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	<title>Diário de Casal &#187; Crônicas</title>
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		<title>Diário de Casal &#187; Crônicas</title>
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		<title>A caixa</title>
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		<pubDate>Thu, 22 Sep 2011 11:27:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ele / Ela</dc:creator>
				<category><![CDATA[Coisas dela]]></category>
		<category><![CDATA[Crônicas]]></category>

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		<description><![CDATA[Por: Janaina*
Como todo conto de garota romântica (embora não assumida), quero começar essa história assim, com um &#8216;era uma vez&#8217;&#8230; Então, &#8220;Era uma vez uma caixa. E eu&#8221;.
Mas tá, qual o sentido disso? Zilhões de caixas, bilhões de meninas. Que diferença faz? Calma&#8230; A diferença está na interpretação que você terá sobre o amor depois de ler&#8230;
Era uma vez um &#8220;Eu&#8221; que amava, se entregava e olhava além do que o horizonte permitia. Romanceava, palpitava o coração a cada suspiro e pensamento em um inexistente &#8220;nós&#8221;. Devo admitir que ainda ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Por: <strong>Janaina*</strong></em></p>
<p>Como todo conto de garota romântica (embora não assumida), quero começar essa história assim, com um &#8216;era uma vez&#8217;&#8230; Então, &#8220;Era uma vez uma caixa. E eu&#8221;.</p>
<p>Mas tá, qual o sentido disso? Zilhões de caixas, bilhões de meninas. Que diferença faz? Calma&#8230; A diferença está na interpretação que você terá sobre o amor depois de ler&#8230;</p>
<p>Era uma vez um &#8220;Eu&#8221; que amava, se entregava e olhava além do que o horizonte permitia. Romanceava, palpitava o coração a cada suspiro e pensamento em um inexistente &#8220;nós&#8221;. Devo admitir que ainda palpita, mas não faz mais diferença hoje. Para entenderem o porquê, a caixa virá mais para frente no texto. É necessário, antes, compreender o &#8220;nós&#8221; que um dia me ensinou sobre felicidade.</p>
<p>&#8220;<em>Todo e qualquer olhar trocado: confidente. Cada abraço de saudade: interminável. Beijos roubados: necessários. (&#8230;) E quando estavam juntos, tudo parecia dar certo, mesmo que demorasse um pouquinho, ainda assim era mais gostoso esperar de mãos dadas e conversando amenidades. Pouco tempo, mas bom tempo. Românticos, divertidos, diferentes, parceiros, era o relacionamento quase perfeito (A perfeição é muito chata)&#8230;</em>”</p>
<p>Precisaria de um livro para complementar cada detalhe do que aprendemos, crescemos, rimos, lutamos e amamos juntos&#8230; E começou assim, naturalmente, o primeiro homem pelo qual me apaixonei de verdade e amei intensamente, o único que conquistei sendo o que era e o único capaz de (ainda hoje) acalmar meu coração e me fazer sorrir por dias com um simples abraço.</p>
<p>&#8220;<em>Mas se há tanto amor, por que tudo no passado?</em>&#8221;</p>
<p>Porque nem mesmo os amores (im)perfeitos são eternos! E num relacionamento passível de erros como todos os outros existentes no mundo, o nosso também era. Eu, como toda mulher, insensível às vezes às próprias falhas e distrações; ele, como todo homem, irredutível quanto às inseguranças e roendo cada dificuldade ou chateação sozinho.</p>
<p>A culpa mútua, inadmissível para ambos os lados, a teimosia e o famoso &#8220;empurrar até onde dá&#8221; massacraram a maior obra de arte, meu maior orgulho, a história de amor que daria um filme: terminou.</p>
<p>Depois de 5 relacionamentos falhos, cansei. Fechei-me&#8230; E a caixa apareceu&#8230;</p>
<p>Entre lágrimas e insônia, ofensas mentais e às vezes verbais, peguei todo meu sentimento, paixão, capacidade de amar, e coloquei dentro dessa caixa&#8230; Na minha mente ela se parece com um baú, semelhante a um freezer bem grande, para caberem todos os detalhes e lembranças felizes que mantive desse último relacionamento. Mas ela é só uma caixa (que parece um baú-freezer).</p>
<p>Lá dentro estão nossos sorrisos, o dia em que ele riu a primeira vez, o nosso primeiro beijo, como eu fiquei feliz em vê-lo depois de meses só conversando pela internet&#8230; Estão nossos desenhos, nossos e-mails trocados, a evolução de um menino metaleiro para um homem romântico e companheiro&#8230; Estão também as noites em claro olhando nos olhos, lábios colados e corpos flutuantes no nosso mundo de fogo! Estão os planos, as ideias, a força que tínhamos juntos&#8230; Estão nossas tristezas, decepções, pequenos trechos sofríveis para relembrar como juntos éramos insuperáveis.</p>
<p align="center"><img src="http://www.diariodecasal.com.br/wp-content/uploads/2011/09/caixasentimentos.jpg" alt="Caixa de sentimentos" /><br />
<em>Ela poderia ser bonita assim, se fosse algo físico!</em></p>
<p>Fechei-a, mas não selei ou joguei no mar do esquecimento (como muitos aconselharam). E quando fiz isso, percebi que tornei-me insensível para o amor e ao romance, que embora eu me esforce em tentar, não consigo&#8230; Não vejo perspectiva, virei uma pedrinha por dentro, mesmo fazendo bem para as pessoas, isso nem sempre faz bem para mim!</p>
<p>Quantos (as) não me chamaram de idiota, disseram para esquecer (incluindo meu ex)? Acredito que muitas pessoas tenham sua caixa-freezer por aí, para esfriar aqueles sentimentos e lembranças que insistem no reaparecimento&#8230; E muitos me crucificarão por escrever tudo isso.</p>
<p>Mas no meu mundinho interior, o amor é uma coisa simples demais, que o mundo comum que vivemos complica, massacra, corrompe. O amor, para mim, espera, sorri com a felicidade do outro sem necessariamente um sentimento de posse agregado&#8230;</p>
<p>O amor é aquilo que te acalma num simples abraço e te faz sorrir por dias, é olhar para outra pessoa ocupada e admirar cada traço e detalhe da carinha de concentração&#8230; Amar é sentir o cheiro da pele ao mero pensamento, vai além da posse, do “estamos namorando” ou “terminamos”.</p>
<p>Amor de verdade não termina com relacionamentos&#8230;</p>
<p>Admito para o mundo o quanto ainda é grande esse sentimento, mesmo sabendo que isso pode ser (e é&#8230;) em vão&#8230; Saiba que, enquanto você sorrir, os dias da minha vida farão sentido, quero que você viva, sinta, aproveite e cresça em tudo que puder. Sem promessas ou pedidos&#8230; Eu te amo, sem ressalvas. Amor assim, puro e simples&#8230; No meu coração você será sempre o meu “bê”- de bicoito e de bebê. =)</p>
<hr />
<p><small>© Ele / Ela no <a href="http://www.diariodecasal.com.br">Diário de Casal</a>, 2011. |
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		<title>&#8220;Minha história de amor na internet!&#8221;</title>
		<link>http://www.diariodecasal.com.br/posts/minha-historia-de-amor-na-internet/</link>
		<comments>http://www.diariodecasal.com.br/posts/minha-historia-de-amor-na-internet/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 05 Jul 2011 12:33:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ele / Ela</dc:creator>
				<category><![CDATA[Coisas dela]]></category>
		<category><![CDATA[Crônicas]]></category>

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		<description><![CDATA[Por: Dulce
É meu amor, 30 anos se passaram! E parece que foi ontem que trocamos as primeiras palavras na NET..naquele site de relacionamento em que ambos buscávamos a nossa felicidade. Meio de brincadeira, meio desacreditando, mas fomos.
