<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Diário de Casal &#187; Relacionamento</title>
	<atom:link href="http://www.diariodecasal.com.br/posts/category/relacionamento/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://www.diariodecasal.com.br</link>
	<description>O melhor e o pior da vida a dois</description>
	<lastBuildDate>Thu, 29 Jul 2010 13:55:17 +0000</lastBuildDate>
	<language>en</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
	<generator>http://wordpress.org/?v=3.0</generator>
		<item>
		<title>Relacionamentos: A família vem de brinde</title>
		<link>http://www.diariodecasal.com.br/posts/relacionamentos-a-familia-vem-de-brinde/</link>
		<comments>http://www.diariodecasal.com.br/posts/relacionamentos-a-familia-vem-de-brinde/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 29 Jul 2010 13:55:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mayara Godoy</dc:creator>
				<category><![CDATA[Relacionamento]]></category>
		<category><![CDATA[família]]></category>
		<category><![CDATA[problema]]></category>
		<category><![CDATA[relaconamento]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.diariodecasal.com.br/?p=1264</guid>
		<description><![CDATA[Como é bom um relacionamento entre duas pessoas, não é mesmo? É como viver em um mundo onde só existe o casal, ninguém nem nada a mais.
Mas, na realidade não é bem assim.
Toda pessoa que aparece na nossa vida vem com uma bagagem. Dentro do “pacote”, vêm as experiências de vida, um passado, amigos, frustrações, problemas, coisas mal resolvidas. E vem também uma família.
Família, como bem sabemos, é sagrada. Nós nunca gostamos que mexam com a nossa. Mas, de perto, ninguém é normal. E junto com a família do seu ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Como é bom um relacionamento entre duas pessoas, não é mesmo? É como viver em um mundo onde só existe o casal, <strong>ninguém</strong> nem <strong>nada</strong> a mais.</p>
<p>Mas, na realidade não é bem assim.<a href="http://www.diariodecasal.com.br/wp-content/uploads/2010/07/889857-001.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-1265" style="margin: 8px;" title="889857-001" src="http://www.diariodecasal.com.br/wp-content/uploads/2010/07/889857-001-300x215.jpg" alt="" width="300" height="215" /></a></p>
<p>Toda pessoa que aparece na nossa vida vem com uma bagagem. Dentro do “pacote”, vêm as experiências de vida, um passado, amigos, frustrações, problemas, coisas mal resolvidas. E vem também uma família.</p>
<p>Família, como bem sabemos, é sagrada. Nós nunca gostamos que mexam com a nossa. Mas, de perto, ninguém é normal. E junto com a família do seu amor, vêm as peculiaridades dela, assim como vêm as esquisitices da sua.</p>
<p>Nem vamos entrar aqui nas piadinhas de sogra. Não estamos falando só das progenitoras. Há um universo que envolve pai, irmão, irmã, cachorro, prima, tia, avó (às vezes, até filho!) e tantos outros membros da família (ou parentes) que podem, muitas vezes, transformar seu relacionamento em uma <strong>guerra</strong>.</p>
<p>O fato é que — familiares de primeiro grau ou tias-avós distantes, consanguíneos ou não — familiares serão responsáveis, <strong>de vez em quando ou de vez em sempre</strong>, por algum problema entre o casal. A frequência e a intensidade desses problemas dependem de uma série de variáveis.</p>
<p>E como resolver isso? Eis o grande mistério da humanidade&#8230;</p>
<p>Ok, brincadeiras à parte, este é mais um dos aspectos delicados com que seres apaixonados precisam lidar.</p>
<p>Vamos encarar os fatos: você não pode “se livrar” da família dele. Nem ele, da sua. Então, o que fazer? <strong>Tolerar</strong> é a palavra de ordem.</p>
<p>Porém, se você não tem a paciência de um monge tibetano, essa pode ser uma tarefa um pouco mais difícil. Mas, felizmente, não impossível.</p>
<p>Tente se colocar no lugar dele. Você se sente desconfortável quando alguém fala mal ou faz algo de ruim para a sua família, certo? Em determinados casos, algo contra um ente querido seu pode ser muito pior que se fosse com você. Então, não fique o tempo todo “bombardeando” a família dele. E mais: você pode até mesmo odiar a mãe, o pai, ou qualquer outro familiar dele, mas sempre, leia-se <strong>sem exceções</strong>, você deve ter, no mínimo, <strong>respeito</strong>. Hostilidades não são bem-vindas.</p>
<p>Nem todo mundo tem a sorte de se dar bem com a família do seu amado. É até bastante comum haver divergências. Mas não pense que você poderá afastá-lo das pessoas com quem ele tem uma ligação de sangue, das pessoas com quem ele aprendeu a ser quem é, de quem o colocou no mundo, cuidou e educou até o dia em que você chegou.</p>
<p>Você não precisa ser a <em>best friend forever</em> da sua sogra. Pode até soar falso, se for muito evidente que se está forçando a barra. Mas, cordialidade, levantar a bandeira branca, não faz mal a ninguém.</p>
<p>Tente não levar para o lado pessoal e pense: a família dele quer vê-lo feliz. E você também quer. Então, obviamente, ele não ficará nem um pouco satisfeito ao saber que vocês se odeiam, não é mesmo? Não estou dizendo que é necessário puxar o saco de pessoas com quem você não tem a mínima afinidade, mas não custa, não dói, não mata e não te faz menos digno ser uma pessoa agradável, educada e mostrar um pouco de maturidade diante de situações difíceis.</p>
<p>Pense bem. Se você cogita ir adiante com o relacionamento, a família dele <strong>sempre</strong> estará lá. Portanto, capriche no “cessar-fogo” e não destrua seu namoro. Diplomacia é tudo, até mesmo em um relacionamento.</p>
<hr />
<p><small>© Mayara Godoy no <a href="http://www.diariodecasal.com.br">Diário de Casal</a>, 2010. |
<a href="http://www.diariodecasal.com.br/posts/relacionamentos-a-familia-vem-de-brinde/">Permalink</a> |
<a href="http://www.diariodecasal.com.br/posts/relacionamentos-a-familia-vem-de-brinde/#comments">2 comentários</a> |
Post tags: <a href="http://www.diariodecasal.com.br/posts/tag/familia/" rel="tag">família</a>, <a href="http://www.diariodecasal.com.br/posts/tag/problema/" rel="tag">problema</a>, <a href="http://www.diariodecasal.com.br/posts/tag/relaconamento/" rel="tag">relaconamento</a><br/>
</small></p>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.diariodecasal.com.br/posts/relacionamentos-a-familia-vem-de-brinde/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>2</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Você ainda namora à moda antiga?</title>
		<link>http://www.diariodecasal.com.br/posts/voce-ainda-namora-a-moda-antiga/</link>
		<comments>http://www.diariodecasal.com.br/posts/voce-ainda-namora-a-moda-antiga/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 28 Jul 2010 13:55:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Diego Fávero</dc:creator>
				<category><![CDATA[Relacionamento]]></category>
		<category><![CDATA[dormir juntos]]></category>
		<category><![CDATA[hora pra voltar]]></category>
		<category><![CDATA[pais severos]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.diariodecasal.com.br/?p=1234</guid>
		<description><![CDATA[Desde pequeno, adoro ouvir histórias dos meus pais, meus avós. Viajo na deles.. Como se conheceram? Na fila do pão, jura?? Como assim, mãe, seus pais dela não deixavam você pegar nem na mão dele? O que?? Iam no cinema juntos com vocês dois?? Ah, vá!

