Diário de Casal - Página 56 de 57 - O melhor e o pior da vida a dois

12 julho 2011 2 Comentários Postado por:

Coisas dela, Relacionamento »

Por: Amanda ArmelinSaiDaqui

Namorar sempre foi gostoso. Os que negam, mentem. Os que assumem, são piegas. Os amigos e a família vivem tirando aquele sarrinho básico, mas no fundo sabem o quanto é bom estar ao lado de alguém que te goste. Quem realmente lhe quer bem, vai sempre querer sua felicidade em primeiro lugar.

Mas decepcionar-se é invevitável.

Talvez com aquela amiga que deixa a inveja falar mais alto e faz de tudo para que você tenha pulgas atrás da orelha. Vive apontando defeitos e procurando pelo em cabeça de ovo, só para ver o relacionamento afundar. Talvez com sua família, que não simpatize muito com o rapaz e não trate-o como deveriam (ou como você queria que tratassem). Talvez com aquele amigo que no fundo, tinha apenas segundas intenções contigo e toda aquela amizade que antes ele jurava ter por ti se despedaça ao ver o cara contigo pela primeira vez. Ou ainda com aquele colega folgado do trabalho, que não pára de dar em cima de ti, mesmo quando você faz questão de dizer com todas as letras que está com alguém. E claro, dentre muitas outras situações que possam acontecer e te machucar.

Anjo triste

Mas a parte mais engraçada (ou trágica) de decepcionar-se com as pessoas, é que no fim das contas, a culpa é sua. Porque significa apenas que você criou expectativas. Que você, sem autorização ou indícios de ninguém, esperou de outra pessoa algo que ela nunca prometeu lhe dar. A culpa é sua, por acreditar em algo que talvez nunca tenha existido.

E a partir daí, vai pura e simplesmente de você decidir com lidar com isso: se machucar, ficar remoendo mágoas e continuar criando expectativas com aquelas pessoas; ou desligar-se do que (ou quem) te machucou e seguir em frente, focando apenas no lado bom de ter quem se ama ao seu lado.

Aprender com os erros, e parar de ter tanta expectativa nas pessoas. Aceitar de bom grado a parte boa de quem lhe quer bem, praticar a indiferença com quem lhe é rude ou mal. Entender a verdade da vida: sempre terá alguém para lhe machucar, e normalmente será de quem você mais valoriza. Aceitar essa decepção sempre foi e será opcional.

Saiba fazer suas escolhas na vida. Eu escolhi carregar menos decepções. Mais alegrias.

Mais amor, por favor[bb]!

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2 Comentários      Postado por Ele / Ela
11 julho 2011 4 Comentários Postado por:

Amigos, Histórias »

Por: Carol*

Sou uma garota – mulher né, já estou com 24 anos – mas acredito que não passei por muitas coisas na minha vida. Sou filha mais velha, sempre fui comportada e exemplo de filha, daquela nem saia para não contrariar o pai. Sempre fui daquelas meninas apaixonadas, me apaixonei pelo garoto mais bonito e o popular da escola. Ele era perfeito, não tinha como, todas as meninas eram apaixonadas por ele e eu era como naqueles filmes de comédia romântica (a gordinha, baixinha que não era nada vaidosa). Bom, eu fiquei durante uns 3 anos idealizando (naquela tempo eu tinha 12 anos) eu cheguei a fazer até trabalhos para ele, mas ele era simpático comigo -até hoje não sei se é porque ele era meu amigo e me via assim ou para conseguir cola na prova.

No final ele ficou até com a minha amiga e a boba, aqui, chorando. Meu primeiro beijo não foi nada romântico, foi presa num banheiro. Mas continuei tentando idealizar meu príncipe encantado. Meu primeiro namoradinho (que era aquele rolo que eu realmente era encantada) meu deixou e terminou comigo do nada e anos depois descobri porque, ele é Gay (só eu para não ver né!). Aí desisti por um tempo de encontrar meu príncipe e vi que na idade que eu estava 15 anos eu tinha que curtir a minha vida e ter boas amigas para sair e me divertir e foi oque eu fiz, não ia muito para balada devido meus pais não serem tão liberais, mas pude conhecer vários meninos, alguns se apaixonaram por mim e não foram correspondidos, fui maldosa, o que me arrependo. Afinal magoar e ferir o sentimento alheio é uma maldade sem precedentes.

