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Diário de Casal - Página 80
13 July 2009 8 Comentários       Postado por Diego Fávero

Coisas dele, Receitas, Relacionamento, Surpresa »

Já disse várias vezes aqui no Diário: sair da casa dos pais pra morar “sozinho” não é nada fácil como todo jovem pensa. Largar a mordomia, roupa passadinha, variedades de comidas todos os dias, cama arrumada .. e você quer morar sozinho pra que?

Cada um tem um motivo e essa decisão se for bem estruturada pode trazer excelentes frutos. Há um ano e meio moro com minha noiva, mais uma amiga nossa e agora seu filho, Enzo. Trabalhamos o dia todo, chegamos a noite em casa cansados e cadê o rango??? Não tem mamãe, não tem empregada, não tem rango! Fudeu? Não, ainda não! Vamos botar a mão na massa e tentar fazer alguma receita de algum site ou àquela de família. Alguns telefonemas e a receita já está na mão.

Há uns meses, minha noiva chegou com uma ideia (sem acento) de uma receita da avó, que ela sempre comia quando pequena. Compramos as coisas e caímos pra cozinha. Aí vai os ingredientes:

6 batatas grandes
250 gramas de muzzarela
6 ovos

E você vai usar também óleo, sal e papel toalha.

Tire a casca da batata e corte (a batata hehe) em cubinhos pequenos. Frite tudo e coloque no papel toalha pra enxugar o óleo. Em uma travessa pequena, faça uma camada com as batatas fritas de modo que esconta o fundo (nem tanto). Bata 3 ovos com a colher num potinho e outros 3 em outro potinho. Esparrame o conteúdo do primeiro potinho por cima das batatas na travessa e cubra a primeira camada com muzzarela. Faça uma segunda camada com as batastas fritas que restaram, jogue o outro potinho com o ovo batido e termine com uma segunda camada com o resatante da muzzarela.

Coloque no forno pra assar por uns 20 minutinhos.

Enquanto isso, prepare a mesa, deixe tudo bonito e romântico enquanto sua namorada assiste a novela.

Depois é só alegria! O Xúpide, (nome em que a família dela dava, mas pode ser encontrado por aí com outros nomes, a gente chama assim hehe) um prato gostoso, fácil e rápido. Qualquer homem pode fazer pra sua namorada, ou vice-versa. Façam e depois nos contem o resultado! ;)

8 Comentários      Postado por Diego Fávero
3 July 2009 22 Comentários       Postado por hazine

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Logo que comecei a namorar, eu e o namorado percebemos que nós tínhamos o encaixe perfeito. Sim, o encaixe prerfeito, principalmente dormindo, em qualquer posição que parávamos ficávamos encaixadinhos, tanto que até nos apelidamos de “Casal Tetris

(Nota: pra quem não sabe é aquele jogo em vão descendo peças geométricas de diferentes formas que preciam ser encaixadas ás outras antes que encostem nas que já foram encaixadas).

Considerando que este namoro já completa 7 meses, teoricamente é o tempo suficiente para as desavenças e o encaixe já não ser tão perfeito assim. Mas, isto não aconteceu conosco, pelo contrário, encontramos mais posições bacanas e o encaixe é cada vez mais perfeito. Infelizmente isso não acontece com todos os casais. Alguns amigos e amigas me disseram que já não curtem dormir com o parceiro, por falta de encaixe, por serem espaçosos e qualquer outro motivo que puderem usar (claro isso não vale pra hora do sexo né, é só na hora de dormir, espertinhos rs).

Pensando nisto, lembrei de uma aula de psicologia que tive no primeiro ano de faculdade. Aprendi que: “Nós temos diversos tipos de linguagens que refletem o nosso inconsciente, temos a semiotica simbólica, a linguagem comunicacional e a corporal” (que é muito pouco explorada mas é uma das principais que definem nosso comportamento). E parando para pensar na linguagem corporal, encontrei um estudo que mostra como a forma que os casais dormem, dizem muito sobre o “andar da carruagem” do relacionamento. Na imagem a seguir vocês poderão identificar muita coisa entre vocês que talvez ainda não tenham percebido! Vale a pena analisar.

