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	<title>Diário de Casal &#187; Artigos</title>
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		<title>Diário de Casal &#187; Artigos</title>
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		<title>Infelizes para sempre?</title>
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		<pubDate>Mon, 07 Nov 2011 14:31:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rose Carreiro</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Divórcio. Um assunto que não cabe a mim, claro, pois nunca me divorciei e meu casamento por união estável vai muito bem, obrigada. Mas essa pulga surgiu dia desses, quando na empresa onde trabalho &#8211; com 90% de funcionárias mulheres &#8211; iniciou-se uma discussão a respeito do divórcio.
Vejo que aqui no interior as pessoas são mais religiosas e levam o termo &#8220;o que Deus uniu, o homem não separa&#8221; às últimas consequências. Digo isso porque, no citado questionamento, coisas como a felicidade e o respeito foram deixadas de lado em prol do matrimônio. Eu, ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Divórcio. Um assunto que não cabe a mim, claro, pois nunca me divorciei e meu casamento por união estável vai muito bem, obrigada. Mas essa pulga surgiu dia desses, quando na empresa onde trabalho &#8211; com 90% de funcionárias mulheres &#8211; iniciou-se uma discussão a respeito do divórcio.</p>
<p>Vejo que aqui no interior as pessoas são mais religiosas e levam o termo <em>&#8220;o que Deus uniu, o homem não separa&#8221;</em> às últimas consequências. Digo isso porque, no citado questionamento, coisas como a felicidade e o respeito foram deixadas de lado em prol do matrimônio. Eu, mulher &#8220;muderna&#8221;, logo levantei a bandeira do divórcio como fim de um relacionamento ruim.</p>
<p>Daí, quem já se separou vai vir aqui e dizer que <em>essa branquela não sabe como é ruim, como as pessoas sofrem, como os filhos e a família definham diante de uma separação</em>. Eu sei porque já vi acontecer. E sei também que há mulheres que se sujeitam a agressões, traição do marido, humilhações de diversos tipos &#8211; tudo pra manter o casamento, o sagrado matrimônio. Sei também que se alguma delas for procurar aconselhamento espiritual, o líder de sua igreja, religião, que seja, vai dizer que se casou, tem de aguentar e se manter firme na fé.</p>
<p><center><a href="http://www.diariodecasal.com.br/wp-content/uploads/2011/11/6594-000038.jpg"><img class="size-full wp-image-3598 " title="6594-000038" src="http://www.diariodecasal.com.br/wp-content/uploads/2011/11/6594-000038.jpg" alt="" width="364" height="469" /></a></center>Não quero meter o dedo nas crenças alheias, mas é o que acontece. E então, toda uma vida que poderia ser melhor caso o casamento tivesse terminado, é um martírio. E por quê? Pra quê? Quem já passou por isso pode dizer.</p>
<p>Deve haver pessoas que se regenerem, amores que sejam redescobertos E há os que diante dos outros, sejam um casal perfeito, mas que dorme longe um do outro. E triângulos, quadrados, hexangulos conjugais vão aparecer daí pra frente.</p>
<p>Você acha mesmo que, supondo que Deus exista e seja regente de todas as leis, Ele quer mesmo que você viva infeliz? Se diz na Bíblia que Deus nos amou e nos fez à sua imagem, ele quer que a gente viva uma vida de merda diante de todas as possibilidades que o livre arbítrio nos permitiria se fôssemos livres? Fácil nada é, <em>my friend</em>, e ninguém é feliz sempre. Mas viver infeliz o tempo todo não é o plano que Deus faria pra ninguém, eu acredito.</p>
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<p><small>© Rose Carreiro no <a href="http://www.diariodecasal.com.br">Diário de Casal</a>, 2011. |
<a href="http://www.diariodecasal.com.br/posts/infelizes-para-sempre/">Permalink</a> |
<a href="http://www.diariodecasal.com.br/posts/infelizes-para-sempre/#comments">1 comentários</a> |
Post tags: <a href="http://www.diariodecasal.com.br/posts/tag/casamento/" rel="tag">Casamento</a>, <a href="http://www.diariodecasal.com.br/posts/tag/felicidade/" rel="tag">felicidade</a>, <a href="http://www.diariodecasal.com.br/posts/tag/separacao/" rel="tag">separacao</a><br/>
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		<title>Não à supervalorização sexista</title>
		<link>http://www.diariodecasal.com.br/posts/nao-a-supervalorizacao-sexista/</link>
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		<pubDate>Wed, 26 Oct 2011 11:16:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mayara Godoy</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Coisas dela]]></category>
		<category><![CDATA[guerra dos sexos]]></category>
		<category><![CDATA[homem vs mulher]]></category>

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		<description><![CDATA[Vivemos em guerra. Talvez a mais duradoura de todas. Refiro-me à &#8220;guerra dos sexos&#8221;.
Diariamente, homens e mulheres pregam, quase fervorosamente, a superioridade de seus respectivos gêneros. Sempre que vejo algo do tipo, me pergunto o porquê de tal necessidade de autoafirmação. Por que vivemos num mundo movido pela competição entre dois sexos que são — falando em termos de natureza — complementares? Confesso que fico bastante desapontada com essa mentalidade. É até uma questão cultural, mas que, a meu ver, não faz mais sentido atualmente.