Magoei alguns, outros me magoaram, isto é a lei da vida a partir do momento que nos relacionamos. Saí, conheci, fiquei, também não foram muitos, mas no terceiro ano do ensino médio, quase no final do ano minhas amigas falaram que tinha um garoto lindo e amigo delas que queriam me apresentar. No primeiro dia fiquei meio assim, mas fiquei com ele, achando que seria só mais um dos que conheci, fui atrás dele e liguei (hoje em dia eu acredito que procuraria ele), fomos saindo aos poucos, óbvio que as minhas amigas iam comigo, eu não sabia, mas ele não gostava nem um pouco das minhas amigas me acompanharem até que quando chegou a minha formatura e eu achava que era muito cedo para apresentar para os meus pais e não convidei ele, e isso foi a ponto final para ele.

Dias depois da minha festa, ele terminou comigo. Eu fiquei arrasada, chorei, sofri e muito e três dias depois ele começou o namoro com outra menina, que era a melhor amiga dele. Pronto, daí larguei mão de acreditar em amor e com a empolgação de início de faculdade, fui esquecendo e saindo com outro cara. Depois de um tempo voltei a falar com ele, e eu gostava dele. Resolvemos voltar ao nosso rolo, até que ele me intimou para apresentar para a família. Minhas amigas não queriam que eu namorasse, mas eu já estava namorando há 3 meses e minha decisão foi triste e digo que foi pior que términos de namoro: Terminar uma amizade de mais de 5 anos.

Sozinha

Até hoje acredito que há uma mágoa grande em mim que na qual não consigo confiar em amigas mulheres e nem em amizade, elas foram cruéis no pior momento da minha vida. Demorei para me erguer e com a ajudar do namorado consegui melhorar (não esquecer!). E o melhor quando dizem que a faculdade é a melhor época da sua vida, acreditem, estão realmente mentindo, os melhores anos são o ensino médio. A faculdade é uma disputa de quem é o melhor ou se dá bem, é a mini-sociedade que futuramente vai viver, não sei se escolhi a dedo (podre!) a universidade, porque me arrependi os 4 anos que estudei. O que as pessoas chamam de bullying eu sofri na faculdade (principalmente por uma colega exibicionista).

Eu sempre tímida e quieta, então era tortura psicológica pensar que ela ia me zuar na frente de todos (ela não perdia uma oportunidade e a palavra dela era lei), então finalizando, minha colação de grau parecia minha carta de alforria, minha liberdade de volta. Meu namoro não foi o conto de fadas que idealizei e muito menos imaginava, é um cara normal, me ajudou e muito foi amigo e companheiro na hora que mais precisei, teve brigas (claro!), separações (acho que bastante) mas meu gênio é super chato também! O mais difícil não é iniciar um namoro é cultivar esse amor sempre e saber o quanto você ama ela e ela saber que pode contar com você!

Estamos juntos há 5 anos juntos, nos formamos. Como a vida é um roteiro aberto agora estamos longe (mudamos de cidade devido a continuação dos estudos). Essa etapa de namoro a distância é um sofrimento para quem estava acostumada a ver seu namorado toda semana, mas nada que na minha vida não consegui superar. A única coisa que queria mudar é que hoje me transformei numa mulher tão fria em questão de amizades que me assusto quando há gentilezas e carinhos, não acredito nisso e muito menos amizade entre amigas e sim uma concorrência para quem passa a perna na outra e ver a desgraça alheia. E é isso que a minhas ex-amigas se transformaram para mim, monstros amaldiçoados a viverem sozinhas e invejando a felicidade alheia.

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4 Comentários      Postado por Ele / Ela
7 julho 2011 3 Comentários Postado por:

Geral, Rapidinhas »

Por Nicolle, 17 anos

Quando eu tinha uns dez anos, a palavra “ficar” era definida como, “eu gosto dele, ele me chamou atenção, quero ficar com ele”, mas isso mudou com o tempo.