Pois é, são histórias bizarras, de mil novecentoe e tralalá. Me divirto, dou risada sempre com as mesmas histórias mas vejo tudo isso nos dias de hoje. Outro dia estava conversando com uma amiga que ia viajar com o namorado. A turminha logo foi tirar ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Desde pequeno, adoro ouvir histórias dos meus pais, meus avós. Viajo na deles.. Como se conheceram? Na fila do pão, jura?? Como assim, mãe, seus pais dela não deixavam você pegar nem na mão dele? O que?? Iam no cinema juntos com vocês dois?? Ah, vá!</p>
<p style="text-align: center;"><img class="alignnone" src="http://www.caras.com.br/imagens/86633/20090612195657_86633_large_pitanga-e-benedita-um-namoro-a-moda-antiga.jpg" alt="" width="600" height="345" /></p>
<p>Pois é, são histórias bizarras, de mil novecentoe e tralalá. Me divirto, dou risada sempre com as mesmas histórias mas vejo tudo isso nos dias de hoje. Outro dia estava conversando com uma amiga que ia viajar com o namorado. A turminha logo foi tirar um sarrinho &#8220;hummm.. vocês vão dormir juntos!?&#8221; e ela discordou: &#8220;claro que não, os pais dele não deixam a gente dormir juntos. Ele dorme na sala e eu no quarto.&#8221; A <strong>Fernanda Peduto</strong> escreveu um <a href="http://www.diariodecasal.com.br/posts/dormir-na-casa-do-namorado-tem-jeito-como-fazer" target="_blank">post muito legal sobre isso</a> de dormir um com o outro. E minha amiga ainda emendou &#8220;a gente mal tem tempo pra ficar juntos, meus pais sempre colocam horário pra eu chegar em casa&#8221;.</p>
<p>Porra, em que ano estamos? Dois mil e cacetada e a sociedade ainda nos impõe esse tipo de regras? Tá certo que temos que respeitar nossos pais, mas o mundo mudou; a sociedade evoluiu (ou deveria). Comigo também sempre existiu esse tipo de educação, vindo dos meus pais. Agradeço por isso. Porém, em muitas ocasiões eu tinha que argumentar o porque eu voltaria mais tarde do que ao horário em que eles me pediram pra voltar, mas isso não acontece com todo mundo. Vejo namoros tendo limites impostos pelos pais, a garota respeita e não impõe seu pensamento, sua &#8220;revolta&#8221; de que não é mais a criancinha de 12 anos que ainda existe na cabeça deles. Se você não conversar de igual pra igual com seus pais, isso nunca vai mudar. NUNCA.</p>
<p><strong>O que fazer pra poder chegar mais tarde em casa?</strong></p>
<p>Conversa. Tudo se consegue numa boa conversa, sem mentiras, sem escaândalos nem exageros. Esponha a situação real a seus pais. Diga que você cresceu, que é responsável e que a educação toda que eles lhe deram, é o suficiente para você ter cabeça para agir consciente nos seus atos e que, seu namoro precisa de um tempo mais a dois, precisam evoluir e a convivência maior vai fortalecer a aliança entre vocês. Agora, se eles confiarem em você e deixarem chegar um pouco mais tarde, cumpra isso. Eles confiaram em você! Não dê a chance de retrocederem nessa conversa. Isso varia muito de homem para mulher. Geralmente, os pais são mais liberais com os filhos homens. Sabe como é &#8230; eles vivem uma cabeça antiga em que &#8220;o que será que vão falar por aí se verem minha filha &#8216;solta&#8217; com garotos?&#8221; .. já pro homem, é o &#8220;filho garanhão&#8221;. Isso vai mudando com o tempo, mas não pense que você pensará muito diferente com seus filhos. Na prática, a teoria é outra.</p>
<p>Muitos casais sofrem com isso e, não estou falando de namoros de 12 anos de idade, 15, 17. Conheço muitos de 20 e poucos anos que aida vivem na &#8220;era do preto e branco&#8221; e têm um namoro assim como seus pais, que controlam toda a situação. Pra mim, já não é mais um namoro a dois; é um namoro colaborativo, onde todos opinam e quem tem a menor &#8220;voz&#8221; é você.</p>
<hr />
<p><small>© Diego Fávero no <a href="http://www.diariodecasal.com.br">Diário de Casal</a>, 2010. |
<a href="http://www.diariodecasal.com.br/posts/voce-ainda-namora-a-moda-antiga/">Permalink</a> |
<a href="http://www.diariodecasal.com.br/posts/voce-ainda-namora-a-moda-antiga/#comments">2 comentários</a> |
Post tags: <a href="http://www.diariodecasal.com.br/posts/tag/dormir-juntos/" rel="tag">dormir juntos</a>, <a href="http://www.diariodecasal.com.br/posts/tag/hora-pra-voltar/" rel="tag">hora pra voltar</a>, <a href="http://www.diariodecasal.com.br/posts/tag/pais-severos/" rel="tag">pais severos</a><br/>
</small></p>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.diariodecasal.com.br/posts/voce-ainda-namora-a-moda-antiga/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>2</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>&#8220;Lições e mais lições&#8221; e as surpresas que a vida nos traz</title>
		<link>http://www.diariodecasal.com.br/posts/licoes-e-mais-licoes-e-as-surpresas-que-a-vida-nos-traz/</link>
		<comments>http://www.diariodecasal.com.br/posts/licoes-e-mais-licoes-e-as-surpresas-que-a-vida-nos-traz/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 16 Jul 2010 13:55:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael R</dc:creator>
				<category><![CDATA[Relacionamento]]></category>
		<category><![CDATA[lição]]></category>
		<category><![CDATA[namoro]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.diariodecasal.com.br/?p=1212</guid>
		<description><![CDATA[Por: L*    
Ao fim de 2008 me vi agoniada: prestes a entrar no segundo ano da faculdade, minha mãe me diz que não teria como pagar minha faculdade e que talvez tivessemos que trancá-la. Na época, fazia um estágio dentro da própria universidade que dava um desconto rídiculo na mensalidade.     
Após uma sincera conversa com minha chefe, que era coordenadora de uma área da universidade, conseguimos um &#34;bem-bolado&#34; para acumular as bolsas (tive que pedir uma de financiamento) e pude continuar. Um mês ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Por: L*</em>    </p>
<p>Ao fim de 2008 me vi agoniada: prestes a entrar no segundo ano da faculdade, minha mãe me diz que não teria como pagar minha faculdade e que talvez tivessemos que trancá-la. Na época, fazia um estágio dentro da própria universidade que dava um desconto rídiculo na mensalidade.     </p>
<p>Após uma sincera conversa com minha chefe, que era coordenadora de uma área da universidade, conseguimos um &quot;<em>bem-bolado</em>&quot; para acumular as bolsas (tive que pedir uma de financiamento) e pude continuar. Um mês depois, consigo outro estágio, na mesma sala, mas para uma terceirizada da universidade. Estava no céu: dois estágios, pagando metade da faculdade, recebendo uma grana pra completar o resto, aprendendo e num ambiente super bacana. Bacana até demais.     </p>
<p>O <em>Roberto*</em> trabalhava comigo na terceirizada e desde o princípio nos demos muito bem. Tínhamos amigos em comum e, quando contei a eles que estavamos trabalhando juntos, diziam que o Roberto era um amor de pessoa, superbonzinho, legal. Encheram o menino de qualidades. Até que, oito horas por dia, cinco vezes por semana, ele se tornou bonzinho ATÉ DEMAIS. Foi me buscar algumas vezes na faculdade &#8211; estudava em outro campus e era totalmente fora de mão &#8211; me dava carona para o trabalho, fazia eu almoçar com ele. Bonzinho demais para um <strong>moço que namorava há mais de 4 anos</strong> &#8211; DETALHE.     </p>