Essa imagem faz sentido pra você? ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Vivemos em guerra. Talvez a mais duradoura de todas. Refiro-me à &#8220;guerra dos sexos&#8221;.</p>
<p>Diariamente, homens e mulheres pregam, quase fervorosamente, a superioridade de seus respectivos gêneros. Sempre que vejo algo do tipo, me pergunto o porquê de tal necessidade de autoafirmação. Por que vivemos num mundo movido pela competição entre dois sexos que são — falando em termos de natureza — complementares? Confesso que fico bastante desapontada com essa mentalidade. É até uma questão cultural, mas que, a meu ver, não faz mais sentido atualmente.</p>
<p align="center"><img src="http://www.diariodecasal.com.br/wp-content/uploads/2011/10/cerebrosexos.jpg" alt="Guerra dos Sexos"><br />
<em>Essa imagem faz sentido pra você? Então leia com atenção!</em></p>
<p>Acho inconcebível essa mentalidade masculina de que a mulher só serve para sexo e para tarefas domésticas, na mesma proporção em que não suporto a mentalidade feminina de que homem tem que nos sustentar e nos idolatrar. Não entendo por que as pessoas insistem em ressaltar coisas que já não têm o menor sentido. Numa época em que mulheres trabalham tanto quanto homens e ajudam a pagar as contas, e em que os homens frequentam salões de beleza e ajudam nas tarefas domésticas, sinceramente não acho que um sexo possa se considerar superior ao outro.</p>
<p>Não, homens e mulheres nunca serão <strong>iguais</strong>. Mas falo aqui sobre <strong>equivalência </strong>de papéis e de responsabilidades (em sentido amplo!). Todos têm, na mesma medida, que ser atenciosos, carinhosos, compreensivos, independentemente de sexo!</p>
<p>Por isso, tenho absoluto <strong>desprezo </strong>por homens que subjugam suas companheiras (ou potenciais companheiras), considerando que &#8220;tem mais mulher que homem no mundo, então, podemos escolher&#8221;, e também por mulheres com &#8220;complexo de princesinha&#8221; que vivem à espera do &#8220;príncipe no cavalo branco&#8221;.</p>
<p>Especialmente quando se trata de relacionamento, a supervalorização sexista é um erro grotesco. Homem ou mulher, não importa. Temos de entender que somos, antes de tudo, seres humanos e que, como tais, devemos estar dispostos a nos doar, se quisermos também receber.</p>
<p>Você não será menos homem se for carinhoso e atencioso com sua companheira. E você não será uma mulher submissa se abrir mão de algumas coisas para fazer as vontades de seu companheiro de vez em quando.</p>
<p>É preciso deixar de lado essa mania ridícula de achar que um dos dois tem de &#8220;dominar&#8221; no relacionamento, e que um tem mais direitos que o outro por ter um par de cromossomos XX ou XY. É fácil querer direitos iguais. Já não é tão fácil assim querer assumir deveres iguais!</p>
<p>Acredito que tudo na vida precisa de equilíbrio para poder dar certo, e a supervalorização do gênero e o orgulho sexista exacerbado só fazem causar justamente o desequilíbrio, e, por conseguinte, o conflito. Então, que tal pararmos com essa bobajada de que homem que é homem tem que ser pegador, e que a mulher tem de &#8220;pisar&#8221; nos homens (atitude comumente chamada cinicamente de &#8220;autovalorização&#8221;), e agirmos com sensatez e desprendimento? Porque, convenhamos, machismo e feminismo são o cúmulo do primitivismo.</p>
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<p><small>© Mayara Godoy no <a href="http://www.diariodecasal.com.br">Diário de Casal</a>, 2011. |
<a href="http://www.diariodecasal.com.br/posts/nao-a-supervalorizacao-sexista/">Permalink</a> |
<a href="http://www.diariodecasal.com.br/posts/nao-a-supervalorizacao-sexista/#comments">4 comentários</a> |
Post tags: <a href="http://www.diariodecasal.com.br/posts/tag/guerra-dos-sexos/" rel="tag">guerra dos sexos</a>, <a href="http://www.diariodecasal.com.br/posts/tag/homem-vs-mulher/" rel="tag">homem vs mulher</a><br/>
</small></p>]]></content:encoded>
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		<title>A verdade sobre relacionamentos à distância</title>
		<link>http://www.diariodecasal.com.br/posts/a-verdade-sobre-relacionamentos-a-distancia/</link>
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		<pubDate>Thu, 15 Sep 2011 13:28:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rose Carreiro</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Relacionamento]]></category>
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		<description><![CDATA[Vocês se lembram de mim? Probably, NOT!, diria Borat. O que é compreensível, já que faz quase um ano que eu não apareço por aqui pra falar da minha vida a dois. Não falo porque não tenho tempo, ou porque não aconteceu nada grandioso, tipo eu engravidar, casar ou comprar um apartamento. No máximo eu arranhei o carro do meu noivo numa lavagem com Scotch Brite. Mas hoje eu vim pra falar umas verdades pra vocês: A verdade é&#8230;você quer a verdade? Você não pode com a verdade!
OK. Você quer ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Vocês se lembram de mim? <em>Probably, NOT!</em>, diria Borat. O que é compreensível, já que faz quase um ano que eu não apareço por aqui pra falar da minha vida a dois. Não falo porque não tenho tempo, ou porque não aconteceu nada grandioso, tipo eu engravidar, casar ou comprar um apartamento. No máximo eu arranhei o carro do meu noivo numa lavagem com Scotch Brite. Mas hoje eu vim pra falar umas verdades pra vocês: A verdade é&#8230;você quer a verdade? Você não pode com a verdade!</p>
<p>OK. Você quer saber como se dar bem num relacionamento à distância? <em>Here we go.</em></p>
<p>Vez ou outra a gente recebe e-mails de leitores desesperados por uma solução para seu namoro à distância. Sejam adolescentes morando a milhares de quilômetros, jovens em cidades vizinhas ou mulheres de meia-idade apaixonadas por namorados virtuais, sempre tem alguém passando pelo mesmo dilema: a distância complica as coisas, a ausência do outro dói, existe o ciúme, a desconfiança, a insegurança.</p>
<p>Pois bem, hoje eu acordei querendo dar um choque de realidade nas pessoas e vocês serão o alvo: <strong>não, não vai ser fácil</strong>. Sim, você vai sofrer, vai se sentir sozinho, vai ter milhões de dúvidas cada vez que se levantar da cama, o diabo vai testar sua fidelidade&#8230; tudo isso vai acontecer. Mas isso não quer dizer que um relacionamento assim não possa dar certo. Até porque eu estou aqui pra dizer que o meu deu. Faz dois anos que comecei a namorar um cara de outro estado e <a href="http://www.diariodecasal.com.br/posts/2-0-amores-possiveis/">hoje moramos juntos</a> há mais de um ano.</p>
<p align="center"><img src="http://www.diariodecasal.com.br/wp-content/uploads/2011/09/102347909.jpg" alt="Amor à distância dá certo, sim... mas, por quanto tempo?"><br />
<em>Amor à distância dá certo, sim&#8230; mas, por quanto tempo?</em></p>
<p>E por que deu certo? Porque nós não ficamos só nos planos. Nós agimos. Claro que, além disso, outros fatores conspiraram: eu já não tinha 18 anos faz tempo, ele também não. Eu pretendia mudar de cidade, não estava feliz no trabalho, ele estava disposto a me &#8220;carregar&#8221; até que eu me estabilizasse. Então resolvemos ficar noivos e eu vim pra cidade dele. Sem maiores melosidades, foi basicamente isso. Claro que foi difícil, minha família não gostou muito, eu vim pra uma cidade nova, sem amigos, sem um &#8220;suporte&#8221;que não fosse o dele, mas quem disse que a vida é fácil?</p>
<p>Então, se você tem um relacionamento desses, não tem muito mais o que fazer do que colocar os planos e sonhos em prática. Senão, vocês nunca vão sair do lugar. Obviamente, os dois têm de ter noção de que, se acabar, a vida vai continuar e vai ser uma merda&#8230; já pensou: você sozinho em outra cidade, sem ter onde morar, dependendo da pessoa que não te quer mais? Só que ficar esperando ganhar na Mega Sena pra viver juntos felizes para sempre é como ver um filme com o Brad Pitt e ficar imaginando como seria se ele fosse seu&#8230; tudo lindo, nada real.</p>
<p>Assim eu termino, sem final feliz, porque a vida não é um conto de fadas.</p>
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<p><small>© Rose Carreiro no <a href="http://www.diariodecasal.com.br">Diário de Casal</a>, 2011. |
<a href="http://www.diariodecasal.com.br/posts/a-verdade-sobre-relacionamentos-a-distancia/">Permalink</a> |
<a href="http://www.diariodecasal.com.br/posts/a-verdade-sobre-relacionamentos-a-distancia/#comments">13 comentários</a> |
Post tags: <a href="http://www.diariodecasal.com.br/posts/tag/namoro-a-distancia/" rel="tag">namoro a distância</a><br/>
</small></p>]]></content:encoded>
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		<title>Quando o fim é a melhor solução</title>
		<link>http://www.diariodecasal.com.br/posts/quando-o-fim-e-a-melhor-solucao/</link>
		<comments>http://www.diariodecasal.com.br/posts/quando-o-fim-e-a-melhor-solucao/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 01 Aug 2011 14:46:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mayara Godoy</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Coisas dela]]></category>

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		<description><![CDATA[Às vezes, a única solução para um relacionamento é o término. É difícil admitir e pode soar até um pouco radical, já que temos aquela ideia romântica de que relacionamentos têm de durar para sempre. Na verdade, eles não têm de ser eternos. Isso é algo em que a gente quer acreditar. Quando duram para sempre, na minha opinião, é apenas por uma combinação de sorte com muito esforço de ambas as partes.
