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	<title>Diário de Casal &#187; casais</title>
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	<description>O melhor e o pior da vida a dois</description>
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		<title>Diário de Casal &#187; casais</title>
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		<title>Quando o relacionamento acaba&#8230; o que fazer?</title>
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		<pubDate>Thu, 24 Feb 2011 13:08:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cadu</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Entre os diversos e-mails e comentários que recebemos no Diário de Casal, um chamou em especial a atenção de nossa querida Rose Carreiro, que veio compartilhá-lo com o resto da equipe. Me identifiquei bastante com o relato do Pedro Henrique, e isso me motivou a transformá-lo em um post. O comentário na íntegra que motivou essa resposta você pode ler aqui.
Acredito que existam muitos homens e mulheres com as mesmas dúvidas e achei válido criar um texto/resposta sobre isso.
Passo pela seguinte situação. Estava noivo há três meses (por vontade inicial ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-medium wp-image-2296" style="border: 0pt none; margin: 3px;" title="Quando acaba" src="http://www.diariodecasal.com.br/wp-content/uploads/2011/02/10173397-198x300.jpg" alt="" width="198" height="300" />Entre os diversos e-mails e comentários que recebemos no Diário de Casal, um chamou em especial a atenção de nossa querida <a href="http://www.twitter.com/rose_carreiro" target="_blank">Rose Carreiro</a>, que veio compartilhá-lo com o resto da equipe. Me identifiquei bastante com o relato do Pedro Henrique, e isso me motivou a transformá-lo em um post. O comentário na íntegra que motivou essa resposta você pode ler <a href="http://www.diariodecasal.com.br/posts/esse-tal-dar-um-tempo-no-namoro-existe/comment-page-1/#comment-4905" target="_blank">aqui</a>.</p>
<p>Acredito que existam muitos homens e mulheres com as mesmas dúvidas e achei válido criar um texto/resposta sobre isso.<em></em></p>
<blockquote><p><em>Passo pela seguinte situação. Estava noivo há três meses (por vontade inicial dela). Tivemos um namoro muito bom, feliz, diferente, sempre com bastante companheirismo e amizade. No entanto, algumas atitudes de minha ex fizeram-me desapontar, como mentiras, etc. Não tolero mentira, mas passei a “mastigá-las” (não engoli-las) em prol de um relacionamento utópico.</em></p></blockquote>
<p>Você conheceu a moça, se envolveram, o relacionamento evoluiu, virou um noivado e claro que nem tudo era uma maravilha, havia problemas como existem em todo relacionamento, você cita a mentira, coisa que você disse não tolerar, mas que aceitou (está notando a falta de coerência?).</p>
<p>Se você tem problemas com um comportamento qualquer do seu companheiro (a) deve analisar duas coisas: a gravidade e a solução. Se esse comportamento é considerado por você como algo leve (deixar a calcinha pendurada no box, largar a toalha em cima da cama, esquecer de carregar o celular), a solução geralmente é mais simples, porque isso é apenas uma irritação, um defeito entre tantos outros que a pessoa pode ter. Aceite e ajude-a a melhorar, é para isso que um relacionamento serve.</p>
<p>Caso o problema seja de uma gravidade maior (problemas com fidelidade, álcool, violência, comportamento imprudente), a solução também envolve ajudar a pessoa a melhorar, mas tem um limite. Quando você aceita essas coisas, você entrega à outra pessoa um documento dizendo “pode cometer esses atos, que considero lastimáveis, sem consequência nenhuma”. Quando você aceitou as primeiras mentiras, abriu uma porta difícil de fechar.</p>
<blockquote><p><em>Há duas semanas, brigamos feio, trocamos farpas e chegamos a nos ofender. Ela, pela primeira vez, pediu um tempo na nossa relação. Fiquei desesperado e comecei a me humilhar. Senti-me rejeitado! Ela não me procurava, tirou a aliança de noivado no primeiro dia e passou a viver como solteira. Enquanto isso, eu, me rastejando, me humilhando. Ora ela dizia me amar, ora não! Ora dizia querer ficar comigo, ora não! </em></p></blockquote>
<p>Dar um tempo! Essa é uma expressão que eu não compreendo e não recomendo ser aplicada. Quando você está “<a href="http://www.diariodecasal.com.br/posts/esse-tal-dar-um-tempo-no-namoro-existe/" target="_blank">dando um tempo</a>”, terminou o relacionamento ou não? Pode sair pegando geral? Ainda deve satisfações? Você nunca tem certeza dessas perguntas, é uma situação indefinida, e situações indefinidas em relacionamentos são um ótimo ingrediente para problemas.</p>
<p>A sua reação foi se desesperar. Conhece alguém que falou “nossa, ainda bem que me desesperei, isso resolveu a situação”?. Entendo que você ficou com medo de perdê-la, e daí veio o seu desespero, o que é perfeitamente aceitável, e nesse desespero você se humilhou, implorou, fez promessas e concessões. Não pense que é uma critica. Quem nunca fez isso atire a primeira pedra de misericórdia.</p>
<p>Mas, tudo bem, porque tendo essa reação você evitou que ela fosse embora, você não perdeu seu amor, certo? <strong>Errado</strong>! Você já a havia perdido antes mesmo de ela pedir um tempo. Não sou dono da verdade, mas pedir um tempo é um jeito de dizer “quero terminar, mas não quero sofrer nem fazer você sofrer diretamente”. Infelizmente, todo término gera sofrimento, seja terminando de uma vez, ou prolongando com o “dar um tempo”.</p>