<p>Várias vezes conversávamos sobre relacionamento dentro do trabalho, nós e os outros colegas que trabalhavam conosco, e o dele andava meio desgastado. Ele contava que passava dias sem falar com a namorada e quando falava, eles brigavam. Que passaram mais de um ano separados em uma época, voltaram, mas continuava na mesma. E sempre diziamos para ele: para que insistir? Só pelo comodismo?     </p>
<p>E em todo esse meio tempo, a santa inocência aqui percebeu que a bondade dele tinha ido além do Roberto legal, e com certeza, havia outro interesse ali. Mas ele namorava. E eu tentava evitar esse pensamento ao máximo, repetindo comigo mesma: ele está apenas sendo bonzinho.     </p>
<p>Até que um belo dia ele decidiu que iria se demitir para abrir um negócio próprio. Pediu as contas e teve que cumprir alguns dias de aviso prévio (leia-se burocracia e afins). Em seu penúltimo dia ele sentou ao meu lado, quando estávamos sozinhos na sala, e se declarou. Disse que nunca havia conhecido alguém como eu &#8211; que fosse justamente a versão feminina dele &#8211; e que achava que nos &quot;<em>encaixaríamos perfeitamente</em>&quot;. Acreditei nesse ponto, nos dávamos super bem, tinhamos aquela sintonia, fucionávamos bem juntos. Mas ele namorava. E eu nunca fui do tipo que ficava com caras que namoram.     </p>
<p>Conversamos bastante, trocamos muita ideia e ele disse que iria terminar o namoro de qualquer jeito, eu querendo ou não ficar com ele. O fato é que não resistimos e acabamos nos beijando antes dele terminar, mas em menos de uma semana ele era oficialmente meu namorado. Não me orgulho nem um pouco &#8211; não sou inconsequente, sei que tem o outro lado, o lado dela, mas acredito muito que se aconteceu dessa maneira, era porque era assim que tinha que ser. Para puxar um gancho do início do texto, imagine só se não tivesse conseguido aquele &quot;<em>bem-bolado</em>&quot;, tivesse saido da faculdade?&#160; </p>
<p><img style="border-bottom: 0px; border-left: 0px; display: inline; margin-left: 0px; border-top: 0px; margin-right: 0px; border-right: 0px" title="robertoasteristicors" border="0" alt="robertoasteristicors" align="right" src="http://www.diariodecasal.com.br/wp-content/uploads/2010/07/robertoasteristicors1.jpg" width="180" height="252" /> Mas muito mais bacana que nossa história, é tudo que aprendi e refleti. Aprendi a não julgar os outros. Nunca sabemos quais circunstâncias fizeram um tiozão largar a mulher e os filhos para ficar com aquela menininha de 20 anos, nem por que a Juliana Cordeiro &quot;<em>namora</em>&quot; o marido da Vivian há 5 anos.     </p>
<p>E agradeço por ele ter passado por essa experiência antes de mim, e de certa forma, compartilhado ela conosco antes de namorarmos. As vezes, precisamos levar tapas na cara para aprender algumas coisas, e eu sou muito feliz por não precisar empurrar um relacionamento com a barriga, como ele fez, para descobrir que diálogo e companheirismo são essenciais.     </p>
<p>Estamos juntos há mais de um ano, com planos concretos para o futuro. O que tinha tudo para ser incerto, está dando certo até demais!     </p>
<p>A dica que dou é, curtir o namoro é bom? É ótimo! Mas acredito que toda experiência (amorosa ou não), deve agregar alguma coisa. Aprendam com seus erros e acertos, aprendam com quem está do seu lado, aprenda sobre você. Não julguem nem digam &quot;<em>nunca</em>&quot;, pois não sabemos o dia de amanhã. Quem cospe pra cima, leva na testa.</p>
<p><em>* Roberto &#8211; Nome fictício</em></p>
<p>Abraço,    <br />L*.    </p>
<blockquote><p>* Texto enviado por uma leitora do blog, que prefere não se identificar. Caso você também queira participar do Diário de Casal, <a href="http://www.diariodecasal.com.br/contato" target="_blank">entre em contato</a> e saiba como. </p></blockquote>
<hr />
<p><small>© Rafael R no <a href="http://www.diariodecasal.com.br">Diário de Casal</a>, 2010. |
<a href="http://www.diariodecasal.com.br/posts/licoes-e-mais-licoes-e-as-surpresas-que-a-vida-nos-traz/">Permalink</a> |
<a href="http://www.diariodecasal.com.br/posts/licoes-e-mais-licoes-e-as-surpresas-que-a-vida-nos-traz/#comments">9 comentários</a> |
Post tags: <a href="http://www.diariodecasal.com.br/posts/tag/licao/" rel="tag">lição</a>, <a href="http://www.diariodecasal.com.br/posts/tag/namoro/" rel="tag">namoro</a>, <a href="http://www.diariodecasal.com.br/posts/tag/relacionamento/" rel="tag">Relacionamento</a><br/>
</small></p>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.diariodecasal.com.br/posts/licoes-e-mais-licoes-e-as-surpresas-que-a-vida-nos-traz/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>9</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Zona de Conforto: Como evitar o comodismo num relacionamento</title>
		<link>http://www.diariodecasal.com.br/posts/zona-de-conforto-como-evitar-o-comodismo-num-relacionamento/</link>
		<comments>http://www.diariodecasal.com.br/posts/zona-de-conforto-como-evitar-o-comodismo-num-relacionamento/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 05 Jul 2010 13:14:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael R</dc:creator>
				<category><![CDATA[Relacionamento]]></category>
		<category><![CDATA[Amigos]]></category>
		<category><![CDATA[amor]]></category>
		<category><![CDATA[paixão]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.diariodecasal.com.br/?p=1106</guid>
		<description><![CDATA[Tema sugerido pela minha irmã, que por um tempo andou reclamando que seu noivo já não era mais aquele gentleman e que talvez ele precisasse de uma sacudida pra voltar a ser. Se você passa por isso, aproveite. E se quiser uma leitura que antecede essa, leia esse artigo no TPmulheres.
- &#8211; -
Existe uma coisa na mente de qualquer mulher, me corrijam inclusive se eu tiver errado nessa afirmação, que é o seguinte: Independente da condição, situação ou momento, elas querem ser tratadas como rainhas. E não digo no sentido ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Tema sugerido pela minha irmã, que por um tempo andou reclamando que seu noivo já não era mais aquele gentleman e que talvez ele precisasse de uma sacudida pra voltar a ser. Se você passa por isso, aproveite. E se quiser uma leitura que antecede essa, leia <a href="http://tpmulheres.net/index.php/2010/07/01/cavalheirismo-moderno/" target="_blank">esse artigo</a> no <em>TPmulheres</em>.</p>
<p>- &#8211; -</p>
<p>Existe uma coisa na mente de qualquer mulher, me corrijam inclusive se eu tiver errado nessa afirmação, que é o seguinte: Independente da condição, situação ou momento, elas querem ser tratadas como rainhas. E não digo no sentido de estarem cobertas de jóias, terem todos os mimos pensáveis ou coisas assim, mas elas querem sentir que estão junto de homens de verdade, cavalheiros, caras que façam tudo por elas, parceiros&#8230; saca aquilo de abrir a porta do carro pra ela entrar? ISSO é o que elas querem. Sentirem-se especiais. E isso, meus amigos, é mais fácil do que a gente imagina. Tudo que precisamos é dessa sacudida, um empurrão. E hoje todos enfrentaremos essa verdade universal.</p>