Seguindo esse raciocínio, seria óbvio afirmarmos que, quando esse momento fatal chega, as pessoas fazem o que tem ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="JUSTIFY">Às vezes, a única solução para um relacionamento é o término. É difícil admitir e pode soar até um pouco radical, já que temos aquela ideia romântica de que relacionamentos têm de durar para sempre. Na verdade, eles não <strong>têm</strong> de ser eternos. Isso é algo em que a gente <strong>quer</strong> acreditar. Quando duram para sempre, na minha opinião, é apenas por uma combinação de sorte com muito esforço de ambas as partes.</p>
<p align="JUSTIFY">Seguindo esse raciocínio, seria óbvio afirmarmos que, quando esse momento fatal chega, as pessoas fazem o que tem de ser feito: terminam o relacionamento, e seguem adiante, certo? Bem, <strong>seria</strong>&#8230; se nós, seres humanos, agíssemos apenas com lógica, e não com sentimento.</p>
<p align="JUSTIFY">Terminar um relacionamento <strong>nunca</strong> é fácil, por mais falido que esteja. Dá muito trabalho. E é doloroso. Quanto mais longo ele for, então, pior. Sempre tem muito choro, sofrimento, hesitação.</p>
<p align="JUSTIFY">Além disso, geralmente se pensa nos fatores externos: as famílias e os amigos já estão envolvidos, acostumados a ver o casal junto, e todo mundo sempre tenta consolar. <em>“Aposto que vocês vão voltar! Vocês se amam, isso é só uma fase”</em>, dizem, simplesmente por não saberem o que dizer.</p>
<p style="text-align: center;" align="JUSTIFY"><a href="http://www.diariodecasal.com.br/wp-content/uploads/2011/08/break-up.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-3103" style="border-width: 0px; border-color: black; border-style: solid; margin: 3px;" title="break-up" src="http://www.diariodecasal.com.br/wp-content/uploads/2011/08/break-up.jpg" alt="" width="428" height="240" /></a></p>
<p align="JUSTIFY">Porém, quanto mais se adia a “providência” (se é que podemos chamar assim), mais difícil fica. Talvez, por isso, tanta gente prefira ir “empurrando com a barriga”. Talvez por isso, por dependência e também pelo medo da solidão. Aí, inevitavelmente, vem à cabeça aquela fantasmagórica imagem do domingo à tarde solitário, da dificuldade em retomar uma vida social sendo solteiro, da dor que será ter de falar no assunto sempre que alguém perguntar – e alguém sempre pergunta. O que fazemos, então? Resolvemos esperar mais um pouco.</p>
<p align="JUSTIFY">O que não se leva em consideração, muitas vezes, nesse momento, é que, quanto mais permanece a convivência desarmônica, mais brigas ocorrem, mais o respeito acaba, mais ressentimentos são gerados. E uma relação que poderia terminar de maneira civilizada acaba gerando apenas rancor.</p>
<p align="JUSTIFY">Por isso, na minha concepção, quando se sabe que a relação não tem mais jeito, que com aquela pessoa não há perspectivas ou possibilidades de futuro, não adianta perder tempo adiando o inevitável. É melhor para todo mundo que, com franqueza e respeito, cada um siga o seu caminho.</p>
<p align="JUSTIFY">Uma relação tóxica que se prolonga só diminui as chances de ambos serem felizes, seja sozinhos ou com outras pessoas. É necessário, portanto, aceitar o fim, quando ele chega. <em>And move on.</em></p>
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<p><small>© Mayara Godoy no <a href="http://www.diariodecasal.com.br">Diário de Casal</a>, 2011. |
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Post tags: <br/>
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		<title>Amélia é que era mulher de verdade?</title>
		<link>http://www.diariodecasal.com.br/posts/amelia-e-que-era-mulher-de-verdade/</link>
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		<pubDate>Thu, 14 Apr 2011 12:53:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mayara Godoy</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
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		<category><![CDATA[afazeres domésticos]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.diariodecasal.com.br/?p=2513</guid>
		<description><![CDATA[* Sinto que muitos leitores do sexo masculino me criticarão por este post, mas como meu intuito aqui é gerar polêmica discussão, &#8220;vô falá&#8221; assim mesmo!

É muito comum para nós, mulheres, sermos questionadas acerca de nossas habilidades nas tarefas domésticas, como se isso fosse um pré-requisito para poder contrair o matrimônio: &#8220;Você não sabe cozinhar? Então como vai casar?&#8221;
Esse pensamento, embora muito arcaico, ainda domina as cabeças de muita gente. Ou seja, a ideia (quase) geral é a de que nós, mulheres, ditas modernas, que trabalhamos, estudamos, pagamos nossas contas, ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><em>* Sinto que muitos leitores do sexo masculino me criticarão por este post, mas como meu intuito aqui é gerar <del>polêmica</del> discussão, &#8220;vô falá&#8221; assim mesmo!</em></strong></p>
<p><img class="alignleft size-full wp-image-2514" style="margin: 3px;" title="84227731" src="http://www.diariodecasal.com.br/wp-content/uploads/2011/04/84227731.jpg" alt="" width="189" height="283" /></p>
<p>É muito comum para nós, mulheres, sermos questionadas acerca de nossas habilidades nas tarefas domésticas, como se isso fosse um pré-requisito para poder contrair o matrimônio: &#8220;Você não sabe cozinhar? Então como vai casar?&#8221;</p>
<p>Esse pensamento, embora muito arcaico, ainda domina as cabeças de muita gente. Ou seja, a ideia (quase) geral é a de que nós, mulheres, ditas modernas, que trabalhamos, estudamos, pagamos nossas contas, tomamos providências burocráticas, dirigimos e, por vezes, ainda aprendemos a operar furadeiras, parafusadeiras e a trocar pneus, na verdade só <strong>acumulamos </strong>funções.</p>
<p>De nada adianta agregar todas essas capacidades, pois não somos &#8220;perdoadas&#8221; se não formos excepcionais em cozinhar, lavar, passar e não soubermos de cor os preços de, ao menos, três marcas de sabão em pó em cinco supermercados diferentes.</p>
<p>E é daí que advém uma discussão perpétua no âmbito dos relacionamentos: será mesmo que nós, mulheres, por mais que trabalhemos fora e dividamos as contas da casa, temos de ser as únicas responsáveis pela manutenção do lar?</p>
