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	<title>Diário de Casal &#187; casal</title>
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	<description>O melhor e o pior da vida a dois</description>
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		<title>Quem é que lava a louça?</title>
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		<pubDate>Tue, 13 Jul 2010 15:09:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael R</dc:creator>
				<category><![CDATA[Crônicas]]></category>
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		<description><![CDATA[Finalmente consegui convencer um grande amigo meu, Dhemes Andersen, de que seria legal ele por seus textos por aqui, vez e outra. Abaixo segue o primeiro e se der tudo certo outros mais virão. Divirtam-se.      
- &#8211; -     
Os domingos sempre trazem desafios caseiros. Além de algumas vezes, uma leve dor de cabeça. Acordo sentindo fome, preguiça e sono. O ronco destaca o vazio dentre os demais sentidos.     Ao cruzar a fronteira com a sala, não me ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Finalmente consegui convencer um grande amigo meu, </em><a href="http://dhemes.net" target="_blank"><em>Dhemes Andersen</em></a><em>, de que seria legal ele por seus textos por aqui, vez e outra. Abaixo segue o primeiro e se der tudo certo outros mais virão. Divirtam-se.      </p>
<p></em>- &#8211; -     </p>
<p>Os domingos sempre trazem desafios caseiros. Além de algumas vezes, uma leve dor de cabeça. Acordo sentindo fome, preguiça e sono. O ronco destaca o vazio dentre os demais sentidos.     <br />Ao cruzar a fronteira com a sala, não me encanta o que o cachorro fez com seu disco voador de borracha. Foi um erro pensar que <em>Brick</em> tinha afinidade com astrologia, perdendo horas a admirar os aviões e o céu, contemplando a vista do último andar de um prédio de 19. Talvez ele apenas sofresse de tédio, algo bastante perturbador na vida de uma família em formação. Agora os pedaços da janela por onde marcianos adentrariam a Terra, são meu primeiro desafio em busca de algo que me confortasse o gemido abdominal.     </p>
<p><a href="http://www.diariodecasal.com.br/wp-content/uploads/2010/07/lavarlouca.jpg"><img style="border-right-width: 0px; display: block; float: none; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; margin-left: auto; border-left-width: 0px; margin-right: auto" title="lavarlouca" border="0" alt="lavarlouca" src="http://www.diariodecasal.com.br/wp-content/uploads/2010/07/lavarlouca_thumb.jpg" width="524" height="393" /></a> </p>
<p>Nada mal. A vassoura tombada na passagem à cozinha mostra que ao menos o cão havia tentado recolher os destroços da aeronave, quando se despistou com os restos de uma <em>vuvuzela</em> que havia destruído na tarde anterior (num surto de decepção por não ganhar mais salgadinhos e aperitivos de todas as visitas que perambulavam pela casa em dias de jogos do Brasil).     <br />O olhar impiedosamente se volta para a pia. Ainda de pijama, defronte uma gelada e desorientada cozinha, os olhos perdidos numa gosma dentro de um copo. Leite, maionese, iogurte ou alguma secreção? Definitivamente não é minha vez de lavar a louça.</p>
<p>- Vida, vamo acordando! Bom dia!    <br />- Mmmmm.     <br />- Tá com soninho ainda né? Mas já tem gente esperando o café.     <br />- Café? Tá pronto?     <br />- Pronto?     <br />- Gostosoooo… cafézinho.     <br />- To pronto pra fazer, mas tenho algumas panelas, copos, pratos e discos voadores me impedindo.     <br />- Discos voadores?     <br />- Sim eles só vieram buscar manteiga, mas já foram.     <br />- O quê?     <br />- Não… falando sério: Eu lavei a louça ontem, hoje é você.     <br />- Eu sei.     <br />- Então, mas preciso dela limpa agora. Acho que vou fazer omelete.     <br />- Com toast?     <br />- Se você lavar a frigideira.     <br />- Pô! Mas quem fritou linguiça pra visita foi você.     <br />- Mas eram seus amigos!!     <br />- Mas eles já tinham comido pizza, você que bebe e fica querendo fazer porção de tudo.     <br />- Espera aí! Seus amigos vem aqui, eu tento agradar, ainda tenho que lavar a louça e sou chamado de bêbado?     <br />- Alegrinho.     <br />- Mas tem umas gosmas nuns copos.     <br />- Ah! Molhinho especial!     <br />- Molhinho o quê??     <br />- Especial. Você disse que é receita da sua vó. Fez todo mundo provar com as linguiças. E não contou pra ninguém a receita, disse que eram igredientes secretos…     <br />- Sério? Eu fiz molhinho? Mas tem panelas do almoço de ontem. E você nem raspou no lixo. Tem uns <em>pennes</em> e 2 azeitonas obstruindo a decida da água.     <br />- Não fiz nada com azeitona.     <br />- Mais três centímetros de água e vamos ter alagamento na região da cozinha.     <br />- Tenho nojo desse ralinho da pia.     <br />- Eu também, principalmente daquela coisa vermelha que tem nele há meses.     <br />- Poxa!… As piores louças sempre sobram pra mim…</p>
<p>Aquela voz sofrida de quem tem as mãos congeladas ao lavar louça no mês de julho, não me comoveram:</p>
<p>- Ontem lavei panela de arroz queimado.    <br />- Arroz sai facinho.     <br />- Molhinho especial também.</p>
<p>…    <br /><em>(Olhares perdidos em objetos aleatórios pelo quarto)</em></p>
<p>- Que horas são?    <br />- Hora de lavar a louça, beiba.     <br />- Já é quase uma da tarde.     <br />- Imagina a fome que eu tô.     <br />- Não faz café, eu faço almoço.     <br />- Ah, lá vem.     <br />- Faço strogonoff.     <br />-De carne?     <br />- De carne.     <br />- Hmmmm.     <br />- Então lava loucinha pra beiba, lava.</p>
<p>Não é apenas o molhinho especial, ou o shoyo no fogão, saco de lixo pra trocar ou aliens mal sucedidos. São os acordos. As deduções e o bom senso. Força de vontade e luvas de borracha. Que nos permitem viver crônicas diárias da vida compartilhada.    </p>
<p>A cozinha ficou limpa em 30 minutos, o almoço em quase 1 hora. E a certeza de que em casa de quem sabe cozinhar, come bem quem lava louça.     </p>
<blockquote><p>Quer participar do Diário de Casal, enviando seus textos para dividirmos experiências por aqui? <a href="http://www.diariodecasal.com.br/contato" target="_blank">Entre em contato</a> e saiba como participar.</p></blockquote>
<hr />
<p><small>© Rafael R no <a href="http://www.diariodecasal.com.br">Diário de Casal</a>, 2010. |
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</small></p>]]></content:encoded>
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		<title>Usando fotos do casal em sites de relacionamento</title>
		<link>http://www.diariodecasal.com.br/posts/usando-fotos-do-casal-em-sites-de-relacionamento/</link>
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		<pubDate>Wed, 30 Jun 2010 13:00:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael R</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Existe um mito rolando de que é legal usar fotos do casal em todo e qualquer site de relacionamento (orkut, twitter) que eu pretendo destruir com esse post. Se você usa ou conhece alguém que usa fotos assim, esse post é pra você.