Hoje em dia você vê muitas meninas tão novinhas com caras que são maiores de idades, alguns vão dizer que é normal, mas eu não digo isso. Meninas de onze e treze anos já não são mais “boca-virgem”, ou simplesmente BV, o medo que atormenta a vida dos pequenos que acham que logo de cara já devem tirar.

Essas meninas não pensam mais em preservar o dia especial para tirar com quem ela realmente goste, pra elas pode ser qualquer pessoa. Ontem estava em uma praça, e vi meninos de bicicletas chegando, e depois chegaram duas meninas, a maiorzinha que eu não defini a idade, mas deve ter uns quinze anos, deu um selinho no menino, então logo penso eu “são namorados”, então o menino fica com a bicicleta na frente dela, mas não desce, e fala com a menina, só que poucas palavras, ele estava meio envergonhado, o que eu achei fofo.

Então parecia que estavam conversando, no entanto eles começam a se beijar, mas creio eu que não eram namorados, porque não faziam nada além de beijar. Está certo que namorados fazem isso, mas nem um abraço? Eles simplesmente se beijaram por cinco minutos, e então ela pegou e foi embora, será isso uma “ficada”?

Se for eu acho muito estranho, você beija e vai embora sem um abraço ou um sorriso mais significante. Nos meus 13 anos, eu era BV, e nessa época o tal “ficar” era mais intenso, você conhecia a pessoa, conversava, sabia mais sobre ela, criava um clima mais amigável, para então ir direto ai clima. Hoje em dia é mais assim “heeey, vamos ali para um canto nos beijar e depois você vai para sua casa e eu vou para minha certo?”, talvez eu já esteja gaga mesmo. Tem aquele que dizem “aproveita, beije muito”, mas eu acho que isso devia ser uma lembrança bonita e legal de se lembrar, pois hoje o jeito de se lembrar é do tipo “ah, eu fiquei com 15 meninos até agora”, sem querer ofender pra quem tem tantos números de ficantes, mas isso será que é bom mesmo?

Já tive amigas que diziam “ah eu já fiquei com 10 meninos e você?”, bom lembro que respondia assim “nossa, para que tanto? Não fiquei com ninguém.” e o assunto vai fluindo até chegar na parte “você é BV? O que?”, talvez seja a vergonha de continuar preservando algo especial que faça essas ficadas serem tão curtas e insignificantes.

3 Comentários      Postado por Cadu
6 julho 2011 10 Comentários Postado por:

Coisas dela, Relacionamento »

Por: Jackeline de AguiarDoces ou Travessuras

Em primeiro lugar: não. Eu não estou namorando. Embora eu quisesse muito acreditar que sim, eu não estou. Não que eu me importe, afinal, tenho 27 anos e desilusões amorosas o bastante para crer que rótulos só servem para impressionar aqueles que nele acreditam.

Já fui traída. Já fui trocada pela ex que o cara supostamente odiava. Já fui trocada por um baseado. Já fui trocada por um homem. Já fui trocada pelos amigos. Já fui trocada pelo carro. Já fui traída por amiga.

Já namorei um cara que gostava de mim, mas morria de vergonha de sair comigo porque, olha só, eu sou negra. Foi a pior fase da minha vida. Fiquei com depressão, não queria sair do sofá e não suportava me olhar no espelho nem por cinco minutos. E ele morava no mesmo bairro que eu. Fiquei saindo com um camarada por oito longos meses. Eis que um belo dia, numa sexta-feira mais precisamente, a bela adormecida resolve desencantar e dizer que gostava de mim e, quem diria, deveríamos ficar juntos. No mesmo fim de semana, no domingo, ele atualizou seu status do Orkut para namorando. Detalhe: NÃO ERA COMIGO! A gente morava na mesma cidade. Teve muito beijo. Teve muita pele. Teve muito toque. E daí?