<p>Talvez à primeira vista pareça meio absurdo o que estou dizendo, mas pare agora e pense: quantos casais você conhece em que o homem participa <strong>ativamente </strong>das tarefas domésticas? Quantos, efetivamente, lavam a louça, passam um pano na casa e se dignam a lavar o banheiro de vez em quando &#8211; para dizer o mínimo?</p>
<p>Uns 30%, eu diria. Ou seja, se vocês, homens, chegam cansados do trabalho, nós também. É justo que se tome como regra que, enquanto vocês relaxam no sofá bebendo uma cervejinha, nós tenhamos que cuidar do jantar sozinhas?</p>
<p align="center"><img class="size-full wp-image-2516" style="margin: 3px;" title="81773055" src="http://www.diariodecasal.com.br/wp-content/uploads/2011/04/81773055.jpg" alt="" width="369" height="463" /><br />
<em>Isso não existe mais! Será?</em></p>
<p>Vamos analisar friamente: não seria ideal que rolasse uma divisão das tarefas?</p>
<p>Pode até soar descabida essa argumentação em pleno século 21, mas a verdade é que ainda é muito forte essa concepção de que a mulher tem que ser uma exímia mãe, dona-de-casa e &#8220;cuidar&#8221; do marido.</p>
<p>Aos poucos, essa tendência vem se invertendo, é verdade, e as coisas vêm ficando mais igualitárias, mas ainda há um longo caminho a ser percorrido rumo à <strong>equidade </strong>- só para deixar claro, não sou feminista e sei que homens e mulheres jamais serão iguais, mas um pouco de &#8220;parceria&#8221; não faz mal a ninguém.</p>
<p>Talvez fosse o caso de as pessoas em geral (não apenas os homens!) começarem a valorizar as mulheres pelas suas qualidades como um todo, como o fato de ser parceira, dedicada e companheira em inúmeros quesitos &#8211; e não exclusivamente no que diz respeito à função de &#8220;zeladora do lar&#8221;.</p>
<p><strong><em>* Texto inspirado em 24 anos de observações empíricas e sem nenhuma motivação pessoal ou ideológica.</em></strong></p>
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<p><small>© Mayara Godoy no <a href="http://www.diariodecasal.com.br">Diário de Casal</a>, 2011. |
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Post tags: <a href="http://www.diariodecasal.com.br/posts/tag/afazeres-domesticos/" rel="tag">afazeres domésticos</a><br/>
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		<title>Revirar os problemas do passado: um erro fatal</title>
		<link>http://www.diariodecasal.com.br/posts/revirar-os-erros-do-passado-um-erro-fatal/</link>
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		<pubDate>Wed, 16 Mar 2011 14:08:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mayara Godoy</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
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		<description><![CDATA[Discutir é uma arte &#8211; que poucos dominam. Afirmo isso pois é extremamente difícil se limitar, numa discussão, a expor estritamente os fatos referentes ao assunto, de forma coerente. É grande a tentação de arrumar outros argumentos quaisquer, no intuito de se manter &#8220;na razão&#8221;.
E se já é uma missão quase impossível ser ponderado em qualquer discussão, eleve a complicação à infinitésima potência, para ter a noção de como é difícil resistir a se deixar levar pela emoção quando se argumenta com a pessoa amada.

Pois é. Mas este é um ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Discutir é uma arte &#8211; que poucos dominam. Afirmo isso pois é extremamente difícil se limitar, numa discussão, a expor estritamente os fatos referentes ao assunto, de forma coerente. É grande a tentação de arrumar outros argumentos quaisquer, no intuito de se manter &#8220;na razão&#8221;.</p>
<p>E se já é uma missão quase impossível ser ponderado em qualquer discussão, eleve a complicação à infinitésima potência, para ter a noção de como é difícil resistir a se deixar levar pela emoção quando se argumenta com a pessoa amada.</p>
<p align="center"><img title="53272377" src="http://www.diariodecasal.com.br/wp-content/uploads/2011/03/53272377.jpg" alt="" width="520" height="375" /></p>
<p>Pois é. Mas este é um erro gravíssimo. Fatal, eu diria. Nesses rompantes de falta de bom senso, de querer ter razão a qualquer custo, muitas vezes acaba-se desenterrando assuntos que deveriam estar, literalmente, mortos.</p>
<p>O que geralmente não se percebe é o quanto isso é prejudicial. Pois, se o outro cometeu um erro no passado, e vocês conversaram, se acertaram, você disse que perdoava&#8230; qual o sentido em resgatar o assunto?</p>
<p>Por que sofrer novamente por algo que, em tese, já estava resolvido? O que acontece, muitas vezes, é que a parte &#8220;ofendida&#8221; volta ao assunto por não ter superado o problema de fato. Na hora, você disse que estava tudo bem, só para acabar com a discussão, mas o assunto continuou martelando na sua cabeça, não é?</p>
<p>Isso é um grande problema, pois significa que todas as brigas entre o casal não se resolveram, ficaram apenas em <em>standby</em>, porém se acumulando.</p>
<p>Ainda que o intuito, quando se faz isso, não seja ferir o outro, acredite, você ferirá. Afinal, ninguém gosta de ser &#8220;julgado&#8221; novamente por um erro que cometeu num passado distante, e pelo qual já sofreu as consequências. Não é certo, não é agradável e não é justo.</p>
<p>Esse hábito, acredite, não ajuda em nada. Só piora a situação, pois intensifica a discussão, reacende antigas mágoas e afasta ainda mais a possibilidade da reconciliação.</p>
<p>Por isso, é só com tempo e lágrimas que se aprende a difícil arte de argumentar sem ofender.</p>
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<p><small>© Mayara Godoy no <a href="http://www.diariodecasal.com.br">Diário de Casal</a>, 2011. |
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		<title>Quando o relacionamento acaba&#8230; o que fazer?</title>
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		<pubDate>Thu, 24 Feb 2011 13:08:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cadu</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Entre os diversos e-mails e comentários que recebemos no Diário de Casal, um chamou em especial a atenção de nossa querida Rose Carreiro, que veio compartilhá-lo com o resto da equipe. Me identifiquei bastante com o relato do Pedro Henrique, e isso me motivou a transformá-lo em um post. O comentário na íntegra que motivou essa resposta você pode ler aqui.
Acredito que existam muitos homens e mulheres com as mesmas dúvidas e achei válido criar um texto/resposta sobre isso.