- &#8211; -
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Existe um mito rolando de que é legal usar fotos do casal em todo e qualquer site de relacionamento (orkut, twitter) que eu pretendo destruir com esse post. Se você usa ou conhece alguém que usa fotos assim, esse post é pra você.</p>
<p>- &#8211; -</p>
<p align="center"><img src="http://www.diariodecasal.com.br/wp-content/uploads/2010/06/semidentidade.jpg" alt=Sem identidade"><br />
<em>Nas redes SOCIAIS precisa mesmo ser assim? &#8211; Crédito: <a href="http://leticce.blogspot.com" target="_blank">Leticce</a></em></p>
<p>Somente hoje, eu já vi <em>3 perfis</em> de pessoas que usam fotos do casal como <em>avatar</em>. Não que isso seja errado ou ruim, mas eu entendo que no espaço que você tem para se identificar, você deve apenas fazer isso. Salvo raríssimas excessões, eu sempre serei contra usar uma foto do casal em sites de relacionamento. E vou explicar porque, logo ai embaixo. </p>
<p><strong>Individualidade</strong></p>
<p>Você tem seu perfil pessoal, tem seus amigos, tem seus assuntos (ou comunidades) que gosta de discutir e gasta uma parte do seu dia se dedicando a isso. E se por um lado eu entendo aquela vontade enorme de gritar ao mundo que você está feliz, bem e amando alguém muito especial, por outro lado você tem diversas formas de fazer isso que não seja confundindo seus amigos com uma foto onde aparece você e mais alguém. No orkut, tem o próprio albúm de fotos, além de espaços no perfil como <em>paixões</em>, relacionamentos e porque não, até onde existe um espaço para&#8230; você se apresentar, mostrar quem é você e o que é importante pra você. No twitter, vale a mesma regra. Você pode enviar uma foto pro <em>twitpic</em>, mandar diversos <em>tweets</em> e <em>direct messages</em>, não precisa ocupar o único espaço dedicado apenas a você com isso.</p>
<p>Tudo tem seu lugar.</p>
<p><strong>Excessos podem soar como desespero</strong></p>
<p>Quando a pessoa, errôneamente, usa esse espaço para colocar uma foto do casal, acaba dando margem para diversas interpretações. Ação e Reação. Uma delas é aquela idéia de desespero, necessidade de dizer ao mundo que você tem alguém e que esse alguém é propriedade sua. Tudo isso possivelmente motivado por uma preocupação excessiva com o que os outros pensam. Sério, ninguém precisa saber através de uma foto que você tem dono ou é dono de alguém, suas atitudes é que devem deixar claro que você tem namorado/a e que portanto não está disponível para brincadeiras, cantadinhas e/ou algo do tipo. </p>
<p>Ou seja, se comportar como alguém que namora, ok. Gritar desesperadamente que tem dono ou quem é dono, errado.</p>
<p><strong>Ciúmes? Confiança?</strong></p>
<p>Alguns podem alegar questão de confiança, dizendo que não tem nada a temer e querem ser vistos sim como um casal. Outros dizem que se não for desse jeito, podem sentir ciúmes. E obviamente, em ambas as hipóteses você está agindo errado. Acho que sufocar o outro e tentar mostrar para o mundo que ele te pertence está longe de ser a maneira correta de conduzir um relacionamento. Existem várias formas de conquistar a confiança do seu par, faça isso. E novamente, se quer evitar crises de ciúme, comporte-se apenas como quem tem um relacionamento estável e feliz e evitará problemas. </p>
<p>E também lembrando, dentro dessas redes sociais citadas, existem espaços adequados para milhares de fotos com teu par. Use-os a vontade.</p>
<p>Em últimos casos, se for realmente indispensável e com uma razão razoável, crie um perfil alternativo pro casal. Não confunda o seu espaço com o espaço de ambos, afinal um dos quesitos que tornam uma relação sólida é o respeito a individualidade. Um exemplo clássico pode ser relatar o dia-a-dia de uma viagem para os amigos e família. Outros motivos eu deixarei para que cada um de vocês pense.</p>
<p>Ah, a propósito: No MSN ta liberado. :P</p>
<p>- &#8211; -</p>
<p>Quer um exemplo de onde pode ser legal usar uma foto do casal? Concursos. Aproveite a dica e participe do concurso seleção Del Rey que vai premiar as 11 melhores fotos com kits contendo vários produtos <em>Del Rey</em> e mais 10 figurinhas alto-colantes para você colar onde quiser. <a href="http://www.ciadelrey.com.br/copa" target="_blank">Saiba tudo sobre o concurso</a> no site da Del Rey.</p>
<hr />
<p><small>© Rafael R no <a href="http://www.diariodecasal.com.br">Diário de Casal</a>, 2010. |
<a href="http://www.diariodecasal.com.br/posts/usando-fotos-do-casal-em-sites-de-relacionamento/">Permalink</a> |
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</small></p>]]></content:encoded>
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		<title>Aqueça seu inverno em Minas Gerais</title>
		<link>http://www.diariodecasal.com.br/posts/aquea-seu-inverno-em-minas-gerais/</link>
		<comments>http://www.diariodecasal.com.br/posts/aquea-seu-inverno-em-minas-gerais/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 26 Jun 2010 18:13:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael R</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A temporada de inverno começou oficialmente e baixas temperaturas lembram caldos, festivais, fondues, cobertor, montanha e&#8230; Minas Gerais, claro! Há programas mais tranquilos em pousadas nas montanhas, mais animados em festivais de inverno, mais naturais em vários parques ecológicos, dentre outras opções para esquentar o inverno dos viajantes. Se você tava sem idéias para uma viagem gostosa a dois, essa pode ser a sua solução.     
