Publicado por Luana Hazine em Tuesday, 23 February 2010 às 12:00 | 5 comentários
Depois de muito tempo sem criatividade para continuar a série “Todo Casal Tem”, finalmente tive alguns insights para falar mais sobre as peculiaridades de todos os casais, afinal, todo mundo tem uma história interessante para contar. Para começar este ano, quero trazer à tona um ponto mais que especial pra o casal: O dia em [...]
Publicado por Diogo Batalha em 8 February, 2010 às 16:56 | 15 comentários
amor, batalha, casal, diario, diogo, distância, msn, namoro, primeira, vez
No meu primeiro texto aqui no Diário de Casal, nada mais justo do que eu contar para vocês o dia em que me acasalei (da definição “reunir-se em casal”, não “procriar”. Isso fica para depois).
Devo previnir-lhes que essa história é um tanto quanto diferente (e longa, por isso dividirei em duas partes). Não daria nenhum filme de romance, há quem ache ela fofa, há quem ache doideira e há quem não ache nada. Mas, antes de tudo, é uma história de amor. Ela fala sobre ter, dar, compartilhar, receber e ter paciência.
Começando pelo começo. A primeira vez que vi minha namorada eu estava no msn, teclando com uma amiga minha. Ela falava de forma empolgada do namoro dela com um menino do Rio Grande do Sul (eu e ela, minha amiga, moravamos no RJ nessa época) e começou a me mostrar fotos da última viagem que fez até o RS para vê-lo. E lá, no meio daquelas fotos meio bobas, estava ela. A menina mais bonita que eu jamais tinha visto na vida. Se eu fosse tentar descrever como eu me senti ao ver aquela foto, eu usaria um textículo do Shakespeare (vejam bem, textículo com X. O com S eu nunca vi) que diz:
Se eu pudesse descrever a beleza dos teus olhos
e com novos números enumerar as tuas graças,
as eras vindouras iriam dizer:
“Este poeta mente!
toques assim celestiais, nunca tocaram rostos mortais.”
Implorei para minha amiga me apresentar àquela garota (que era cunhada dela, na ocasião). Para minha tristeza tomei um retumbante “não”, justificado por ela pelos seguinte motivos:
1- O namorado dela tinha ciúmes grande das irmãs e isso poderia trazer problemas para ela (minha amiga, não a irmã dele).
2- A menina em questão era nada menos que oito anos mais nova do que eu.(Não parecia. Juro!)
Sim, senhoras e senhores. Meu primeiro amor-à-primeira-vista estava fadado a se tornar amor platônico, por esses motivos. Sorte do amor que ele escolheu para flechar alguém cabeça-dura (que era, e ainda sou, eu).
Passei aproximadamente pouco mais de sete meses na cola dessa minha amiga implorando um “por favor, me apresente sua cunhada” e ouvindo seguidos “não”. Por sete meses. Foi a maior coleção de “nãos” que eu já ouvi, e sequer eram da garota, eram apenas da intermediária dela.
Até que um dia, quando ela já estava meio de saco-cheio e o namoro dela estava na eminência de ir para o saco (nunca tinha notado como os sacos foram fundamentais para o meu final feliz. Menos o do Shakespeare) recebi um “sim”, sobre uma condição:
“Você não pode namorar com ela, porque ela é muito nova. Tem que esperar um ano ou dois, até ela ficar mais velha”.
E pra alegria geral da nação do hospício, eu fiz essa loucura e aceitei a condição. Como prêmio, ganhei o endereço do MSN daquela menina , que morava no RS e eu vi apenas através de uma fotografia 7 meses atrás.
Agora viria a parte de verdade, que começou após a janelinha dela subir e eu receber um “oi”. Eu tinha dois anos de espera até poder pedi-la em namoro…
(continua)
Que tal receber as atualizações diárias do blog em seu leitor de feed preferido? Basta assinar nosso feed que isto é possivel!
Mayara Godoy postou em Monday, 8 February 2010 às 17:31
Ahhhh, não acreditoo! Quero saber o resto da história!! :D
Diego Fávero postou em Monday, 8 February 2010 às 19:20
hahaha poxa quero saber o esto!!!
Maya postou em Monday, 8 February 2010 às 20:31
Ai,vai. Você vai postar amanhã,né? Por favor,não faz que nem seriado americando que a gente tem (ou tinha,né?) que esperar a próxima temporada pra saber se o mocinho ficar com a mocinha.
Achei tão fofa a história. (L)
Diogo Batalha postou em Monday, 8 February 2010 às 20:46
Calma gente, amanhã eu termino… ou depois de amanhã hahahaha. Em breve =]
pah postou em Monday, 8 February 2010 às 22:40
O amor quando é louco…
Simone Campos postou em Tuesday, 9 February 2010 às 9:08
Que lindo….
Simone Campos postou em Tuesday, 9 February 2010 às 9:11
Tô aguardando a parte 2. rssss…
Danilo postou em Tuesday, 9 February 2010 às 10:35
Sinto que vem algo pesado por ai, huahua….
Pelo jeito como vc começou aposto q ñ é só uma história romântica com final feliz….deve ter tido umas aventuras bizarras por ai, antes do final feliz claro, hehe….
Atiçou a curiosidade da galera, termina de contar! ;)
Rose Carreiro postou em Tuesday, 9 February 2010 às 11:11
Ouuuuuuuuuuuuun, mas que fofo!
Bom, que tu tá com ela eu sei, então deu certo. Então quero saber o que rolou depois até tu resolver se mudar pra lá.
Beijoca!
Lydia postou em Tuesday, 9 February 2010 às 11:44
Conta logo o final…
Eu vi hoje que você também é aracajuano.
=)
Diego Fávero postou em Tuesday, 9 February 2010 às 15:50
Poxaaaaaaaaaaa a Rose já contou o final? ahahha que sem graça!! hahaha
Diogo Batalha postou em Tuesday, 9 February 2010 às 16:16
Bem, se eu estou escrevendo no “diario de casal” o final já era previsível, não acha? XD hsuashaushusa
Joice Viana postou em Tuesday, 9 February 2010 às 16:40
Eu sei o desenrolar da história la la la la. Beijos, sue me.
Diário de Casal » O dia em que perdi meu coração… (parte 2) postou em Tuesday, 9 February 2010 às 21:34
[...] Após sete meses de tentativas para conhecer aquela menina, que, se me perguntassem, eu diria ser um anjo desasado, lá estava eu, com a janela dela aberta em meu MSN. A primeira conversa foi breve e bastante sem jeito. Ela foi bem receptiva e me tratou super bem (mesmo sem ter idéia dos sete meses de espera e da promessa maluca que eu tinha feito). [...]
Diário de Casal » O dia em que perdi meu coração… (parte final) postou em Wednesday, 10 February 2010 às 17:52
[...] Após tanta espera e ver minhas economias irem pro saco, tive que recomeçar a economizar tudo o que podia. Lá se vão os últimos três meses de contrato trabalhando e juntando meu pobre rico dinheirinho. Até que, passados 6 meses de estágio e 1 ano e 8 meses de espera, eu finalmente tinha em minhas mão (na verdade na conta do banco, mas “em minhas mãos” dá um ar dramatico e tal) o dinheiro necessário para ir ver minha namorada nunca antes vista. Então fiz o que qualquer um faria no meu lugar. [...]