Passo pela seguinte situação. Estava noivo há três meses (por vontade inicial ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-medium wp-image-2296" style="border: 0pt none; margin: 3px;" title="Quando acaba" src="http://www.diariodecasal.com.br/wp-content/uploads/2011/02/10173397-198x300.jpg" alt="" width="198" height="300" />Entre os diversos e-mails e comentários que recebemos no Diário de Casal, um chamou em especial a atenção de nossa querida <a href="http://www.twitter.com/rose_carreiro" target="_blank">Rose Carreiro</a>, que veio compartilhá-lo com o resto da equipe. Me identifiquei bastante com o relato do Pedro Henrique, e isso me motivou a transformá-lo em um post. O comentário na íntegra que motivou essa resposta você pode ler <a href="http://www.diariodecasal.com.br/posts/esse-tal-dar-um-tempo-no-namoro-existe/comment-page-1/#comment-4905" target="_blank">aqui</a>.</p>
<p>Acredito que existam muitos homens e mulheres com as mesmas dúvidas e achei válido criar um texto/resposta sobre isso.<em></em></p>
<blockquote><p><em>Passo pela seguinte situação. Estava noivo há três meses (por vontade inicial dela). Tivemos um namoro muito bom, feliz, diferente, sempre com bastante companheirismo e amizade. No entanto, algumas atitudes de minha ex fizeram-me desapontar, como mentiras, etc. Não tolero mentira, mas passei a “mastigá-las” (não engoli-las) em prol de um relacionamento utópico.</em></p></blockquote>
<p>Você conheceu a moça, se envolveram, o relacionamento evoluiu, virou um noivado e claro que nem tudo era uma maravilha, havia problemas como existem em todo relacionamento, você cita a mentira, coisa que você disse não tolerar, mas que aceitou (está notando a falta de coerência?).</p>
<p>Se você tem problemas com um comportamento qualquer do seu companheiro (a) deve analisar duas coisas: a gravidade e a solução. Se esse comportamento é considerado por você como algo leve (deixar a calcinha pendurada no box, largar a toalha em cima da cama, esquecer de carregar o celular), a solução geralmente é mais simples, porque isso é apenas uma irritação, um defeito entre tantos outros que a pessoa pode ter. Aceite e ajude-a a melhorar, é para isso que um relacionamento serve.</p>
<p>Caso o problema seja de uma gravidade maior (problemas com fidelidade, álcool, violência, comportamento imprudente), a solução também envolve ajudar a pessoa a melhorar, mas tem um limite. Quando você aceita essas coisas, você entrega à outra pessoa um documento dizendo “pode cometer esses atos, que considero lastimáveis, sem consequência nenhuma”. Quando você aceitou as primeiras mentiras, abriu uma porta difícil de fechar.</p>
<blockquote><p><em>Há duas semanas, brigamos feio, trocamos farpas e chegamos a nos ofender. Ela, pela primeira vez, pediu um tempo na nossa relação. Fiquei desesperado e comecei a me humilhar. Senti-me rejeitado! Ela não me procurava, tirou a aliança de noivado no primeiro dia e passou a viver como solteira. Enquanto isso, eu, me rastejando, me humilhando. Ora ela dizia me amar, ora não! Ora dizia querer ficar comigo, ora não! </em></p></blockquote>
<p>Dar um tempo! Essa é uma expressão que eu não compreendo e não recomendo ser aplicada. Quando você está “<a href="http://www.diariodecasal.com.br/posts/esse-tal-dar-um-tempo-no-namoro-existe/" target="_blank">dando um tempo</a>”, terminou o relacionamento ou não? Pode sair pegando geral? Ainda deve satisfações? Você nunca tem certeza dessas perguntas, é uma situação indefinida, e situações indefinidas em relacionamentos são um ótimo ingrediente para problemas.</p>
<p>A sua reação foi se desesperar. Conhece alguém que falou “nossa, ainda bem que me desesperei, isso resolveu a situação”?. Entendo que você ficou com medo de perdê-la, e daí veio o seu desespero, o que é perfeitamente aceitável, e nesse desespero você se humilhou, implorou, fez promessas e concessões. Não pense que é uma critica. Quem nunca fez isso atire a primeira pedra de misericórdia.</p>
<p>Mas, tudo bem, porque tendo essa reação você evitou que ela fosse embora, você não perdeu seu amor, certo? <strong>Errado</strong>! Você já a havia perdido antes mesmo de ela pedir um tempo. Não sou dono da verdade, mas pedir um tempo é um jeito de dizer “quero terminar, mas não quero sofrer nem fazer você sofrer diretamente”. Infelizmente, todo término gera sofrimento, seja terminando de uma vez, ou prolongando com o “dar um tempo”.</p>
<blockquote><p><em>Terça-feira da semana passada ela me enviou um e-mail dizendo que tudo estava acabado. Desesperei-me, liguei e busquei-a no serviço. Ela chorou, disse que ainda me amava, mas estava confusa. </em></p>
<p><em>Fomos para o motel e transamos feito loucos! Foi deliciosamente perfeito! Ela me chamou de amor e sugeriu para que ficássemos sem compromisso, a fim de tentar reaver nossa paixão. Eu a amo demais e estava cego! No dia seguinte, acordei muito feliz e com a certeza de que tudo daria certo! </em></p></blockquote>
<p>Vamos por um momento pensar que o “dar um tempo” é para avaliar a situação. Ela avaliou e terminou com você, por e-mail. Espera aí, por e-mail. No mínimo, falta de polidez dela.</p>
<p>Sua reação: desespero de novo!</p>
<p>Mas terminou bem, afinal vocês terminaram no motel. Ufa! Que alívio! Tudo vai terminar bem, ela falou que me ama!</p>
<p>Estimado leitor, eu aprendi da pior maneira algo muito importante sobre o amor. Já te falaram que o amor é a maior força do universo, um sentimento puro e bom, que o amor supera todos os obstáculos? Bem, infelizmente, está aqui alguém para dizer-lhe que mentiram para você, mentiram para todo mundo. O amor não é nada disso. Ele só tem todos esses atributos e superpoderes se for combinado com outros elementos, entre eles: amizade, cumplicidade, amor próprio, respeito.</p>
<p>“Então por que ela foi para a cama comigo de novo?” É comum casais que no dia a dia brigam constantemente e na cama se dão bem. Infelizmente, na escala de ingredientes necessários para o amor sobreviver, sexo não está em uma escala tão alta assim.</p>
<blockquote><p><em>Ela trabalha perto, então a trouxe comigo (como antes). Conversamos, rimos, mas ela mostrou-se novamente fria. Durante o dia, não me ligou, tampouco trocou e-mail comigo. </em></p>
<p><em>Comecei a puxar assunto e ela respondeu friamente. Perguntei se ela gostaria de sair comigo no final de semana, e ela respondeu que “não, pois vou conhecer uma balada com casa de swing”. Aquilo me chocou! Pedi-a para que não fosse, em respeito a mim, e as respostas eram sempre da mesma forma fria e cruel: “Eu vou porque eu quero. Você não tem nada a ver com a minha vida. É apenas mais um ficante…”.</em></p>
<p><em>Como ela pode brincar comigo de tal forma? Novamente meu chão se abriu e o céu desabou. Ela tirou o sorriso de meu rosto, me tirou a vontade de ser feliz! Fez-me sentir o pior dos piores, enquanto jurava em falso amor eterno. Não durmo direito há duas semanas, mal me alimento, não penso em outra coisa a não ser nela, e o pior, isso me prejudicou profissionalmente, pois quase perdi meu emprego devido à queda no meu rendimento.</em></p></blockquote>
<p>Você disse que ela foi fria e cruel ao afirmar que ia a uma casa de swing, e nesse ponto talvez você me ache tão cruel quanto ela. Você não tinha esse direito mesmo! Ainda não estava claro o suficiente que o relacionamento de vocês havia terminado?</p>
<blockquote><p><em>Mesmo com tudo, eu ainda a AMO demais, sinto uma saudade que não cabe em meu peito, e minha vontade era correr, abraçá-la, beijá-la e viver ao seu lado, sempre! Mas, por outro lado, penso que, se eu fizesse isso, passaria por cima dos meus valores, do meu orgulho, dos meus princípios, da vontade da minha família, etc.</em></p>
<p><em>É complicado! Quando brincam com o sentimento mais verdadeiro e puro que você possui, é muito doloroso! Como alguém que acordava comigo todos os finais de semana, jurava amor, me preparou uma festa surpresa de aniversário (há menos de dois meses) pode ter feito tudo isso? Como alguém que jurou fidelidade e amor eterno pode me derrubar desta forma?</em></p></blockquote>
<p>Claro que você sente falta dela, você teve bons momentos e a ama. Mas tenho algumas perguntas para fazer a você que devem te ajudar a refletir:</p>
<p>A quem você ama mais? A ela ou a você mesmo?</p>
<p>Você acha que ainda restam confiança e respeito depois de tudo?</p>
<p>Suas lembranças dos últimos seis meses com essa pessoa somam mais momentos bons ou momentos de dor?</p>
<p>Você não deve lutar por aquilo que não está mais em suas mãos, isso é impossível. O que você pode fazer é lutar para reconquistar aquilo que perdeu. Mas antes você precisa avaliar se vale a pena.</p>
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<p><small>© Cadu no <a href="http://www.diariodecasal.com.br">Diário de Casal</a>, 2011. |
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</small></p>]]></content:encoded>
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		<title>Cabelo curto? Argh!</title>
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		<pubDate>Mon, 31 Jan 2011 16:24:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rose Carreiro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Coisas dela]]></category>

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		<description><![CDATA[Essa não é a minha opinião, mas é a do meu noivorido, e da maioria dos homens que conheço.