<blockquote><p><em>Terça-feira da semana passada ela me enviou um e-mail dizendo que tudo estava acabado. Desesperei-me, liguei e busquei-a no serviço. Ela chorou, disse que ainda me amava, mas estava confusa. </em></p>
<p><em>Fomos para o motel e transamos feito loucos! Foi deliciosamente perfeito! Ela me chamou de amor e sugeriu para que ficássemos sem compromisso, a fim de tentar reaver nossa paixão. Eu a amo demais e estava cego! No dia seguinte, acordei muito feliz e com a certeza de que tudo daria certo! </em></p></blockquote>
<p>Vamos por um momento pensar que o “dar um tempo” é para avaliar a situação. Ela avaliou e terminou com você, por e-mail. Espera aí, por e-mail. No mínimo, falta de polidez dela.</p>
<p>Sua reação: desespero de novo!</p>
<p>Mas terminou bem, afinal vocês terminaram no motel. Ufa! Que alívio! Tudo vai terminar bem, ela falou que me ama!</p>
<p>Estimado leitor, eu aprendi da pior maneira algo muito importante sobre o amor. Já te falaram que o amor é a maior força do universo, um sentimento puro e bom, que o amor supera todos os obstáculos? Bem, infelizmente, está aqui alguém para dizer-lhe que mentiram para você, mentiram para todo mundo. O amor não é nada disso. Ele só tem todos esses atributos e superpoderes se for combinado com outros elementos, entre eles: amizade, cumplicidade, amor próprio, respeito.</p>
<p>“Então por que ela foi para a cama comigo de novo?” É comum casais que no dia a dia brigam constantemente e na cama se dão bem. Infelizmente, na escala de ingredientes necessários para o amor sobreviver, sexo não está em uma escala tão alta assim.</p>
<blockquote><p><em>Ela trabalha perto, então a trouxe comigo (como antes). Conversamos, rimos, mas ela mostrou-se novamente fria. Durante o dia, não me ligou, tampouco trocou e-mail comigo. </em></p>
<p><em>Comecei a puxar assunto e ela respondeu friamente. Perguntei se ela gostaria de sair comigo no final de semana, e ela respondeu que “não, pois vou conhecer uma balada com casa de swing”. Aquilo me chocou! Pedi-a para que não fosse, em respeito a mim, e as respostas eram sempre da mesma forma fria e cruel: “Eu vou porque eu quero. Você não tem nada a ver com a minha vida. É apenas mais um ficante…”.</em></p>
<p><em>Como ela pode brincar comigo de tal forma? Novamente meu chão se abriu e o céu desabou. Ela tirou o sorriso de meu rosto, me tirou a vontade de ser feliz! Fez-me sentir o pior dos piores, enquanto jurava em falso amor eterno. Não durmo direito há duas semanas, mal me alimento, não penso em outra coisa a não ser nela, e o pior, isso me prejudicou profissionalmente, pois quase perdi meu emprego devido à queda no meu rendimento.</em></p></blockquote>
<p>Você disse que ela foi fria e cruel ao afirmar que ia a uma casa de swing, e nesse ponto talvez você me ache tão cruel quanto ela. Você não tinha esse direito mesmo! Ainda não estava claro o suficiente que o relacionamento de vocês havia terminado?</p>
<blockquote><p><em>Mesmo com tudo, eu ainda a AMO demais, sinto uma saudade que não cabe em meu peito, e minha vontade era correr, abraçá-la, beijá-la e viver ao seu lado, sempre! Mas, por outro lado, penso que, se eu fizesse isso, passaria por cima dos meus valores, do meu orgulho, dos meus princípios, da vontade da minha família, etc.</em></p>
<p><em>É complicado! Quando brincam com o sentimento mais verdadeiro e puro que você possui, é muito doloroso! Como alguém que acordava comigo todos os finais de semana, jurava amor, me preparou uma festa surpresa de aniversário (há menos de dois meses) pode ter feito tudo isso? Como alguém que jurou fidelidade e amor eterno pode me derrubar desta forma?</em></p></blockquote>
<p>Claro que você sente falta dela, você teve bons momentos e a ama. Mas tenho algumas perguntas para fazer a você que devem te ajudar a refletir:</p>
<p>A quem você ama mais? A ela ou a você mesmo?</p>
<p>Você acha que ainda restam confiança e respeito depois de tudo?</p>
<p>Suas lembranças dos últimos seis meses com essa pessoa somam mais momentos bons ou momentos de dor?</p>
<p>Você não deve lutar por aquilo que não está mais em suas mãos, isso é impossível. O que você pode fazer é lutar para reconquistar aquilo que perdeu. Mas antes você precisa avaliar se vale a pena.</p>
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<p><small>© Cadu no <a href="http://www.diariodecasal.com.br">Diário de Casal</a>, 2011. |
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		<title>Como resolver as brigas com o namorado(a)</title>
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		<pubDate>Mon, 13 Dec 2010 12:18:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cadu</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Muito cedo na vida eu descobri que tinha um estranho dom, infelizmente diferente dos meus delirantes devaneios eu não tinha superpoderes, mas as pessoas confiavam em mim, amigos e até mesmo recém conhecidos me contam seus problemas como se eu fosse a pessoa mais próxima da vida delas, mesmo eu não sendo, e ainda hoje é assim.
Em uma grande parte dessas conversas o tema são relacionamentos. Com isso acumulei algum conhecimento que vou tentar resumir nesse artigo que poderia se chamar “Pequeno manual de resolução de DR”.