 
Os festivais de inverno mineiros já são bastante conhecidos, como o Festival de Inverno de Ouro Preto e Mariana que ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="left">A temporada de inverno começou oficialmente e baixas temperaturas lembram caldos, festivais, fondues, cobertor, montanha e&#8230; <b>Minas Gerais</b>, claro! Há programas mais tranquilos em pousadas nas montanhas, mais animados em festivais de inverno, mais naturais em vários parques ecológicos, dentre outras opções para esquentar o inverno dos viajantes. Se você tava sem idéias para uma viagem gostosa a dois, essa pode ser a sua solução.     </p>
<p> <a href="http://www.touristanalizator.com.br/" target="_blank"><img style="border-right-width: 0px; display: block; float: none; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; margin-left: auto; border-left-width: 0px; margin-right: auto" title="minasturismo" border="0" alt="minasturismo" src="http://www.diariodecasal.com.br/wp-content/uploads/2010/06/minasturismo.jpg" width="520" height="322" /></a>
<p align="left">Os festivais de inverno mineiros já são bastante conhecidos, como o Festival de Inverno de Ouro Preto e Mariana que acontece entre os dias 08 e 25 de julho. As atividades vão desde música a artes visuais, passando por literatura, artes cênicas e artes plásticas. Para aquecer os visitantes, shows de Alceu Valença, Chico Cesar e Gabriel O Pensador. Em Diamantina, o festival será do dia 20 a 29 de julho com programação diversificada, com várias oficinas e destaque para as palestras com o ator Paulo José e com Arnaldo Antunes.     </p>
<p> <img style="border-bottom: 0px; border-left: 0px; display: block; float: none; margin-left: auto; border-top: 0px; margin-right: auto; border-right: 0px" title="mariana" border="0" alt="mariana" src="http://www.diariodecasal.com.br/wp-content/uploads/2010/06/mariana1.jpg" width="504" height="337" />
<p align="center">&#160;<em>Mariana &#8211; Praça Minas Gerais &#8211; igrejas São Francisco e do Carmo (</em><a href="http://www.flickr.com/photos/wikiminas/4735139389/" target="_blank"><em>Fonte</em></a><em>)</em></a> </p>
<p align="left">O sul de Minas oferece o clima ideal para quem quer um inverno com estilo europeu. A cidade de Maria da Fé já atingiu esse ano -4°C no termômetro, prometendo um inverno rigoroso. Por ser um destino bastante procurado, a cidade passou a organizar o Festival de Inverno, Artesanato &amp; Design. Em 2010 o evento será de 15 a 18 de julho com apresentações culturais variadas. Outras cidades do sul de Minas Gerais também são ótimos destinos, como Passa Quatro, Itamonte e Monte Verde, sendo a última eleita pelo site viajeaqui.com e pela revista Quatro Rodas como melhor roteiro de inverno em 2008 e 2009. Imperdível.    </p>
<p> <img style="border-bottom: 0px; border-left: 0px; display: block; float: none; margin-left: auto; border-top: 0px; margin-right: auto; border-right: 0px" title="mariadafe" border="0" alt="Maria da Fé" src="http://www.diariodecasal.com.br/wp-content/uploads/2010/06/mariadafe1.jpg" width="504" height="338" />
<p align="center"><em>Maria da Fe &#8211; Epamig &#8211; Acervo Projeto Roteiros Turisticos (<a href="http://www.flickr.com/photos/wikiminas/4735139767/" target="_blank">Fonte</a>)</em></p>
<p align="left">Se o seu negócio são os programas mais naturais, os parques ecológicos estão aí para você. Pico da Bandeira, Serra do Rola Moça e Serra do Cipó são apenas algumas das possibilidades. O Pico da Bandeira tem 2.892 metros de altura e é o terceiro mais alto do país. Com uma infraestrutura bacana e acesso facilitado e trilhas sinalizadas, o local é um dos destaques para aproveitar as baixas temperaturas no estado.    </p>
<p>Ficou em dúvida de qual destino conhecer neste inverno? Conheça então o <b><a href="http://www.touristanalizator.com.br/">Tourist Analizator</a></b> e saiba qual seu perfil de turista através dos dados de seu Twitter. Tem o Zen, o Antenado, Rural, Natureba e Boêmio. Você também pode convidar os amigos para a brincadeira e conhecer pessoas com o mesmo perfil.</p>
<p align="left">Para complementar o planejamento de viagem pelo estado, acesse o <b><a href="http://www.wikiminas.com.br/">Wikiminas</a></b>. Com o princípio colaborativo do Wikipedia, a ferramenta permite que os viajantes incluam dicas sobre cidades conhecidas, troquem experiências e obtenham informações turísticas sobre o estado. </p>
<p align="left">Há programação para todo tipo e gosto. Pode vir quente que o inverno em Minas está fervendo.    </p>
<p><img style="border-right-width: 0px; display: inline; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px" title="artigo-patrocinado" border="0" alt="artigo-patrocinado" src="http://www.diariodecasal.com.br/wp-content/uploads/2010/06/artigopatrocinado1.gif" width="248" height="49" /></p>
<hr />
<p><small>© Rafael R no <a href="http://www.diariodecasal.com.br">Diário de Casal</a>, 2010. |
<a href="http://www.diariodecasal.com.br/posts/aquea-seu-inverno-em-minas-gerais/">Permalink</a> |
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</small></p>]]></content:encoded>
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		</item>
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		<title>Da ausência da presença à presença do ausente</title>
		<link>http://www.diariodecasal.com.br/posts/da-ausencia-da-presenca-a-presenca-do-ausente/</link>
		<comments>http://www.diariodecasal.com.br/posts/da-ausencia-da-presenca-a-presenca-do-ausente/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 22 Apr 2010 15:33:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Participante Avulso</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Por Igor M.
O caro amigo leitor deste artículo, ao se deparar com a expressão que o intitula, logo deve se questionar: mas de que raios esse cara está falando? Um autor como Paulo Coelho, do alto de sua purificação mística, poderia muito bem escrever um livro inteiro sobre isso – sugeriria algo como “O Diário dos Paradoxos Mágicos e a Cura de Seus Malefícios Pelo Caminho de Compostela” – e este seria um best-seller mundialmente aclamado. Mas eu, na condição de reles mortal, prometo apenas me esforçar o suficiente para ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em><strong>Por <a href="http://twitter.com/owigor" target="_blank">Igor M.</a></strong></em></p>
<p>O caro amigo leitor deste artículo, ao se deparar com a expressão que o intitula, logo deve se questionar: mas de que raios esse cara está falando? Um autor como Paulo Coelho, do alto de sua purificação mística, poderia muito bem escrever um livro inteiro sobre isso – sugeriria algo como “O Diário dos Paradoxos Mágicos e a Cura de Seus Malefícios Pelo Caminho de Compostela” – e este seria um best-seller mundialmente aclamado. Mas eu, na condição de reles mortal, prometo apenas me esforçar o suficiente para ser compreendido. Ademais, antecipo minhas desculpas se, no decorrer da leitura, o amigo vier a dar-se conta de que este cara aqui realmente não sabe de que raios está falando.</p>
<p>Muito bem. O que seria então, primeiramente, a ausência da presença? Peço alguns minutos de vossa preciosa atenção.</p>
