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O melhor primeiro encontro da história

24 December 2010 14 Comentários       Postado por Ele / Ela

Por: M*

Segunda, as meninas queriam que eu saísse com elas, mas recebi uma proposta de uma visita que me agradava profundamente mais. A gente tinha brigado de uma maneira nunca igual antes, e faltando poucos dias pra eu embarcar rumo a cidade dele, nós voltamos a nos falar com decência. Antes eram apenas alguns “ois” seguidos de “o que você quer?”… Deixamos essa fase para trás. Ele teve um dia difícil, tinha recebido uma má notícia, e eu coloquei na minha cabeça que precisava mesmo vê-lo. Dessa maneira falaria que não o queria como mais nada além de amigo, e poderíamos recomeçar sem brigas. Tinha certeza que tudo ficaria bem.

Foi então que eu estava no quarto do hotel, com um rabo de cavalo, um short de pijama estampado e uma blusa dos Beatles. As meninas estavam passando a maquiagem para poder sair, e uma delas virou e disse: “Você não vai se arrumar? Logo ele chega ai”. Confesso que não entendi o por que daquilo e disse que já estava pronta, não precisava me arrumar pra ele. Minha outra companheira de quarto basicamente arrancou minha roupa a força e me colocou embaixo do chuveiro com a seguinte frase pronta: “A primeira impressão é muito importante, amiga, vá se arrumar e ficar linda pra ele”… Não adiantou tentar lembrar a ela que eu não queria que ele me achasse linda, o objetivo era exatamente o contrário, mas eu cedi facilmente. Afinal, precisava matar o tempo.

Não tive aquela precisão matemática pra escolher a roupa, escolhi uma que fosse segura, blusa preta de sair a noite e calça jeans. Como não pretendia deixar aquele quarto de hotel, resolvi que ou ficaria descalça ou com um par de chinelos verdes. Não preciso dizer que fui linchada, mas dessa vez o meu conforto falou mais alto e não cedi. Além do mais, o que ele ia pensar se eu o recebesse num par de escarpins pretos? Todo o plano iria por água a baixo e ele ia pensar que eu, de fato, queria conquistá-lo de alguma forma.

Fiquei pronta e comecei a mexer no iphone, sabia que logo mais ele chegaria, mas não estava nem com pressa e nem muito ansiosa. Estava feliz, mas era apenas isso. Estava chovendo, então ele demorou um pouco mais que o previsto para chegar. E eu fiz as meninas o esperarem comigo, pra ele não achar que queria ficar logo sozinha com ele, ou qualquer coisa assim. Nós combinamos que elas esperariam uns 15 a 20 minutos para ir pro tal pub.

Meu celular tocou, era ele avisando que chegaria em 10 minutos e que queria que eu descesse, não entendi direito, será que ele não queria mais subir? Será que ele ia me levar a algum lugar? Será que eu deveria trocar os chinelos? (sim, consegui pensar isso tudo e mais um pouco que não me recordo agora num espaço temporal que mal cabe um suspiro) Bom, ele só estava com vergonha de subir sozinho e pediu pra eu recepcioná-lo. Foi essa a palavra que ele usou, achei cortês e educada a palavra. Coisa de gente mais velha, talvez… Fiquei pensando nisso enquanto esperava o elevador. “Venha me recepcionar”… Acho que eu precisava mesmo de algo para pensar, rs.

Fui pra porta do hotel, ele ainda não tinha chegado, e eu fiquei olhando o celular enquanto esperava, mas na verdade eu não estava vendo nada… Só não queria que ele chegasse e eu fosse a primeira a olhar, essas coisas bobas de ter vergonha. Ele chegou, saiu do carro, eu não consegui pensar em nada, só dei um sorriso bobo, maior do que eu esperava. Precisávamos achar um lugar pra ele estacionar o carro, então eu fui rapidamente ao lado do passageiro e disse: Vou com você.

Ele fez um gesto de que iria abrir a porta do carro para eu entrar. E pra falar a verdade, eu não teria percebido se ele não tivesse falado: “Você acabou com a minha tentativa de romantismo”. Foi provavelmente a terceira ou quarta coisa que ele falou. (Vamos contar os “ois” que foram decentes dessa vez). Mal entramos no carro e chegamos no estacionamento, que ficaria aberto só até a meia noite. Isso significava que logo teríamos que encontrar outro lugar, mas por hora, bastava. Estacionamos o carro, pegamos o ticket e subimos para o quarto.