Quando seu companheiro(a) faz ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Muito cedo na vida eu descobri que tinha um estranho dom, infelizmente diferente dos meus delirantes devaneios eu não tinha superpoderes, mas as pessoas confiavam em mim, amigos e até mesmo recém conhecidos me contam seus problemas como se eu fosse a pessoa mais próxima da vida delas, mesmo eu não sendo, e ainda hoje é assim.</p>
<p><img class="alignleft size-medium wp-image-1881" title="Como resolver as brigas com o namorado(a)" src="http://www.diariodecasal.com.br/wp-content/uploads/2010/12/200343469-001-300x200.jpg" alt="" width="300" height="200" />Em uma grande parte dessas conversas o tema são relacionamentos. Com isso acumulei algum conhecimento que vou tentar resumir nesse artigo que poderia se chamar “Pequeno manual de resolução de DR”.</p>
<p>Quando seu companheiro(a) faz uma bobagem, ou algo que te magoa de alguma forma algumas regras podem ajudar a superar a fase ruim:</p>
<p>1) <span style="text-decoration: underline;">Deixe clara sua insatisfação</span>: esse (ainda) não é o momento de você desabafar, você deve na verdade passar uma mensagem, diga com todas as palavras como você está se sentindo, não explique ainda o por que você se sente assim, apenas como você se sente. Com isso ele(a) vai compreender que você precisa falar sobre isso e algo está errado, se ele(a) realmente se importa com você vai parar para te dar atenção. Um destaque para as mulheres, nós homens quando perguntamos se está tudo bem, e você respondem “claro” nós vamos acreditar e não vamos mais tocar no assunto, não importa o quanto vocês estejam com a cara fechada, então por favor digam qual o problema!</p>
<p>2) <span style="text-decoration: underline;">Fale</span>: fale tudo, fale como se sente, fale por que se sente assim, fale como você acha que ele(a) devia ter agido, falei sobre o por que você acha que devia ter sido assim ou de outro jeito. Esse é um ponto de desabafo, mas algumas coisas devem ser evitadas. Não toque em assuntos do passado, é um momento de desabafo, mas se você tem assuntos não resolvidos soma-lo a uma sopa de sentimentos ruins só vai piorar as coisas, não faça comparações dele(a) com outra pessoa, ninguém gosta de receber uma bronca acrescente a isso ser comparado com outra pessoa e pronto, está feita a receita para uma briga feia. Também não tente convencê-lo(a) de que você está certa ou fazê-lo(a) concordar com seu ponto de vista, ainda o momento é apenas para por para fora as tensões. Se você quer ouvir que está certo(a) o momento não é esse, resolver o problema é mais importante que estar certo.</p>
<p>3) <span style="text-decoration: underline;">Escute</span>: escute o que ele tem a falar, novamente não é uma questão de quem está certo ou não, ouça, argumente, corrija aquilo que você não concorda, mas lembre-se que é a hora de ouvir, então ouça. Perguntas simples e curtas ajudam a pessoa a soltar a língua quando ela está presa pelo sentimento de culpa, vergonha, ou tristeza por magoar quem se gosta.</p>
<p>4) <span style="text-decoration: underline;">O porquê</span>: Por que você fez isso? É uma pergunta comum quando o companheiro(a) magoa-nos, queremos uma resposta, queremos entender, é absolutamente normal mas na maioria das vezes não leva a lugar algum. Em vez de simplesmente perguntar sugira motivos, mesmo que sejam bobos, sugerir um motivo pode fazê-lo(a) começar a falar, e em uma conversa franca encontrar o verdadeiro motivo. Note que esse ponto pode ser que os ânimos ainda estejam muito exaltados, nesse caso volte para o item número dois e recomece de lá. Lembre-se também que às vezes um motivo simplesmente não existe, ou simplesmente é a resposta mais simples: as pessoas erram. O importante de encontrar uma causa ou razão é para trabalharmos no próximo item.</p>
<p>5) <span style="text-decoration: underline;">Solução</span>: O que está feito está feito, em um relacionamento o mais importante é trabalhar para que os problemas não se repitam, não existe um casal livre de brigas ou dificuldades, um relacionamento deve fazer com que seus membros sejam pessoas melhores e evoluam dentro deles, e isso é impossível sem dificuldades, é triste, mas o ser humano só cresce de verdade na adversidade. Quando passamos da parte do diagnostico (item anterior) precisamos combinar o tratamento, se o problema é pouco tempo junto agendem um dia da semana para se dedicarem um ao outro, se o problema é um habito que irrita o outro criem uma maneira de alertar o outro para não fazê-lo. No entanto se o mesmo problema se repete com frequência provavelmente uma das partes está com problemas e o relacionamento precisa ser reavaliado.</p>
<p><img class="size-medium wp-image-1882 alignright" title="Como resolver as brigas com o namorado(a)" src="http://www.diariodecasal.com.br/wp-content/uploads/2010/12/10119125-200x300.jpg" alt="" width="200" height="300" />A comunicação é um ponto vital no relacionamento, sem ele não existe solução para o mais simples problema e qualquer “DR” básica vira uma guerra.</p>
<p>Quando surge uma briga entre um casal geralmente o motivo é o desacordo sobre um assunto ou por que um deles fez besteira, é comum quando estamos feridos queremos ferir também ou expor nossa dor para gerar culpa, isso também não leva a lugar nenhum. Na hora de resolver uma briga o melhor que você pode fazer é deixar o ego do lado de fora</p>
<p>Lembre-se que se a pessoa se importa com você ela vai ouvir e falar, e se ele te machucou de alguma maneira ou intensidade não quer dizer que ele não se importe, todo nós erramos e com mais frequência do que gostamos de admitir, saber solucionar os problemas é que faz a diferença.</p>
<blockquote><p>O Diário de Casal completou 2 anos no último dia 11 e quase passamos batido. Como não conseguimos pensar numa forma de comemorar a data, contamos com você: O que devemos fazer para celebrar isso? Quem tiver idéias e sugestões, <a href="http://www.diariodecasal.com.br/contato">entre em contato</a> e fale tudo. Prometemos ler com atenção a todas as idéias e ver o que podemos fazer.</p></blockquote>
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<p><small>© Cadu no <a href="http://www.diariodecasal.com.br">Diário de Casal</a>, 2010. |
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</small></p>]]></content:encoded>
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		<title>Num relacionamento, não queira o que os outros tem</title>