<p>Pra facilitar a leitura, vou tentar dividir em alguns focos da vida máscula e viril dos homens e tentar encaixar boas dicas. Complete a lista nos comentários para que façamos desse um guia a ser seguido.</p>
<p><strong>Amigos</strong></p>
<p>Todo homem tem seu grupo de amigos. Todo grupo de amigos tem suas tradições, suas festividades, suas brincadeiras. Se por algum motivo tua cônjuge não participa das brincadeiras, lembre-se que por mais divertida e impulsiva seja sua vontade de participar, que você vai mesmo precisar dar um tempo disso por uma causa nobre. Claro, você não precisa simplesmente banir teus amigos da tua vida, e se você fizer isso, é melhor mesmo pensar se está do lado da pessoa certa, que te conheceu enquanto você era assim. Mas não custa nada pesar um pouco as coisas e fazer ela entender que ela é importante pra você e certamente merece uma parte preciosa do seu tempo livre. </p>
<p>Resumindo, amigos sim. Mas não o tempo todo. E eu sei o quanto isso pode ser foda, por supostamente ter os melhores amigos do mundo.</p>
<p><strong>Coisas do dia a dia</strong></p>
<p>Já ouvi reclamações ferozes de algumas amigas por conta de que seus namorados simplesmente esquecem que são os homens da relação e precisam cuidar das coisas. E não estou dizendo sobre entrar na mata com um facão e matar um leão que aterroriza seus vizinhos, mas de coisas simples mesmo. Abrir a porta do carro, como disse ali em cima, é simples. Trocar lâmpadas? Simples. Dar uma mão, quando estão subindo o morro? Porra, fácil. Ser educado, civilizado, carinhoso e se cuidar? É o mínimo, né. E se na teoria é simples assim, pode ser que na prática a gente acabe deixando um pouco de lado uma coisa ou outra. Então, antes de qualquer coisa, vamos ser realistas e encarar a real: qual dessas coisas ai a gente andou meio que deixando de lado por uns tempos? Uma, duas, todas? </p>
<p align="center"><img src="http://www.diariodecasal.com.br/wp-content/uploads/2010/07/mulhercaixacerveja.jpg" alt="Mulher Cerveja e Futebol, yeah!"><br />
<em>A piada é boa.. ta, é ótima. Mas não leve a sério! :P</em></p>
<p>É aquilo, fazer funcionar é simples. E não basta isso, você precisa mostrar que ta empenhado. Garantia: Ela vai gostar.</p>
<p><strong>As suas coisas</strong></p>
<p>Primeira coisa: Você tem DIREITO de ter um tempo pras suas coisas. Se você não tem, apenas peça pra sair do relacionamento. É gostoso e legal se dedicar a isso, é bom ter uma parceira do teu lado, mas se ela não entende que você PRECISA do seu tempo com você, chute-a pra fora agora. Se chegou até aqui, é porque você está com alguém que entende isso, então você precisa valorizar isso. Sabe o que é mais legal que ter liberdade pra ter suas coisas, etc e tal? COMUNICAÇÃO. Ta a fim de ir tomar uma cerveja com os amigos? Avise ela, na boa. Pensando em arrumar um novo hobby? Você tem uma parceira, divida essa idéia com ela. Ela precisa e merece uma boa parte do seu tempo, mas você merece e precisa de um tempo só pra você. E ela, mesma coisa. Então exercitem o direito ao seu tempo e usem esse trecho como argumento, qualquer coisa fora disso é considerada anormal e você pode acabar MATANDO seu relacionamento se não entender esse direito a um tempo só seu. Ponto.</p>
<p><strong>Segurança</strong></p>
<p>Mulheres são seres da natureza que sofrem de insegurança, sempre. Salvo raras excessões, ela sempre vai estar com uma trama em sua mente fértil, até para aquelas coisas que você disse sem pensar e que realmente não significam nada. E se não podemos combater isso de forma simples, temos que ser mais precisos e pensar BEM no que falamos. Eu já tive uma briga depois de ter dito algo sem a menor importância, 3 meses depois, e sequer lembrar de ter dito. Se você já sofreu com algo assim ou já viu algo parecido, cuidado. Além do que, não custa nada a gente dar risada sozinho de um bom comentário que poderia ser feito, mas que consegue evitar. Piadas são piadas, mas se você tem alguém do lado que não consegue rir delas, evite-as. É simples.</p>
<p><strong>Parceria</strong></p>
<p>Aqui é simples: Ou você tem ou você não tem. E se você não tem, amigo, entenda que a chance de isso acabar mal é maior que a normal. Se você não pode falar tudo o que sente, não pode fazer o que tem vontade, mesmo abrindo mão de algumas coisas, se você não sente que pode realmente confiar em quem ta do seu lado, é melhor tratar isso. E só tem um jeito de fazer isso: Conversando. Porque por mais amor que esteja unindo vocês, se vocês não tiverem claro esse sentimento de parceria, a coisa vai mal. Acredite em mim quando disso isso.</p>
<blockquote><p>Na real, esse conjunto de ações são importantes pra manter uma relação saudável. E mesmo que um ponto ou outro não seja uma característica do que você tem, seu relacionamento pode conviver assim. Afinal de contas, quem nos dias de hoje consegue ter de verdade uma relação bem sucedida, que funcione nesses moldes? Cada um molda a sua relação conforme suas próprias particularidades, mas não deixe de pensar em tudo isso. E se tiver itens que precisam ser adicionados tanto as reclamações quanto as soluções, fique a vontade.</p></blockquote>
<hr />
<p><small>© Rafael R no <a href="http://www.diariodecasal.com.br">Diário de Casal</a>, 2010. |
<a href="http://www.diariodecasal.com.br/posts/zona-de-conforto-como-evitar-o-comodismo-num-relacionamento/">Permalink</a> |
<a href="http://www.diariodecasal.com.br/posts/zona-de-conforto-como-evitar-o-comodismo-num-relacionamento/#comments">6 comentários</a> |
Post tags: <a href="http://www.diariodecasal.com.br/posts/tag/amigos/" rel="tag">Amigos</a>, <a href="http://www.diariodecasal.com.br/posts/tag/amor/" rel="tag">amor</a>, <a href="http://www.diariodecasal.com.br/posts/tag/paixao/" rel="tag">paixão</a>, <a href="http://www.diariodecasal.com.br/posts/tag/relacionamento/" rel="tag">Relacionamento</a><br/>
</small></p>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.diariodecasal.com.br/posts/zona-de-conforto-como-evitar-o-comodismo-num-relacionamento/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>6</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Namorar alguém da mesma sala de aula dá certo?</title>
		<link>http://www.diariodecasal.com.br/posts/namorar-alguem-da-mesma-sala-de-aula-da-certo/</link>
		<comments>http://www.diariodecasal.com.br/posts/namorar-alguem-da-mesma-sala-de-aula-da-certo/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 09 Jun 2010 18:12:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Diego Fávero</dc:creator>
				<category><![CDATA[Coisas dele]]></category>
		<category><![CDATA[Histórias]]></category>
		<category><![CDATA[Relacionamento]]></category>
		<category><![CDATA[estudar]]></category>
		<category><![CDATA[namoro em sala de aula]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.diariodecasal.com.br/?p=880</guid>
		<description><![CDATA[Sempre ouvi histórias de amigos e amigas falando das dificuldades de namorar alguém da mesma turma, no colégio, faculdade, entre outras ocasiões. Achava muito difícil, realmente, até chegar &#8220;a minha vez&#8221;. Na época de colégio e faculdade, sempre me dediquei aos estudos e conhecimento (leia-se bagunça e bar), portanto não me preocupava muito nas garotas da minha sala; deixava isso pra hora da balada.