O apresentei para as meninas e pro ficante de uma das minhas colegas de quarto. Eu e ele sentamos na minha cama, um do lado do outro. Estávamos muito próximos, mas apesar disso não estávamos encostados. Por vezes ele pegava na minha mão, e eu, em alguns momentos, deitava minha cabeça no ombro direito dele. Ele e uma das minhas amigas começaram a discutir-positivamente- sobre cervejas e depois, com a outra, ele falava sobre o tamanho da cidade dele comparada com a minha e de minhas amigas.

Em algum momento da conversa ele segurou a minha mão e a entrelaçou com a dele, e meu coração bateu tão forte, que eu achei que fosse parar de bater.. Fiquei um pouco brava, pensando: “Que droga, estava tudo indo tão bem, precisava começar a sentir isso justo agora?”. Esperei um pouco e tirei a minha mão e fiquei quieta, precisava me lembrar como respirar… Perdi completamente o rumo da prosa…

Um tempo depois, como era de se esperar, as meninas saíram do hotel e foram para o  pub, e àquela altura eu já queria expulsar todo mundo do quarto. Não porque eu queria ficar sozinha com ele (embora no fundo eu quisesse isso mesmo), mas porque eu estava extremamente curiosa sobre a conversa que teríamos. Eu tranquei a porta. Ele estava encostado na parede, meio deitado meio sentado na cama, e eu sentei de frente pra ele com as pernas cruzadas (de índio). Provavelmente comecei a tagarelar sobre alguma coisa aleatória. Eu não me lembro bem sobre o que, mas é o que costumo fazer quando fico sem jeito ou nervosa.

Ele me interrompeu e disse: “Vem aqui, me abraça”. Fiquei um pouco sem fala, mas me aninhei no peito dele, próxima ao pescoço, envolvi os meus braços abraçando ele e fiquei quieta, pensando, “inspira, respira”. E logo em seguida ele disse: “Melhor assim, agora você pode continuar falando”.

Ele me transmitia segurança e paz, e eu tinha perdido a vontade de conversar sobre qualquer coisa por alguns minutos. Mas depois achei melhor não perder tempo. Logo entrei no assunto que me fez brigar com ele. Eu não quero entrar muito em detalhes, pois é sofrido lembrar da briga em si. Mas me lembro de ter dito a ele que ele não deveria ter feito o que fez. E ele respondeu, docemente: “Você está certa, me desculpe, eu achava que estava fazendo o certo, mas acabei fazendo pelos caminhos errados, e só fui perceber isso depois. Quando percebi fui logo te procurar e…”. Eu o interrompi dizendo que quando ele fez isso já tinha sido tarde demais. Eu já estava muito magoada pra voltar atrás sobre qualquer decisão.

Eu comecei um discurso um pouco ensaiado, mas que não era menos sincero por conta disso. Disse que a mesma facilidade que eu tinha pra me apegar a alguém, também tinha para me afastar quando sentia que aquela pessoa já não me fazia tão bem. Disse que tinha sido muito dificil tomar essa decisão com ele, que basicamente TUDO pra mim nos últimos meses. Mas fui forte e decidi esquecê-lo. E com êxito, na manhã após a briga já não pensava mais nele.

Expliquei que todos os planos e todas as vontades que eu tinha sonhado e idealizado haviam ido embora, e que a partir daquele momento eu poderia dar oportunidade a outra pessoa de viver esses momentos comigo. E essa pessoa não seria mais ele. Reuni forças e disse que eu queria que fossemos amigos, que seríamos bons nisso. E estava forte e convincente por fora. Mas eu soluçava de tanto chorar por dentro. Porque eu queria abraça-lo, falar que ele foi o amor da minha vida por longos meses. Mas eu não podia fazer isso por uma série de motivos.

Torci pra ele ir embora depois de ouvir aquilo tudo que eu tinha dito, mas com bom teimoso (nunca conheci alguém tão teimoso), ele não só não foi embora, como tão pouco mostrou alguma preocupação sobre tudo o que eu disse. Ele mais uma vez apenas pediu que eu o abraçasse. Disse que a gente errou, mas que tudo acontece por um motivo, e que ia ficar tudo bem agora.

Dessa vez foi ele que me abraçou, e eu senti que naquele momento ele percebeu que estava num lugar seguro. E fiquei receosa de ele querer dar um passo adiante. Aproveitei que ele não tava vendo meu rosto (devido a posição) e comecei a contar a ele que eu tinha feito algo, algo que eu queria contar a ele, mas não podia, pois se fizesse isso eu quebraria uma promessa que não queria quebrar. Falei que se ele descobrisse, provavelmente ficaria bravo comigo por muito tempo, e que por isso nós dois não poderíamos ficar naquela noite. Frisei que se isso acontecesse ele ia me odiar depois. E eu sei que fui bastante convincente. Ele ficou curioso, eu quis contar, mas por diversas vezes ele disse que não queria saber. Ele falou que eu podia confiar nele. Nós ficaríamos ali a noite toda se fosse preciso, mas não faríamos nada, ele não ia sequer tentar.