		<link>http://www.diariodecasal.com.br/posts/num-relacionamento-nao-queira-o-que-os-outros-tem/</link>
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		<pubDate>Wed, 08 Dec 2010 20:16:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael R</dc:creator>
				<category><![CDATA[Coisas dele]]></category>
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			<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;<em>Nossa, mas o Marquinhos é tão mais legal, leva sempre a Carol pra diversos barzinhos</em>&#8220;. &#8220;<em>Ah, o Sérgio sempre deixa a Amanda sair com os amigos, porque eu também não posso?</em>&#8220;. E a história vai longe, é possível que você alguma vez na vida já tenha ouvido algo assim. E esse é mais um erro que não devemos cometer.</p>
<p>As pessoas são diferentes, as pessoas tiveram criações diferentes, tem valores diferentes&#8230; porque esperar que elas ajam iguais as outras em situações distintas? Cada pessoa tem uma forma própria de reagir frente a situações. Cada um encara algo que acontece de uma forma. Cada um acredita em algo que outros podem não acreditar. E achar que você vai ganhar algo somente porque você comparou o que seu parceiro/a faz ou deixa de fazer com o relacionamento de outras pessoas definitivamente não é a forma de promover mudanças.</p>
<p>Primeiramente, se você está usando como argumento uma comparação como essas, você é mulher. E se você é mulher, preciso dizer que existem outras tantas formas de conseguir o que você quer e que comparar relacionamentos não é uma delas. Os homens geralmente não ficam comparando as coisas, não ficam analisando os relacionamentos próximos em busca de vantagens novas. No geral, nós homens simplesmente não damos tanta importância pra isso.</p>
<p align="center"><img src="http://www.diariodecasal.com.br/wp-content/uploads/2010/12/doiscasais.jpg" alt="Dois casais"><br />
<em>Viu? Se eles têm isso, eu também quero ter!!!</em></p>
<p>Então, pra você que está confusa e quer uma opinião sincera, fique com a minha: COMPARAR NÃO VAI TE DAR O QUE VOCÊ QUER. Que você não entenda porque você não vai tanto ao cinema quanto aquele casal de amigos e que no fundo o que você quer é ir mais vezes também, tudo bem. Mas a forma mais simples e direta de conseguir isso ainda é conversando, explicando, tentando entender. As vezes, pra ele não faz tanta diferença, já que ele nunca tocou no assunto. Mas se pra você faz, converse com ele. </p>
<p>Quase da pra chamar isso de &#8220;síndrome de galã&#8221;, que é quando você vê um filme e espera que seu namorado/noivo/marido seja igual. Talvez, e pode ser mesmo que aconteça isso, seu namorado somente não saiba como é ser assim. Ou talvez ele realmente não queira. Seja qual for a explicação, o ideal é conversar, entender e (se necessário) incentivar. Diga numa boa que gostaria de fazer algo mais vezes, que acharia legal se vocês fossem a algum lugar diferente, que prefere que ele faça algo diferente. Porque a certeza que eu deixo aqui é uma só: se você achar que basta dizer pra ele que o casal X faz isso diferente pra resolver, isso não vai acontecer, ele possivelmente não vai entender o recado e você vai continuar se sentindo frustrada.</p>
<p>E por favor, pare de fazer isso.</p>
<blockquote><p>QUEREMOS VOCÊ! Se você tem uma história divertida, inusitada ou dramatica demais e quer dividir com as pessoas por aqui, tudo o que tem que fazer é <a href="http://www.diariodecasal.com.br/contato">entrar em contato</a> e pronto, você irá participar disso tudo.</p></blockquote>
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<p><small>© Rafael R no <a href="http://www.diariodecasal.com.br">Diário de Casal</a>, 2010. |
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		<title>Confiança x Ciúmes</title>
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		<pubDate>Wed, 07 Apr 2010 13:00:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Danilo Picucci</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A grande maioria das pessoas diz que a confiança é à base de todo o relacionamento, que com confiança uma relação existe e dura o tempo que for. E ao mesmo tempo 99% das pessoas sentem ciúmes da parceira (o), aquele sentimento incômodo de que alguém está roubando o que é seu.
A partir daí vem à pergunta, se você confia (ou diz que confia!) no seu namorado (a), porque que sente ciúmes?  Da onde vem esse sentimento irracional? Eu também não sei a resposta, mas afirmo: um está diretamente relacionado ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="size-full wp-image-543 alignleft" src="http://www.diariodecasal.com.br/wp-content/uploads/2010/03/Confiança.jpg" alt="" width="300" />A grande maioria das pessoas diz que a confiança é à base de todo o relacionamento, que com confiança uma relação existe e dura o tempo que for. E ao mesmo tempo 99% das pessoas sentem ciúmes da parceira (o), aquele sentimento incômodo de que alguém está roubando o que é seu.</p>
<p>A partir daí vem à pergunta, se você confia (ou diz que confia!) no seu namorado (a), porque que sente ciúmes?  Da onde vem esse sentimento irracional? Eu também não sei a resposta, mas afirmo: um está diretamente relacionado com o outro.</p>
<p>A confiança não é algo simples, assim como “<em>eu te amo</em>”, a frase “<em>eu confio em você</em>” é banalizada. Eu vejo pessoas falando isso para outras sempre, em situações absurdas, conheceu alguém faz duas semanas e já sai falando que confia cegamente na outra.</p>
<p>Confiar significa botar a mão no fogo pela pessoa, ter 100% de certeza que tudo que aquela pessoa te diz é verdade. Agora reflitam alguns segundos: por quantas pessoas vocês sentem isso de verdade?</p>
<p>Vocês vão perceber que são poucas, bem poucas.</p>
<p>Então porque temos coragem de falar para alguém que confiamos? Porque dizemos ao nosso companheiro que confiamos se na verdade não conseguimos nem aceitar a idéia de que essa pessoa vá a uma balada/festa sozinha?</p>
<p>- E no final da discussão sempre vem aquela velha pergunta: “Mas você não confia em mim?</p>
<p>- E a resposta sem sentido: “Confio, mas sinto ciúmes” – Para os não orgulhosos, claro, pois esses preferem o silêncio ou a ignorância.</p>
<p><strong>Vivendo e aprendendo </strong></p>
<p>Vou relatar aqui um caso que aconteceu comigo, que foi bobo vendo agora pela perspectiva racional, mas que na hora foi fod*!</p>
