Por: Caju – @ca_judy
Sabe quando você conhece uma pessoa e se dá bem logo de cara e vocês tem mil assuntos pra conversar e você quer ficar perto sempre e o abraço encaixa e vocês se divertem juntos e o beijo combina e o santo bate e (tudo isso sem vírgula até agora, porquê é bem esse desespero e essa falta de ar que vai dando na gente), e aí você acaba atropelando tudo na hora de oficializar.

Pedir em namoro com flores: Ok!
Meninos (e eu digo meninos, porque os homens sabem disso), entendam que um relacionamento não precisa de um pedido de namoro para ser oficializado, as coisas vão acontecendo naturalmente. E eu, na minha falha vida de solteira, já presenciei dos piores, hoje mesmo recebi um pedido via MSN e resolvi escrever sobre como não pedir alguém em namoro.
Parágrafo 1°- SOBRE AS TECNOLOGIAS – Não peça alguém em namoro via MSN, chat de facebook, Gtalk, Direct Mesage do Twitter, SMS/Whatsapp/Voxer, vou dar um desconto para o Skype que pelo menos você está vendo a pessoa pela webcam (mas somente para pessoas que estão em cidades diferentes).
Tentar oficializar qualquer relacionamento via texto, perde toda a emoção, isso sem falar da seriedade. Quando alguém te pede em namoro você quer olhar no olho, quer abraçar e beijar a pessoa e ficar sorrindo igual idiota. Se você lê um “quer namorar comigo?” quem você vai abraçar? O Monitor ou o teclado?
Parágrafo 2° – DO ESTADO DE ESPÍRITO – Não peça alguém em namoro só por que está carente ou vocês dois estão sozinhos. Queridos, não quero namorar com ninguém só por que estou sozinha e não deu certo com outra pessoa até agora. Quem gosta de sobra é cachorro. Se está carente, ligue para os amigos, coloque a cerveja pra gelar que logo passa, te garanto!
Parágrafo 3° – DOS ENTORPECENTES – Um pedido de namoro é algo para ser feito em sã consciência, afinal tem que se ter certeza daquilo e de quem você quer. Todos nós sabemos que algumas coisas que tomamos costumam nos deixar um pouco mais eufóricos e amáveis, e acordar com aquele sentimento de “porque eu aceitei?” no outro dia não é legal – experiência própria.
Parágrafo 4° – SOBRE A AMIZADE – Amigos, favor verificar antes de pedir alguém em namoro se você já não está na friendzone, por que se estiver não tente nem um beijo. “Amigos, amigos. Negócios á parte.” Funciona mais ou menos desse jeito. “Poxa, a gente se dá tão bem junto, somos tão parceiros vamos namorar e…”- NÃO! Só porque somos amigos e estamos solteiros não quer dizer vai dar certo (ou que queremos) qualquer coisa com o amigo.
Queridos, apaixonem-se, curtam, respeitem e aproveitem pessoa que está do seu lado, não importa o status de relacionamento. Não atropelem tudo querendo rotular, deixe as coisas seguirem cada qual o seu rumo que tudo vai dar certo.
* O post original está no tumblr dela.
Um post de domingo, só pra quebrar a rotina. Quer participar do Diário de Casal? Saiba como participar e não deixe para depois!
Por: Gilmar
“Muitas pesquisas de comportamento tentam explicar a razão para uma traição, seja por parte dos homens ou das mulheres. Outras querem saber quem trai mais. Mas um estudo recente chegou a uma conclusão mais simples: os homens sempre irão trair.”
Esse texto foi publicado dias atrás em um blog. Lendo assim, rapidamente, chega a ser um insulto aos homens e uma sentença para as mulheres. Realmente não param de serem publicadas essas matérias sobre quem trai mais. Essa chega ainda ao absurdo de afirmar que o homem que não tem relações sexuais fora do relacionamento apenas se adaptou a um “cárcere sexual imposto pela sociedade.” É uma meia-verdade…
Sem querer levantar a bandeira do moralismo masculino… existem sim, muitas exceções. Onde estão esses anti-traidores? Tenho comigo uma teoria; A grande maioria dos homens adeptos da poligamia, são assim por um determinado período de tempo. Uns entram nessa fase cedo, outros mais tarde, tem os que entram e nunca saem… Mas é fato que quando conseguem sair, não voltam mais. A vida de libertinagem para um homem é como um sonho de consumo que precisa ser realizado. Uma experiência que ele guardará para seu próprio ego ou para contar vantagens, quem vai saber…
Após vivido essa experiência e se tornando um “homem maduro”, ele se refaz e sua próxima relação se torna de cumplicidade e duradoura. Mas apenas depois dessa passagem, antes disso a traição na verdade é a regra, e a monogamia é a exceção. Ressalto… homem maduro não significa apenas homens de mais idade ! Pode ser que existam alguns mais jovens que também já ultrapassou essa fase. Ressalto mais ainda…. eu mesmo desconheço !
Sorte terá a mulher que encontrar esse personagem que ultrapassou essa condição masculina. Existe um velho ditado que diz; “Quando o homem casa, ou trai sua natureza ou trai sua mulher.”
Assustadoramente verdadeiro!!