Amigos vinham me contar primeiramente da felicidade de poder namorar alguém da sua sala de aula: &#8220;que demais! todo dia posso ficar do lado dela, a aula ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft" style="padding: 0px 10px 10px 0px;" src="http://s.ytimg.com/vi/dcy6ElgU4lI/0.jpg" alt="" width="209" height="209" />Sempre ouvi histórias de amigos e amigas falando das dificuldades de namorar alguém da mesma turma, no colégio, faculdade, entre outras ocasiões. Achava muito difícil, realmente, até chegar &#8220;a minha vez&#8221;. Na época de colégio e faculdade, sempre me dediquei aos <span style="text-decoration: line-through;">estudos e conhecimento</span> (leia-se bagunça e bar), portanto não me preocupava muito nas garotas da minha sala; deixava isso pra hora da balada.</p>
<p>Amigos vinham me contar primeiramente da felicidade de poder namorar alguém da sua sala de aula: &#8220;que demais! todo dia posso ficar do lado dela, a aula toda&#8221;. Será mesmo que isso é bom? E após algum tempo vinha o pior: &#8220;terminamos, e agora? Vou ter que conviver com ela por mais tantos anos até que termine o curso. Como vou aguentar olhar todo dia pra uma pessoa que eu amo e não me quer mais?&#8221;</p>
<p>Há ainda, o &#8220;isolamento precoce&#8221; do resto da turma. Esse, é o pior ponto nessa história toda, ao meu ver. Bom, vou contar um pouco minha situação. Eu e minha <span style="text-decoration: line-through;">namorada</span> noiva temos 4 anos de diferença, na idade. Portanto, quando ela nasceu, eu já empinava pipa, jogava bola na rua e falava palavrão. Quando terminei a faculdade, ela tava com a cara pintada no farol pedindo dinheiro pra ir pro bar com o restante dos bixos, bixetes e veteranos. Só que logo depois dela terminar a facul, resolvemos fazer uma pós-graduação e, como temos afinidade para o mesmo assunto &#8211; marketing &#8211; fomos estudar juntos, na mesma sala de aula.</p>
<p>Que situação! No início, eu achava bem estranho. Como não conhecíamos ninguém na sala (só duas pessoas), eu pensava &#8220;e se eu chegar de mão dada, o que vão pensar? .. será que já vão imaginar &#8220;putz, os caras se conheceram fazendo a prova pra entrar na pós e já estão juntos&#8221; .. haha .. pois então, achei melhor chegarmos sem mãos dadas. Sentávamos um ao lado do outro nos primeiros meses e, com o passar do tempo, conhendo a galera da sala, começamos a sentar cada um com &#8220;sua turminha&#8221;. Acho isso essencial! Eu, que já moro com ela, passo o dia todo no msn conversando, seria &#8220;egoísmo&#8221; demais me isolar com ela na sala e perder a oportunidade de fazer amizades e network? Não, né! A galera chegou até pensar que éramos irmãos, por chegarmos sempre juntos e não ficarmos grudados, como <span style="text-decoration: line-through;">deveria</span> ser um casal. Por isso, hoje, após quase um ano de aula, sentamos perto, mas não juntos. Cada um está em um grupo de trabalhos e com isso, não há um desgaste no <span style="text-decoration: line-through;">namoro</span> noivado e podemos voltar pra casa conversando, numa boa. Não consigo nem imaginar o quão terrível seria se um dia não estivéssemos mais juntos e eu teria de olhar para ela todos os dias e sofrer por não ter mais ela juntinho de mim!</p>
<p>Portanto, se você resolver cair nos braços de alguém de sua sala, procure não fazer disso deu mundinho fechado para toda a volta que vocês tem na sala de aula. Namorem da porta pra fora; mantenham-se com relações pessoais com o resto da turma e não se isolem! Vão poder curtir muito mais quando forem pra casa e isso tudo não vai tornar-se uma rotina chata do namoro e você não vai querer ficar fora do futebol, no intervalo da aula, porque tem que ficar com sua namorada, né?rs</p>
<hr />
<p><small>© Diego Fávero no <a href="http://www.diariodecasal.com.br">Diário de Casal</a>, 2010. |
<a href="http://www.diariodecasal.com.br/posts/namorar-alguem-da-mesma-sala-de-aula-da-certo/">Permalink</a> |
<a href="http://www.diariodecasal.com.br/posts/namorar-alguem-da-mesma-sala-de-aula-da-certo/#comments">10 comentários</a> |
Post tags: <a href="http://www.diariodecasal.com.br/posts/tag/estudar/" rel="tag">estudar</a>, <a href="http://www.diariodecasal.com.br/posts/tag/namoro-em-sala-de-aula/" rel="tag">namoro em sala de aula</a><br/>
</small></p>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.diariodecasal.com.br/posts/namorar-alguem-da-mesma-sala-de-aula-da-certo/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>10</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>E namoro por internet, dá certo?</title>
		<link>http://www.diariodecasal.com.br/posts/e-namoro-por-internet-da-certo-2/</link>
		<comments>http://www.diariodecasal.com.br/posts/e-namoro-por-internet-da-certo-2/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 31 May 2010 15:19:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luana Hazine</dc:creator>
				<category><![CDATA[Relacionamento]]></category>
		<category><![CDATA[amor]]></category>
		<category><![CDATA[bate-papo]]></category>
		<category><![CDATA[chat]]></category>
		<category><![CDATA[internet]]></category>
		<category><![CDATA[namoro]]></category>
		<category><![CDATA[virtual]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.diariodecasal.com.br/?p=376</guid>
		<description><![CDATA[Há alguns anos o acesso à Internet se tornou popular e com isso nasceram os primeiros sites de relacionamento.
Me lembro até hoje quando aos 12 anos eu ganhei meu primeiro computador e mal sabia ligá-lo. Logo na sequencia descobri a Internet e com ela as famosas “salas de bate papo”.
Naquele tempo, havia muito medo das pessoas em entrar neste tipo de site e conhecer gente nova, pois, na maioria das vezes as pessoas do outro lado da tela, contavam mentiras sobre seu tipo físico, pensamentos, se passavam por pessoas que ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Há alguns anos o acesso à Internet se tornou popular e com isso nasceram os primeiros sites de relacionamento.</p>
<p>Me lembro até hoje quando aos 12 anos eu ganhei meu primeiro computador e mal sabia ligá-lo. Logo na sequencia descobri a Internet e com ela as famosas “salas de bate papo”.</p>
<p>Naquele tempo, havia muito medo das pessoas em entrar neste tipo de site e conhecer gente nova, pois, na maioria das vezes as pessoas do outro lado da tela, contavam mentiras sobre seu tipo físico, pensamentos, se passavam por pessoas que não eram elas mesmas e quando havia (isso depois de meses de conversa claro) o primeiro encontro, vinha a decepção. NÃO ERA NADA DAQUILO.</p>
<p>É claro que nem em todos os casos eram assim. Muita gente era sincera, acabava criando uma afinidade virtual, uma amizade e até algo mais.</p>
<p><strong>OS TEMPOS SÃO OUTROS</strong></p>
<p align="center"><img src="http://www.diariodecasal.com.br/wp-content/uploads/2010/05/computer_love.jpg" alt="Namoro por internet"></p>
<p>Hoje em dia, todo mundo está muito mais familiarizado com a vida virtual, estes sites de bate papo e redes de relacionamento estreitam a distância entre as pessoas e isso faz com que nós todos tenhamos mais facilidade em identificar o nível de “verdade” da conversa.</p>
<p>É muito comum as pessoas procurarem na net, uma companhia, uma nova amizade e nesse contexto, sempre acaba rolando “algo a mais”.</p>
<p>Existem milhões de casos de casais que já são até casados e tem família que se conheceram desta forma.</p>
<p>É muito importante você ser sempre o mais sincero possível. Porque se for pra outra pessoa gostar de você, que seja do jeito que você realmente é.</p>
<p>Mostre seus gostos musicais, seus pensamentos, sua visão de vida (isso sempre ajuda você a identificar se a pessoa tem gostos parecidos e se vai haver afinidade entre vocês).</p>
<p>Conforme o tempo passa você percebe se a pessoa é confiável, começa a ter um papo mais íntimo, contar da sua vida, trocar telefones e por aí a coisa vai rolando.</p>
<p><strong>MAS E AÍ? DÁ CERTO OU NÃO DÁ?!</strong></p>
<p>Eis a granade questão. Cada um tem um jeito de encarar esse tipo de relacionamento. Há quem saiba levar como se fosse um namoro comum, com conversas, risadas, brigas, ciúmes e tem quem não consiga de jeito nenhum. Eu já tive 3 namoros por internet. 2 por conta da distância (mas, eu os conhecia pessoalmente) e outro por que o conheci na internet e porque o cara morava muitooo longe (era da Europa).</p>
<p>Pra quem sabe levar, consegue manter a confiança, e até tem a sorte de um dia conseguir conhecer pessoalmente, o namoro pela internet dá certo SIM. Pra quem já tem uma certa preguiça de logar todo dia em nome do amor, a melhor opção é continuar no método tradicional.</p>
<p>Todo mundo um dia encontra um grande amor e cabe a vocês fazer dar certo, seja na vida real ou na virtual.</p>
<hr />
<p><small>© hazine no <a href="http://www.diariodecasal.com.br">Diário de Casal</a>, 2010. |
<a href="http://www.diariodecasal.com.br/posts/e-namoro-por-internet-da-certo-2/">Permalink</a> |
<a href="http://www.diariodecasal.com.br/posts/e-namoro-por-internet-da-certo-2/#comments">6 comentários</a> |
Post tags: <a href="http://www.diariodecasal.com.br/posts/tag/amor/" rel="tag">amor</a>, <a href="http://www.diariodecasal.com.br/posts/tag/bate-papo/" rel="tag">bate-papo</a>, <a href="http://www.diariodecasal.com.br/posts/tag/chat/" rel="tag">chat</a>, <a href="http://www.diariodecasal.com.br/posts/tag/internet/" rel="tag">internet</a>, <a href="http://www.diariodecasal.com.br/posts/tag/namoro/" rel="tag">namoro</a>, <a href="http://www.diariodecasal.com.br/posts/tag/virtual/" rel="tag">virtual</a><br/>
</small></p>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.diariodecasal.com.br/posts/e-namoro-por-internet-da-certo-2/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>6</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Namoros &#8220;iô-iô&#8221;</title>
		<link>http://www.diariodecasal.com.br/posts/namoros-io-io/</link>
		<comments>http://www.diariodecasal.com.br/posts/namoros-io-io/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 24 May 2010 15:43:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mayara Godoy</dc:creator>
				<category><![CDATA[Crônicas]]></category>
		<category><![CDATA[Relacionamento]]></category>
		<category><![CDATA[equilíbrio]]></category>
		<category><![CDATA[final de namoro]]></category>
		<category><![CDATA[respeito]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.diariodecasal.com.br/?p=767</guid>
		<description><![CDATA[Com o advento da internet (e mais especificamente do Orkut), ficou muito fácil saber os bafões de tudo sobre a vida alheia. E nem é preciso procurar muito. Na página inicial mesmo, é um tal de &#8220;Fulano atualizou relacionamento&#8221; pra cá, &#8220;Sicrano escreveu um depoimento&#8221; pra lá, e assim milhares de vidas &#8220;pessoais&#8221; são expostas indiscriminadamente.