Alguns pontos discordantes, mas não muitos &#8211; e muitas risadas em comum.
Uma semana de boas risadas e jogos intelectuais.Um convite para o MSN que você disse não dominar bem e não ter sido &#8220;seduzido&#8221; por ele, mas foi, e alguns papos rápidos com algumas &#8220;aulas&#8221; e pronto, mais uma forma de comunicação!
O primeiro telefonema&#8230;e ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Por: <strong>Dulce</strong></em></p>
<p>É meu amor, 30 anos se passaram! E parece que foi ontem que trocamos as primeiras palavras na NET..naquele site de relacionamento em que ambos buscávamos a nossa felicidade. Meio de brincadeira, meio desacreditando, mas fomos.</p>
<p>Alguns pontos discordantes, mas não muitos &#8211; e muitas risadas em comum.</p>
<p>Uma semana de boas risadas e jogos intelectuais.Um convite para o MSN que você disse não dominar bem e não ter sido &#8220;seduzido&#8221; por ele, mas foi, e alguns papos rápidos com algumas &#8220;aulas&#8221; e pronto, mais uma forma de comunicação!</p>
<p>O primeiro telefonema&#8230;e as trocas infinitas de torpedos diários com algumas piadas, frases feitas, citações filosóficas e outras nem tanto&#8230; rs</p>
<p>Um amor se constrói assim? SIIIIIIMMMMMM.</p>
<p align="center"><img src="http://www.diariodecasal.com.br/wp-content/uploads/2011/07/61920.jpg"><br />
<em>Entre bites e bytes!</em></p>
<p>O primeiro encontro presencial&#8230; ah&#8230; o primeiro encontro!!! Dois &#8220;envelhescentes&#8221; na faixa dos 50, mais ansiosos do que adolescentes de 20 anos! O primeiro olhar, as primeiras palavras, um beijo, um abraço, um caminhar nada romântico por um estacionamento de shopping buscando o carro esquecido em qual vaga fora colocado&#8230;rs</p>
<p>Um &#8220;passeio&#8221; cheio de riso com direito a &#8220;mão dada&#8221; e&#8230; e&#8230; nem sei a palavra, mas algo interessante,um misto de surpresa, felicidade, sim: ENCANTAMENTO!!!</p>
<p>Alguns empecilhos, claro, afinal nem tudo são mar de rosas, mas no frigir dos ovos, nada significante, diante de tanta harmonia de pensamentos e propósitos.</p>
<p>Uma história comum. Comum???!!!! Não, a NOSSA HISTÓRIA que seguiu e não se perdeu em 30 anos. Ainda hoje cheia de risos, trocas intelectuais e afetivas, mensagens na NET, torpedos e telefonemas surpresa.</p>
<p>Uma amor se constrói assim? Como há 30 anos digo e repito: SIIIIIIIMMMMMMMM.</p>
<p>Como a milênios se tem dito, a 30 anos, hoje e infinitamente, a frase maior: EU TE AMO! VIVA A TECNOLOGIA AMOROSA!</p>
<blockquote><p>Quer fazer parte do DdC e dividir a sua história com o mundo por aqui? <a href="http://www.diariodecasal.com.br/participe">Saiba como participar</a> e faça parte dessa comunidade cheia de amor!</p></blockquote>
<hr />
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		<title>Quando o relacionamento começa a acabar</title>
		<link>http://www.diariodecasal.com.br/posts/quando-o-relacionamento-comeca-a-acabar/</link>
		<comments>http://www.diariodecasal.com.br/posts/quando-o-relacionamento-comeca-a-acabar/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 30 Jun 2011 16:34:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mayara Godoy</dc:creator>
				<category><![CDATA[Crônicas]]></category>

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		<description><![CDATA[Quando um casal rompe, muitas vezes ficamos chocados, procuramos entender o porquê de um término tão repentino. Mas o que não sabemos – ou sabemos, mas não paramos para analisar – é que um relacionamento começa a acabar muito antes do que se pensa. Ele vai, na maioria dos casos, acabando aos poucos.
São pequenas coisas, que às vezes parecem irrelevantes ou pouco significantes na hora, que vão “matando” a relação. Pequenas coisas, acumuladas, viram grandes coisas. Aí, inevitavelmente, basta “uma gota d&#8217;água para um copo cheio transbordar.”
Por isso que relacionamentos ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Quando um casal rompe, muitas vezes ficamos chocados, procuramos entender o porquê de um término tão repentino. Mas o que não sabemos – ou sabemos, mas não paramos para analisar – é que um relacionamento <strong>começa a acabar</strong> muito antes do que se pensa. Ele vai, na maioria dos casos, <strong>acabando aos poucos</strong>.</p>
<p>São pequenas coisas, que às vezes parecem irrelevantes ou pouco significantes na hora, que vão “matando” a relação. <strong>Pequenas coisas, acumuladas, viram grandes coisas</strong>. Aí, inevitavelmente, basta “uma gota d&#8217;água para um copo cheio transbordar.”</p>
<p>Por isso que relacionamentos desgastados, mas que não terminam numa “grande” briga, são bem menos passíveis de serem reatados do que aqueles que são rompidos num momento de muita raiva. Porque a raiva passa. Já aquela relação que foi acabando aos poucos&#8230; bem, para esta, pouco ou nada sobra para ser resgatado.</p>
<p>Nesse sentido, eu insisto em falar das <strong>pequenas coisas</strong>. Essas, que fazem toda a diferença. Porque um relacionamento começa a acabar, no momento em que o “eu” passa a se sobrepor ao “nós”. A relação começa a morrer quando a paciência acaba por qualquer motivo, e dá lugar às brigas desnecessárias.</p>
<p>O relacionamento vai perdendo força na mesma proporção em que vai desaparecendo o respeito. O fim se aproxima quando aqueles cuidados, o carinho, a gentileza, a vontade de surpreender – tão presentes e marcantes na fase da conquista – são substituídos pela falta de companheirismo, pela desatenção, pela preguiça, pelo comodismo. O que acaba com uma relação não é <strong>uma</strong> briga, é o afastamento lento, porém gradual, do casal. São as discussões sem sentido, reiteradas.</p>
<p>A rotina começa a matar o relacionamento quando atividades que eram para ser prazerosas começam a ser feitas por obrigação – ou quando simplesmente desaparecem. Quando problemas pequenos tomam proporções descabidas e começam a parecer bem maiores que o amor em si. Quando o diálogo perde espaço para a indiferença, atenção: o fim está próximo.</p>
<p><strong>Fiquemos atentos!</strong> O amor, sozinho, não sustenta uma relação, e sequer resiste ao egoísmo, ao descaso diário, ao desleixo, à frieza.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://sledge.boo-box.com/list/page/YW1vciUyQytyZWxhY2lvbmFtZW50byUyQytuYW1vcm9fIyNfYm94XyMjX3RhZ2dpbmctdG9vbC13cF8jI182Njk=-88" class="bbli"><img class="size-full wp-image-2937 alignnone" style="margin: 3px;" title="ab06787.jpg" src="http://www.diariodecasal.com.br/wp-content/uploads/2011/06/AB06787.jpg" alt="" width="512" height="344" /></a></p>
<p>Portanto, defendo: não mate seu relacionamento aos poucos. Não deixe a convivência aplacar o entusiasmo; a intimidade destruir a paixão. Use o tempo e o maior conhecimento do outro a seu favor. Não despreze os pequenos gestos, pois <strong>são as pequenas atitudes que fazem toda a diferença</strong>. Não espere sua relação desmoronar (ainda que lentamente, ainda que não pareça uma avalanche!), para tentar reconstrui-la.</p>