<p>Era um final de tarde normal no começo do ano passado, eu estava na faculdade e minha namorada teoricamente estava na casa dela. Ela não trabalhava na época e sempre saia da faculdade e voltava pra casa, salvo exceções era a rotina dela.</p>
<p>Após concluir o que estava fazendo, decidi ligar pra ela, eu liguei umas 4 vezes sem sucesso, caía na caixa postal após alguns toques. Esperei uns 20 minutos e liguei de novo, dessa vez no 5º toque atendeu, mas estava mudo, eu chamei “Alô?” e do outro lado veio uma voz de grossa de homem em resposta “Alô?” e logo depois ficou mudo e veio o som de “tututu” significando que a ligação tinha sido encerrada.</p>
<p>Na hora o sangue já subiu na cabeça e fiquei imaginando quem era o cara que tinha atendido o celular da minha namorada e onde ela estaria, fiquei maluco! Em seguida liguei na casa dela e pra minha surpresa&#8230;.ela que atendeu! Fiquei meio confuso, mas ainda desnorteado perguntei “Onde você ta? Quem que está ai com você?” ela não entendeu nada e pediu que eu me acalmasse.</p>
<p>Respirei fundo, perguntei de novo, ela falou que tava em casa e que tava com a mãe dela, e me fez ouvir a voz da mãe do lado. E tipo, era óbvio que ela tava em casa! Eu liguei na casa!!! Respirei fundo e expliquei pra ela o que tinha acontecido, ela disse que o celular tocou e que ela atendeu, mas que a ligação tinha ficado muda.</p>
<p>Resumo, quando liguei a ligação deve ter cruzado com alguém devido ao sinal de telefonia (isso é possível, eu pesquisei!), ou o que eu ouvi foi apenas o eco da minha voz devido a algum problema na ligação. A questão é que ela não tinha feito nada, e eu quase briguei feio com ela por pura desconfiança idiota&#8230;</p>
<p>Óbvio que logo depois veio a conversa sobre confiança, e com razão, eu tinha sido bem babaca&#8230;mas ela entendeu que eu tive um motivo e acabou ficando tudo bem. Hoje a gente se lembra da história e ri, tamanha a bobeira dos meus ciúmes naquele momento.</p>
<p>E vocês o que acham sobre ciúmes, está diretamente relacionado com confiança? Dividam conosco suas histórias se tiverem!</p>
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<p><small>© Danilo Picucci no <a href="http://www.diariodecasal.com.br">Diário de Casal</a>, 2010. |
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		<title>No dia 1º de abril vamos falar de: Mentira</title>
		<link>http://www.diariodecasal.com.br/posts/no-dia-1%c2%ba-de-abril-vamos-falar-de-mentira/</link>
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		<pubDate>Thu, 01 Apr 2010 15:02:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cadu</dc:creator>
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		<description><![CDATA[É primeiro de abril! Vamos falar de mentiras?
Minha mãezinha me ensinou que mentira tem perna curta, ou seja, ela não vai muito longe, ela vai ser descoberta cedo ou tarde. No futuro você descobre que é possível sim contar mentiras que nunca vão ser descobertas, em outras palavras, minha boa mãezinha tentou me enganar. Mas mentiras na vida de um casal não deveriam acontecer, mas nem sempre a realidade é tão utópica.
No entanto, eu gostaria de mostrar aqui outro lado: vou bancar o advogado do Diabo e tentar mostrar que, ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-medium wp-image-583" title="É claro amorzinho, eu juro!" src="http://www.diariodecasal.com.br/wp-content/uploads/2010/04/dv1161053-300x300.jpg" alt="É claro amorzinho, eu juro!" width="300" height="300" />É primeiro de abril! Vamos falar de mentiras?</p>
<p>Minha mãezinha me ensinou que mentira tem perna curta, ou seja, ela não vai muito longe, ela vai ser descoberta cedo ou tarde. No futuro você descobre que é possível sim contar mentiras que nunca vão ser descobertas, em outras palavras, minha boa mãezinha tentou me enganar. Mas mentiras na vida de um casal não deveriam acontecer, mas nem sempre a realidade é tão utópica.</p>
<p>No entanto, eu gostaria de mostrar aqui outro lado: vou bancar o advogado do Diabo e tentar mostrar que, às vezes, o responsável pela mentira é, na verdade, não quem conta, mas quem ouve a mentira. Tudo ocorre por causa da ausência de um fundamental elemento: a confiança.</p>
<p>A falta da confiança pode privar o parceiro de algumas experiências quase sempre inocentes, e as mentiras para escapar dessas privações podem começar a aparecer. Se o seu parceiro gosta de jogar futebol no final de semana, e você briga com ele por não ter esse tempo para você, ele pode começar a inventar desculpas para ir ao futebol simplesmente para driblar a briga. Se ela gosta de dançar e você não sabe, não a obrigue a ficar do seu lado na noite que ela quer bailar, ou ela pode inventar desculpas para isso.</p>
<p>Claro que mentir para ir ao futebol, ou em uma festa ou em qualquer outro lugar não é certo. O problema é que as brigas e as frequentes cobranças podem fazer com que a pessoa queira simplesmente evitar esses momentos desagradáveis sem abrir mão de nada.</p>
<p>Isso é um reflexo do real problema: você está exigindo demais do parceiro(a).</p>
<p>Se o futebol diverte e deixa ele mais próximo dos amigos, qual o problema? Claro que se ele desmarca o almoço com os seus pais para isso, ou o futebol é a única oportunidade que ele tem de visitá-la, concordo que haja um problema. Lembre-se que bom senso e canja de galinha não fazem mal a ninguém.</p>
<p>Nesse caso, geralmente falta diálogo, uma boa conversa e a boa vontade de abrir mão. Lembre-se que o parceiro(a) não é sua propriedade, vocês estão dividindo. Dividindo tempo, espaço, momentos, alegrias, tristezas.</p>
<p>Na verdade, a falta de um diálogo sincero com o parceiro é a fonte de problemas de muitos relacionamentos que se arrastam e não evoluem. Se a pessoa com quem você está casado/namorando/enrolado não aceita que você frequente tal lugar ou que faça determinada atividade o problema possivelmente é que a pessoa está cobrando mais do que você quer dar. Converse com ela, diga sobre como isso é importante para você, ceder e saber ouvir é uma parte importante da vida a dois.</p>
<p>Falta de confiança e possessão mina qualquer relacionamento. Se você não confia, fica difícil, mas se ele não dá motivos para confiar, também.</p>
<p>Claro, se tem uma massagista loira, de seios fartos, coxas grossas e shortinho no futebol. Bem&#8230; tudo tem limite.</p>
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<p><small>© Cadu no <a href="http://www.diariodecasal.com.br">Diário de Casal</a>, 2010. |
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</small></p>]]></content:encoded>