22 Comentários      Postado por hazine
30 June 2009 10 Comentários       Postado por hazine

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casal_frioCom o friozinho que fez em São Paulo no dia dos namorados, foi quase impossível sair de casa para fazer um programinha a 2, decidimos então, fazer um dia dos namorados caseiro a base de filme, edredon e chocolate. E como para mim, dia dos namorados são todos os dias e o frio (pelo menos o de São Paulo) não vai passar tão cedo, vou deixar as dicas de filmes legais e romanticos para os apaixonados leitores que fazem de todos os seus dias um 12 de junho. Abrimos a noite com um filme que tem sido muito comentado ultimamente, “Três Vezes Amor”. Quando ví a chamada achei que seria mais um daqueles filmes do cara “galinha” que namora várias ao mesmo tempo e depois não sabe como cuidar de nenhuma delas. Me surpreendi.

O filme é um dos mais “fofos” que já vi este ano, conta a história de um pai que está se divorciando da mãe e tentando explicar para a filha a complexidade de um relacionamento, por mais que haja amor. Nisto ele conta sobre todos os seus relacionamentos anteriores e acaba relembrando as pequenas coisas boas da vida e fundamentais para um casal.

Logo depois partimos para “Como se fosse a primeira vez”. É um filme batido, a FOX reprisa toda semana mas, não me canso de ver. É o típico filme que traduz exatamente o que todas as mullheres esperam de um homem (portanto meninos, assistam e guardem o recado). Pra quem não viu, o filme conta a história de uma moça que perdeu a memória em um acidente e seu namorado tem que fazê-la se apaixonar por ele todos os dias. A criatividade do moço para fazê-la feliz é surpreendente (e ainda dá umas dicas para os namorados menos criativos e menos romanticos).

Para quem gosta daqueles amores sofridos recomendo “P.S. Eu te Amo”e “ Cidade dos Anjos” não há quem não chore com estes.

Quem curte um romance mais cult e cheio de suspense, “ Amores de Apache” conta a história da namorada de um criminoso que se apaixona por um carpinteiro, criando um arriscado triângulo amoroso. Uma história de amor, morte, amizade e ciúmes na Belle Époque.

Bom, eu poderia falar de mais 500 filmes de romance aqui, mas, estas são as dicas de acordo com o que eu vi recentemente.

Pra quem quiser mais filmes e aproveitar a companhia do amor para vê-los juntinhos neste inverno fica uma sugestão: Existe um site bem legal, na verdade uma locadora on-line, [www.netmovies.com.br] onde você pode assinar um plano mensal e receber em sua casa os filmes que escolher, ou seja, você só sai de baixo do edredon pra atender a porta. Eles entregam o primeiro filme e depois que você assistir eles vão até sua casa busca-lo e já te entregam o próximo da lista que você selecionou.

Espero que os filmes sejam um bom complemento para aquecê-los neste inverno (e que tudo mais vá pro inferno, Dãrrr).

Beijos

10 Comentários      Postado por hazine
9 June 2009 107 Comentários       Postado por Nara Yoko

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Antes de tudo, irei me apresentar. Meu nome é Nara, tenho 18 anos, tive uns relacionamentos aqui e acolá e estou muito grata pela oportunidade de escrever pro DdC. O resto vocês acham no link Equipe lá em cima. Em segundo lugar, quero pedir desculpas pela demora para elaborar um post decente. É que esse assunto é complicado, bem complicado. Aliás, quase certeza de que é o monstro de, pelo menos, 90% dos frequentadores desse site. Mais temido que o término do namoro em si, o assunto traição é algo que ainda incomoda muita gente. Não é pra menos.

Estabeleceremos, então, um ponto de partida. Vamos desconsiderar que seu companheiro seja um tremendo galinha. Quem não quer compromisso, não quer compromisso, pronto. A não ser que seja um golpe do baú, se teu namorado te pediu em namoro, gastou dinheiro com alianças e costuma te presentear a cada 12 de junho, ele estava afim de namorar e disposto a não trair, logo, vagabundagem não é desculpa (Afinal, todo mundo tem um amigo que sempre diz “Eu não namoro porque sei que vou trair”, o que comprova minha teoria).

Basicamente, existem dois tipos de traição: a sexual e a romântica, que consistem, respectivamente, na rapidinha descompromissada e numa admiração verdadeira, a mais complicada e, ao mesmo tempo, mais compreensível, pra mim. Se seu companheiro te trai numa balada, com um(a) desconhecido(a), convenhamos, ele é/foi um fraco. Agora, se há um sentimento verdadeiro por trás da prática tão condenada pela sociedade, uma certeza que eu tenho é que ele/ela te ama a ponto de não querer te magoar com essa revelação (Já ouço o barulho das pedras voando em minha direção). Esse é meu único argumento para essa consideração. Se não te convenci, tudo bem, acontece. Ainda bem que não faço Direito.