<p>Lembre-se de que o relacionamento é feito do dia-a-dia, e não de grandes eventos. Dê mais atenção aos detalhes. <strong>O segredo da felicidade está na simplicidade!</strong> É minha pequena (e humilde) opinião.</p>
<blockquote><p>Participe do DdC e divida sua história com o mundo! <a href="http://www.diariodecasal.com.br/participe">Saiba como participar</a> e não perca tempo!</p></blockquote>
<hr />
<p><small>© Mayara Godoy no <a href="http://www.diariodecasal.com.br">Diário de Casal</a>, 2011. |
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		</item>
		<item>
		<title>A verdade do amor na internet: relacionamentos 2.0</title>
		<link>http://www.diariodecasal.com.br/posts/a-verdade-do-amor-na-internet-relacionamentos-2-0/</link>
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		<pubDate>Tue, 14 Jun 2011 15:49:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ele / Ela</dc:creator>
				<category><![CDATA[Crônicas]]></category>

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		<description><![CDATA[Por: Marcelo Silva II
E pensar que tudo começou com um tweet aleatório&#8230;
15 de junho chegando, inevitável não ficar com esse sentimento saudosista. Olhar pro lado e ver que, 32 anos depois, a mesma mulher continua do meu lado. Lembra disso, Bia? Passado 3 dias do Dia dos Namorados, nos encontramos pela primeira vez. E tudo começou com um desafio. Mas pra voltar até lá, precisamos refletir um pouco sobre o que somos, o que temos e o que conquistamos.
Que tal começarmos pela nossa última viagem? Sempre tivemos um pouco desse ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Por: <strong>Marcelo Silva II</strong></em></p>
<p>E pensar que tudo começou com um tweet aleatório&#8230;</p>
<p>15 de junho chegando, inevitável não ficar com esse sentimento saudosista. Olhar pro lado e ver que, 32 anos depois, a mesma mulher continua do meu lado. Lembra disso, Bia? Passado 3 dias do <strong>Dia dos Namorados</strong>, nos encontramos pela primeira vez. E tudo começou com um desafio. Mas pra voltar até lá, precisamos refletir um pouco sobre o que somos, o que temos e o que conquistamos.</p>
<p>Que tal começarmos pela nossa última viagem? Sempre tivemos um pouco desse espírito aventureiro, gostávamos de pegar qualquer peça de roupa, jogar na mochila, entrar no carro e partir, sem olhar pra trás. Ta certo que da última vez, tivemos que pedir a um motorista que nos levasse pra praia, mas sabemos que isso não matou a nossa espontaneidade. Percebo que pode passar o tempo que for, eu sempre vou gostar de ver o por do sol ao teu lado. E que belo espetáculo ele nos preparou naquele dia, né?</p>
<p>Obrigatório também pensar na nossa família. Tanto as nossas famílias antes de nos conhecermos como essa família que, apesar das duras batalhas, permaneceu unida e começou com a nossa união. Nossas primeiras conversas sobre o assunto mostravam que queríamos algo parecido: 2 filhos, 4 cachorros, nenhum gato. Hoje temos 3 filhos, 5 netos e parece que aquela força que nos ligou nas primeiras conversas só aumentou, conforme a família crescia. Foi difícil, ninguém jamais disse o contrário, mas conseguimos fazer um bom papel.</p>
<p>Sabe algo que nunca mudou? O brilho dos teus olhos. Bianca, meu grande amor, se eu pudesse explicar o que sinto ao ver a luz dos teus olhos, talvez as pessoas entenderiam as duas coisas: o quanto essa luz me cativa, me ilumina e me faz bem e o quanto o brilho dos teus olhos é algo mágico. E se eu pudesse falar de apenas uma característica, sem dúvida alguma seria disso.</p>
<p align="center"><img src="http://www.diariodecasal.com.br/wp-content/uploads/2011/06/1154981_76283995.jpg" alt="Casal velho"><br />
<em>No futuro, as fotos do passado também serão assim! :P</em></p>
<p>É claro que nem tudo foi um conto de fadas, nunca é. Algumas brigas sem sentido, outras com bons motivos, noites dormindo no sofá e aquela vez, que num acesso total de fúria, eu fugi pro meu canto da paz sem te avisar &#8211; coisa que, se for pensar bem, não me arrependo ainda. Mas sempre tivemos isso, essa explosão de sentimentos, a raiva instantânea que logo dava lugar a mais carinho, mais amor. Acho que se não tivéssemos esse equilíbrio nesse quesito, não teríamos conseguido nunca. Cada explosão, cada briga, cada DR e cada discussão, tudo isso nos trouxe até aqui.</p>
<p>E apesar de todas essas histórias, tem uma coisa que eu nunca vou deixar de sentir prazer ao falar, somente para ver a reação das pessoas. &#8220;<em>Como assim, isso nasceu na internet?! Existe mesmo isso?!</em>&#8220;. Existe, amigo. Existe, nasceu por causa de um único tweet, viveu forte por todos esses anos e mostrou que pouco importa o meio que você conheça alguém, o importante é que seja a pessoa certa. E se foi aquele tweet, que não dizia nada demais &#8211; &#8220;<em>O amor é importante, porra!</em>&#8221; &#8211; que nos fez percorrer esse caminho, imagine se fosse algo mais profundo. E o mais curioso dessa história foi você, que não me conhecia ainda, vir discordar dizendo que o amor sequer existia. Será que hoje você acredita nisso ou já concorda comigo?!</p>
<p>15 de junho de 2043. Um viva a esse tal de Twitter e tudo o que ele proporcionou a minha vida.</p>
<blockquote><p>Gosta de contos e crônicas? Tente se imaginar daqui a 32 anos, com todos os detalhes e como será a sua vida. Se conseguir e sair um texto, <a href="http://www.diariodecasal.com.br/contato">entre em contato</a> e publicaremos por aqui.</p></blockquote>
<hr />
<p><small>© Ele / Ela no <a href="http://www.diariodecasal.com.br">Diário de Casal</a>, 2011. |
<a href="http://www.diariodecasal.com.br/posts/a-verdade-do-amor-na-internet-relacionamentos-2-0/">Permalink</a> |
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</small></p>]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Fim do namoro. Será que tem volta?</title>
		<link>http://www.diariodecasal.com.br/posts/fim-do-namoro-sera-que-tem-volta/</link>
		<comments>http://www.diariodecasal.com.br/posts/fim-do-namoro-sera-que-tem-volta/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 11 Apr 2011 16:24:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Diego Fávero</dc:creator>
				<category><![CDATA[Crônicas]]></category>
		<category><![CDATA[Relacionamento]]></category>
		<category><![CDATA[fim de namoro]]></category>
		<category><![CDATA[término de relacionamento]]></category>

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		<description><![CDATA[Nos últimos meses a quantidade de amigos e amigas que terminaram seus namoros fez com que eu parasse pra pensar e refletir aqui tudo o que eles me relataram. Eu nunca terminei meu namoro, por isso não relatarei algo que &#8220;senti na pele&#8221;; são fatos históricos entre amigos e amigas que tiveram esse desgosto amoroso.