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		<title>Quanto tempo dura um amor?</title>
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		<pubDate>Fri, 12 Feb 2010 12:10:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael R</dc:creator>
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		<description><![CDATA[No últimos tempos, temos notado que menos pessoas estão preocupadas em manter relacionamentos &#8220;convencionais&#8221; em troca de curtir por mais tempo, não se comprometer com nada e, até porque, por mais que você queira alguém pra ficar estável, o mercado dispõe de apenas poucas pessoas afim de fazê-lo. E se por um lado já está difícil conseguir uma pessoa para dividir seus bons e maus momentos, manter-se unido à pessoa que você encontrou é um outro grande problema da sociedade moderna. Sorte de alguns sortudos que já encontraram sua cara ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>No últimos tempos, temos notado que menos pessoas estão preocupadas em manter relacionamentos &#8220;convencionais&#8221; em troca de curtir por mais tempo, não se comprometer com nada e, até porque, por mais que você queira alguém pra ficar estável, o mercado dispõe de apenas poucas pessoas afim de fazê-lo. E se por um lado já está difícil conseguir uma pessoa para dividir seus bons e maus momentos, manter-se unido à pessoa que você encontrou é um outro grande problema da sociedade moderna. Sorte de alguns sortudos que já encontraram sua cara metade e passam a enxergar a vida de outra forma, tendo em mente que qualquer esforço para manter o relacionamento é válido.</p>
<p>Mas, ao mesmo tempo, pode surgir aquela dúvida: <strong>Quando tempo dura um amor</strong>? Será que existe amor pra vida inteira mesmo? É possível dividir sua vida com alguém e ser feliz até o fim dos dias? É provável que você já tenha pensado nisso em algum momento da sua vida. E se não pensou nisso,  talvez esteja com isso no seu inconsciente. E é aí que o casal da foto acima entra no jogo.</p>
<p><strong>Herbert e Zelmyra Fisher</strong> estão casados há 86 anos. Sim, <strong>oitenta e seis longuíssimos anos</strong>. Ele hoje tem 104 anos, enquanto ela tem 102. Com a aproximação do &#8220;<strong>Valentine&#8217;s Day</strong>&#8221;  da Inglaterra (equivalente ao<strong> Dia dos Namorados</strong> no Brasil) eles foram convidados a responder no Twitter questões de alguns internautas sobre alguns aspectos que fazem com que eles estejam juntos até hoje. E garantem, felizes. Alguns fatos curiosos já foram mencionados. Um deles é que Herbert dorme em uma cama separado de Zelmyra, pois assim ele pode assistir Beisebol, uma de suas paixões secundárias. Além disso, ambos gostam de ficar sentados na varanda, observando os carros passando e conversando com os seus vizinhos. Definitivamente, nada muito fora do comum para um casal nos dias de hoje, nas condições deles.</p>
<p align="center"><img src="http://i50.tinypic.com/349dv9j.jpg" alt="Longest Married" /><br />
<em>O casal junto há mais tempo no mundo, segundo o Livro dos Recordes</em></p>
<p>Caso queira tentar a sorte e ter a pergunta respondida por eles (serão selecionadas apenas 14 perguntas), envie sua questão para <a href="http://twitter.com/longestmarried" target="_blank">@longestmarried</a> no Twitter e torça para ser uma das escolhidas.  Isso tudo é obra de um site, o <a href="http://www.blinkbox.com/" target="_blank">Blinkbox</a>. Sem dúvidas, quais sejam as questões escolhidas, as respostas poderão iluminar nossas mentes e abrir nossos olhos para detalhes realmente importantes.</p>
<p>Como dicas adicionais, numa tentativa de enriquecer um pouquinho esse post, deixo aqui os seguintes itens que podem fazer o amor dar certo por mais tempo:</p>
<p>1. <strong>Respeito</strong> &#8211; É fundamental, indispensável e importantíssimo. Não adianta a gente achar que nossa opinião vale mais, estamos sempre certos, é do nosso jeito que deve ser feito. Ouvir, entender, compartilhar e perceber que nem sempre o que pensamos é a verdade universal é bacana para o relacionamento, e respeitar opiniões contrárias a sua é fundamental para que não haja mágoas desnecessárias.</p>
<p>2. <strong>Cumplicidade</strong> &#8211; Vocês formam um casal e devem se lembrar sempre disso. Estar um ao lado do outro, seja no que for, só tem a fortalecer os laços de vocês. Nada mais bacana que poder contar com um ombro amigo, um braço estendido ao lado e ter certeza de que seja qual for a empreitada, você não está sozinho.</p>
<p>3. <strong>Sinceridade</strong> &#8211; Dizem que sinceridade demais estraga. Eu acho que o que estraga é não saber como e quando se expressar de forma que não soe como crítica vazia ou implicância. Existem diversas formas de ser sincero, escolha a que seja mais adequada ao seu relacionamento, e tente ser o mais sincero possível sempre.</p>
<p>O resto é com vocês. Como vocês sabem, não existem regrinhas pra fazer o amor funcionar. Mas existem alguns caminhos que podem ser percorridos e que levam a felicidade. Você aí, consegue pensar em algo legal pra completar a listinha acima? Não hesite em dividir conosco.</p>
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<p><small>© Rafael R no <a href="http://www.diariodecasal.com.br">Diário de Casal</a>, 2010. |
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Post tags: <a href="http://www.diariodecasal.com.br/posts/tag/amor/" rel="tag">amor</a>, <a href="http://www.diariodecasal.com.br/posts/tag/casais/" rel="tag">casais</a>, <a href="http://www.diariodecasal.com.br/posts/tag/tempo/" rel="tag">Tempo</a>, <a href="http://www.diariodecasal.com.br/posts/tag/twitter/" rel="tag">twitter</a>, <a href="http://www.diariodecasal.com.br/posts/tag/valentines-day/" rel="tag">Valentine's Day</a><br/>
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		<title>Namorados, namorados; rivalidade à parte</title>
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		<pubDate>Wed, 27 Jan 2010 15:15:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mayara Godoy</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Em primeiro lugar, quero lhes apresentar o Wagner, meu namorado. Afinal, ele é o motivo de eu escrever para este blog e não para o Diário de Solteiro. Quem aqui conhece um corintiano muito chato levante a mão. Pois bem, o Wagner é tipo assim. Só que o detalhe é que ele torce pelo São Paulo. Torce não, é fanático, do nível de um corintiano. Deu pra entender?
