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	<title>Diário de Casal &#187; Casamento</title>
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	<description>O melhor e o pior da vida a dois</description>
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		<title>Diário de Casal &#187; Casamento</title>
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		<title>Letícia vai casar</title>
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		<pubDate>Mon, 02 Jan 2012 12:55:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ele / Ela</dc:creator>
				<category><![CDATA[Amor]]></category>
		<category><![CDATA[Coisas dela]]></category>
		<category><![CDATA[Casamento]]></category>
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		<description><![CDATA[Por: Leca Lichacovski
Estou noiva.
Nossa, como isso soa estranho&#8230; Noi-va. Nem separando sílabas fica menos esquisito.
Não é ruim, entendam. Estou com um sorriso que vai de uma orelha à outra. Minhas bochechas doem. A aliança é simplesmente maravilhosa.
São tantas sensações novas. E elas estão apenas preparando o terreno para o que está por vir.
Claro, eu sonhava em casar. Vestir branco, passar o resto da vida com o homem que amo. Mas, agora que está acontecendo, parece que veio tão rápido. Ainda não tenho vestido dos sonhos. Resta ao Google me dar ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Por: <a href="http://www.cerejanoombro.com" target="_blank"><strong>Leca Lichacovski</strong></a></em></p>
<p>Estou noiva.</p>
<p>Nossa, como isso soa estranho&#8230; Noi-va. Nem separando sílabas fica menos esquisito.</p>
<p>Não é ruim, entendam. Estou com um sorriso que vai de uma orelha à outra. Minhas bochechas doem. A aliança é simplesmente maravilhosa.</p>
<p>São tantas sensações novas. E elas estão apenas preparando o terreno para o que está por vir.</p>
<p>Claro, eu sonhava em casar. Vestir branco, passar o resto da vida com o homem que amo. Mas, agora que está acontecendo, parece que veio tão rápido. Ainda não tenho vestido dos sonhos. Resta ao Google me dar uma mãozinha na escolha do vestido ideal, da decoração, do buquê, ne sugestões de bandas.</p>
<p>O Google e a mãe, né. Mãe é guru nessas coisas. Tenho, então, uma super dupla para me ajudar a organizar meu casamento.</p>
<p align="center"><img src="http://www.diariodecasal.com.br/wp-content/uploads/2012/01/leca_e_tiago-300x225.jpg" alt="Leca e Tiago" width="300" height="225" /><br />
<em>Os noivos: Letícia e Tiago!</em></p>
<p>Outra palavra que despenca esquisito. Ca-sa-men-to. Dá um frio na barriga e na espinha. Tudo bem que não vai acontecer tão cedo, então, ainda tenho tempo para me acostumar.</p>
<p>Mas é estranho como esse misto de medo e ansiedade dá uma sensação gostosa. Olho no dedo a cor dourada e abro um mega sorriso&#8230;</p>
<p>A verdade é que, por mais que soe esquisito ainda, eu adoro a junção do meu nome com o adjetivo “noiva”. Passa uma sensação de gente grande, sabe?! Algo que vamos sentindo aos poucos e que, ao mesmo tempo, parece vir tão de repente e de uma vez só.</p>
<p>Estou noiva.</p>
<p>Estou feliz.</p>
<p>E isso é o que importa.</p>
<blockquote><p>Quer dividir a sua história com o mundo inteiro? Saiba <a href="http://www.diariodecasal.com.br/participe">como participar</a> e não deixe para depois!</p></blockquote>
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<p><small>© Ele / Ela no <a href="http://www.diariodecasal.com.br">Diário de Casal</a>, 2012. |
<a href="http://www.diariodecasal.com.br/posts/leticia-vai-casar/">Permalink</a> |
<a href="http://www.diariodecasal.com.br/posts/leticia-vai-casar/#comments">1 comentários</a> |
Post tags: <a href="http://www.diariodecasal.com.br/posts/tag/casamento/" rel="tag">Casamento</a>, <a href="http://www.diariodecasal.com.br/posts/tag/noivado/" rel="tag">noivado</a><br/>
</small></p>]]></content:encoded>
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		<title>Infelizes para sempre?</title>
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		<pubDate>Mon, 07 Nov 2011 14:31:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rose Carreiro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Relacionamento]]></category>
		<category><![CDATA[Casamento]]></category>
		<category><![CDATA[felicidade]]></category>
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		<description><![CDATA[Divórcio. Um assunto que não cabe a mim, claro, pois nunca me divorciei e meu casamento por união estável vai muito bem, obrigada. Mas essa pulga surgiu dia desses, quando na empresa onde trabalho &#8211; com 90% de funcionárias mulheres &#8211; iniciou-se uma discussão a respeito do divórcio.