Há duas maneiras de um namoro terminar: o final esperado e o inesperdado. No primeiro, trata-se daquele namoro que já não ia bem há tempos; brigas e mais brigas, falta de entusiasmos, os beijos já não ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Nos últimos meses a quantidade de amigos e amigas que terminaram seus namoros fez com que eu parasse pra pensar e refletir aqui tudo o que eles me relataram. Eu nunca terminei meu namoro, por isso não relatarei algo que &#8220;senti na pele&#8221;; são fatos históricos entre amigos e amigas que tiveram esse desgosto amoroso.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" src="http://rebiscoito.files.wordpress.com/2010/01/coracao-partido.jpg?w=407&amp;h=386" alt="" width="209" height="198" /></p>
<p>Há duas maneiras de um namoro terminar: o final esperado e o inesperdado. No primeiro, trata-se daquele namoro que já não ia bem há tempos; brigas e mais brigas, falta de entusiasmos, os beijos já não eram mais os mesmos e o prazer em estar com àquela pessoa ao seu lado era quase inexistente. É tanta coisa contra &#8220;a favor&#8221; do término que nem sei por que esses casais não terminam ou se acertam logo. Vejo que empurram com a barriga pra sei lá onde.</p>
<p>Já o segundo caso, o mais sofrível, é àquele namoro que tudo parece lindo e maravilho e de repente um dos lados chega e termina &#8220;do nada&#8221;. Esse &#8220;do nada&#8221; entre aspas é pelo fato que um dos lados vai dizer isso. Claro que não foi do nada! Com certeza o cara ou já estava com olhos em outra, ou a garota já não estava mais feliz consigo mesma, ou N razões para esse fim. O problema é o lado que é pego &#8220;de surpresa&#8221; e desaba no chão. Sonhos, planos e promessas vão para o ralo em segundos.</p>
<p><strong>O que fazer?</strong></p>
<p><img style="margin: 5px 5px 5px 5px" src="http://www.diariodecasal.com.br/wp-content/uploads/2011/05/sos_relacionamentos.gif" border="0" alt="SOS Relacionamentos" align="left" />Outro dia uma amiga veio me contar que o namorado terminou com ela porquê estava confuso entre ela e a ex. Nesse caso o melhor que se tem a fazer é ser você mesma, como você sempre foi com ele no tempo em que estiveram juntos. Mostre que você, acima de tudo, é amiga dele e que o amor está ali, guardado. Não se humilhe, não faça escândalos, não tente ir brigar com a ex dele. A ex não tem culpa de nada! Se ele foi atrás dela, o culpado é ele! Não que ele tenha culpa, pois ninguém manda no coração e ele está tentando ser sincero com ele mesmo e com as duas. E pro cara, o melhor é se afastar um tempo das duas e re-pensar o que lhe faz mais feliz. Já diz a velha frase &#8220;o que tiver que ser, será&#8221;. E vai ser.</p>
<p>Nenhum amor é único. Achar que o amor é único é um pensamento de adolescente que namora pela primeira vez. Você pode amar uma, duas, e várias pessoas e no final de todo esse ciclo, você vai saber quem te fez mais feliz nesses amores.</p>
<p>Tá certo, eu sei que terminar um namoro é doído, é terrível, o mundo desaba. Mas passa. Dê tempo ao tempo; continue vivendo as outras partes de sua vida que sempre te fizeram feliz: família, amigos, entreterimento, etc. A vida não pode parar por causa de um amor. Viva!</p>
<p><strong>Será que vale a pena voltar?</strong></p>
<p>Chegou a hora de re-pensar. Tudo o que vocês viveram de alegrias durante o tempo em que estiveram juntos subitraído às brigas e discussões, confiança e causa da separação. Faça uma conta cheio de fórmulas e siga seu coração. Pense: será que vale a pena insistir em algo que já não vinha bem há tempos? Será que se eu mudar em algo e ele também, vamos mudar mesmo? Ou vai ser só no começo?</p>
<p>Acho válido uma conversa pra colocar uma pedra na história. Se o namoro terminou e ficaram dúvidas na sua cabeça, procure, de forma amigável, conversar com ele/ela. Não vá com pedras na mão; não torne essa conversa em troca de faspas. Ali está uma oportunidade de vocês se acertarem e, se você quer mesmo voltar, você terá que fazer esforços de uma mudança comportamental e ele/ela também. E lembre-se: não basta FALAR &#8220;eu vou mudar&#8221;; tem que mudar. É difícil, mas você consegue.</p>
<p>Ah, outro detalhe importante: não marque essa conversa com uma esperança positiva de volta do namoro. Lembre-se: vocês vão apenas conversar! &#8220;O futuro a Deus pertence&#8221;.</p>
<p>Ao longo do término, choro, depressão, angústia e o mundo cinzento vai sumindo a medida em que o tempo passa e, logo seu coração vai estar curado. Quando menos você esperar, o ciclo recomeça e você percebe que está apaixonada(o) por um novo amor.</p>
<p><strong>Você já passou por isso? Como foi? Conte-nos nos comentários abaixo. Sua palavra pode ajudar muita gente que está passando por isso ;)</strong></p>
<blockquote><p>Participar do Diário de Casal agora é mais fácil. Descubra <a href="http://www.diariodecasal.com.br/participe">como participar</a> e, se tiver qualquer dúvida, <a href="http://www.diariodecasal.com.br/contato">entre em contato</a> conosco.</p></blockquote>
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<p><small>© Diego Fávero no <a href="http://www.diariodecasal.com.br">Diário de Casal</a>, 2011. |
<a href="http://www.diariodecasal.com.br/posts/fim-do-namoro-sera-que-tem-volta/">Permalink</a> |
<a href="http://www.diariodecasal.com.br/posts/fim-do-namoro-sera-que-tem-volta/#comments">59 comentários</a> |
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		<title>Quando o relacionamento acaba&#8230; o que fazer?</title>
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		<pubDate>Thu, 24 Feb 2011 13:08:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cadu</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Entre os diversos e-mails e comentários que recebemos no Diário de Casal, um chamou em especial a atenção de nossa querida Rose Carreiro, que veio compartilhá-lo com o resto da equipe. Me identifiquei bastante com o relato do Pedro Henrique, e isso me motivou a transformá-lo em um post. O comentário na íntegra que motivou essa resposta você pode ler aqui.
Acredito que existam muitos homens e mulheres com as mesmas dúvidas e achei válido criar um texto/resposta sobre isso.