Essa enrolação introdução toda foi só pra dizer que, em meio a tanta informação, um fenômeno bastante curioso ficou mais evidente: os namoros &#8220;iô-iô&#8221;. Nem é preciso desenhar explicar o porque da alusão ao brinquedo ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Com o advento da internet (e mais especificamente do Orkut), ficou muito fácil saber <span style="text-decoration: line-through">os bafões</span> de tudo sobre a vida alheia. E nem é preciso procurar muito. Na página inicial mesmo, é um tal de &#8220;Fulano atualizou relacionamento&#8221; pra cá, &#8220;Sicrano escreveu um depoimento&#8221; pra lá, e assim milhares de vidas &#8220;pessoais&#8221; são expostas indiscriminadamente.</p>
<p>Essa <span style="text-decoration: line-through">enrolação </span>introdução toda foi só pra dizer que, em meio a tanta informação, um fenômeno bastante curioso ficou mais evidente: os namoros &#8220;iô-iô&#8221;. Nem é preciso <span style="text-decoration: line-through">desenhar </span>explicar o porque da alusão ao brinquedo infantil&#8230; Num dia, se amam eternamente; no outro, <em>&#8220;quem tem azar é azarado, quem tem sorte é sortero&#8221;</em>, e por aí se segue uma imensa lista de clichês nas idas e vindas de relacionamentos arruinados.</p>
<p>Meu objetivo aqui não é ofender ninguém, mas, na minha humilde opinião, relacionamentos assim estão fadados ao <strong>fracasso</strong>. Não vejo outra forma de definir a instabilidade emocional de casais que nunca sabem se se casam ou se compram uma bicicleta cada um e fogem para bem longe um do outro.</p>
<p>Eu sempre fui da opinião de que relacionamento existe para nos fazer bem — a partir do momento em que começa a fazer mal, é hora de cada um seguir seu rumo. Porém, vejo casais que parecem ter dificuldade com este discernimento; parecem nunca estar certos quanto a como se sentem na relação. Qualquer briguinha resulta em fim de namoro e, no dia seguinte, fazem as pazes e novas juras de amor eterno — mas a eternidade muitas vezes não sobrevive mais de uma semana.</p>
<p>E aí, meu amigo, quando chega a este ponto, com o perdão da palavra, é porque virou <strong>putaria</strong>. Namoro vai, namoro vem, e a relação vai ficando mais e mais desgastada. Ninguém mais sabe — nem o casal — se os dois estão juntos mesmo. Aumentam as &#8220;ficadas&#8221; nos &#8220;intervalos&#8221; e, consequentemente, as brigas e cobranças nas voltas.</p>
<p><a href="http://www.diariodecasal.com.br/wp-content/uploads/2010/05/89838404.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-768" style="margin: 5px;border: 0pt none" src="http://www.diariodecasal.com.br/wp-content/uploads/2010/05/89838404-300x199.jpg" alt="" width="240" height="159" /></a>E, assim, um vai perdendo o respeito pelo outro — e por si próprio. Por isso, minha teoria é a de que mais vale &#8220;insistir&#8221; em um relacionamento, mesmo que esteja difícil, até o fim. Não digo para dar murro em ponta de faca e tentar ressucitar um namoro infeliz, mas, sim, em tentar sempre resolver os problemas conjugais da melhor forma possível. Se, ainda assim, a relação estiver insustentável, é hora de ambos aceitarem que é melhor por um fim no namoro — de preferência definitivo.</p>
<p>Se for para voltar, que não seja do dia para a noite. Que conversem com a cabeça fria, reflitam, ponham todos os pingos nos &#8220;is&#8221;, estabeleçam de que forma ambos tentarão melhorar pelo bem do relacionamento (porque não existem erros unilaterais) e sejam felizes.</p>
<p>Porém, para isso, é necessário que ponham em prática essas atitudes melhores — e não façam promessas que serão esquecidas na primeira discussão.</p>
<hr />
<p><small>© Mayara Godoy no <a href="http://www.diariodecasal.com.br">Diário de Casal</a>, 2010. |
<a href="http://www.diariodecasal.com.br/posts/namoros-io-io/">Permalink</a> |
<a href="http://www.diariodecasal.com.br/posts/namoros-io-io/#comments">6 comentários</a> |
Post tags: <a href="http://www.diariodecasal.com.br/posts/tag/equilibrio/" rel="tag">equilíbrio</a>, <a href="http://www.diariodecasal.com.br/posts/tag/final-de-namoro/" rel="tag">final de namoro</a>, <a href="http://www.diariodecasal.com.br/posts/tag/respeito/" rel="tag">respeito</a><br/>
</small></p>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.diariodecasal.com.br/posts/namoros-io-io/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>6</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Faça seu &#8220;pé-de-meia&#8221; na casa da mamãe</title>
		<link>http://www.diariodecasal.com.br/posts/faca-seu-pe-de-meia-na-casa-da-mamae/</link>
		<comments>http://www.diariodecasal.com.br/posts/faca-seu-pe-de-meia-na-casa-da-mamae/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 21 May 2010 15:38:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Diego Fávero</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Relacionamento]]></category>
		<category><![CDATA[dinheiro]]></category>
		<category><![CDATA[economia]]></category>
		<category><![CDATA[finanças]]></category>
		<category><![CDATA[grana]]></category>
		<category><![CDATA[morar com os pais]]></category>
		<category><![CDATA[morar sozinho]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.diariodecasal.com.br/?p=752</guid>
		<description><![CDATA[Você que tem seus 15, 20 anos .. ou até mais, e ainda (não criticando) mora com seus pais, esse post é pra você!
Quando eu tinha meus 19, 20 anos e, ainda morava com meus pais, só pensava no famoso &#8220;carpe diem&#8221;. Eu já trabalhava, fazia facul, achava que &#8220;me bancava&#8221;, pelo fato de trabalhar e pagar &#8220;minhas contas&#8221; e então, toda grana que eu conseguisse era minha; só minha e eu deveria aproveitá-la da melhor forma possível: torrando até o talo!