Diante de toda a calma que ele passava, eu resolvi apagar as luzes do quarto, deixar a luz do banheiro acesa para não ficarmos no escuro, ligar o ipod no shuffle e deitar ao lado dele na cama. Por incrível que pareça eu não estava mais tão nervosa nesse momento, mesmo porque ele descontraiu soltando um “Ui, climão maneiro” que me fez rir por um bom tempo. Estávamos deitados. um de frente pro outro, eu um pouco sem graça, e para não defender ou acusar ninguém, direi que acabamos ficando próximos demais, mas que não sei quem exatamente provocou isso, rs. Ficamos com os narizes encostados e conversávamos sobre as coisas mais bobas e mais sérias do mundo.

O mais legal é que a nossa conversa era baseada no shuffle do ipod, que no momento estava tocando um set de música eletrônica que demorava mais de uma hora e vinte minutos. E como nós não tinhamos estabelecido nada sobre beijos de esquimó, chegamos a conclusão de que eles eram permitidos, e estávamos abusando deles… A química era tão grande e a vontade tamanha, que só de estarmos alí perto e com os narizes encostados, o calor dos nossos corpos começou a aumentar. E quando ficava muito insuportável ficar perto, nós nos afastávamos por alguns segundos. Ficávamos fazendo testes de confiança, como mandar o outro fechar o olho, acreditando que não seria beijado.

Foi engraçado e descontraído, e tudo alí funcionava perfeitamente bem. Eu lembrei de um episódio de um seriado, que falava do melhor primeiro encontro do mundo, onde nada estragaria aquele momento e ele seria perfeito pra sempre. Compartilhei desse pensamento, e ele disse ter ficado muito feliz por eu ter lembrado justamente desse episódio, que isso já queria dizer muita coisa. Nós ríamos, brincávamos, ríamos mais um pouco, e depois só ficávamos parados nos olhando, fazendo carinho, torcendo pro tempo não passar de jeito nenhum.

Eis então que chega o momento do final do set, onde toca uma música que por motivos que eu desconheço é muito especial pra ele (cantona- viusu). Ele entrou em êxtase, pediu pra eu ficar quietinha, que a única coisa que ele precisava era ouvir essa música e olhar pra mim, e então entender o brilho que eu tinha pra ele. Eu não entendi, mas também não discuti. Fiquei quietinha, sorrindo e olhando fixamente nos olhos dele. Ele colocava a mão sobre o meu rosto, me tampava, descobria, alisava meus cabelos, e não parava de me olhar…

Depois de olhar cada traço possível de ser visto do meu rosto ele disse: “Você é linda, brilha tanto… brilha mais até”. Me deu um beijinho no nariz e ficou me olhando por uns segundos, como um menino que descobriu o presente que vai ganhar de natal. Foi assim que eu senti esse momento, e sei que pra ele foi um dos momentos mais especiais da noite, mas essa especialidade apenas ele conseguirá descrever.

Eis então que as músicas normais que duram em média 3 minutos começaram a tocar aleatoriamente, numa ordem selecionada pelo meu ipod. A gente fica pensando na trilha sonora da nossa vida, por vezes. Pois preciso dizer que o Ipod selecionou a trilha sonora perfeita e exata para os acontecimentos daquela noite. Começávamos a falar sobre algo e logo vinha uma música que tinha tudo a ver com aquele momento. Nos olhávamos carinhosamente e imediatamente começava uma música que me lembrava ele. Ou que já tinha feito parte de nossa vida em algum momento. Eram mais de 600 músicas, e 500 provavelmente estragariam algum momento.

As emoções estavam ficando fortes, e nós ali, sem poder fazer nada. O alarme tocou, era hora de descer pra arrumar outro lugar pro carro. Salvos pelo gongo. Acabamos descobrindo um estacionamento EXATAMENTE do outro lado da rua, que ficava aberto 24 horas, o que nos deixou um pouco bravos, mas levamos na esportiva, nada ia estragar aquela noite. Enquanto esperávamos o vigia guardar o carro, nós nos abraçamos fazendo um teste para ver se os nossos abraços se encaixavam, uma das teorias malucas dele, rs E deu incrivelmente certo. Até rimos um pouco disso no elevador.