Fiquei saindo com um cabra durante dois meses. Um dia resolvo que ele era o tal do cara especial com quem eu iria perder minha virgindade. Quando ele ia mandar pra dentro eu disse: “Devagar”. “Por quê?”. “Porque eu sou virgem, oras!”. “Você é o que?”. O cara, que já tinha me levado a casa dos pais dele, me apresentado a todos os seus amigos e familiares, broxou tão rápido que eu nem pude acreditar e ainda complementou: “Você tá viajando. Desculpa linda. Eu gosto de você e tal, mas cabaço de mulher eu não tiro não. Depois tu gruda no meu pé? Sai fora. Amor de pica? Nem pagando!”. Proximidade? Este tava tão perto que eu podia sentir o pau mole dele na porta de entrada.

Mas também teve aquele que ficou me ligando durante dois meses dizendo que não queria somente sexo porque eu era linda, especial, boa de papo e completamente diferente de todas as meninas que ele já tinha conhecido. E quando finalmente eu disse sim, ele me buscou na porta de casa e me levou… direto pro motel.

Ah, e não vamos esquecer daquele namorado que morava apenas alguns quarteirões da minha casa e antes de terminar comigo mandou na lata: “Se eu terminar com você, a gente ainda vai pode se encontrar de vez em quando pra trepar? Porque sério, essa foi a única coisa boa que sobrou. A gente trepa muito bem”.

Ai eu sou obrigada a aguentar os sabichões me olhando com cara de desdém e perguntando: “Você acredita mesmo que um cara lá do outro lado do mundo pode te amar de verdade? Mas você acredita mesmo que um homem possa ser fiel ficando tanto tempo sem sexo? Jura que você acredita mesmo em relacionamento à distância?

Amor pra sempre
E no para sempre, você acredita?

Elementar, meus caros! Até porque, não se enganem, a única coisa que podemos fazer para viver plenamente é acreditar.

Acreditar que pode dar certo. Acreditar que você é mulher/homem o suficiente para seguir em frente se não der.

C’est la vie!

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10 Comentários      Postado por Ele / Ela
5 julho 2011 6 Comentários Postado por:

Coisas dela, Crônicas »

Por: Dulce

É meu amor, 30 anos se passaram! E parece que foi ontem que trocamos as primeiras palavras na NET..naquele site de relacionamento em que ambos buscávamos a nossa felicidade. Meio de brincadeira, meio desacreditando, mas fomos.

Alguns pontos discordantes, mas não muitos – e muitas risadas em comum.

Uma semana de boas risadas e jogos intelectuais.Um convite para o MSN que você disse não dominar bem e não ter sido “seduzido” por ele, mas foi, e alguns papos rápidos com algumas “aulas” e pronto, mais uma forma de comunicação!

O primeiro telefonema…e as trocas infinitas de torpedos diários com algumas piadas, frases feitas, citações filosóficas e outras nem tanto… rs

Um amor se constrói assim? SIIIIIIMMMMMM.


Entre bites e bytes!

O primeiro encontro presencial… ah… o primeiro encontro!!! Dois “envelhescentes” na faixa dos 50, mais ansiosos do que adolescentes de 20 anos! O primeiro olhar, as primeiras palavras, um beijo, um abraço, um caminhar nada romântico por um estacionamento de shopping buscando o carro esquecido em qual vaga fora colocado…rs

Um “passeio” cheio de riso com direito a “mão dada” e… e… nem sei a palavra, mas algo interessante,um misto de surpresa, felicidade, sim: ENCANTAMENTO!!!

Alguns empecilhos, claro, afinal nem tudo são mar de rosas, mas no frigir dos ovos, nada significante, diante de tanta harmonia de pensamentos e propósitos.

Uma história comum. Comum???!!!! Não, a NOSSA HISTÓRIA que seguiu e não se perdeu em 30 anos. Ainda hoje cheia de risos, trocas intelectuais e afetivas, mensagens na NET, torpedos e telefonemas surpresa.

Uma amor se constrói assim? Como há 30 anos digo e repito: SIIIIIIIMMMMMMMM.

Como a milênios se tem dito, a 30 anos, hoje e infinitamente, a frase maior: EU TE AMO! VIVA A TECNOLOGIA AMOROSA!

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6 Comentários      Postado por Ele / Ela