Desde os primórdios, nós, mulheres, estamos cabeludas carecas de saber que os homens nos preferem com aquelas longas cabeleiras. Mas eu, que sou rebelde sem causa, ovelha negra e outros adjetivos similares, tesouro as minhas madeixas faz tempo. Porém, em minha última peripécia capilar, a cabeleireira se empolgou e navalhou meus cabelos até a orelha, o que fez com que meu noivorido tivesse um ataque de pelanca e torcesse o nariz pra mim ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Essa não é a minha opinião, mas é a do meu noivorido, e da maioria dos homens que conheço.<a href="http://www.diariodecasal.com.br/wp-content/uploads/2011/01/loira.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-2150" style="border: 0pt none; margin: 3px;" title="loira" src="http://www.diariodecasal.com.br/wp-content/uploads/2011/01/loira-300x199.jpg" alt="" width="240" height="159" /></a></p>
<p>Desde os primórdios, nós, mulheres, estamos <span style="text-decoration: line-through;">cabeludas</span> carecas de saber que os homens nos preferem com aquelas longas cabeleiras. Mas eu, que sou rebelde sem causa, ovelha negra e outros adjetivos similares, tesouro as minhas madeixas faz tempo. Porém, em minha última <a href="http://rosearosa.blogspot.com/2011/01/chegou-dezembro-o-calor-e-seguindo.html">peripécia capilar</a>, a cabeleireira se empolgou e navalhou meus cabelos até a orelha, o que fez com que meu noivorido tivesse um ataque de pelanca e torcesse o nariz pra mim por semanas.</p>
<p>Diante disso, e da constatação que um penteado pode azedar seu relacionamento &#8211; mesmo que por poucos minutos -, eu e <a href="http://www.twitter.com/mayara_godoy">Mayara Godoy</a> fomos à Interweb pra arrancar as opiniões masculinas de homens que preferem também as longas madeixas, na tentativa de justificar os litros de shampoo e condicionador, as horas gastas no salão e as escovas cada vez mais  <span style="text-decoration: line-through;">caras</span> ecléticas que andam circundando nossas cabeças:</p>
<p>Com a palavra, <a href="http://twitter.com/#!/taviooo" target="_blank">@taviooo</a>, paulistano, programador viciado em PS3 que garante conhecer o ponto G:</p>
<blockquote><p>&#8220;Acho sexy cabelo comprido. Quando olho pra uma mina de cabelo comprido, acho ela mais gostosa do que quando tava de cabelo curto. E quando ela aparece de cabelo e fala &#8220;OLHA, CORTEEEEEIIII&#8221; eu penso &#8220;meh&#8221;e e começo a tentar lembrar onde eu parei no Mass Effect 2 e quando vou poder continuar a jogar&#8221;.</p></blockquote>
<p><a href="http://twitter.com/#!/cadunoimproviso" target="_blank">@CaduNoImproviso</a>, nosso blogueiro, programador e candidato a Carlinhos de Jesus:</p>
<blockquote><p>&#8220;Cabelo demais atrapalha. Saí uma vez com uma menina que tinha cabelo na cintura, lindo, bem cuidado, cheiroso, mas tipo, enroscava o tempo todo&#8230;mas quanto à preferencia por comprimento, nunca pensei nisso. Acabo pensando mais em cheiro, cabelo cheiroso, se tá bonito&#8230;&#8221;</p></blockquote>
<p><a href="http://twitter.com/#!/uelramon" target="_blank">@uelramon</a>, relações públicas:</p>
<blockquote><p>&#8220;Cabelo? Comprido. Por quê? Porque é mais feminino&#8230;porque homem geralmente já tem cabelo curto, isso diferencia. Cabelo de mulher é bem cuidado, cheiroso, macio&#8230;e homem que é homem gosta de tudo isso!!&#8221;</p></blockquote>
<p>Luis Gustavo, estudante, estagiário e metido a escritor:</p>
<blockquote><p>&#8220;Minha opinião agora, hein?Mulher de cabelo comprido demonstra interesse em passar um tempo se cuidando, já que cabelo curto não exige tanto trabalho. Além do que, dependendo de como a mulher faz, o cabelo comprido faz com que evidencie as costas e o rosto&#8230;ha, e ­porque eu piro em cabelos compridos.&#8221;</p></blockquote>
<p><a href="http://www.twitter.com/mboitata">@mboitata</a>, meu marido, designer gráfico, ilustrador e platinado em Red Dead Redemption:</p>
<blockquote><p>&#8220;Desde pequeno, aprendi que mulher tem cabelo grande e homem tem cabelo curto.Cabelo curto é coisa de homem e de mulher velha.&#8221;</p></blockquote>
<p>Como nada pode ser generalizado, tem pra todo gosto. Alguns ficam nos médios:</p>
<p><a href="http://twitter.com/#!/anthrax85" target="_blank">@anthrax85</a>, <span style="text-decoration: line-through;">o menino da informática</span> analista de TI, vocalista e baixista em duas bandas de rock:</p>
<blockquote><p>&#8220;Cabelo? Médio. Muito comprido parece uma crente, e muito curto parece lésbica. E, não deixem criar muito volume, tipo black power ou Maria Bethania.Se for cacheado, que seja um cacheado normal. E se for liso, que seja normal também.&#8221;</p></blockquote>
<p>E, claro, pelo menos UM dos entrevistados simpatiza com a minoria da qual faço parte, os curtinhos:<a href="http://www.diariodecasal.com.br/wp-content/uploads/2011/01/curto.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-2151" style="border: 0pt none; margin: 3px;" title="curto" src="http://www.diariodecasal.com.br/wp-content/uploads/2011/01/curto-300x200.jpg" alt="" width="240" height="160" /></a></p>
<p><a href="http://www.twitter.com/billieblade">@billieblade</a>, blogueiro do <a href="http://cervejacomogros.com.br/">Cerveja com Ogros</a>:</p>
<blockquote><p>&#8220;Primeiro que eu gosto de mulheres com rosto bonito, e muitas escondem o rosto sob o cabelo. Acho que o cabelo curto destaca o rosto e a beleza em geral é muito mais sexy, cabelo curto da uma sensação de aventura creio eu, de que a pessoa tem energia. E o cabelo curto não esconde o pescoço, que também é uma área extremamente interessante e importante. O pescoço é relacionado a sexo e preliminares, é uma área de contato muito forte, pequenos beijos e mordidas, às vezes algo até mais simples. E nunca fui fã de ficar mastigando cabelo&#8230;O cabelo curto tem um gosto de aventura, e ele destaca áreas que eu aprecio muito.&#8221;</p></blockquote>
<p>Cá entre nós, cabelo curto é mais prático e ajuda um monte no verão, sem contar que dá essa cara de &#8220;ousadia&#8221;. Mas é claro que não dá pra abusar (mesmo com muuuita vontade de tosar de novo), sabendo que o marido não curte. Eu, pelo menos, deixei a barbinha de molho e vou passar longe do cabeleireiro por uns tempos&#8230;</p>
<p>E você, mulher <em>muderrrrna</em> e doida por uma tesoura, se importa com opinião masculina na hora de escolher o corte?</p>
<p>Meninos, cabelo: curto ou comprido? A preferência é de vocês.</p>
<hr />
<p><small>© Rose Carreiro no <a href="http://www.diariodecasal.com.br">Diário de Casal</a>, 2011. |