<p>Se tratando de casais, os anos de vida me concedem alguma experiência além dos diversos relatos e boatos que já me caíram aos ouvidos. A coisa toda começa quase sempre da mesma forma, afinal conhecer um outro ser que te cative, como se este fosse mesmo o primeiro e o último, gera toda uma gama de sensações prazerosas. Estar envolvido, afetado ou apaixonado por alguém é uma daquelas coisas parcialmente indescritíveis e na maioria das vezes inexplicáveis; exceto para os cientistas que, periodicamente, garantem em suas pesquisas que isso tudo é culpa de uma combinação de dopaminas, ocitocinas e neurotrofinas. Inclusive, a última delas de que tive conhecimento se propunha a provar como as mulheres, frente uma seletividade genética em busca de compatibilidade, escolhia os seus parceiros pelo cheiro natural… Tá bom, né? Não me atrevo por em xeque nossa origem animal, não tenho bagagem suficiente pra isso. Mas se estivéssemos mesmo em tal estágio de evolução, ou por que não involução, então estaríamos procriando nossa espécie sem ao menos precisar trocar uma palavra sequer com nossos pretendentes, não saberíamos nem seus nomes; seríamos quase como os cães que farejam o aroma do cio no órgão genital alheio. Isso me soa no mínimo engraçado, mas há, aos meus olhos, uma quantidade quase infinita de outros fatores bem humanos que influenciam o começo de uma relação; não vou me deter ao mérito dessa questão, pois existem aqui posts mais legais do que o meu que falam sobre isso. O fato é que, estando os cientistas certos ou não, uma relação pode perdurar por anos a fio em uma paixão avassaladora, outras não lá tão apaixonadas assim, e algumas delas terminam ainda nas primeiras semanas. A tal da pouca experiência de vida citada ali em cima me diz que não existe uma regra, mas sim uma singularidade, uma especificidade em cada uma delas. Mas, também dito anteriormente, algumas situações são vivenciadas por nós de maneiras semelhantes, ainda que cada um sinta e conduza à sua maneira, e com o término de uma relação não há quem não sinta pela perda. Isso é quase sempre notável. Uma vez que acontece a ruptura, pelo menos uma das partes, senão as duas, deu um significado um tanto quanto especial para aquele acontecimento e este invariavelmente vai gerar algum mal estar. Agora, se pensarmos que aquele bem estar indescritível e inexplicável acontecia apenas porque estávamos na presença do outro ser cativante (e não do coquetel de proteínas e neurotransmissores), fica aqui explicado que esta é a ausência da presença. Creio que a maioria de nós já deve ter descoberto como é desagradável a sensação dessa experiência. </p>
<p align="center"><img src="http://www.diariodecasal.com.br/wp-content/uploads/2010/03/chuvanajanela.jpg" alt="Rain on Windows"><br />
<em>Rain on window &#8211; Crédito: <a href="http://www.flickr.com/photos/polselli/1397216189/" target="_blank">Adam Polselli</a></em></p>
<p>Pois, muito bem. A ausência da presença então é a não-presença do outro cativante, este que só pode ser cativante na presença do que foi cativado. Mas isso não é tudo, meu caro amigo tão solícito em vossa atenção.</p>
<p>Tendo ocorrido o distanciamento e todas as suas emoções decorrentes, vai demorar algum tempo até que aquela relação extinga-se por completo. Para exemplificar, peço licença para desconstruir aqui alguns conceitos de relação e de casal aos quais estamos mais acostumados. Isso porque estou convicto de que existem relações que vão sendo empurradas com a barriga por anos e anos, temperadas com a mais paralisante das monotonias, regadas pelo mais frio dos cinismos: isso pra mim não é um casal. Em contraponto, também existem aquelas que são fruto de emoções (não de cheiros) mais viscerais, permeadas por um sentimento simples, porém muito mais intenso, filho da verdadeira interação humana, e estas relações podem durar não mais que um mês, uma semana, ou mesmo uma única noite. Alguma coisa qualquer que seja desta forma, tal qual este sentimento, tão gigantesco em sua força e veracidade, não pode ser meramente negligenciado ou posto de lado. A não ser que a pessoa entre em uma negação veemente da realidade e desenvolva uma boa psicose em um mundo alternativo, não conheço nenhum outro mecanismo de defesa que seja suficientemente capaz de passar por cima deste titã. A partir do momento que o afeto está ligado ao “objeto” de seu desejo, dificilmente ele vai ser integralmente deslocado para outro ou ainda sublimado, pois o que está feito, está feito, e não há resignificação no mundo que mude os fatos do passado. Sendo assim, na condição de neuróticos saudáveis, o melhor que temos a fazer é admitir, reconhecer que este alguém ainda existe em nossos pensamentos, em nossos corações e de certa forma atua quase que diretamente em nossas vidas. Percebemos então que, ainda que a relação corporal não mais exista, estamos diante de um laço afetivo muito maior do que um arrepio causado por um toque sutil atrás da orelha. A pessoa não está mais presente, mas há uma relação com aquilo que dela ainda existe dentro de você, há um relacionamento, há algo em seu interior mais íntimo que foi cativado e é com este sentimento, esta imagem, que você estará lidando. Assim é como nós vivenciamos, finalmente, a presença do ausente. </p>
<p>Por mais que isso soe como um absurdo, é assim mesmo que acontece. Podem passar todas as fases emocionais de elaboração e todos os ciclos bioquímicos do cérebro, se o que aconteceu foi vivenciado, experimentado e significado como algo já descrito nos moldes anteriores (cativante, prazeroso, indescritível, inexplicável, fruto de emoções viscerais, de afeto intenso, verdadeiro), é quase certo de que a presença dessa pessoa ausente te acompanhará pelo restante de seus dias, sendo lembrada na maior parte dos melhores e piores momentos de sua vida, ainda que ambos tenham ficado juntos apenas por alguns instantes. Você estará ali numa tarde, fumando o seu cigarro e tomando o seu café em frente a janela do seu quarto, olhando e divagando sobre como as gotas de uma estranha chuva de outono formam linhas engraçadas nos vidros dela e, quando menos esperar, de súbito aquela lembrança inundará seus pensamentos, sua mente, e em questão de segundos ela é tudo sobre o que você pode pensar. Longe, distante, ainda que ausente, aquela pessoa estará sempre presente de uma forma quase palpável.<br />
Os românticos chamariam isso de amor à primeira vista (e pasmem, alguns cientistas também se dizem capazes de provar isso sob o viés experimental), mas eu chamo apenas de um sentimento verdadeiro, único em sua singularidade, como um valioso diamante resultante da lapidação de várias emoções. Um determinado cineasta diria que não há quase nada comparável à oportunidade de conhecer alguém que possa ser lembrado por toda uma vida. Bem, justamente por não entender a maioria dos paradoxos que surgem em meio esses pensamentos confusos, me pergunto se haveria uma tal vivência, tão bela e majestosa, reluzente como um diamante, que possa ser ao mesmo tempo tão cruel e obscura, tal como um predador que mata e come a cria de outrem sem o menor pudor ou ressentimento.</p>
<p>Caro amigo e paciente leitor, acredite quando digo: este pode ser o melhor e o pior da vida a dois.</p>
<hr />
<p><small>© Participante Avulso no <a href="http://www.diariodecasal.com.br">Diário de Casal</a>, 2010. |
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</small></p>]]></content:encoded>
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		<title>Quem faz o seu destino?</title>
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		<pubDate>Tue, 20 Apr 2010 12:14:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Diogo Batalha</dc:creator>
				<category><![CDATA[Crônicas]]></category>
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		<category><![CDATA[casal]]></category>
		<category><![CDATA[Destino]]></category>
		<category><![CDATA[homem]]></category>
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		<description><![CDATA[Matrix é um dos meus filmes preferidos de todos os tempos. Tirando o fato que hollywood fez umas mudancinhas no roteiro e deixou ele mais brega (com direito a beijo apaixonado no final e tudo mais) os básico, o grosso, está lá e com várias referências filosóficas e de pensadores humanos. A minha cena preferida do filme é quando Neo, o protagonista, vai se encontrar com o Oráculo ( a entidade que sabe tudo sobre o futuro e etc ) e se segue da seguinte maneira:
“(&#8230;)Oráculo: E não se preocupe ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Matrix é um dos meus filmes preferidos de todos os tempos. Tirando o fato que hollywood fez umas mudancinhas no roteiro e deixou ele mais brega (com direito a beijo apaixonado no final e tudo mais) os básico, o grosso, está lá e com várias referências filosóficas e de pensadores humanos. <a href="http://www.youtube.com/watch?v=jArdGeMPWo4">A minha cena preferida do filme</a> é quando Neo, o protagonista, vai se encontrar com o Oráculo ( a entidade que sabe tudo sobre o futuro e etc ) e se segue da seguinte maneira:</p>
<p>“(&#8230;)Oráculo: E não se preocupe com o vaso.<br />
Neo: Que vaso?</p>
<p>Ao se virar, Neo esbarra num vaso, que se espatifa no chão.</p>
<p>Oráculo: Esse vaso.<br />
Neo: Como sabia?<br />
Oráculo: O que vai mesmo fazer seus miolos queimarem é: Você o teria quebrado se não tivesse dito nada?”</p>
<p>Eu já contei aqui a <a href="http://www.diariodecasal.com.br/posts/o-dia-em-que-perdi-meu-coracao-parte-1/">minha história</a> e da minha guria, e todo o trabalho que tivemos para estar juntos. Mas o que eu não contei é que, quando decidi sair da minha pacata Aracaju e ir estudar publicidade fora do estado, resolvi que queria fazer ESPM em São Paulo. Minha mãe prontamente recusou. “São Paulo é muito perigosa”. &#8220;Ok, então eu posso fazer a ESPM em Porto Alegre&#8221;. Lá sim, minha mãe concordou. Uma cidade média, mais tranquila e com a mesma escola que eu queria. Chegada a hora, minha mãe partiu (antes de mim) para o Rio Grande do Sul para procurar uma casa para nós. Porém, antes ela resolveu para no Rio de Janeiro e ir visitar a minha avó.</p>
<p>Na época, minha vó estava começando a adoecer e minha mãe sugeriu que ficassemos morando no RJ, para que ela pudesse ir ver minha avó (que morava sozinha) vez ou outra. É aqui (bem aqui) que entra o vaso.</p>
<p align="center"><img src="http://www.diariodecasal.com.br/wp-content/uploads/2010/04/rio-de-janeiro.jpg" alt="Rio de Janeiro"><br />
<em>De repente, não seja apenas coincidência!</em></p>
<p>Morando no RJ, eu conheci a menina que conhecia uma menina que acabou virando a minha namorada. Por quem me apaixonei e, hoje, moro em Porto Alegre por causa dela. A questão é: Teria eu conhecido minha namorada se eu tivesse vindo diretamente para Porto Alegre? Foi por acaso que minha avó adoeceu e eu, consequentemente, fiquei no rio?</p>
<p>É realmente algo que pode quebrar a nossa cabeça, pensar que, a decisão de hoje resolver ficar em casa e faltar aula por estar chovendo (e acabar não conhecendo o amor da sua vida no ponto de ônibus) ou deixar de ir para uma festa com os amigos por preguiça (e perde a chance de ser apresentado para o garoto mais bonito do mundo), podem ser decisões determinantes na nossa felicidade ou não.</p>
<p>Destino? Acaso? Sorte?</p>
<p>Eu não sei se acredito. Pra mim, é como aquele ditado: “Yo no creo en las brujas. Pero que las hay&#8230; Las hay!”*</p>
<p><em>*Eu não acredito em bruxas. Mas que elas existem&#8230; existem!</em></p>
<hr />
<p><small>© Diogo Batalha no <a href="http://www.diariodecasal.com.br">Diário de Casal</a>, 2010. |
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</small></p>]]></content:encoded>
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		<title>Como NÃO se comportar no primeiro encontro ou Como conheci minha namorada</title>
		<link>http://www.diariodecasal.com.br/posts/como-nao-se-comportar-no-primeiro-encontro-ou-como-conheci-minha-namorada/</link>
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		<pubDate>Thu, 08 Apr 2010 13:00:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cadu</dc:creator>
				<category><![CDATA[Crônicas]]></category>
		<category><![CDATA[Histórias]]></category>
		<category><![CDATA[Relacionamento]]></category>
		<category><![CDATA[casal]]></category>
		<category><![CDATA[história]]></category>
		<category><![CDATA[início de namoro]]></category>
		<category><![CDATA[internet]]></category>
		<category><![CDATA[namoro]]></category>

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		<description><![CDATA[Notei que eu não contei como conheci minha atual cara-metade. Ela adora contar essa história, mas desta vez vou tomar a frente e contar a minha versão, que é reconhecida (por mim mesmo) como a real, verídica e que aconteceu de verdade.
Sempre tive contato com a Internet desde que ela começou a se popularizar no Brasil. Em outras palavras, vou me sentir meio velho falando isso, sou da época do IRC então, para mim, sempre foi comum conhecer pessoas pela Internet.
A aproximadamente a três anos tive uma separação bastante problemática ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-564" src="http://www.diariodecasal.com.br/wp-content/uploads/2010/03/74591189.jpg" alt="" width="304" height="203" />Notei que eu não contei como conheci minha atual cara-metade. Ela adora contar essa história, mas desta vez vou tomar a frente e contar a minha versão, que é reconhecida (por mim mesmo) como a real, verídica e que aconteceu de verdade.</p>
<p>Sempre tive contato com a Internet desde que ela começou a se popularizar no Brasil. Em outras palavras, vou me sentir meio velho falando isso, sou da época do <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Internet_Relay_Chat" target="_blank">IRC</a> então, para mim, sempre foi comum conhecer pessoas pela Internet.</p>
<p>A aproximadamente a três anos tive uma separação bastante problemática e traumática. É muito comum que após uma separação como a minha, que causou grande abalo físico, moral e mental, a pessoa se isole do mundo e passe a ter medo de relacionamentos. Porém, tão comum quanto esse comportamento, também é o comportamento “vou sair pegando geral”. Não é algo para se orgulhar, mas foi o que aconteceu no meu caso.</p>
<p>Como eu estava morando em uma nova cidade, ainda não tinha um amplo círculo de amizades, mas obviamente isso pode ser resolvido hoje em dia com a rede internacional de computadores. Passei a frequentar comunidades de redes sociais, salas de bate-papo e a adicionar pessoas devidamente selecionadas no live messenger.</p>
<p>Em uma dessas salas de bate-papo, enquanto adiciona pessoas interessantes (ou nem tanto), encontrei a “Gatinha inteligente”. Gostei do nick e puxei assunto. Claro que em pouco tempo chegamos ao assunto “relacionamento”.</p>
<p style="padding-left: 30px;"><em><span style="text-decoration: underline;">Eu</span></em><em>: E aí? Está namorando?<br />
<span style="font-style: normal;"><em><span style="text-decoration: underline;">Ela</span></em><em>: Mais o menos, estou esperando uma resposta!</em></span></em></p>
<p>Nesse momento minha reação foi: “<em>Xiii, mais uma apaixonada que não sabe o que faz da vida!</em>” e movi o contato dela para uma pasta, carinhosamente nomeada como “geladeira”.</p>
<p>Ela sempre puxava papo, eu sempre dizia uma gracinha ou outra, mas não ficava nunca com muita esperança. Foi uma pessoa que simplesmente não tinha me despertado interesse. Até o dia que ela me perguntou sobre meu perfil no Orkut, enviei-lhe o meu endereço na famosa rede social e ela me adicionou.</p>
<p>Foi então que dei o primeiro passo para conhecê-la melhor: olhei as comunidades que ela participava e comecei a notar que tínhamos gosto pelas mesmas coisas. Vi que ela gostava das mesmas músicas, de ler, que tínhamos ideias parecidas, e por fim olhei as fotos do álbum. Foi então que algo mudou. Eu particularmente não sou muito de programas ecológicos como trilhas e caminhadas, meu conceito de civilização é até onde tem sinal de celular, no entanto, as fotos dela em uma queda d&#8217;agua me chamaram a atenção, não sei se pelo cenário paradisíaco, se pelo sorriso de satisfação que ela tinha nas imagens, mas acredito que, muito provavelmente, pelo biquíni que ela estava usando.</p>