Enfim, o detalhe é que eu me enquadro naquele seleto grupo de mulheres que gostam (e entendem, modéstia à parte) de futebol. Mas ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em primeiro lugar, quero lhes apresentar o Wagner, meu namorado. Afinal, ele é o motivo de eu escrever para este blog <span style="text-decoration: line-through;">e não para o Diário de Solteiro</span>. Quem aqui conhece um corintiano muito chato levante a mão. Pois bem, o Wagner é tipo assim. Só que o detalhe é que ele torce pelo São Paulo. Torce não, é fanático, do nível de um corintiano. Deu pra entender?</p>
<p>Enfim, o detalhe é que eu me enquadro naquele seleto grupo de mulheres que gostam (e entendem, modéstia à parte) de futebol. Mas eu, sim, sou corintiana — a parte do “chata” fica por conta de vocês. E um namoro entre um são-paulino e uma corintiana vocês podem imaginar como é.</p>
<p>Como estamos juntos há quase quatro anos, já passamos por todo tipo de situação futebolística. Contudo, devo confessar que nesse período meu time perdeu muitas vezes para o dele, o que ele pensa lhe dar o direito de ficar me “cornetando” o tempo todo. O problema é saber separar as coisas.</p>
<p>Acreditem, não é fácil. Para ele, é inadmissível eu ser corintiana. Para mim, é inadmissível ele falar mal do Corinthians. E assim seguimos a vida. Quando nossos times se enfrentam, então, é &#8220;briga&#8221; <span style="text-decoration: line-through;">quase</span> na certa.</p>
<p>Na primeira vez em que o Corinthians ganhou do São Paulo depois que começamos a namorar, ele ficou tão bravo que ficou mais ou menos uns 40 minutos sem falar comigo. Só porque eu comemorei <strong>sutilmente</strong> o gol do meu time e fiquei com aquele sorrisinho <span style="text-decoration: line-through;">só um pouco</span> debochado. Já quando é o time dele, ele grita, esperneia, canta o hino, e até beija a televisão. Isso quando não vem com aquelas frases simpáticas, como “chupa, gambá!”. Ah, já mencionei que ele me deu um gambá de pelúcia em homenagem ao meu time? Pois é. Deixa ele, um dia eu vou comprar um bambi e retribuir&#8230; hehehe</p>
<p>Brincadeiras à parte, conseguimos manter um convívio futebolístico civilizado. Aliás, acredito, inclusive, que ele prefira ter uma namorada corintiana a uma que não gosta de futebol. Afinal, eu assisto aos jogos com ele, comento, e até já fiz o <strong>papelão</strong> de segurar a bandeira do São Paulo para ele, enquanto ele dirigia e fazia buzinaço no centro da cidade, quando o time dele foi campeão brasileiro no ano retrasado. Foi sacrificante, mas eu consegui. O que é que não fazemos por amor, não é mesmo? (Mas confesso que estou sempre torcendo contra o São Paulo. É meu papel de rival, não é?)</p>
<p>De qualquer maneira, acho deveras divertida essa rivalidade (desde que seja saudável, é claro), as piadinhas, etc. Mas, no fundo, o que prevalece é o respeito e a boa convivência, que só são possíveis em um relacionamento saudável, havendo divergência sobre futebol ou não.</p>
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<p><small>© Mayara Godoy no <a href="http://www.diariodecasal.com.br">Diário de Casal</a>, 2010. |
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		<title>Liberdade na relação: um desafio saudável</title>
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		<pubDate>Thu, 15 Jan 2009 19:01:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Murilo Netto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Crônicas]]></category>
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		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
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Impressionante como a cultura do país, do Estado e das comunidades onde se formam e vivem os casais, consegue influenciar diretamente as relações amorosas entre os pares. Aqui no Brasil, por exemplo, a sociedade, sem perceber, assumiu grande parte da terrível herança cultural dos processos de colonização e independência, pessimamente interpretados e executados, que até hoje rendem manchetes de casos de corrupção, preconceito e discriminação social e racial.