Doce ilusão. Na verdade eu não pagava conta nenhuma. ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft" style="margin: 10px;" src="http://static.blogstorage.hi-pi.com/photos/coisasdemae.bebeblog.com.br/images/gd/1232124285/cofrinho.jpg" alt="" width="224" height="149" />Você que tem seus 15, 20 anos .. ou até mais, e ainda (não criticando) mora com seus pais, esse post é pra você!</p>
<p>Quando eu tinha meus 19, 20 anos e, ainda morava com meus pais, só pensava no famoso &#8220;carpe diem&#8221;. Eu já trabalhava, fazia facul, achava que &#8220;me bancava&#8221;, pelo fato de trabalhar e pagar &#8220;minhas contas&#8221; e então, toda grana que eu conseguisse era minha; só minha e eu deveria aproveitá-la da melhor forma possível: torrando até o talo!</p>
<p>Doce ilusão. Na verdade eu não pagava conta nenhuma. Não sabia o que era sustentar uma casa, uma família. Nem fazia ideia o que era IPTU, conta de gás, luz, água, etc. E pra onde ia minha grana? Carpe diem. Baladas, amigos, barzinho, presentes, auto-realização. E no final do mês, zerado! Ah, foda-se, né? Mês que vem, tinha mais.</p>
<p>E mês a mês a grana entrava e saía da minha conta que eu nem via .. mas me sentia feliz e realizado. Bastava. Eu era solteiro, não tinha com que me preocupar &#8230; tinha comida toda hora, roupa passada, quarto arrumado, casa limpa, tudo do bom e do melhor.</p>
<p>Aí foi quando me apaixonei. Tudo o que eu menos imaginava pra mim, veio à tona. Comecei a namorar e não demorou muito pra que fossemos morar juntos. E agora? Fodeu! Aí comecei sentir na pele o que realmente era me sustentar. Contas e mais contas e mal sobrava grana pra diversão. E quando mais precisei comprar um carro, cadê a grana que eu deveria ter juntado?? Tarde demais ..</p>
<p>Se você não guardar uma reserva de seu salário, mesada, ou seja lá qual for sua renda, você vai começar sua vida a dois debaixo .. do quase zero. Ou você pode ter nascido com o c* virado pra lua e ter um bom paitrocínio que vai te bancar e te mimar por toda a vida (o que eu não concordo e jamais aceitei) e servir como um pilar pro crescimento de vocês.</p>
<p>Por isso, tente se controlar. Não torre toda sua grana; peça conselho de amigos, dos seus pais ou alguém que entenda de finanças e comece a se organizar. Um bom livro que li, foi &#8220;Casais inteligentes enriquecem juntos&#8221;. É uma boa partida para você controlar suas despesas e pensar grande.</p>
<p>Suponha que você ganhe R$1000 por mês. Seja disciplinado em guardar todo mês 30% disso, ou seja, R$300. Ao final de um ano, você juntou R$3900 (com o 13º salário). Daria uma viagem bem legal no ano novo, hein? Ou um presente que você queria tanto ao longo do ano, mas não conseguia juntar pra comprar.</p>
<p>Aproveite a fase que você está sob o guarda-chuva dos seus pais. Não veja isso como uma coisa terrível e que você &#8220;não vê a hora de ir morar sozinho/sozinha&#8221;. Morar sozinhos não é nada fácil. Nem um pouco. Veja mais ou menos os gastos:</p>
<p>- aluguel apartamento 2 quartos R$1000<br />
- condomínio R$400<br />
- iptu R$140<br />
- água R$25<br />
- luz R$60<br />
- INTERNET R$100<br />
- faxineira R$120<br />
- comida R$300<br />
- LAZER (hummm lazer?? sobrou algo??)</p>
<p>E por aí vai&#8230; No final das contas, a vontade de &#8220;sermos livres&#8221; e cuidar da própria vida é sempre grande, mas na prática isso pode ser mais difícil do que parece. Se você achar que está pronto pra isso e quiser tentar, eu recomendo e digo isso por experiência própria. Mas, antes de qualquer atitude, faça o seguinte: pegue um lápis (ok, caneta serve), um papel e comece a anotar os valores de tudo o que vai precisar pra se manter. Faça isso no mínimo 3 vezes, até entender o custo disso. Se depois disso, você ver que vale a pena e que dá pra se segurar, apertado ou não, ai vai pra cima. </p>
<p>Algum de vocês já fez isso? Alguma outra dica que a experiência trouxe que pode ser compartilhada? </p>
<hr />
<p><small>© Diego Fávero no <a href="http://www.diariodecasal.com.br">Diário de Casal</a>, 2010. |
<a href="http://www.diariodecasal.com.br/posts/faca-seu-pe-de-meia-na-casa-da-mamae/">Permalink</a> |
<a href="http://www.diariodecasal.com.br/posts/faca-seu-pe-de-meia-na-casa-da-mamae/#comments">5 comentários</a> |
Post tags: <a href="http://www.diariodecasal.com.br/posts/tag/dinheiro/" rel="tag">dinheiro</a>, <a href="http://www.diariodecasal.com.br/posts/tag/economia/" rel="tag">economia</a>, <a href="http://www.diariodecasal.com.br/posts/tag/financas/" rel="tag">finanças</a>, <a href="http://www.diariodecasal.com.br/posts/tag/grana/" rel="tag">grana</a>, <a href="http://www.diariodecasal.com.br/posts/tag/morar-com-os-pais/" rel="tag">morar com os pais</a>, <a href="http://www.diariodecasal.com.br/posts/tag/morar-sozinho/" rel="tag">morar sozinho</a><br/>
</small></p>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.diariodecasal.com.br/posts/faca-seu-pe-de-meia-na-casa-da-mamae/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>5</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Sinceridade é a base da segurança no relacionamento</title>
		<link>http://www.diariodecasal.com.br/posts/sinceridade-e-a-base-da-seguranca-no-relacionamento/</link>
		<comments>http://www.diariodecasal.com.br/posts/sinceridade-e-a-base-da-seguranca-no-relacionamento/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 14 May 2010 11:57:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marina Laterza</dc:creator>
				<category><![CDATA[Relacionamento]]></category>
		<category><![CDATA[briga]]></category>
		<category><![CDATA[discussão]]></category>
		<category><![CDATA[segurança]]></category>
		<category><![CDATA[sinceridade]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.diariodecasal.com.br/?p=761</guid>
		<description><![CDATA[Estava lendo o post do Diogo Batalha (Como lidar com o &#8220;nada&#8221;?) e acabei me inspirando a escrever sobre sinceridade. Noto algumas vezes que as pessoas são um pouco fechadas, não entregam tudo de sí ao outro, não deixam ele saber tudo o que elas estão pensando.
Eu sempre achei que tinha uma visão muito peculiar sobre esse assunto, porque eu me considero uma pessoa extremamente sincera. Sabem aquela coisa de preferir pecar pelo excesso do que pela falta? Pois é.