Existem homens… e existem homens de verdade!
Nessa altura, a leitora mais atenta deve está se perguntando;”Mas só existe homem assim? Todos são iguais?” como disse lá em cima, existem as exceções… Uma se baseia nessa minha humilde teoria, a outra é que existem também os bons moços, os mais conversadores e há também os que algumas mulheres ainda insistem em acreditar… Os príncipes encantados, mas esses demoram tanto a aparecer que quando você se der conta, ele já virou rei e com uma rainha ao lado.
Sobre os bons mocinhos, não posso dar nenhum parecer, pois não conheço nenhum… aliás, sim conheço… Meu filho, mas ainda tem 18 anos e está com a primeira namorada, serve ?
Sobre os conversadores… acho que existiam muitos por ai, mas nas décadas de 50/60 …
Quando um homem trai uma mulher perde 90% de seu caráter. Só não perde os outros 10% porque não existe homem 100%…
Desculpem a acidez e “franqueza” do texo, mas é como dizia o poeta; “Realidade é o pesadelo do mundo dos sonhos.”
Quer participar do Diário de Casal e dividir a sua história com o mundo inteiro? Saiba como participar e não fique de fora!
O Diário de Casal não é só um blog. Para muitas pessoas, ele é também um amigo. Não são raras as pessoas que declaram sua gratidão ou admiração por um texto aqui publicado que ajudou em algum momento de suas vidas amorosas. E isso faz a equipe do DdC imensamente feliz. Além disso, o Diário presta um importante serviço: o de conselheiro sentimental.
Diariamente, recebemos e-mails de pessoas angustiadas, frustradas e até mesmo desesperadas por uma palavra amiga, por um conselho, por uma luz no fim do túnel. E é nessa hora que a equipe do DdC entra em ação. Não raro, discutimos caso a caso internamente, até chegarmos a um consenso sobre o caso, e respondemos individualmente, por e-mail, preservando a privacidade do leitor.
E essa introdução toda foi só para dizer o quanto a participação de vocês, leitores, é importante, pois é ela que mantém este blog vivo.

Às vezes, o relacionamento só existe para um dos dois…
Mas o assunto hoje é outro. Hoje o papo é justamente com essas pessoas que nos confidenciam estar vivendo relacionamentos nocivos, sofrendo, sem mais saber o que fazer.
Há inúmeros casos de leitores que nos mandam e-mails suplicando por uma solução – que às vezes nem existe – para salvar o relacionamento ou reatar. E muitos desses leitores têm consciência de que estão sendo maltratados, relegados, menosprezados, acusados, muitas vezes até mesmo traídos, explorados financeiramente e agredidos fisicamente – sim, gente!
Porém, mesmo com tudo isso, o pedido ao final do e-mail é quase sempre o mesmo: Me ajudem! O que eu faço para reconquistá-lo(a)? Eu o (a) amo demais e o (a) quero de volta.

Não seja esse cara!
É para essas pessoas que digo: Outro tipo de relacionamento é, sim, possível! Muitos posts aqui já trataram do assunto e eu mesma já escrevi um texto falando sobre quando terminar, por mais que doa, ainda é a melhor solução, e a Rose também já cutucou um pouco mais a ferida e falou sobre divórcio.
Vejo muitas pessoas, principalmente essas que nos escrevem, que precisam se libertar dessas relações doentias. Porque um relacionamento, meus caros, tem que fazer bem! Tem que te ajudar a relaxar, a desestressar, te proporcionar horas aprazíveis, te fazer crescer como pessoa! E não te deixar ansioso, inseguro, paranoico, doente e até mesmo falido (ou com ideias suicidas)!
É claro que todo relacionamento, sem exceção, tem problemas, discussões, crises. Mas a questão toda está na medida. Se for difícil chegar a uma conclusão, coloque no papel! Isso mesmo, faça uma estatítistica: quanto tempo você passa plenamente feliz e em paz junto da pessoa, quão agradável é esse tempo versus quanto tempo você passa angustiado, preocupado, desesperado, desanimado, etc. Faça uma conta simples, coloque na balança. Amor, minha gente, não é pra fazer mal. Relacionamento não é pra gente se sentir aprisionado, pra tirar nossa paz, pra nos fazer achar que nada mais na vida vale a pena!
Então, se você está passando por uma situação como essas, reflita! Será que realmente você quer continuar nisso, ou você está preso numa relação de dependência e comodismo? Será que, se você deixar a poeira baixar e pensar com a cabeça fria, você chegará à mesma conclusão que agora? Se fosse o seu melhor amigo nessa mesma situação, que conselho você daria, olhando de fora?
São algumas perguntinhas para refletir. Mas, uma coisa eu garanto: é plenamente possível ter um relacionamento saudável. Tente. E, se não conseguir, é porque este relacionamento não é para você.
Já vi acontecer diversas vezes: Acontece uma briga do casal, um vira pro outro e diz “Nossa, como você mudou!” e a pessoa lembra que ela sempre gostou disso ou sempre fez isso e não entende mais nada. E isso acontece porque a imagem que temos da pessoa pode ser diferente do que ela é de fato. Vou explicar com calma isso agora e te ajudar a não se frustrar mais.
É comum no início do namoro ou até mesmo de amizades que a gente procure aquilo que nos é de interesse no outro. Gostar do mesmo tipo de música, ter um tipo parecido de humor, ler coisas parecidas, tudo isso é o que buscamos nessa hora. E com o passar do tempo e com mais convivência e conversa, você vai conhecendo as idéias da pessoa, descobre do que ela é feita, no que ela acredita e qual a atitude dela perante a vida.
Algumas vezes a gente tenta impressionar, talvez escondendo um lado nosso que não gostamos de mostrar ou mesmo dando mais valor a outras partes, que são mais atraentes para o outro. Mas uma coisa sempre será certa: com o tempo, as pessoas mostram do que são feitas. Sempre será assim, não existe outro jeito de se relacionar se não for mostrando quem e o que você é. E isso pode acabar frustrando aqueles que supõem ou imaginam o outro diferente.