Passo pela seguinte situação. Estava noivo há três meses (por vontade inicial ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-medium wp-image-2296" style="border: 0pt none; margin: 3px;" title="Quando acaba" src="http://www.diariodecasal.com.br/wp-content/uploads/2011/02/10173397-198x300.jpg" alt="" width="198" height="300" />Entre os diversos e-mails e comentários que recebemos no Diário de Casal, um chamou em especial a atenção de nossa querida <a href="http://www.twitter.com/rose_carreiro" target="_blank">Rose Carreiro</a>, que veio compartilhá-lo com o resto da equipe. Me identifiquei bastante com o relato do Pedro Henrique, e isso me motivou a transformá-lo em um post. O comentário na íntegra que motivou essa resposta você pode ler <a href="http://www.diariodecasal.com.br/posts/esse-tal-dar-um-tempo-no-namoro-existe/comment-page-1/#comment-4905" target="_blank">aqui</a>.</p>
<p>Acredito que existam muitos homens e mulheres com as mesmas dúvidas e achei válido criar um texto/resposta sobre isso.<em></em></p>
<blockquote><p><em>Passo pela seguinte situação. Estava noivo há três meses (por vontade inicial dela). Tivemos um namoro muito bom, feliz, diferente, sempre com bastante companheirismo e amizade. No entanto, algumas atitudes de minha ex fizeram-me desapontar, como mentiras, etc. Não tolero mentira, mas passei a “mastigá-las” (não engoli-las) em prol de um relacionamento utópico.</em></p></blockquote>
<p>Você conheceu a moça, se envolveram, o relacionamento evoluiu, virou um noivado e claro que nem tudo era uma maravilha, havia problemas como existem em todo relacionamento, você cita a mentira, coisa que você disse não tolerar, mas que aceitou (está notando a falta de coerência?).</p>
<p>Se você tem problemas com um comportamento qualquer do seu companheiro (a) deve analisar duas coisas: a gravidade e a solução. Se esse comportamento é considerado por você como algo leve (deixar a calcinha pendurada no box, largar a toalha em cima da cama, esquecer de carregar o celular), a solução geralmente é mais simples, porque isso é apenas uma irritação, um defeito entre tantos outros que a pessoa pode ter. Aceite e ajude-a a melhorar, é para isso que um relacionamento serve.</p>
<p>Caso o problema seja de uma gravidade maior (problemas com fidelidade, álcool, violência, comportamento imprudente), a solução também envolve ajudar a pessoa a melhorar, mas tem um limite. Quando você aceita essas coisas, você entrega à outra pessoa um documento dizendo “pode cometer esses atos, que considero lastimáveis, sem consequência nenhuma”. Quando você aceitou as primeiras mentiras, abriu uma porta difícil de fechar.</p>
<blockquote><p><em>Há duas semanas, brigamos feio, trocamos farpas e chegamos a nos ofender. Ela, pela primeira vez, pediu um tempo na nossa relação. Fiquei desesperado e comecei a me humilhar. Senti-me rejeitado! Ela não me procurava, tirou a aliança de noivado no primeiro dia e passou a viver como solteira. Enquanto isso, eu, me rastejando, me humilhando. Ora ela dizia me amar, ora não! Ora dizia querer ficar comigo, ora não! </em></p></blockquote>
<p>Dar um tempo! Essa é uma expressão que eu não compreendo e não recomendo ser aplicada. Quando você está “<a href="http://www.diariodecasal.com.br/posts/esse-tal-dar-um-tempo-no-namoro-existe/" target="_blank">dando um tempo</a>”, terminou o relacionamento ou não? Pode sair pegando geral? Ainda deve satisfações? Você nunca tem certeza dessas perguntas, é uma situação indefinida, e situações indefinidas em relacionamentos são um ótimo ingrediente para problemas.</p>
<p>A sua reação foi se desesperar. Conhece alguém que falou “nossa, ainda bem que me desesperei, isso resolveu a situação”?. Entendo que você ficou com medo de perdê-la, e daí veio o seu desespero, o que é perfeitamente aceitável, e nesse desespero você se humilhou, implorou, fez promessas e concessões. Não pense que é uma critica. Quem nunca fez isso atire a primeira pedra de misericórdia.</p>
<p>Mas, tudo bem, porque tendo essa reação você evitou que ela fosse embora, você não perdeu seu amor, certo? <strong>Errado</strong>! Você já a havia perdido antes mesmo de ela pedir um tempo. Não sou dono da verdade, mas pedir um tempo é um jeito de dizer “quero terminar, mas não quero sofrer nem fazer você sofrer diretamente”. Infelizmente, todo término gera sofrimento, seja terminando de uma vez, ou prolongando com o “dar um tempo”.</p>
<blockquote><p><em>Terça-feira da semana passada ela me enviou um e-mail dizendo que tudo estava acabado. Desesperei-me, liguei e busquei-a no serviço. Ela chorou, disse que ainda me amava, mas estava confusa. </em></p>
<p><em>Fomos para o motel e transamos feito loucos! Foi deliciosamente perfeito! Ela me chamou de amor e sugeriu para que ficássemos sem compromisso, a fim de tentar reaver nossa paixão. Eu a amo demais e estava cego! No dia seguinte, acordei muito feliz e com a certeza de que tudo daria certo! </em></p></blockquote>
<p>Vamos por um momento pensar que o “dar um tempo” é para avaliar a situação. Ela avaliou e terminou com você, por e-mail. Espera aí, por e-mail. No mínimo, falta de polidez dela.</p>
<p>Sua reação: desespero de novo!</p>
<p>Mas terminou bem, afinal vocês terminaram no motel. Ufa! Que alívio! Tudo vai terminar bem, ela falou que me ama!</p>
<p>Estimado leitor, eu aprendi da pior maneira algo muito importante sobre o amor. Já te falaram que o amor é a maior força do universo, um sentimento puro e bom, que o amor supera todos os obstáculos? Bem, infelizmente, está aqui alguém para dizer-lhe que mentiram para você, mentiram para todo mundo. O amor não é nada disso. Ele só tem todos esses atributos e superpoderes se for combinado com outros elementos, entre eles: amizade, cumplicidade, amor próprio, respeito.</p>
<p>“Então por que ela foi para a cama comigo de novo?” É comum casais que no dia a dia brigam constantemente e na cama se dão bem. Infelizmente, na escala de ingredientes necessários para o amor sobreviver, sexo não está em uma escala tão alta assim.</p>
<blockquote><p><em>Ela trabalha perto, então a trouxe comigo (como antes). Conversamos, rimos, mas ela mostrou-se novamente fria. Durante o dia, não me ligou, tampouco trocou e-mail comigo. </em></p>
<p><em>Comecei a puxar assunto e ela respondeu friamente. Perguntei se ela gostaria de sair comigo no final de semana, e ela respondeu que “não, pois vou conhecer uma balada com casa de swing”. Aquilo me chocou! Pedi-a para que não fosse, em respeito a mim, e as respostas eram sempre da mesma forma fria e cruel: “Eu vou porque eu quero. Você não tem nada a ver com a minha vida. É apenas mais um ficante…”.</em></p>
<p><em>Como ela pode brincar comigo de tal forma? Novamente meu chão se abriu e o céu desabou. Ela tirou o sorriso de meu rosto, me tirou a vontade de ser feliz! Fez-me sentir o pior dos piores, enquanto jurava em falso amor eterno. Não durmo direito há duas semanas, mal me alimento, não penso em outra coisa a não ser nela, e o pior, isso me prejudicou profissionalmente, pois quase perdi meu emprego devido à queda no meu rendimento.</em></p></blockquote>
