se encontrava. Arrependo-me sinto falta dele. Meu namoro de apenas sete meses, foi simples, mais era exatamente essa simplicidade que eu estava procurando.

Não sinto falta dele, simplesmente por que não estamos juntos, muito pelo contrario sinto falta, por ele ainda ser presente no meu dia, quando penso em fazer algo que gosto, o que significa tudo que fazíamos juntos, fora o detalhe de que ainda trabalhamos na mesma empresa, muito ruim, já dizia o ditado “Aonde se ganha o pão não se come a carne”.

Mais enfim aprendi que um relacionamento só acaba totalmente quando, tudo acaba, pois se ainda há vontade de ficar junto, desejo e saudade, querendo ou não você ainda se sente envolvida, através deste conceito percebi que o meu relacionamento ainda não acabou pra mim. Alguns amigos me questionam “Você ainda gosta dele?” Sempre respondo “Algum dia neguei isso para alguém?”. Apesar de não ter expectativa nenhuma ainda tenho vontade de estar com ele, algo muito estranho, pois, quando passo por ele não sinto essa vontade, vontade no qual só aparece quando me lembro do passado, do jeito que me tratava, quando me chamava de princesa. Creio eu que ainda estou muito ligada a todos os momentos que passamos juntos, a ele em sim não consigo pensar em outra pessoa do meu lado a não ser ele, na verdade queria tudo de novo. Acredito que hoje ele sabe o quando gosto dele, e se não sabe não tem mais como saber, antes ele dizia que não entendia e nem acreditava, mais quem entende o amor? Acreditar? Para que? Senti-lo é o suficiente.

Termino por aqui deixando um texto muito lindo, que mandei pra ele em uma de nossas brigas expressando exatamente o que eu queria, e o quanto eu gosto dele. Confira!

Ed, ♥
Felicidade é algo que você decide por princípio.
– E eu já decidi que vou ser feliz!
É uma decisão que tomo todos os dias quando acordo.
Mais quero ser feliz ao teu lado, mesmo se houver turbulência!
Cada dia é um presente com você, pois você sem querer é perfeito. E enquanto meus olhos abrirem vou focalizá a felicidade no novo dia, e também nas boas lembranças que eu guardo
em tudo que passamos juntos (da saudades).
Sei que na minha caminhada tem um destino e uma direção, por isso devo medir meus passos, prestar atenção no que faço, e nas coisas que fazem por mim. Eu só peço que pense sempre antes de tudo! Porque não quero te magoar, espero que também pense assim.
Eu te amo muito, é amor intenso, é amor verdadeiro isso eu te garanto do fundo do meu coração, e quando reclamo de você e por que entro em desespero em ver que você não está sendo como antes, ou melhor, você não estar sendo VOCÊ. E isso não pode deixar acontecer.
Amor, quero você pra mim, quero cuidar de você, você não está entendendo “Eu vou equalizar você numa freqüência que só a gente sabe”.
Quero que saiba que você foi feito sob medida pra mim, eu quero sempre estar com você. ♥
Quero ser igual a você uma namorada perfeita (um pouco ciumenta) mais perfeita, ainda tenho esse desejo.

3 Comentários      Postado por Ele / Ela
28 outubro 2011 Comente! Postado por:

Coisas dela, Histórias »

Por: Elisa Soares

De repente, me vi a 2 anos “presa” em um relacionamento, talvez por culpa minha mesmo ou das regras q existem em um relacionamento. Regras que foram criadas por mim mesma e pelo amor, mas podemos chamar privações de amor? Acredito que não.

Se não era amor, o que foi que ocorreu durante esses 2 anos? Não sei explicar, talvez atração ou desejo ou seja qual for, foi muito bom enquanto durou – ou devo dizer dura. Mas não sinto mais a mesma coisa, nem mesmo tenho aquele sentimento, que nos faz enlouquecer, querer largar tudo e cair de cabeça no relacionamento. Porque esses sentimentos sempre vem, e me deixam sem saber o que fazer, sem saber como agir?

Acredito que se cada um tivesse ouvido mais o outro muitas coisas seriam diferentes, muitas lágrimas não seriam derramadas e até mesmo muitas brigas teriam sido evitadas. Tantas brigas, desavenças e desentendimento causam o desgaste do relacionamento. Quando pelo menos um no relacionamento consegue perceber que o desentendimento, as brigas ou até mesmo pequenas coisas que incomodam, podem afetar seriamente o relacionamento e tentam mudar esse fator, já é um começo para a refazer a base do relacionamento. Mas se o outro não ficar lado a lado para ajudar a refazer não adianta.

Como o ditado diz “Uma andorinha só não faz verão”.

Casal conversando
É preciso ter paciência e conversar muito!

Ao contrario que muitos casais pensam, é possível voltar ao começo de tudo, independente de qual tenha sido o teu problema, pois se você souber conversar, quiser ouvir e procurar perdoar, não há porque um relacionamento não ir em frente. Muito pelo contrario, a tendência é sempre evoluir e ficar até mesmo melhor que o inicio.

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