Se refletir no espelho, é verdade. Se não, é somente sua imaginação!
Sabe aquele papo de “Não esperava que você fosse assim” que surge, eventualmente? Só é dito por aqueles que imaginam ou projetam uma imagem em alguém que não é parte dele/a. Você se frustra com isso porque a pessoa não reagiu da forma que você QUERIA que ela reagisse, ela reagiu da forma que ela é. Se frustrar com isso é normal, mas você faz isso por apenas imaginar e não por conhecer quem está ao seu lado. Deu pra sacar a diferença?
É por isso que eu repito e repito e repito mil vezes uma frase simples e funcional: CONVERSE COM SEU PARCEIRO! É a forma mais segura de você saber que estão indo para o mesmo lugar, de saber o que e qual é a forma que ele/a pensa, é o jeito certo de estabelecer uma relação de confiança e evitar momentos frustrantes.
O tempo vai passar e uma hora você pode encontrar um lado da pessoa que seja complicado de lidar. Mas se você tiver paciência para ouvir, entender e não se frustrar com isso, você vai superar e a relação vai melhorar. Ouça, preste atenção e aprenda. É o segredo.
Concorda?
É preciso cuidado quando aquela pontinha de ciúmes aparece, pois é nesse momento que você vai decidir: Você será a pessoa desconfiada, que imagina mil e uma situações e acha que seu parceiro está com toda certeza te traindo ou então você pode ser aquela pessoa que tem um relacionamento leve, abre o jogo com o outro e acaba não sendo paranóico. E aí, qual você será? Qual você é?
Acontece com todo mundo: uma mensagem no facebook que pode (ou não) ter um duplo sentido, um SMS que surge numa hora inesperada, uma ligação… e de repente BOOOM, sua cabeça começa a ir longe. Quem será? O que essa pessoa quer? Eles se conhecem de onde? Ele acha ela bonita? Ela acha ele engraçado? E quando você vai ver, sua mente já gerou tantas hipóteses que seu estômago começa a ferver com tamanha raiva e ciúme que você está sentindo. E é exatamente isso que precisamos evitar.
Eu sempre digo que a primeira coisa que um relacionamento deve ter é duas pessoas dispostas a conversar. Não tem jeito de ser diferente, só existirá a confiança se antes vocês conversarem. Só existirá a cumplicidade se vocês conversarem. Só existirá a verdade se vocês dois conversarem bastante. Só existirá um caminho em comum se vocês o descobrirem, e só farão isso conversando. Muito.
A confiança é o tipo de sentimento que não surge do nada, é necessário conquistá-lo. Quando você perde isso, você terá que lutar no mínimo o dobro para reconquistar. E se não houver jeito de confiar de novo, a coisa vai acabar. É melhor que acabe, do contrário será muito sofrimento, muitas hipóteses, muitas discussões, muito desgaste. Evite isso.
Agora sabe o que eu acho a pior coisa que alguém pode fazer dentro de um relacionamento? Monitorar o outro. Sério, não pode ter coisa pior que pessoas que dividem senhas de sites e MSN, pessoas que pegam os celulares do outro pra descobrir quem andou ligando, pessoas que acham que o outro não precisa ter individualidade, não precisa ter a sua própria vida. Se você vive ou conhece alguém que vive assim, peça para vir me explicar como é que isso pode funcionar, pois eu realmente não sei.

Cenas cinematográficas passam na sua mente? Cuidado!
No mais, parem para refletir um pouco: Em que ponto do relacionamento começou esse ciúme incontrolável? O que você pode fazer para mudar isso, sem precisar do outro? E o que você pode fazer para mudar junto com ele? Não adianta viver nesse “inferno” que deve ser a desconfiança eterna, ficar cercando o parceiro e tentando aprisioná-lo. Namoros e casamentos não são feitos para se viver assim.
Que tal mudar agora? Pergunte-me como.