É verdade que tudo parece mais difícil na hora da verdade, seja contada pela própria pessoa ou não. E te garanto que saber disso por outras fontes é bem pior. Portanto, se um dia você for surpreendido por uma notícia dessas, tente lembrar dessas dicas, mesmo que pareça impossível. Esses conselhos servem para ambos os sexos, apesar da “vítima” no texto parecer uma mulher. É o costume.

Demonstre seu descontentamento, mas com classe
Durante o chilique previsível, caso seja do tipo barraqueiro(a), desconte sua raiva, xingue o máximo possível, pode até chorar, mas gritar a ponto dos vizinhos chamarem a polícia já é desnecessário. E não apele pra violência física, claro. Tacar o vaso de flores na cabeça dele, virar a mesa, expulsar de casa, bater a porta na cara já é muita ceninha, você com certeza está mais triste do que maníaco-hiperativo-insano-destruidor. Então, contenha-se.

…E não exagere no drama, sério
Não o culpe, ele já está com o devido peso na consciência. Não tente demonstrar o quanto ele é ingrato por ter comido na sua mesa, dormido na sua cama e depois ter feito isso com você. Não diga que sua mãe gostava dele como gostava de um filho. Não diga que irá se vingar. Não prometa acabar com sua vida, com a dele ou de qualquer futura companheira que ele achar. Não amaldiçoe suas futuras gerações. Tentar dar lição de moral inspirado em um roteiro pré-definido do brega amoroso cansa. Enfim, não transforme esse episódio chato e infeliz numa novela mexicana tragicômica. Além de não ajudar, isso só atrapalha.

Pare e ouça
Antes de tudo, procure ouvir o que o outro tem a dizer, você não tem o que justificar, ao contrário dele. Então pare e ouça. Você pode até questionar, mas sem se alterar – e se ele estiver mentindo, vai cair em contradição. Use esse artifício com bastante sagacidade e astúcia, pois quem interrompe várias vezes para fazer perguntas às vezes pode parecer meio… burro. Não é essa a nossa intenção.

Exija todo o tempo do mundo
Você tem esse direito! Se o traidor realmente quiser ficar com você, vai esperar o tempo que for. E durante esse tempo você vai refletir sobre os prós e contras dessa relação, se vai te fazer bem o retorno. Avalie friamente o custo/benefício desse perdão. É difícil dizer isso, mas, nessa hora, esqueça o sentimento, tente ser o mais calculista possível. Ele pareceu realmente sincero e arrependido?

Assuma sua responsabilidade
Agora, se seu parceiro te trocou, aproveite para pensar principalmente sobre você mesma. Alguma coisa está errada, afinal, se estivesse tudo bem, isso não aconteceria. Depois de saber do erro dele, que tal pensar nos seus? Mais uma vez: pare de bancar a vítima. Isso só agrava a situação. Essa reflexão não consiste, necessariamente, em perdoar a traição, mas perdoar a si mesmo, assumindo sua responsabilidade e dando início a um aprendizado, ao autoconhecimento. O intuito aqui também não é que você se culpe, mas que observe os erros que os dois cometeram e trabalhe em cima disso. Provavelmente seu parceiro já havia dado muitos indícios de mudança de comportamento e você sequer percebeu. Ou você realmente acha que seu namoro continuava 100%, assim como no início? Será que você não teve nada a ver com essa queda no relacionamento?

Só depois dessa reflexão interna é que estamos aptos a resolver alguma coisa. Tentar se acertar de cabeça quente ou no impulso não vale a pena e pode acabar te prejudicando mais ainda no futuro. Esse tempo para repensar sobre tudo pode ser um período extremamente doloroso quando não temos o costume, mas tenho certeza que ajudará. Culpar o outro é sempre mais fácil, mas como já dito, ele já está se sentindo deveras culpado. O que você chora durante esses dias, ele chorou durante todos os outros. Portanto, tente achar o que é de sua responsabilidade na história e resolva-se. Aí sim é a hora de resolver essa já incerta vida a dois.

E se você for o traidor, respeite os prováveis chiliques, eles são mais que compreensíveis, chegam a ser aceitáveis. Mas não tolere escândalos, se o outro não estiver disposto a te ouvir, não gaste seu tempo. Não se faça de vítima também, pode parecer que está zombando da cara da pessoa. Peça desculpas, mas com convicção, não com desespero. E o mais importante de tudo: seja sincero, pelo menos dessa vez.