<p>Ela me convidou para o cinema. Sim, ela tomou a iniciativa antes, aceitei. Fomos ver a última sessão de uma comédia romântica genérica em um shopping. Quando entramos na sala de cinema, a sessão estava quase vazia. Notei que ela andava muito até escolher um lugar para se sentar. Finalmente, depois de me fazer entrar em umas três fileiras por engano, ela escolheu um lugar e se sentou. Eram uma dessas poltronas com braço basculante e primeira coisa que eu fiz foi abaixar o braço acolchoado da poltrona, separando nossos assentos. Alguns podem pensar, “poxa, mas que cara mais devagar” ou “por quê não aproveitar a oportunidade que ela estava dando ao escolher justamente os assentos que permitiriam uma aproximação?”  Eu respondo: eu gosto de deixar o braço apoiado enquanto vejo um filme.</p>
<p>Depois do filme fomos comer em um desses restaurantes fast-food. Eu pedi o lanche de sempre, enquanto ela pediu um sanduíche de filé. Conversávamos sobre diversos assuntos, desde cinema a política quando notei algo estranho. Sabem quando o filé não se parte com a mordida e você fica “brigando” com a carne? Você tenta separar à mordida, mas o recheio teima em saltar todo para fora do pão? Então, eu não consegui me controlar e ofereci minha ajuda:</p>
<p style="padding-left: 30px;">– <em>Parece que o seu filé está mal passado ainda. Quer que eu peça uma faca ou uma tesoura para o atendente? Podemos acabar de abatê-lo!</em></p>
<p>Ela riu. Ainda bem! Riu mais de nervosa e sem graça do que por ter achado realmente graça. O que eu poderia fazer? Sou do tipo que perde o amigo, mas não perde a piada.</p>
<p>De lá entramos no carro e ficamos conversando. Sim, conversando. Conversamos por mais umas quatro horas, ouvindo músicas, contando histórias. Percebi como era gostoso novamente conversar com alguém interessante e com os mesmos interesses, como é relaxante expor ideias, e perceber que você não quer apenas beijar ou dar uns amaços com alguém, mas que você quer ouvi-la. Ouvi-la de verdade, não apenas fingir interesse para ganhar terreno.</p>
<p>O primeiro beijo saiu depois, e apenas depois, dessas quatro horas de conversa. Amanheceu o dia e ainda estávamos na rua. Tomamos café da manhã em uma padaria e quando eu voltava para casa, pensei comigo mesmo que provavelmente era ela a próxima pessoa por quem eu me apaixonaria.</p>
<p>Claro que ela reclama das quatro horas que teve que esperar e faz muitas piadinhas sobre isso, mas eu simplesmente respondo “Não valeu a pena esperar?”. Para mim, valeu muito a pena!</p>
<hr />
<p><small>© Cadu no <a href="http://www.diariodecasal.com.br">Diário de Casal</a>, 2010. |
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</small></p>]]></content:encoded>
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		<title>Diário de Casal v2: Mais colaborativo, mais constante!</title>
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		<pubDate>Mon, 29 Mar 2010 03:41:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael R</dc:creator>
				<category><![CDATA[Diário Oficial]]></category>
		<category><![CDATA[amor]]></category>
		<category><![CDATA[casal]]></category>
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		<description><![CDATA[Amigos, aproveitando essa categoria de posts onde podemos jogar limpo e contar a vocês as reais intenções, inspirações e sensações desse blog, apresento a vocês o Diário de Casal versão 2.

Amigos do feed, cliquem aqui pra ver a novidade!
Depois de quase 2 semanas em que ocorreram trocas de emails frenéticas entre os colaboradores, algumas coisas ficaram decididas. Durante essa nova fase do DdC, algumas coisas irão mudar pra melhor, outras ficarão mais fáceis, e se der tudo certo todo mundo vai sair ganhando um pouco. Podemos resumir as mudanças que ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Amigos, aproveitando essa categoria de posts onde podemos jogar limpo e contar a vocês as reais intenções, inspirações e sensações desse blog, apresento a vocês o <strong>Diário de Casal versão 2</strong>.</p>
<p align="center"><img src="http://www.diariodecasal.com.br/wp-content/uploads/2010/03/ddcv2.jpg" alt="Diário de Casal v2" /><br />
<em>Amigos do feed, <a href="http://www.diariodecasal.com.br">cliquem aqui</a> pra ver a novidade!</em></p>
<p>Depois de quase 2 semanas em que ocorreram trocas de emails frenéticas entre os colaboradores, algumas coisas ficaram decididas. Durante essa nova fase do <strong>DdC</strong>, algumas coisas irão mudar pra melhor, outras ficarão mais fáceis, e se der tudo certo todo mundo vai sair ganhando um pouco. Podemos resumir as mudanças que virão da seguinte maneira:</p>
<p><strong>1. Colaboração</strong></p>
<p>A partir de agora, faremos desse blog um meio de comunicação de duas vias: A gente fala e vocês escutam, vocês falam e nós escutamos. Nossa caixa de emails está aberta desde já (contato@diariodecasal.com.br), e esperamos que vocês se sintam a vontade pra falar conosco sobre o que quiserem. Se tiver uma sugestão de post, se quiser opinar sobre alguma coisa, se quiser participar enviando uma crônica, uma história, um conto&#8230; enfim, estamos realmente contando com vocês pra fazermos deste um espaço muito mais democrático e divertido.</p>
<p><strong>2. Design</strong></p>
<p>O laranja e verde original do blog já estavam cansativos demais pra nós, acreditamos que pra vocês também. Um logotipo novo era necessário também. Aproveitamos a onda e depois de dias (meses?) tentando, achamos um formato que poderia ser adequado a essa nova realidade do DdC. Convido os amigos do feed a visitarem a home e ver o que acham. E todos os envolvidos a deixarem suas impressões, nossa equipe de criação está ansiosa para ler opiniões dos principais interessados.</p>
<p><strong>3. Atualizações</strong></p>
<p>Agora, temos uma agenda oficial interna. Com ela, esperamos manter o blog atualizado constantemente, resolvendo uma das reclamações de vocês. Unindo isso com o ponto 1 desse post, vocês poderão ter certeza de que de agora em diante aquilo que vocês querem ler vai estar nessas páginas o mais rápido possível.</p>
<p><strong>4. Conteúdo</strong></p>
<p>Eu estou, aos poucos, tentando fazer com que os amigos colaboradores tirem de suas caixas pessoas pequenas histórias para compartilhar conosco. Acho que no fundo é bem mais legal quando você sente que tem alguma &#8220;intimidade&#8221; com quem lê. Eles estão resistindo, mas aos poucos a gente vai chegar lá. Afinal, as vezes acontece algumas coisas conosco e ficamos aqui pensando &#8220;Ué, será que é só comigo que isso acontece?&#8221; mas que depois de ler algo parecido você acaba até encontrando conforto.</p>
<p>Agora, queremos saber de suas impressões e opiniões. Afinal de contas, todas as mudanças aqui são para vocês. E esperamos de verdade que curtam todas elas.</p>
<hr />
<p><small>© Rafael R no <a href="http://www.diariodecasal.com.br">Diário de Casal</a>, 2010. |
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		<title>O dia em que perdi meu coração&#8230; (parte 2)</title>
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		<pubDate>Wed, 10 Feb 2010 00:06:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Diogo Batalha</dc:creator>
				<category><![CDATA[Crônicas]]></category>
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		<description><![CDATA[Após sete meses de tentativas para conhecer aquela menina, que, se me perguntassem, eu diria ser um anjo desasado, lá estava eu, com a janela dela aberta em meu MSN. A primeira conversa foi breve e bastante sem jeito. Ela foi bem receptiva e me tratou super bem (mesmo sem ter ideia dos sete meses de espera e da promessa maluca que eu tinha feito).