Mulheres submissas, homens machistas e casais egoístas certamente já não são maioria em nosso convívio social, mas também não é exagero afirmar que ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.diariodecasal.com.br/wp-content/uploads/2009/01/522402_lovers.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-117" src="http://www.diariodecasal.com.br/wp-content/uploads/2009/01/522402_lovers.jpg" alt="" width="300" height="199" /></a></p>
<p>Impressionante como a cultura do país, do Estado e das comunidades onde se formam e vivem os casais, consegue influenciar diretamente as relações amorosas entre os pares. Aqui no Brasil, por exemplo, a sociedade, sem perceber, assumiu grande parte da terrível herança cultural dos processos de colonização e independência, pessimamente interpretados e executados, que até hoje rendem manchetes de casos de corrupção, preconceito e discriminação social e racial.</p>
<p>Mulheres submissas, homens machistas e casais egoístas certamente já não são maioria em nosso convívio social, mas também não é exagero afirmar que todos, algum dia, já pensaram em praticar o “pseudo poder”, em abusar da “hierarquia coronelista”, que alguns poucos ainda acreditam existir num relacionamento a dois. Isso, ao contrário do que os solteiros-assumidos promovem, não acontece por culpa do compromisso, da mulher ou do homem. É o inconsciente agindo sobre o que vimos e ouvimos, sobre a realidade que existiu, de fato, décadas atrás.</p>
<p>Talvez seja pela evolução e permanência dessa maldita herança em nossa personalidade que a maioria não consegue entender porque hoje em dia as pessoas, após o casamento, se separam com tanta rapidez. Acontece que felizmente há algum tempo se tornou raro encontrar uma “Amélia” que se dedique integralmente aos gostos do marido e aceite, sem questionamentos, seus inúmeros defeitos. Como também ficou mais difícil identificar um príncipe encantado que assuma totalmente as responsabilidades do sustento da família.</p>
<p>Antigamente, a família que vivia muito distante dessa realidade nada democrática era vista como exemplo de insucesso. O homem que antes fazia questão de proibir a mulher de procurar um emprego, agora faz questão de incentivar a divisão dos gastos da família e vice-versa. Ou seja, ao se deparar com uma realidade, digamos, diferente das suas respectivas famílias, a situação tende a se complicar.</p>
<p>Nesse aspecto de personalidade da nossa geração, felizmente existiu, sim, uma evolução positiva. A modernidade chegou disseminando paulatinamente o conceito de liberdade. Portanto, cada um de nós já aprendeu, ou pelo menos já ouviu falar, sobre como se defender e lutar por seus próprios direitos. O problema, ainda não percebido por alguns, é que a liberdade, em sua essência, não é o contrário da palavra relacionamento. Os casais, mesmo, acabam por entender que a liberdade é um sinônimo de libertinagem, de falta de compromisso com o outro, e ainda pior: condenam a auto-liberdade ao praticar, por opção, a auto-censura comportamental.</p>
<p>A falta de liberdade no caráter individual de cada parte numa relação a dois é uma constatação de fraqueza e deve ser combatida com muita conversa, que chega através da reflexão sobre o teor desse questionamento. “Amar o próximo como a ti mesmo” é totalmente diferente de “amar o próximo mais do que si mesmo”. Quem deixa de cuidar de si, perde a própria identidade e ainda afasta a outra parte, que por sua vez deixa de reconhecer as particularidades que foram motivo de encantamento no início do relacionamento.</p>
<p>O grande desafio dessa geração, sob o meu ponto de vista, é desmistificar e abolir essa herança cultural, na prática. Cuidar-se mais, cultivar a todo custo os amigos e a família, negar quando for preciso&#8230; Ações que podem parecer antipáticas, mas que a longo prazo se mostrarão saudáveis na vida do casal. Para praticar, não existe outro remédio: confiança e muito, muito respeito.</p>
<p>O homem e a mulher que assumem, individualmente, a própria liberdade, sem descaracterizar o conceito do compromisso de um relacionamento, percebem que o ganho é muito maior do que um simples afago no ego. Ser livre, num ambiente em que o amor é predominante, significa evoluir para abandonar pré-conceitos e estereotipos, combater o comodismo intelectual, contribuir para o amadurecimento do casal e, principalmente, ampliar o horizonte sobre a responsabilidade do planejamento familiar.</p>
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<p><small>© murilo no <a href="http://www.diariodecasal.com.br">Diário de Casal</a>, 2009. |
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		<title>Primeiro post &#8211; Novidades virão!</title>
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		<pubDate>Thu, 11 Dec 2008 03:44:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael R</dc:creator>
				<category><![CDATA[Especial]]></category>
		<category><![CDATA[Artigos]]></category>
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		<description><![CDATA[O primeiro post é mais ou menos como o primeiro beijo, o primeiro encontro, a primeira vez. A gente não sabe muito bem o que está acontecendo, da aquele friozinho na barriga, seu cérebro te engana confundindo alguns sinais. Mas o lado bom disso tudo é saber que, diferente de relacionamentos, esse blog está celebrando a partir de agora o casamento de alguns (bons) autores com um público que busca por informações segmentadas. Então, poderiamos considerar esse post como o casamento, a união, o compromisso.
Resumindo a história, você encontrará por ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O primeiro post é mais ou menos como o primeiro beijo, o primeiro encontro, a primeira vez. A gente não sabe muito bem o que está acontecendo, da aquele friozinho na barriga, seu cérebro te engana confundindo alguns sinais. Mas o lado bom disso tudo é saber que, diferente de relacionamentos, esse blog está celebrando a partir de agora o casamento de alguns (bons) autores com um público que busca por informações segmentadas. Então, poderiamos considerar esse post como o casamento, a união, o compromisso.</p>
<p>Resumindo a história, você encontrará por aqui muito em breve histórias, crônicas, colunas e artigos sobre a vida a dois. Sempre tem aqueles que dizem que a <a href="http://www.diariodesolteiro.com.br" target="_blank">vida de solteiro</a> pode ser melhor, mas no fundo sabemos que não é bem assim que a banda toca. Porque, podemos ter certeza, naquele domingão a tarde, um friozinho lá fora, um DVD rolando e um abraço bem apertado embaixo das cobertas daquela pessoa que você ama&#8230; olha, dificilmente eles vão ter algo melhor do que essa sensação.</p>
<p>Enfim, em breve começaremos as atividades por aqui, espero que gostem.</p>
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<p><small>© Rafael R no <a href="http://www.diariodecasal.com.br">Diário de Casal</a>, 2008. |
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Post tags: <a href="http://www.diariodecasal.com.br/posts/tag/artigos/" rel="tag">Artigos</a>, <a href="http://www.diariodecasal.com.br/posts/tag/casais/" rel="tag">casais</a>, <a href="http://www.diariodecasal.com.br/posts/tag/diario-de-casal/" rel="tag">diario de casal</a>, <a href="http://www.diariodecasal.com.br/posts/tag/dicas/" rel="tag">dicas</a>, <a href="http://www.diariodecasal.com.br/posts/tag/receitas/" rel="tag">Receitas</a>, <a href="http://www.diariodecasal.com.br/posts/tag/relacionamento/" rel="tag">Relacionamento</a>, <a href="http://www.diariodecasal.com.br/posts/tag/sexo/" rel="tag">Sexo</a><br/>
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