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		<title>2.0 &#8211; Amores Possíveis</title>
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		<pubDate>Thu, 27 Jan 2011 13:11:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rose Carreiro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Amor]]></category>
		<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Histórias]]></category>
		<category><![CDATA[Relacionamento]]></category>

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		<description><![CDATA[A maioria das pessoas com quem me relacionei no período pós namoro-de-cinquenta-anos-que-não-deu-em-nada eu conheci pela Internet &#8211; sempre com a mesma fórmula:  MSN, conversa vai, conversa vem, encontro marcado e sim ou não. E chegou a acontecer de eu conhecer gente de outras cidades, e até estados, como o @mboitata. Foi por este moreno alto e barbudo que me apaixonei a ponto de largar a solteirice eterna e virar parte de um casal. Um casal 2.0, diriam os geeks, com namoro virtual, contas de telefone com valores exorbitantes, viagens mensais ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A maioria das pessoas com quem me relacionei no período pós <em>namoro-de-cinquenta-anos-que-não-deu-em-nada</em> eu conheci pela Internet &#8211; sempre com a mesma fórmula:  MSN, conversa vai, conversa vem, encontro marcado e sim ou não. E chegou a acontecer de eu conhecer gente de outras cidades, e até estados, como o <a href="http://www.twitter.com/mboitata">@mboitata</a>. Foi por este moreno alto e barbudo que me apaixonei a ponto de largar a solteirice <span style="text-decoration: line-through;">eterna</span> e virar parte de um casal. Um casal 2.0, diriam os geeks, com namoro virtual, contas de telefone com valores exorbitantes, viagens mensais e, enfim, com a hora de decidir se vai ou racha. Eu vim.</p>
<p>O nosso engajamento romântico se deu assim: seguíamos um ao outro no Twitter , ele passou a comentar alguns posts do meu blog pessoal, eu <span style="text-decoration: line-through;">oferecida</span> mandei pra ele uma DM: <em>MSN?</em> e daí a gente começou a se falar. Nem rolava nada, a gente conversava blogs, trabalho, música, sotaque (eu, do Rio de Janeiro, ele, do Paraná). Mas com o tempo as coisas mudaram, e foram alguns meses até que a gente resolvesse se encontrar – e ter certeza de que era aquilo mesmo. Namoramos por cinco meses mais longe do que perto, até que ele fez pressão e eu cedi: vim-me embora pra Londrina. De lá pra cá, estamos noivos há um ano e moramos juntos desde então. Foi um caminho deu certo pra gente. E pra quem não entendeu, o <a href="http://www.mboitata.wordpress.com/">MBoitata</a> &#8220;desenhou&#8221;:</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.diariodecasal.com.br/wp-content/uploads/2011/01/info1.jpg" target="_blank"><img class="aligncenter size-medium wp-image-2126" title="Info gráfico do amor" src="http://www.diariodecasal.com.br/wp-content/uploads/2011/01/info1.jpg" alt="" width="100%" /></a></p>
<p style="text-align: center;">﻿</p>
<p>Esse seria um caso extraordiáriose já não fosse tão corriqueiro atualmente. Como eu havia dito, esse “formato” de relacionamento hoje é comum. Pra provar o que afirmo,  estão aí alguns exemplos: <a href="http://www.twitter.com/JoiceViana">@JoiceViana</a> e <a href="http://www.twitter.com/tucori">@tucori</a>, que fizeram a mesma coisa – ela foi pra Sampa, como já contado <a href="http://www.diariodecasal.com.br/posts/romance-2-0/">aqui</a> – um pouco antes de mim; <a href="http://www.twitter.com/diogobatalha">@diogobatalha</a>, <a href="http://www.diariodecasal.com.br/posts/o-dia-em-que-perdi-meu-coracao-parte-1/">que esperou não sei quantos anos </a>pra se encontrar com sua amada amante; <a href="http://www.twitter.com/leoluz">@leoluz</a>, que pediu a <a href="http://www.twitter.com/deeercy">@Deeercy</a> em casamento via blog, e conta um pouco de seu romance no relato a seguir:</p>
<blockquote><p>&#8220;Eu e a @<a href="http://www.twitter.com/deeercy">Deeercy</a> nos conhecemos, por incrível que pareça, fora da internet. Foi na casa de um amigo meu, o Leonardo (A.K.A. <a href="http://www.twitter.com/microcontoscos">@microcontoscos</a>). Ela era de Caxias do Sul e estava passando um fim de semana no Rio. Nos conhecemos, na semana seguinte ela voltou, ficamos a primeira vez, e a partir daí ela veio mais duas vezes me ver. Começamos a namorar e, alguns meses depois, a pedi em casamento através do meu blog. Ela aceitou e veio morar comigo aqui no Rio. E hoje estamos juntos, como um casal normal que se conheceu na fila do banco ou em alguma festinha.&#8221;</p></blockquote>
<p>Se você pensa que, por estar aqui dando pitacos a respeito do assunto, eu sei dizer por que isso funciona, <strong>eu não sei</strong>. Não sei se é porque, como não há muita presença física, existe muito mais diálogo &#8211; fundamental pra qualquer coisa que envolva mais de um cérebro dar certo; ou se a gente tem que queimar a mufa muito antes de decidir mudar a vida toda por outra pessoa e o faz tendo certeza do que quer; ou se quando o amor é pra ser, ele dá um jeito.</p>
<p>Besta seria esta que vos escrevesse se dissesse que depois disso, tudo é amor de ladinho e soneca com abraço de conchinha. Apesar de simples, essa fórmula não é fácil de ser levada adiante, há de ter estômago, paciência, muito relaxante muscular e uma infalível banda larga.</p>
<p>Nem sempre esse amor dá certo, e às vezes há outros motivos que impedem o final feliz, porque a vida é assim mesmo, dá e tira sem mudar de roupa. Mesmo assim, cá estou eu pra garantir: enquanto dura e nos faz felizes, vale o esforço.</p>
<hr />
<p><small>© Rose Carreiro no <a href="http://www.diariodecasal.com.br">Diário de Casal</a>, 2011. |
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		<title>Amor x Carreira. A balança que a vida não equilibra.</title>
		<link>http://www.diariodecasal.com.br/posts/amor-x-carreira-a-balanca-que-a-vida-nao-equilibra/</link>
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		<pubDate>Thu, 20 Jan 2011 12:49:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Diogo Batalha</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[balança]]></category>
		<category><![CDATA[Casamento]]></category>
		<category><![CDATA[Como equilibrar a carreira com amor]]></category>
		<category><![CDATA[dinheiro]]></category>
		<category><![CDATA[namorada]]></category>
		<category><![CDATA[namorado]]></category>
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		<description><![CDATA[Esse é provavelmente o post mais pessoal que eu já fiz para o Diário de Casal.
