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A saga do “Eu te amo”

1 setembro 2011 1 Comentário       Postado por Ele / Ela

Por: Camila Granato@ccgranato

Oi gente! É, gostei bastante de conversar com vocês e por isso estou de volta. Na última vez que passei por aqui, falei um pouco das minhas impressões sobre relacionamentos – os meus e os dos outros.

Mas hoje, achei bacana compartilhar um pouco de história. Porque sei que muitas das coisas que eu passei, podem ser comuns para muitos de vocês. E quem sabe pode ajudar um pouco a superar um erro, ou até, reconhecer que acertou.

Eu me acho precoce quando o assunto é envolvimento amoroso. Mas sei que hoje, as meninas andam bem mais precoces do que eu. As primeiras borboletas no estômago foram lá pelos 5 anos de idade. Um colega de jardim de infância. A gente andava de mão dada. Era bacana. E claro, ficou no Jardim de Infância e sem a frustração que conheceria lá pela adolescência.

Lá para os 8, 9 anos eu comecei a ficar interessada num menino que frequentava a mesma cidade que eu nas férias. Eu gostava dele, ele de mim, mas era isso. Andar de mãos dadas era a minha única hipótese para o caso. Assim se passaram uns 4 anos. E ganhei meu 1º beijo.

Depois disso, achava esse ou aquele bonitinho. Sabia que podia ir além do andar de mãos dadas, mas não queria ninguém no meu pé! Sabe como é, nova demais para namorar, como diriam sabiamente meus pais.

Mas isso não impediu que aos 15 anos, as borboletas se manifestassem novamente, intensamente e de um jeito que eu nunca tinha imaginado. Meu 1º namorado. E meu 1º “Eu te amo”. Claro que não deu certo. Senão não seria o 1º, seria o único.

Coração Fogo
Imagine um coração de fogo… dentro do estômago: é o primeiro amor!

Só que essa primeira experiência, que foi sucedida por algumas similares até quando eu tinha uns 21 anos, também foi um ensinamento bem intenso: o 1º “Eu te amo” nem sempre é o último e você tem que saber lidar com isso. Demorei a entender, mas, ufa! Entendi!

Até eu achar o meu “Eu te amo” definitivo passaram-se quase 8 anos do 1º. Entre erros e acertos, fiz bons amigos, conheci pessoas bacanas e dei muitas mancadas. Mas nem por isso abafei as minhas borboletas e nem me fechei para o mundo. Deixei a vida seguir seu curso natural.

Não é que deu certo?

E quando já estava com o meu marido, na época namorado de pouco, revi algumas das poesias que estudei na época do colegial. Encontrei várias de Vinícius de Moraes e dentre elas uma simplificou toda esta saga em dois versos:

“Que não seja eterno, posto que é chama
Mas que seja infinito, enquanto dure”.
(Soneto da Fidelidade, Vinícius de Moraes)

Beijos e até!

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