107 Comentários      Postado por Nara Yoko
8 June 2009 62 Comentários       Postado por Ele / Ela

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Por: Luiz Yassuda

Realizo aqui o meu post de estréia no Diário de Casal, coagido, digo, incentivado pelo Rafael R a escrever um pouco sobre a minha pouca experiência em casal. Creio que um assunto que é interessante de ser discutido nesta minha estréia diz respeito ao uso de alianças no namoro: por que usar, por que não usar e o que usar.

aliança dos namorados
Foto: Jeff Belmonte

“POR QUE USAR?”

As alianças tem uma história interessante. A começar pelo próprio ritual de casamento, que existiu na maior parte das civilizações humanas e que tem características singulares por vários povos que tinham a sua maneira de afirmar o matrimônio. As alianças seriam uma herança da cultura greco-romana, que tem explicação dúbia: enquanto pode-se afirmar que existia uma crença de que uma veia diretamente ligada ao coração passava pelo dedo anelar, a aliança servia também para que o homem demarcasse sua noiva como propriedade. Algo que, sim, serve até hoje para avisar “tira o olho, rapá!”.

Com o passar do tempo, porém, a aliança passou a simbolizar a união de um casal, para que sempre prezassem pela fidelidade e por outros valores para este sacramento da Igreja Católica. Tal cultura chegou aos dias de hoje, mas com diversos significados, principalmente depois que os valores da sociedade passaram a admirar o casamento por amor. Ou seja: a aliança passa a ser um símbolo de que se está com uma pessoa por opção, e isto acontece porque estas pessoas se amam.

É fato que eu já ouvi diversas versões sobre o uso ou não de alianças em um namoro, costumeiro aqui pelas bandas brasileiras. Se você se sente seguro de demonstrar que o namoro é sério, está bacana e que você quer que esta pessoa compartilhe este amor que você sente e que ela sente por você, vá em frente. Pode ser que o namoro um dia acabe, posto que o amor é chama. Mas por que não sinalizar que vocês desejam que o amor seja infinito enquanto dure (e lá vou eu cometer este clichê de citar Vinicius)?

“OU NÃO!”

Namoros são um momento para se conhecer melhor a pessoa com quem você está. Os casais podem, como no meu caso, já terem uma amizade mais antiga, mas o namoro é uma fase de conhecer intimamente a outra pessoa. Em um estágio inicial, pode ser que seja um desafio para um dos dois ou para ambos se abrir e se jogar desta maneira, por mais seriedade que o cônjuge passe.

Há também quem não ligue, e é importante saber o que o seu parceiro(a) acha. Pode soar menos romântico do que entregar uma aliançazinha de maneira hollywoodiana, mas uma conversa sobre o assunto não mata ninguém. Se vocês já aceitaram que não estão mais “apenas ficando” ou “se pegando”, terão abertura suficiente para expor suas opiniões a respeito um para o outro.

“O QUE USAR”

E para você que acha esta mania de anel brega, existem algumas soluções interessantes. Eu e a Cássia usamos uma pulseira, confeccionada por uma amiga nossa. Tem valor, é claro, de que queremos que o namoro seja séria e bacana, mas serve também como uma espécie de benção desta nossa amiga, além de ser algo que eu possivelmente usaria se estivesse solteiro, por gosto, e que ela gostou também. Já ouvi de um colega, certa vez, que ele e a namorada fizeram uma tatuagem comum. Talvez seja algo que demande maior maturidade, mas quando ele relatou o caso, disse que o namoro já havia acabado, mas aquela tatuagem era símbolo de que os dois tinham em comum um tempo bom para ser recordado.

Além disso, quase tudo nesta vida pode ser sacramentado, como um local, uma canção, uma troca de objetos (como fotos 3×4 para serem colocadas na carteira), etc. Adotar uma prática alternativa ao anel pode ser uma maneira de evitar todo o peso simbológico da aliança no dedo, grilos, DRs e afins.

No fim, o que vale é o sentimento de um pelo outro, seja qual símbolo seja o escolhido para demonstrar isso. Se forem anéis, pulseiras ou palavras, que sejam sinceras, sem grilos e encanações desnecessárias em relação ao que vier pela frente. Deixe rolar.

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62 Comentários      Postado por Ele / Ela