<p>Você disse que ela foi fria e cruel ao afirmar que ia a uma casa de swing, e nesse ponto talvez você me ache tão cruel quanto ela. Você não tinha esse direito mesmo! Ainda não estava claro o suficiente que o relacionamento de vocês havia terminado?</p>
<blockquote><p><em>Mesmo com tudo, eu ainda a AMO demais, sinto uma saudade que não cabe em meu peito, e minha vontade era correr, abraçá-la, beijá-la e viver ao seu lado, sempre! Mas, por outro lado, penso que, se eu fizesse isso, passaria por cima dos meus valores, do meu orgulho, dos meus princípios, da vontade da minha família, etc.</em></p>
<p><em>É complicado! Quando brincam com o sentimento mais verdadeiro e puro que você possui, é muito doloroso! Como alguém que acordava comigo todos os finais de semana, jurava amor, me preparou uma festa surpresa de aniversário (há menos de dois meses) pode ter feito tudo isso? Como alguém que jurou fidelidade e amor eterno pode me derrubar desta forma?</em></p></blockquote>
<p>Claro que você sente falta dela, você teve bons momentos e a ama. Mas tenho algumas perguntas para fazer a você que devem te ajudar a refletir:</p>
<p>A quem você ama mais? A ela ou a você mesmo?</p>
<p>Você acha que ainda restam confiança e respeito depois de tudo?</p>
<p>Suas lembranças dos últimos seis meses com essa pessoa somam mais momentos bons ou momentos de dor?</p>
<p>Você não deve lutar por aquilo que não está mais em suas mãos, isso é impossível. O que você pode fazer é lutar para reconquistar aquilo que perdeu. Mas antes você precisa avaliar se vale a pena.</p>
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<p><small>© Cadu no <a href="http://www.diariodecasal.com.br">Diário de Casal</a>, 2011. |
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		<title>Um flashback de vez em quando: isso é saudável?</title>
		<link>http://www.diariodecasal.com.br/posts/um-flashback-de-vez-em-quando-isso-e-saudavel/</link>
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		<pubDate>Tue, 22 Feb 2011 13:56:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mayara Godoy</dc:creator>
				<category><![CDATA[Crônicas]]></category>
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		<description><![CDATA[Sempre fui da opinião de que se um relacionamento acabou, está acabado mesmo. Porém, para tudo na vida existem exceções, e eu já vi relacionamentos terminarem, voltarem depois de um tempo, e os pombinhos serem felizes para sempre.
É algo perfeitamente normal, afinal, muitas vezes, é estando distante que se consegue refletir melhor sobre os problemas que levaram ao término e visualizar uma solução.
O problema é o tal do flashback. Você não está preparado emocionalmente para retomar a relação, mas a saudade aperta. O que você faz? Liga para o/a ex, ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Sempre fui da opinião de que se um relacionamento acabou, está acabado mesmo. Porém, para tudo na vida existem exceções, e eu já vi relacionamentos terminarem, voltarem depois de um tempo, e os pombinhos serem felizes <span style="text-decoration: line-through;">para sempre</span>.</p>
<p>É algo perfeitamente normal, afinal, muitas vez<a href="http://www.diariodecasal.com.br/wp-content/uploads/2011/02/97541843.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-2234" style="border: 0pt none; margin: 3px;" title="97541843" src="http://www.diariodecasal.com.br/wp-content/uploads/2011/02/97541843-300x200.jpg" alt="" width="300" height="200" /></a>es, é estando distante que se consegue refletir melhor sobre os problemas que levaram ao término e visualizar uma solução.</p>
<p>O problema é o tal do <em>flashback</em>. Você não está preparado emocionalmente para retomar a relação, mas a saudade aperta. O que você faz? Liga para o/a ex, convida para sair e tentar amenizar um pouco aquela angústia da ausência.</p>
<p>Tudo é divertido, maravilhoso, agradável. Mas&#8230; (reparem que sempre tem um &#8220;mas&#8221;!) no outro dia, o vazio volta, afinal, não foi uma reconciliação, apenas um <em>flashback</em>.</p>
<p>O perigo nesse tipo de atitude é a carga de ansiedade que ela gera. Vocês não estão juntos, mas também não estão totalmente separados. E, a cada vez que ficam juntos, tornam-se mais emocionalmente dependentes. Porém, um não pode (em tese) cobrar nada do outro. Afinal, foi só um <em>remember</em> sem compromisso.</p>
<p>Mas essa ideia de matar &#8220;um pouquinho&#8221; a saudade pode ser uma grande armadilha, se a intenção de pelo menos um dos dois não for a de reatar o relacionamento. Porque, mesmo que inconscientemente, ao tomar essa atitude, você faz com que o outro fique sentimentalmente vinculado a você &#8211; anulando toda e qualquer possibilidade de pensar com a cabeça fria.</p>
<p>E é aí que quero chegar: na minha humilde opinião, é uma grande crueldade ficar &#8220;cozinhando&#8221; o outro em &#8220;banho-maria&#8221; enquanto você se decide&#8230; mesmo que essa intenção seja inconsciente. Trata-se de uma atitude, acima de tudo, egoísta, pois você fica lá, enrolando o outro enquanto decide se casa ou se compra uma bicicleta. Enquanto isso, não o/a deixa seguir a vida longe de você, te esquecer e &#8211; quem sabe &#8211; encontrar um novo amor, pois está preso/a naquela expectativa da reconciliação.</p>
<p>Nesses casos, a melhor atitude que se pode tomar &#8211; que nem sempre é a menos dolorosa &#8211; é dar um basta na situação. É fato que nem sempre a gente resiste, que o sentimento e a história que se teve juntos falam mais alto, mas, mesmo no amor, é preciso pensar com a razão, avaliar as consequências dos nossos atos a longo prazo. E ficar nesse &#8220;chove-não-molha&#8221; só acaba prolongando e intensificando o sofrimento (de ambos).</p>
<p>A menos que seja algo totalmente carnal e consensual. Mas, será que isso existe, entre um casal que já teve tanto sentimento?</p>
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<p><small>© Mayara Godoy no <a href="http://www.diariodecasal.com.br">Diário de Casal</a>, 2011. |
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</small></p>]]></content:encoded>
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		<title>Se perguntar o que é o amor pra mim&#8230;</title>
		<link>http://www.diariodecasal.com.br/posts/se-perguntar-o-que-e-o-amor-pra-mim/</link>
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		<pubDate>Wed, 16 Feb 2011 13:51:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ele / Ela</dc:creator>
				<category><![CDATA[Amor]]></category>
		<category><![CDATA[Coisas dele]]></category>
		<category><![CDATA[Crônicas]]></category>

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		<description><![CDATA[* Por Leandro Duarte
Caros amigos, é uma honra escrever nesse espaço tão bacana, de pessoas tão apaixonadas, pessoas nem tão apaixonadas assim, pessoas desesperadamente atrás de uma paixão tórrida, atrás de amor&#8230; Lamento dizer que, se estão buscando uma leitura de banca de jornal, para suspirar, encher os olhos d’água e sonhar com o príncipe encantado ou a bela adormecida, podem tirar vossos pangarés magrelos da chuva, que o papo hoje aqui é um tanto quanto mais reto que todos esses devaneios ao estilo Nora Roberts.