Voltamos para a cama, de onde eu certamente não queria ter saído. Comecei a me exceder um pouco (sendo malvada até), e ele falando que eu estava jogando sujo, o ipod lançou um forró daqueles com as letras mais engraçadas do mundo “Estakazero – De frente pro mar” e cortou o clima na HORA. Nós dois caímos na gargalhada, e começamos a prestar atenção na letra. Foi com certeza a música mais divertida da noite.

Os Beatles certos e precisos, como sempre, em determinado momento traduziram pensamentos que saíam meio gagos. Incrivelmente, teve uma hora que disse que só tinha uma música que não poderia tocar, segredo. E, acreditem se quiser, ela tocou logo em seguida. Eu comecei a chorar, foram poucas lagrimas, mas a emoção foi comovente. Ele me olhou e me disse pra não ficar assim, e eu comecei a traduzir o significado das frases… frisando o momento em que era dito ”…um amor que deveria ter durado muitos anos”. Essa foi uma das partes mais importantes da noite pra mim.

Poucos segundos depois que a música acabou e eu fiquei bem, olhei no fundo dos olhos dele e disse: “Eu te amo, eu nunca deveria ter me esquecido”. Ele não sabia o que dizer, só ficava alí sorrindo, sem saber o que fazer e eu disse: “Acho que a gente realmente merece se beijar agora”. Ele não disse uma palavra, apenas me beijou, e foi o primeiro beijo mais longo da história. Ao final ele disse: “O beijo também combina”.

E EU queria aproveitar cada segunda que me fora concedido. Quando paramos de nos beijar eu estava por cima dele, me afastei um pouco da boca e disse olhando um pouco pra cima e encontrando os olhos dele: “Você merece ser beijado devagar”. (Essa frase tem história pra gente, mas não vai ser retratada agora) Ele soltou um sorriso gostoso e então nós demos o melhor beijo devagar existente na face da terra. Doce, apaixonado, verdadeiro, merecido. Um beijo com gosto de espera, de conquista, de coisa nova e ao mesmo tempo com uma história. Foi o beijo perfeito, dos contos de fada e da vida real.

Depois paramos um pouco, tentamos voltar a situação anterior, mas não conseguíamos mais manter aquilo por muito tempo. Logo estávamos nos beijando novamente. O tempo foi passando mais rápido do que eu gostaria, e logo mais chegou a hora que ele tinha que ir embora. Claro que eu inventei um desejo insaciável de McDonalds, precisava comer e ele precisava me levar lá. E ele quando ler isso vai descobrir que eu não como McDonalds, eu sequer gosto muito disso.

Descemos pra pegar o carro, e enquanto esperávamos, estávamos abraçados. Ele soltou algum comentário chato que eu não me lembro agora, e eu respirei fundo, como quem “conta até 10” e depois soltei um suspiro apaixonado bem forçado. Ele deu a risada típica dele. A mais engraçada de todas, a risada mais gostosa que eu conheço, rimos juntos e ele disse: “Foi tão espontâneo que eu quase acreditei”.

Pegamos o carro, pagamos o estacionamento e lá fomos nós procurar um McDonalds aberto. Colocamos a música (eletrônica) no volume 38 e eu fui rindo quase todo o trajeto. Ele curtia muito a música e eu só conseguia sorrir olhando pra ele.  Nesse momento eu percebi que estava realmente apaixonada por ele, e não sabia mesmo como isso era possível. Enfim encontramos um aberto. Ele pediu o número 4 e eu pedi dois hamburgueres normais, daqueles mais simples. Ele me chamou de gulosa, eu relevei, afinal, eu estava mesmo com fome.

Fomos seguindo em direção ao pub que as meninas estavam, mas primeiro eu comi meu hamburguer dento do carro (sim, um homem, e me deixou comer dentro do caro). Nessa hora aconteceu outro fato curioso. Abri o hamburguer, após a primeira mordida, e ele me perguntou o que eu estava fazendo, e eu disse que estava procurando o picles. Ele perguntou se eu não gostava de picles, e eu respondi que odiava com todas as minhas forças. E ele, abismado, disse que adorava, e que era a melhor parte. Eu encontrei o picles e dei pra ele comer. E ele logo lembrou do primeiro episódio da primeira temporada de How I met your mother, que fala, em um momento, sobre a teoria da azeitona (num casal que tem tudo pra dar certo, um gosto de azeitona e o outro não, pois isso é uma forma de dizer que eles se completam). Criamos então a nossa teoria do picles.