A verdade é que esse é até um tema difícil de se tratar por causa das muitas variáveis e pontos de vista, mas eu escolhi tratar do ponto de vista que rege e guia a vida da maioria das pessoas que não podem ter tudo: as escolhas.
É triste, mas elas existem e, na maioria das vezes, as mais importantes não são fáceis e geram consequências para qualquer um dos lados escolhidos.


Eu diria que uma das ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Esse é provavelmente o post mais pessoal que eu já fiz para o Diário de Casal.</p>
<p>A verdade é que esse é até um tema difícil de se tratar por causa das muitas variáveis e pontos de vista, mas eu escolhi tratar do ponto de vista que rege e guia a vida da maioria das pessoas que não podem ter tudo: as escolhas.</p>
<p>É triste, mas elas existem e, na maioria das vezes, as mais importantes não são fáceis e geram consequências para qualquer um dos lados escolhidos.</p>
<p><a href="http://www.diariodecasal.com.br/wp-content/uploads/2011/01/5077645386_8415479eb9_o.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-2083" src="http://www.diariodecasal.com.br/wp-content/uploads/2011/01/5077645386_8415479eb9_o.jpg" alt="" width="520" height="323" /></a></p>
<p><span id="more-2082"></span></p>
<p>Eu diria que uma das questões muito comuns quando se é um casal é tentar conciliar carreira e amor ao mesmo tempo. Se não é o ponto mais difícil de um relacionamento, é um dos mais difíceis.</p>
<p>Falo por exeperiência própria. Já contei aqui no DDC <a href="http://www.diariodecasal.com.br/posts/o-dia-em-que-perdi-meu-coracao-parte-1/">como conheci a minha guria</a> (agora ex, talvez&#8230; quem sabe) e como precisei mudar de cidade para ficar mais perto dela, até ela conseguir mudar para Porto Alegre e vivermos felizes para sempre.</p>
<p>O problema é quando na sua profissão existe um grande polo de mercado, que fica na maior cidade do país. E aí calha de uma das maiores empresas do seu ramo, aquela que te inspirou a começar na profissão e única no Brasil a ser eleita quatro vezes a melhor do mundo na sua área, te chama para trabalhar lá. É aí que chegamos na encruzilhada: como proceder?</p>
<p>Se fosse olhar pela lógica, a lógica seria aceitar sem temer. Explico: imagine você, querido(a) leitor(a), como estará daqui a 15 anos. Você se imagina ainda trabalhando na sua profissão? E ainda se imaginando com a mesma pessoa ao seu lado?</p>
<p>Logicamente, é mais provável a primeira opção do que a segunda. Então seria como se, na prática, você já estivesse casado com a sua profissão, pois vai seguir com ela o resto da sua vida. Poderia até mesmo dar como exemplo os meus pais, que ficaram 18 anos juntos. Então, minha mãe decidiu se aposentar mais cedo para cuidar melhor dos filhos e, tempos depois, meu pai se separou dela e, hoje, ela ganha menos do que poderia estar ganhando se continuasse trabalhando.</p>
<p>Porém, o amor não tem lógica. Se tivesse, ninguém estaria junto. Ser um casal dá trabalho. É ter que estar sempre lá pelo outro é ter que aguentar muitas comissões de inquérito. Mas o sentimento de querer estar junto supera tudo isso.</p>
<p>Mas, voltando à empresa de quatro parágrafos atrás. Ela me chamou, e eu vim passar 3 meses em São Paulo com a ideia de fazer um bom currículo e voltar para Porto Alegre em um status melhor. Porém, eles me quiseram por mais tempo e ela já não tinha a certeza de ir morar em Porto Alegre. É aí que a porca torce o rabo.</p>
<p>Próxima escolha: (a) Ir e esperar?  (b) Ficar e esperar? (c) Esperar e decidir? Decidi ficar e esperar.</p>
<p>Bem, acontece que um relacionamento é uma via de mão dupla e quando algo muda, tudo muda. “A vida é assim. As escolhas que a gente faz definem o que a gente vai ter” &#8211; É o que ela me disse. Eu mudar para São Paulo deu mais dor de cabeça (principalmente para ela) que resoluções. Agora, se não for para ficar junto, no memso teto, não vamos ficar juntos de maneira nenhuma. Ela cansou. E eu compreendo.</p>
<p><a href="http://www.diariodecasal.com.br/wp-content/uploads/2011/01/4619647918_ca21d1fca7_o.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-2085" src="http://www.diariodecasal.com.br/wp-content/uploads/2011/01/4619647918_ca21d1fca7_o.jpg" alt="" width="520" height="343" /></a></p>
<p>Mas, já que usamos meus pais como exemplo, vamos pegar como exemplo os pais dela. Eles são casados desde os 18 e 19 anos, construiram uma família juntos (da qual nasceu uma filha loira linda, diga-se de passagem) mas hoje, vivem separados. Mas calma. Não se divorciaram. A mãe dela foi promovida a gerente numa agência de uma cidade vizinha, o que implica em que ela só volte para casa aos finais de semana.</p>
<p>Eu trocaria todos os dias da minha vida ao lado de outra garota para ficar apenas os finais de semana com ela. (da minha ex, não a mãe dela :p) Mas para ela, isso não é o bastante. O que é justo. Os pais dela passaram quase 25 anos juntos antes de terem se separado. Nós não passamos nenhum.</p>
<p>“Eu te amo, mas só amar não é o bastante.” Bem, hoje estamos separados. Ela ficou em primeiro lugar na Federal de Santa Maria, no interior do RS, o que inviabiliza bastante nossa situação.</p>
<p>Já o resultado do vestibular de Porto Alegre sai dia 24. O que nos deixaria a apenas um avião de distancia&#8230; nos finais de semana.</p>
<p>Talvez eu tenha sido egoísta. Eu cada vez penso mais que sim, mas não tenho certeza também. Namorar assim, sem poder ficar sempre perto fisicamente ou ter certeza de nada&#8230; É quase que efêmero.</p>
<p>Mas, três anos não são três dias. “Me ama o suficiente para entender que eu tô cansada de um relacionamento a distância?” &#8211; Ela me perguntou. É preciso amar muito uma pessoa para poder deixá-la ir&#8230; se ela quiser ir.</p>
<p><a href="http://www.diariodecasal.com.br/wp-content/uploads/2011/01/4514868350_7b0229f7fe_o.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-2084" src="http://www.diariodecasal.com.br/wp-content/uploads/2011/01/4514868350_7b0229f7fe_o.jpg" alt="" width="520" height="340" /></a></p>
<p>Sei que esse post ficou grande. Mas é um assunto tão complexo que não há como tratar em curtas linhas disléxicas. Esse é só um ponto de vista sobre como é a relação amor x carreira e as influências que elas podem ter.</p>
<p>Espero que essa experiência possa ajudar quem passe pela mesma situação. É uma escolha como várias outras. Mas de um lado você sempre vai perder e correr riscos.</p>
<p>Pra mim, acabou dessa forma. Ou não. Mas isso, quem vai dizer é o futuro. E logo em breve ele virá.</p>
<p>Na vida, não se pode ter tudo. É isso que faz dela uma máquina cruel. Isso é tudo o que eu tenho a dizer sobre isso.</p>
<p><em>(As tiras desse post são criações de <a href="http://10paezinhos.blog.uol.com.br" target="_blank">Bá e Moon</a>)</em></p>
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<p><small>© Diogo Batalha no <a href="http://www.diariodecasal.com.br">Diário de Casal</a>, 2011. |
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