A partir daí fomos nos falando bastante e, por ironia do destino (ou não) nos entendíamos mais do que Batman e Robin, Zezé di Camargo e ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.diariodecasal.com.br/posts/o-dia-em-que-perdi-meu-coracao-parte-1/">Após sete meses de tentativas </a>para conhecer aquela menina, que, se me perguntassem, eu diria ser um anjo desasado, lá estava eu, com a janela dela aberta em meu MSN. A primeira conversa foi breve e bastante sem jeito. Ela foi bem receptiva e me tratou super bem (mesmo sem ter ideia dos sete meses de espera e da promessa maluca que eu tinha feito).</p>
<p>A partir daí fomos nos falando bastante e, por ironia do destino (ou não) nos entendíamos mais do que Batman e Robin, Zezé di Camargo e Luciano, Rosa e Rosinha, ou qualquer um desses casais famosos que a gente vê pela mídia. O que não facilitava em nada a minha situação. Lá estava eu, falando com a garota mais adorável do mundo e não podia dizer para ela o que eu sentia por causa de uma promessa idiota.</p>
<p>Tirando a promessa de &#8220;nunca mais bebo na minha vida&#8221;, geralmente eu costumo cumprir as que faço. Tem algo a ver com a babaquice de &#8220;questão de honra&#8221; que os japoneses tanto prezam e eu apoio. E eu cumpri a minha promessa&#8230; quase. Mas, ora bolas, eu esperei sete meses para receber seu MSN e mais sete me segurando tanto quanto alguém de bexiga cheia pode se segurar antes de fazer xixi nas calças na fila da porta do banheiro (acho que já perceberam que eu adoro analogias, não é?). Daria para nascer dois bebês prematuros nesse intervalo de tempo, então já era hora de quebrar a promessa e parar de evitar o inevitável. O prazo que eu tinha prometido era de 1 ano. Resisti mais sete meses, desde que a conheci, até o dia do aniversário dela, em que eu perguntei &#8220;Quer namorar comigo?&#8221;, mesmo sem nunca tê-la visto, mas sabendo que isso era questão de tempo.</p>
<p>SIM!&#8230; ela disse SIM!</p>
<p>*Favor inserir imagem de fogos estourando num céu noturno aqui*</p>
<p>Tá. E agora? Bem, agora corre até aqueles pampas gaudérios e vai beijar a menina, rapaz! (O que? Sério? Achavam que ia acabar assim tão fácil?)</p>
<p>Infelizmente, quando ela me disse o &#8220;sim&#8221; mais primoroso que eu já havia ouvido alguém dizer, eu era um reles estudante de Publicidade que nunca tinha sequer estagiado de verdade. Como diabos eu ia fazer para atravessar meio país para ver a minha musa?</p>
<p>Mas sabem como é, não é? O sábio Nelson Rodrigues dizia que “todos precisamos de um pouco de sorte, pois, sem ela, não tomamos nem um Chicabon. Pode-se engasgar com o palito ou ser atropelado pela carrocinha de sorvete.”</p>
<p>Há meses eu havia me inscrito para estágio na Petrobrás (te amo, governo) e nunca tinha recebido sequer um &#8220;oi&#8221;. Até que numa tarde me ligaram para uma entrevista no setor de Publicidade de lá. E sim, eu consegui o estágio (meus olhinhos são irresistíveis e tal). Estava agora, apto a pagar uma passagem de avião até lá e beijar a menina, finalmente.</p>
<p>(O que? Sério? Achavam que ia acabar assim tão fácil?)</p>
<p>Meus primeiros pagamentos foram devidamente economizados e, em seguida, devidamente surrupiados pela minha mãe. Sim, ela precisava de algum e eu era o único apto a emprestar. Após três meses de Petrobrás, eu tinha voltado à estaca zero (Literalmente. Esse era o valor do saldo da minha conta). E o pior, meu contrato de estágio estava em iminência de terminar. Fazia exatos um ano e cinco meses entre eu ver a foto dela pela primeira vez, pedi-la em namoro, conseguir dinheiro para ir vê-la e ficar sem todo esse dinheiro.</p>
<p>Mas, ei! Como eu disse no começo do outro post, “essa é uma história de amor. Ela fala sobre ter, dar, compartilhar, receber e ter paciência.” E como diz <a href="http://www.tiosam.net/Biblia/biblia.asp?livro=46&amp;capitulo=13&amp;NomeLivro=I%20Cor%C3%ADntios">Coríntios 13, versículo 7</a>:</p>
<p><em>O amor tudo sofre, tudo crê, tudo espera e tudo suporta&#8230;</em></p>
<p>Nem que eu tivesse que atravessar 1500 km a pé, eu deixaria de ver aquela guria&#8230;</p>
<p>(continua)</p>
<hr />
<p><small>© Diogo Batalha no <a href="http://www.diariodecasal.com.br">Diário de Casal</a>, 2010. |
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</small></p>]]></content:encoded>
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		<title>O dia em que perdi meu coração&#8230; (parte 1)</title>
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		<pubDate>Mon, 08 Feb 2010 19:56:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Diogo Batalha</dc:creator>
				<category><![CDATA[Crônicas]]></category>
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		<description><![CDATA[No meu primeiro texto aqui no Diário de Casal, nada mais justo do que eu contar para vocês o dia em que me acasalei (da definição “reunir-se em casal”, não “procriar”. Isso fica para depois).