Quando pensei em um tema ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><em>* Por <a href="http://www.perfumarias.wordpress.com/" target="_self">Leandro Duarte</a></em></strong></p>
<p>Caros amigos, é uma honra escrever nesse espaço tão bacana, de pessoas tão apaixonadas, pessoas nem tão apaixonadas assim, pessoas desesperadamente atrás de uma paixão tórrida, atrás de amor&#8230; Lamento dizer que, se estão buscando uma leitura de banca de jornal, para suspirar, encher os olhos d’água e sonhar com o príncipe encantado ou a bela adormecida, podem tirar vossos pangarés magrelos da chuva, que o papo hoje aqui é um tanto quanto mais reto que todos esses devaneios ao estilo Nora Roberts.</p>
<p>Quando pensei em um tema para expor aqui, cheguei à conclusão de que nada seria mais justo que tratar do principal assunto do blog, emitir meu humilde parecer acerca dessa história de relacionamentos, amor, toda a ladainha de ser casal.</p>
<p>Vamos ao conceito: o que é o tal amor? Amigos, em minha opinião, amor é o sentimento mais simples de todos. Apesar de muitas vezes tentarmos teorizar acerca do tema, amor é amor, oras, simples assim. Só existe um amor, o amor que sentimos pela nossa família, amigos, cônjuge e afins é o mesmo sentimento. Não, não tenho complexo de Édipo nem tampouco sou pentassexual. Penso que o que diferencia o sentimento que temos por diferentes pessoas é o pacote de sentimentos que vem anexo ao amor, de modo que o amor se faz como o sentimento base e, dependendo do tipo de relação que se tem com as diferentes pessoas à nossa volta, o pacote de sentimentos é diferente. Para com a família, temos o amor, a admiração, o respeito. Com os amigos, o amor vem junto com o companheirismo, a lealdade. Com a pessoa que está ao nosso lado, o amor vem junto com o sentimento de proteção, carinho e substancialmente a atração, o tesão parceiro.</p>
<p><img src="http://www.diariodecasal.com.br/wp-content/uploads/2011/02/200565299-001.jpg" alt="" width="520" height="350" /></p>
<p>Bom, estando clara a questão mais teórica sobre o amor, como colocar em prática essa baboseira toda? Digo com segurança que a simplicidade é a grande sacada da coisa toda. Quanto mais se pensa em como tornar uma história mais bonita, pior fica, e a tendência em botarmos os pés pelas mãos é imensa.</p>
<p>Um relacionamento deve ser algo leve, simples, espontâneo. Abrir a porta do carro quanto se tem vontade de fazê-lo é legal. Abrir a porta do carro até mesmo pra moça buscar a chave de casa que está no porta-luvas, é um tremendo pé no saco. Forçar qualquer situação para confeitar um relacionamento quase sempre é uma grande furada, deixa a coisa toda muito ensaiada, formal, plastificada.</p>
<p>Estar com alguém é poder falar sobre o que quiser, chorar quando quiser, gargalhar vendo desenho animado. Construir uma história com alguém significa ter companhia quando é necessário, e ter também o silêncio quando não há nada a ser dito.</p>
<p>Flores são bacanas, elogios também são importantes, mas, amigos, nada mais importante que beliscar a bunda dela(e) quando se tem vontade, nada mais importante que uma bela encoxada surpresa na pia. Nada mais importante que escutar quando é preciso, e falar também quando é preciso. Nada mais importante que a liberdade de palavras e ações.</p>
<p>Sejamos naturais, sejamos simples, despidos de falsos romantismos ou desprezos arrogantes e raivinhas mesquinhas. Sejamos inteiros um para o outro, transparentes.</p>
<p>É isso, galera. Se perguntar o que é amor pra mim, irei responder mais ou menos isso ai que está escrito. E você o que responderia?<br />
Abraço a todos.</p>
<p><a href="http://twitter.com/leandro_duarte" target="_blank">@Leandro_Duarte</a></p>
<blockquote><p>E para você, o que é o amor? Entre em <a href="http://www.diariodecasal.com.br/contato/" target="_self">contato</a> e conte-nos!</p></blockquote>
<hr />
<p><small>© Ele / Ela no <a href="http://www.diariodecasal.com.br">Diário de Casal</a>, 2011. |
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</small></p>]]></content:encoded>
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		<title>Minha namorada odeia que eu jogue videogame</title>
		<link>http://www.diariodecasal.com.br/posts/minha-namorada-odeia-que-eu-jogue-videogame/</link>
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		<pubDate>Mon, 17 Jan 2011 19:02:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Diego Fávero</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Crônicas]]></category>
		<category><![CDATA[Relacionamento]]></category>
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		<description><![CDATA[Antes de começar, quero deixar claro que eu não sou muito fã de videogame, mas achei bacana falarmos desse assunto aqui, afinal, sei de muitos casos sobre o assunto. Geralmente, todo homem traz da adolescência &#8220;vícios&#8221; que aguçam seu ego. O videogame é o típico causador de muitas brigas em relacionamentos.
Certo dia, conversando com uma amiga, ela me relatou sobre esse &#8220;maldito vício&#8221; do namorado ex-namorado. &#8220;Gostar de jogar é uma coisa. Agora, chegar em casa do trabalho e passar a noite toda em frente à TV jogando, sem me ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Antes de começar, quero deixar claro que eu não sou muito fã de videogame, mas achei bacana falarmos desse assunto aqui, afinal, sei de muitos casos sobre o assunto. Geralmente, todo homem traz da adolescência &#8220;vícios&#8221; que aguçam seu ego. O videogame é o típico causador de muitas brigas em relacionamentos.</p>
<p>Certo dia, conversando com uma amiga, ela me relatou sobre esse &#8220;maldito vício&#8221; do <span style="text-decoration: line-through;">namorado</span> ex-namorado. <em>&#8220;Gostar de jogar é uma coisa. Agora, chegar em casa do trabalho e passar a <strong>noite toda</strong> em frente à TV jogando, sem me dar atenção, é demais! Eu fazia tudo pra ele olhar pra mim, passava em frente à TV só de calcinha pra ver se ele me notava, mas tudo o que ele dizia no momento era &#8220;</em>sai da frente, você está me atrapalhando<em>&#8220;</em> &#8211; enfurecida, ela me contava uma dezena de situações semelhantes.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="alignnone" src="http://4.bp.blogspot.com/_c8HniIevXrw/TNSpY5M2a1I/AAAAAAAAHbo/Y4F8VRbV5C0/s1600/foto_cortada.jpg" alt="" width="355" height="284" /><br />
<em>Cuidado! Aí vem briga&#8230;</em></p>
<p>Bom, vamos analisar os fatos. Eu sou um cara que preza muito pelas amizades e procuro manter contato com os que fazem diferença em minha vida. Vejo alguns amigos fazerem o mesmo. Vira e mexe, sou convidado a ir à casa de algum amigo &#8220;passar a noite em um campeonatinho de futebol no videogame, acompanhado de drinks&#8221;, e lá vamos. A maioria dos caras namoram, como eu, e como mulheres geralmente não curtem um game, não nos acompanham. Temos que ter esse espaço na relação: <a href="http://www.diariodecasal.com.br/posts/man-cave-o-novo-clube-do-bolinha/">o clube do bolinha</a> pode se divertir, assim como o <a href="http://www.diariodecasal.com.br/posts/o-clube-da-luluzinha-mulheres-e-sua-individualidade/">clube da luluzinha</a> tem seus dias de &#8220;menininha&#8221;.</p>
<p>Games são divertidíssimos e devem ser utilizados como passatempo, sim, na relação. Minha noiva é viciada no <em>Angry Birds</em> e em tecnologia. Vez em quando, conversamos por mensagens de celular mesmo estando um ao lado do outro.  Raramente ligamos o videogame e, quando jogamos, sempre o fazemos juntos.</p>
<p>Agora, se você é viciado no videogame, cuidado! Sua atenção deve ser bem dividida de acordo com sua vontade de estar/ficar com sua parceira. Mas se você não liga pra isso, a atenção dela pode desviar de você e começar a procurar novos ares. Talvez um amigo pode dar mais atenção que você, aí já viu &#8230;</p>
<p><strong>Você já passou por isso ou conhece algum caso? Conte-nos, vamos discutir o assunto!</strong></p>
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<p><small>© Diego Fávero no <a href="http://www.diariodecasal.com.br">Diário de Casal</a>, 2011. |
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		<title>Dizer &#8220;Eu te amo&#8221; pela primeira vez &#8211; Confusão a vista</title>
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		<pubDate>Mon, 29 Nov 2010 15:58:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael R</dc:creator>
				<category><![CDATA[Crônicas]]></category>
		<category><![CDATA[alegria]]></category>
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		<description><![CDATA[Atente-se para o fato de que já faz algum tempo que isso aconteceu e com certeza eu vou esquecer alguns detalhes importantes. Mas a idéia aqui é mostrar que, em se tratando de dizer &#8220;Eu te amo&#8221; pela primeira vez de forma espontânea, as coisas podem funcionar bem. Ou não, como foi nesse meu caso.
