Publicado por Luana Hazine em Tuesday, 23 February 2010 às 12:00 | 5 comentários
Depois de muito tempo sem criatividade para continuar a série “Todo Casal Tem”, finalmente tive alguns insights para falar mais sobre as peculiaridades de todos os casais, afinal, todo mundo tem uma história interessante para contar. Para começar este ano, quero trazer à tona um ponto mais que especial pra o casal: O dia em [...]
Publicado por Cadu em 21 December, 2009 às 12:23 | 6 comentários
amor, Defeitos, Relacionamento
Você provavelmente ama a pessoa que chama de namorado/noivo/marido/whatever, ou pelo menos gosta dele(a). Afinal, ninguém fica com quem não gosta. Será mesmo?
Vocês já devem ter visto algumas situações em que uma das partes reclama da outra aproximadamente assim: “não suporto mais o Fulano fazendo isso”, ou então,“ não gosto que ele faça aquilo, mas ele continua fazendo”.
No mínimo tem algo errado nesse relacionamento. Quem é a pessoa com quem você quer estar? Faça um perfil, pegue um papel e escreva “A pessoa que eu quero para mim tem que ser…” e liste os atributos. Sei que parece coisa de revista de fofoca barata (ou simpatia do João Bidu), mas você precisa saber o que deseja.
Compare com a pessoa que está com você. Ela tem essas qualidades? Não avalie se ela pode vir a ter, ou se ela já teve algum dia. Pense. Ela tem esses atributos agora, nesse momento? Se a resposta for não para a maioria dos itens, repense seu relacionamento. Talvez você note que passa mais tempo reclamando da pessoa com quem você está, ou pior, tentando mudar o comportamento dela, do que realmente curtindo e tendo prazer com a companhia.
Não estou pedindo para que todos tenham uma pessoa perfeita ao seu lado, primeiro porque a perfeição é difícil (quase impossível) de ser alcançada e segundo porque a perfeição é chata! Tolerar os defeitos dos outros é algo importante em uma relação, afinal somos todos humanos, apesar de eu ainda desconfiar de uns ou outros…
Se o seu marido te irrita porque bebe demais, chega em casa, quebra aquele vaso da sua mãe, dorme no chão caído atrás do sofá e é encontrado pela diarista no dia seguinte, você tem toda razão em ficar furiosa com ele. Mas se o que te irrita nele é a maneira com que ele come uma manga, ou amarra os sapatos, e você briga com ele por conta disso, o problema é você.
Qual o motivo para continuar um relacionamento assim, com ilhas de prazer em um mar de insatisfação? Alguns vão soltar um suspiro, seguido de um “mas eu gosto dele(a)”. E aí você aprende uma das duras lições da vida: apenas gostar/amar não faz um relacionamento. Não é o suficiente.
Quando alguém falar “o amor é a força maior do universo”, não acredite. O amor pode ser poderoso sim, mas precisa vir acompanhado de compreensão, de cumplicidade e de respeito. Sem isso, você fica apenas amando de forma vazia, destituída, em vão. Sozinho, o amor não é poderoso, e sim triste.
Se ele(a) tem defeitos ou um comportamento que você reprova, converse, explique porque não gosta daquilo, tenha certeza que não está sendo egoísta e ouça o lado dele. Se não houver manifestação da parte protestada para melhorar, mesmo que um pouco apenas, está na hora de repensar se ainda vale a pena dar socos em ponta de faca. Em minha opinião, prefiro sofrer tudo de uma vez a várias doses homeopáticas de sofrimento por um longo período.
Que tal receber as atualizações diárias do blog em seu leitor de feed preferido? Basta assinar nosso feed que isto é possivel!
Márcia postou em Monday, 21 December 2009 às 15:07
É Du…acho que vc escreveu isso pra mim…rsrsrsrs
aaron postou em Monday, 21 December 2009 às 22:24
muito bom esse post, demonstra de forma balanceada entre a racionalidade e a emoção como manter um relacionamento saudavel.
parabens
Márcia postou em Tuesday, 22 December 2009 às 11:54
Duu..vc escreveu isso pra mim não foi?
:-(
Apenas mais um cara postou em Tuesday, 22 December 2009 às 14:56
Sendo bem sucinto, cito uma música:
A ciência falha ao tentar reconhecer o isoladamente mais potente elemento da existência humana, (…) a fé.
O alegre cantor desta canção não falava de religião, mas da força que nos move todo dia. A nossa crença em algo, em algo a ser feito, e em alguém.
A fé no nosso companheiro mantém mais relacionamentos que o amor em si.
Mas quando esta fé é a única ponte que liga um ao outro, vivemos apenas seguindo uma projeção de algúem, algo inexistente, impalpável. O amor é mais que isso, e menos que isso.
As vezes não é o amor que mantém unido… é apenas… a fé.
Abraços,
@maisembaixo
Karen Bertechini postou em Monday, 4 January 2010 às 10:52
Puxa, adorei muito esse site!
Vocês escrevem bem e o melhor é que é tudo real, certo?!
Parabéns pelo site. =)
Karen.
Mayara Godoy postou em Thursday, 14 January 2010 às 15:04
Você conseguiu traduzir nesse texto exatamente tudo que eu penso sobre um relacionamento. Eu sempre segui o seguinte lema: que namoro/casamento/whatever (hehe) tem que fazer bem. A partir do momento em que gera mais estresse, raiva, desentendimentos do que o prazer e a felicidade de estar juntos, é hora de dar um basta.
Mas muita gente, tomada por um sentimento completamente doentio, não quer ver e aceitar essas coisas. E aí vão “empurrando com a barriga”, se desgastando, sendo infelizes…