Mas essa coisa de ser sincero é uma faca de dois ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Estava lendo o post do <strong>Diogo Batalha</strong> (<a href="http://www.diariodecasal.com.br/posts/como-lidar-com-o-nada/">Como lidar com o &#8220;nada&#8221;?</a>) e acabei me inspirando a escrever sobre sinceridade. Noto algumas vezes que as pessoas são um pouco fechadas, não entregam tudo de sí ao outro, não deixam ele saber tudo o que elas estão pensando.</p>
<p>Eu sempre achei que tinha uma visão muito peculiar sobre esse assunto, porque eu me considero uma pessoa extremamente sincera. Sabem aquela coisa de preferir pecar pelo excesso do que pela falta? Pois é.</p>
<p>Mas essa coisa de ser sincero é uma faca de dois gumes, mas eu ainda prefiro os prós que os contra. Eu mesma, já falei muita coisa que não deveria, que poderia ter evitado várias brigas, mas em contrapartida, sempre tive ao meu lado pessoas que confiavam ao extremo em mim.</p>
<p align="center"><img src="http://www.diariodecasal.com.br/wp-content/uploads/2010/05/homem_x_mulher_450.jpg" alt="Sinceridade evita confusão"><br />
<em>Sinceridade pode evitar confusões desnecessárias</em></p>
<p>Meus namorados mesmo sempre me falavam: “O bom é que por pior que seja, eu sei que se tiver acontecendo algo você irá me contar”. E não há nada que traga mais segurança do que confiar no parceiro, a gente sente que pode fazer tudo, contar tudo, pensar tudo, compartilhar tudo, é simplesmente perfeito (na minha concepção de perfeição).</p>
<p>Eu nunca fui uma mulher que se enquadrou no “nada”. Eu não gosto de gerar no outro uma angústia dessas. Digo angústia, porque quando eu perguntava o que estava acontecendo e o cara não me contava, eu ficava pra morrer achando que eu tinha feito alguma coisa, e as vezes não era nada sério. Era só sentar, conversar, expor os dois lados da moeda e pronto, página virada.</p>
<p>Sou a favor da simplificação dos problemas e não do agravo deles. Mesmo porque tem muito homem distraído nesse mundo. E acreditem, homem é muito mais simples que nós mulheres. “<em>Ah, não é nada? Tá bom então meu amor. :)</em>”. E porque diabos ele está  errado de pensar assim se você mesma, o amor dele, que ele ama e confia, falou que não é nada? Tá com algum problema vai lá, senta e conversa. Somos pessoas racionais e teoricamente maduras o suficiente para fazer isso.</p>
<p>No mais eu acho que é isso, não dá pra não ser sincera e esperar que a pessoa nos entenda por inteiro. Para que a pessoa nos conheça cabe a nós deixarmos que ela se aproxime ou não. Não se falar o que sente é o primeiro passo para um grande abismo que poderá existir entre o casal, o problema real, é que muitas vezes esse abismo é descoberto tarde demais.</p>
<p><em><font color="#808080">- &#8211; -</p>
<p>Aproveitando o espaço, tenho um pedido: Você namora a distância e mora em São Paulo? Se respondeu sim para as duas coisas, <a href="http://www.diariodecasal.com.br/contato">entre em contato comigo</a> hoje ainda.</em></font></p>
<hr />
<p><small>© Marina Laterza no <a href="http://www.diariodecasal.com.br">Diário de Casal</a>, 2010. |
<a href="http://www.diariodecasal.com.br/posts/sinceridade-e-a-base-da-seguranca-no-relacionamento/">Permalink</a> |
<a href="http://www.diariodecasal.com.br/posts/sinceridade-e-a-base-da-seguranca-no-relacionamento/#comments">4 comentários</a> |
Post tags: <a href="http://www.diariodecasal.com.br/posts/tag/briga/" rel="tag">briga</a>, <a href="http://www.diariodecasal.com.br/posts/tag/discussao/" rel="tag">discussão</a>, <a href="http://www.diariodecasal.com.br/posts/tag/relacionamento/" rel="tag">Relacionamento</a>, <a href="http://www.diariodecasal.com.br/posts/tag/seguranca/" rel="tag">segurança</a>, <a href="http://www.diariodecasal.com.br/posts/tag/sinceridade/" rel="tag">sinceridade</a><br/>
</small></p>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.diariodecasal.com.br/posts/sinceridade-e-a-base-da-seguranca-no-relacionamento/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>4</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Amigos x Parceiro</title>
		<link>http://www.diariodecasal.com.br/posts/amigos-x-parceiro/</link>
		<comments>http://www.diariodecasal.com.br/posts/amigos-x-parceiro/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 12 May 2010 13:59:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Nara Yoko</dc:creator>
				<category><![CDATA[Amigos]]></category>
		<category><![CDATA[Relacionamento]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.diariodecasal.com.br/?p=559</guid>
		<description><![CDATA[Sexta-feira, 19h. Galera do trampo reunida em mais um happy-hour semanal. Os colegas, um a um, vão se acomodando nas cadeiras e pedindo mais um copo pro garçom. Uma porção de fritas e outra de mandioquinha na mesa. Faltava o Marcão. Sempre falta o Marcão. O pessoal já se acostumou, ninguém mais pergunta o motivo. &#8220;Tá encoleirado&#8221;, lamenta o Jorge.

O fato é que ninguém gosta de situações assim. Por isso mesmo resolvi escrever sobre isso. Talvez seja mais um questionamento, uma exposição dos fatos pra quem conseguir se identificar com ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Sexta-feira, 19h. Galera do trampo reunida em mais um happy-hour semanal. Os colegas, um a um, vão se acomodando nas cadeiras e pedindo mais um copo pro garçom. Uma porção de fritas e outra de mandioquinha na mesa. Faltava o Marcão. <strong>Sempre falta o Marcão.</strong> O pessoal já se acostumou, ninguém mais pergunta o motivo. &#8220;Tá encoleirado&#8221;, lamenta o Jorge.</em></p>
<p align="center"><img src="http://www.diariodecasal.com.br/wp-content/uploads/2010/05/amigos-no-bar-480x318.jpg" alt="Amigos x Parceiros"></p>
<p>O fato é que ninguém gosta de situações assim. Por isso mesmo resolvi escrever sobre isso. Talvez seja mais um questionamento, uma exposição dos fatos pra quem conseguir se identificar com qualquer um dos lados da história: <em>a namorada possessiva, o namorado encoleirado ou com os amigos do bar</em>, já que, mesmo que você também namore, deve conhecer aquele cara que nunca está com a turma em qualquer lugar que seja.</p>
<p>Quem dera o problema fosse apenas ciúme. Há mais coisas entre o céu e a terra do que sonha a nossa vã filosofia. Geralmente o início disso tudo é bem parecido: você conta a novidade do namoro pro pessoal e, enquanto os mais pessimistas já choram por &#8220;perder o amigo&#8221;, os mais otimistas marcam aquele bar esperto pra você apresentar a nova patroa. Só que algo dá errado no grande dia, não se sabe muito bem o porquê, mas o que se vê é um grande festival de sorrisos amarelos e momentos de silêncio constrangedor. Enfim, os santos não cruzaram.</p>
<p>O que fazer? Simples. Não a leve mais em encontros de amigos. Simples? Quem dera. Infelizmente nem todos os seres humanos têm capacidade de pensar de tal forma. Ao invés disso, o Marcão simplesmente deixa de sair com os amigos, fazendo com que a raiva deles pela sua namorada só aumente. E a prepotência dela também. Definitivamente não é a melhor solução, mas é o que muita gente faz.</p>
<p>As namoradas têm que entender que os amigos estão lá há mais tempo que ela e que assim como ela gosta de se reunir com as amigas para tratar das coisas dela, o homem também tem esse direito! Não implique com o futebol de sexta-feira, não implique com os <em>happy-hours</em>! Se você não quiser acompanhá-lo, deixe-o ir sozinho, falta de confiança não deve ser aplicada aqui, pois se ele for te trair, tem todos os outros dias da semana pra isso.</p>
<p>E homens, não se deixem dobrar pelas exigências da namorada, exponha para ela os dois lados da história. Não se deve viver plenamente a vida do outro e todos precisam de um espaço só seu e você sabe disso! Além de deixar de sair com os amigos, eles vão te achar o maior vacilão.</p>
<p>(E isso também vale para os namorados que não deixam a namorada sair sozinha com os amigos, claro)</p>
<p>Se você não vê nem seus amigos e nem seu parceiro durante a semana, que tal flexionar os horários para conseguir encontrar todos no fim de semana? Ou ir alternando? O que não vale é abandonar algum dos dois. Caso não consigam sair todos juntos, vamos abrir exceções pra que todos saiam felizes. Amigo que é amigo entende quando você tem que sair com o parceiro. E parceiro que é parceiro entende quando você tem que sair com os amigos.</p>
<p>Conversa e acordos são tudo na vida a dois!</p>
<hr />
<p><small>© Nara Yoko no <a href="http://www.diariodecasal.com.br">Diário de Casal</a>, 2010. |
<a href="http://www.diariodecasal.com.br/posts/amigos-x-parceiro/">Permalink</a> |
<a href="http://www.diariodecasal.com.br/posts/amigos-x-parceiro/#comments">11 comentários</a> |
Post tags: <br/>
</small></p>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.diariodecasal.com.br/posts/amigos-x-parceiro/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>11</slash:comments>
		</item>
	</channel>
</rss>