Eu era jovem, estava apaixonado e era correspondido. E desde cedo eu sempre fui esse romântico sonhador, visualizando surpresas e criando situações para alegrar o coração da parceira. E com a Raquel não foi diferente. A ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Atente-se para o fato de que já faz algum tempo que isso aconteceu e com certeza eu vou esquecer alguns detalhes importantes. Mas a idéia aqui é mostrar que, em se tratando de dizer &#8220;Eu te amo&#8221; pela primeira vez de forma espontânea, as coisas podem funcionar bem. Ou não, como foi nesse meu caso.</p>
<p>Eu era jovem, estava apaixonado e era correspondido. E desde cedo eu sempre fui esse romântico sonhador, visualizando surpresas e criando situações para alegrar o coração da parceira. E com a Raquel não foi diferente. A minha total falta de experiência me fazia acreditar que eu estava diante da mulher com quem passaria o resto dos meus dias, era com ela que eu estava quando me via 20 anos a frente, indo pra praia de Ferrari enquanto as crianças curtiam o visual do helicóptero da empresa, que as levaria a minha mansão em Ubatuba. Era ela que eu via me ajudando (ok, trazendo cerveja, mas é uma ajuda já) enquanto eu cortava a grama do nosso quintal, aquele mesmo que era envolvido por uma cerca baixinha de 50cm de altura e que trazia ao fundo aquela casa amarela simpática.</p>
<p>Assim sendo, eu precisava comunicar a ela que eu realmente estava tendo todos esses sonhos e planos, que eu realmente queria ficar com ela por um tempo e que, acima de tudo, queria muito ter a chance de fazer ela feliz. E não adiantaria eu somente virar depois de um beijo e dizer as 3 palavras mágicas de surpresa, precisaria de algo um pouco mais elaborado.</p>
<p>O grande problema de ser um sonhador é que, na maioria das vezes, você vai estar idealizando coisas distantes demais da sua realidade. Eu não fazia idéia que duraria tão pouco tempo a história, mas aprendi bastante com ela. Se eu tivesse idéia que 2 semanas depois de dizer que a amava eu não estaria mais com ela, eu teria feito tudo diferente. Mas é como dizem, viver e aprender. </p>
<p>Eu ainda estudava de manhã, então a coisa teria que funcionar antes das 9:30hs, pois fazer qualquer coisa no intervalo daquele colégio seria como decretar o quão babaca eu era para o mundo todo, e no fundo eu sabia disso. Então consegui, pela primeira vez em 3 anos, acordar antes das 7hs sozinho. Me arrumei, preparei o psicológico e sai de casa. No caminho, tinha a casa da Dona Isaura, que adorava e vivia por suas flores, que faziam de seu jardim um oásis dentro de uma cidade grande como Sampa. E aquelas duas rosas que estavam com botões abertos tinham um destino que Dona Isaura não fazia idéia. </p>
<p align="center"><img src="http://www.diariodecasal.com.br/wp-content/uploads/2010/11/camposderosas.png" alt="Campo de Rosas"><br />
<em>Na minha imaginação, esse era o jardim!</em></p>
<p>Lembrem-se: Eu tinha por volta de 14 anos. E, como qualquer jovem da minha época de 14 anos, eu não tinha dinheiro pra um cartão bacana. Logo, sentei-me na porta da escola com um papel de pão e comecei a diagramar como meus sonhos estavam se realizando ao lado dela, quão bacana era poder ter alguém tão madura quanto ela ao meu lado, o quanto eu estava sendo feliz durante aqueles quase 8 dias&#8230; e tudo aquilo que saiu da minha mente fértil, que se resumiu em um simpático &#8220;Hey, eu penso que te amo, se você também me ama marque um X aqui. ( )&#8221;. Sim, eu fiz isso.</p>
<p><strong>Lembrando: Duas rosas roubadas, uma pseudo-declaração num papel de pão, um eu &#8220;penso&#8221; que te amo. E isso tudo antes das 8hs da manhã.</strong></p>
<p>Assim que ela chegou, eu era a pessoa mais ansiosa da história daquele colégio. Um abraço, um oi tímido, um &#8220;trouxe isso aqui pra você&#8221; e um &#8220;Oh!&#8221; expresso no rosto dela. E antes que ela pudesse assinalar o X naquela declaração original e única, as rosas. E eu finalmente descobri que ela tinha um certo tipo de alergia a flores&#8230; e a coisa ficou estranha bem rápido. Entre tossidas e o desespero dela tentando me explicar a alergia, eu fui empurrado e ela me deixou. E nunca mais falou comigo.</p>
<p>Isso me ensinou muito do que sei hoje, basicamente. Nem todas as mulheres gostam de flores, mas a maioria delas valoriza boas e criativas idéias na hora que falamos sobre o que sentimentos. A grande maioria adora as surpresas que preparamos, mas uma parte delas pode acabar no hospital quando não sabemos o suficiente pra arriscar algo que pode até ser bobo. E com meu primeiro coração partido, aprendi que não temos que tentar acelerar as coisas, tudo tem seu próprio ritmo e acontece no seu próprio tempo. Nunca mais falei que amava alguém só porque achava que amava. </p>
<p>E você ai, lembra como foi a primeira vez que disse eu te amo? E a última vez, você lembra? Qual a última vez que você fez uma declaração bacana pra alguém?</p>
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<p><small>© Rafael R no <a href="http://www.diariodecasal.com.br">Diário de Casal</a>, 2010. |
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