Saímos do carro e fomos em direção ao Pub, o lugar ja estava fechado, esperando só os último clientes saírem. Ficamos alí conversando abraçados enquanto as meninas não saíam. E teve um momento engraçado, quando ele acendeu um cigarro e eu na mesma hora falei: “Ai menino, apaga esse cigarro” e ele respondeu: “Ai amor, acabei de apagar o outro aqui por sua causa”. Ele falou isso rindo, o amor foi com o “r” carregado de sotaque, e eu achei a coisa mais fofa do mundo ele dizer isso. Cheguei pertinho dele, abri seu casaco, o abracei e disse: “Se você falar assim pode acender vinte cigarros se quiser”. Rimos até, foi um momento bobo, mas extremamente especial e engraçado pra nós.

Não muito tempo depois disso, nos despedimos. Nos demos um selinho carinhoso e demorado, com aquele ar de “um beijinho que daremos para o resto de nossas vidas”, foi quase como um hábito, algo que não precisamos pensar pra fazer. Eu pedi pra ele me ligar quando chegasse em casa, ele consentiu e foi atravessando a rua rumo ao carro. E eu o vi indo embora imaginando se poderíamos fazer todos os dias serem como aquela segunda-feira. Me consolei sabendo que amei e fui amada, me apaixonei e ele se apaixonou por mim. E tudo o que vivemos foi real, ele nos fez tirar uma foto dentro do carro para termos prova de que tudo isso aconteceu. E assim acabou o melhor primeiro encontro da história.

Fica como presente de natal essa história. A equipe do Diário de Casal deseja a todos os seus leitores, colaboradores e amigos um ótimo natal, cheio de alegrias. Que em sua volta à mesa, estejam pessoas especiais e queridas. E que sejam muitos os presentes que você receba nesse dia.

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Comentários

comentários

14 Comentários      Postado por Ele / Ela

14 Comentários »

  • Jotape disse:

    Mas e ai, vcs voltaram ou só foi um remember?

  • Mariana disse:

    mto lindo o seu ‘melhor primeiro encontro da história’ m emocionei em mtas partes… :*

  • Cris disse:

    Realmente um lindo e perfeito primeiro encontro, desejo o melhor pra vcs e que todos possamos ter um encontro maravilhoso como o seu com sabor de amor pra vida inteira!

    Beijo pra todos.

  • Diego Fávero disse:

    mew Deuss que texto enormee uhahuahua
    o mais longo do blog, com certeza!O pior ou melhor, eu li todo!!
    Eu acho que em alguns momentos um “semi-beijo” é mais gostoso que um beijo rs

  • Nina disse:

    Não me canso de ler esse texto, rs.

  • Ariane disse:

    Ai gente amei esse texto.. e como disse a Nina eu tbm não me canso de ler….Mais gostaria de saber no que deu isso rs

  • Orestes Romeiro disse:

    parabéns,achei muito bom o texto.

  • Joane disse:

    Por favor, alguém nos conte o que aconteceu. Não é possível que tenha sido só um remember. Eu não me aguento de “angústia”…kkk!!
    Por favorrrr!!
    Obrigada!

  • Summersoul disse:

    Joane,o grande desfecho desse post foi ao ar,e horas depois desapareceu´,uma pena;cheio de sinceridade…
    O Rafael,bem que podia publicar de novo,né??
    Deixa moça??!!!!!!!!!
    ;D

  • Gabriel disse:

    Mas e aí, no que deu isso? TODOS PRECISAM SABER!

  • Marina Laterza disse:

    O que aconteceu nessa história, foi que Deus escreve certo por linhas tortas. A menina escolheu uma estrada torta que ele não saberia viver. Mas quando o amor é verdadeiro, ele não acaba, apenas muda de cor. Hoje os dois são melhores amigos, e ele encontrou o verdadeiro amor da vida dele. E ela torce todos os dias pra que ele continue assim, feliz. :)

  • Summersoul disse:

    Ahhhh que bom vc vir nos contar pessoalmente,Marina!!!
    Mas que o post sumiu,sumiu…
    ;)

  • Ana disse:

    Me emocionei *-*
    Tenho muita pena que não tenham ficado juntos, a vossa história era realmente linda!
    :)

  • kometodas disse:

    Mas vocês nem transaram.
    Foi só carinho. minha mulher agora, quando nos encontravamos, dizia que amar sem trnasar era amor puro.
    Não concordava, mas nada lhe dizia com medo de perder.
    Até que uma noite ela se deu.
    Não percebi, nunca perceberei. Mas mulher é isso, não é?
    Já estamos casados 50 anos.

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