Devo previnir-lhes que essa história é um tanto quanto diferente (e longa, por isso dividirei em duas partes). Não daria nenhum filme de romance, há quem ache ela fofa, há quem ache doideira e há quem não ache nada. Mas, antes de tudo, é uma história de amor. Ela fala sobre ter, dar, compartilhar, receber e ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>No meu primeiro texto aqui no Diário de Casal, nada mais justo do que eu contar para vocês o dia em que me acasalei (da definição “reunir-se em casal”, não “procriar”. Isso fica para depois).</p>
<p>Devo previnir-lhes que essa história é um tanto quanto diferente (e longa, por isso dividirei em duas partes). Não daria nenhum filme de romance, há quem ache ela fofa, há quem ache doideira e há quem não ache nada. Mas, antes de tudo, é uma história de amor. Ela fala sobre ter, dar, compartilhar, receber e ter paciência.</p>
<p>Começando pelo começo. A primeira vez que vi minha namorada eu estava no msn, teclando com uma amiga minha. Ela falava de forma empolgada do namoro dela com um menino do Rio Grande do Sul (eu e ela, minha amiga, moravamos no RJ nessa época) e começou a me mostrar fotos da última viagem que fez até o RS para vê-lo. E lá, no meio daquelas fotos meio bobas, estava ela. A menina mais bonita que eu jamais tinha visto na vida. Se eu fosse tentar descrever como eu me senti ao ver aquela foto, eu usaria um textículo do Shakespeare (vejam bem, textículo com X. O com S eu nunca vi) que diz:</p>
<p><em> </em></p>
<p><em>Se eu pudesse descrever a beleza dos teus olhos<br />
e com novos números enumerar as tuas graças,<br />
as eras vindouras iriam dizer:</em></p>
<p><em>&#8220;Este poeta mente!<br />
toques assim celestiais, nunca tocaram rostos mortais.&#8221;</em></p>
<p>Implorei para minha amiga me apresentar àquela garota (que era cunhada dela, na ocasião). Para minha tristeza tomei um retumbante “não”, justificado por ela pelos seguinte motivos:</p>
<p>1-     O namorado dela tinha ciúmes grande das irmãs e isso poderia trazer problemas para ela (minha amiga, não a irmã dele).</p>
<p>2-     A menina em questão era nada menos que oito anos mais nova do que eu.(Não parecia. Juro!)</p>
<p>Sim, senhoras e senhores. Meu primeiro amor-à-primeira-vista estava fadado a se tornar amor platônico, por esses motivos. Sorte do amor que ele escolheu para flechar alguém cabeça-dura (que era, e ainda sou, eu).</p>
<p>Passei aproximadamente pouco mais de sete meses na cola dessa minha amiga implorando um “por favor, me apresente sua cunhada” e ouvindo seguidos “não”. Por sete meses. Foi a maior coleção de “nãos” que eu já ouvi, e sequer eram da garota, eram apenas da intermediária dela.</p>
<p>Até que um dia, quando ela já estava meio de saco-cheio e o namoro dela estava na eminência de ir para o saco (nunca tinha notado como os sacos foram fundamentais para o meu final feliz. Menos o do Shakespeare) recebi um “sim”, sobre uma condição:</p>
<p>“Você não pode namorar com ela, porque ela é muito nova. Tem que esperar um ano ou dois, até ela ficar mais velha”.</p>
<p>E pra alegria geral da nação do hospício, eu fiz essa loucura e aceitei a condição. Como prêmio, ganhei o endereço do MSN daquela menina , que morava no RS e eu vi apenas através de uma fotografia 7 meses atrás.</p>
<p>Agora viria a parte de verdade, que começou após a janelinha dela subir e eu receber um “oi”. Eu tinha dois anos de espera até poder pedi-la em namoro&#8230;</p>
<p>(continua)</p>
<hr />
<p><small>© Diogo Batalha no <a href="http://www.diariodecasal.com.br">Diário de Casal</a>, 2010. |
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</small></p>]]></content:encoded>
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		<title>Todo Casal Tem: Apelidos Carinhosos</title>
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		<pubDate>Tue, 28 Jul 2009 15:42:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luana Hazine</dc:creator>
				<category><![CDATA[Especial]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Relacionamento]]></category>
		<category><![CDATA[apaixonado]]></category>
		<category><![CDATA[apelidos]]></category>
		<category><![CDATA[casal]]></category>
		<category><![CDATA[mimimi]]></category>
		<category><![CDATA[romance]]></category>

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		<description><![CDATA[Todo casal tem um mimimi, um jeitinho carinhoso de se chamar.
Além daquela mania de ficar falando como criança, cada história de amor, com o tempo, leva o casal a criar apelidinho carinhosos, melequentos ou até bizzaros.
Tudo começa com o nome
Quando se conhecem rola toda uma formalidade, por exemplo: O cara se chama Bernardo e ela se chama Larissa. Aí no começo é Bernardo e Larissa pra todo lado, até que a intimidade vem vindo , ele vira “o Ber” ela vira “a Lari” e no final das contas eles são ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Todo casal tem um mimimi, um jeitinho carinhoso de se chamar.</p>
<p><img src="/DOCUME%7E1/Luana/LOCALS%7E1/Temp/moz-screenshot.jpg" alt="" />Além daquela mania de ficar falando como criança, cada história de amor, com o tempo, leva o casal a criar apelidinho carinhosos, melequentos ou até bizzaros.</p>
<p><strong>Tudo começa com o nome</strong></p>
<p>Quando se conhecem rola toda uma formalidade, por exemplo: O cara se chama Bernardo e ela se chama Larissa. Aí no começo é Bernardo e Larissa pra todo lado, até que a intimidade vem vindo , ele vira “o Ber” ela vira “a Lari” e no final das contas eles são “O Bê” “A La”(ou Lali, ou Lala) e por aí vai.</p>
<p><strong>Depois vem os adjetivos, substantivos, comidas, animais e seus derivados.</strong></p>
<p>Amor (o mais comum entre todos), que sempre acaba virando, mor, mozinho, mô, morzaum, momo, more, moreco, morinho&#8230;</p>
<p>Paixão, que acaba virando outras coisas bizarras do tipo, xão(??), paixa, pa, pai(??), paixãozinha&#8230;</p>
<p>Querido(a) (geralmente depois de casado), Bebe, Lindo(a), Fofo(a), fofuxo, Xuxu(meio sem gosto, mas muito usado, até com um pouco de ironia).</p>
<p>Conforme a historia de cada um vai acontecendo, as vivencias e as bobeiras de cada casal a coisa vai ficando mais preocupante. Eles começam a se chamar por nomes de animais e comida:</p>
<p>Meu docinho, meu chocolate, meu quindinzinho, meu moranguinho, minha gatinha, meu ursao, meu ogrinho(?? Sim, ja vi disso), meu ursinho, meu isso, meu aquilo&#8230;</p>
<p><strong>Os indecifráveis</strong></p>
<p>A gente conhece o nivel de intimidade de um casal quando o apelidinho pelo qual eles se chamam começam a ser indecifraveis, geralmente no diminutivo (não de forma depreciativa e sim carinhosa), sem nenhuma alusão a coisa nenhuma nós nunca saberemos de onde ele surgiu.</p>
<p>Tchutchuquinho, bunzunzunzinho, biluzinha, chonchon, bizinha, bibi, nem, peu, pinha, ponzinho, guizu, lovinho, guxo guxo, beluzu(??), totozu, nengu, bizuca, chuka, bebeinho, mozi, zigucho&#8230;</p>
<p>No final das contas a gente sempre precisa perguntar o por que do nome tão “diferente”.</p>
<p>Mas, casal apaixonado é assim, quem nunca foi o bombomzinho do namorado que tire a primeira pedra. Quanto mais apelidinhos, mais o carinho se demonstra.</p>
<p>Conte pra gente qual é o apelidinho de vocês.</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>Beijo =* </strong></p>
<hr />
<p><small>© hazine no <a href="http://www.diariodecasal.com.br">Diário de Casal</a>, 2009. |
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</small></p>]]></content:encoded>
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