Vejo que aqui no interior as pessoas são mais religiosas e levam o termo &#8220;o que Deus uniu, o homem não separa&#8221; às últimas consequências. Digo isso porque, no citado questionamento, coisas como a felicidade e o respeito foram deixadas de lado em prol do matrimônio. Eu, ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Divórcio. Um assunto que não cabe a mim, claro, pois nunca me divorciei e meu casamento por união estável vai muito bem, obrigada. Mas essa pulga surgiu dia desses, quando na empresa onde trabalho &#8211; com 90% de funcionárias mulheres &#8211; iniciou-se uma discussão a respeito do divórcio.</p>
<p>Vejo que aqui no interior as pessoas são mais religiosas e levam o termo <em>&#8220;o que Deus uniu, o homem não separa&#8221;</em> às últimas consequências. Digo isso porque, no citado questionamento, coisas como a felicidade e o respeito foram deixadas de lado em prol do matrimônio. Eu, mulher &#8220;muderna&#8221;, logo levantei a bandeira do divórcio como fim de um relacionamento ruim.</p>
<p>Daí, quem já se separou vai vir aqui e dizer que <em>essa branquela não sabe como é ruim, como as pessoas sofrem, como os filhos e a família definham diante de uma separação</em>. Eu sei porque já vi acontecer. E sei também que há mulheres que se sujeitam a agressões, traição do marido, humilhações de diversos tipos &#8211; tudo pra manter o casamento, o sagrado matrimônio. Sei também que se alguma delas for procurar aconselhamento espiritual, o líder de sua igreja, religião, que seja, vai dizer que se casou, tem de aguentar e se manter firme na fé.</p>
<p><center><a href="http://www.diariodecasal.com.br/wp-content/uploads/2011/11/6594-000038.jpg"><img class="size-full wp-image-3598 " title="6594-000038" src="http://www.diariodecasal.com.br/wp-content/uploads/2011/11/6594-000038.jpg" alt="" width="364" height="469" /></a></center>Não quero meter o dedo nas crenças alheias, mas é o que acontece. E então, toda uma vida que poderia ser melhor caso o casamento tivesse terminado, é um martírio. E por quê? Pra quê? Quem já passou por isso pode dizer.</p>
<p>Deve haver pessoas que se regenerem, amores que sejam redescobertos E há os que diante dos outros, sejam um casal perfeito, mas que dorme longe um do outro. E triângulos, quadrados, hexangulos conjugais vão aparecer daí pra frente.</p>
<p>Você acha mesmo que, supondo que Deus exista e seja regente de todas as leis, Ele quer mesmo que você viva infeliz? Se diz na Bíblia que Deus nos amou e nos fez à sua imagem, ele quer que a gente viva uma vida de merda diante de todas as possibilidades que o livre arbítrio nos permitiria se fôssemos livres? Fácil nada é, <em>my friend</em>, e ninguém é feliz sempre. Mas viver infeliz o tempo todo não é o plano que Deus faria pra ninguém, eu acredito.</p>
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<p><small>© Rose Carreiro no <a href="http://www.diariodecasal.com.br">Diário de Casal</a>, 2011. |
<a href="http://www.diariodecasal.com.br/posts/infelizes-para-sempre/">Permalink</a> |
<a href="http://www.diariodecasal.com.br/posts/infelizes-para-sempre/#comments">1 comentários</a> |
Post tags: <a href="http://www.diariodecasal.com.br/posts/tag/casamento/" rel="tag">Casamento</a>, <a href="http://www.diariodecasal.com.br/posts/tag/felicidade/" rel="tag">felicidade</a>, <a href="http://www.diariodecasal.com.br/posts/tag/separacao/" rel="tag">separacao</a><br/>
</small></p>]]></content:encoded>
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		<title>Texto de leitor: &#8220;Depois que nosso filho nasceu, minha esposa não liga mais para mim!&#8221;</title>
		<link>http://www.diariodecasal.com.br/posts/texto-de-leitor-depois-que-nosso-filho-nasceu-minha-esposa-nao-liga-mais-para-mim/</link>
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		<pubDate>Fri, 19 Aug 2011 13:19:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Diário responde</dc:creator>
				<category><![CDATA[Família]]></category>
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		<description><![CDATA[Dias atrás, um leitor mandou um email pra nós. Resolvemos atender o pedido dele e duas pessoas da equipe vão dar suas opiniões sobre o caso. Se você também tiver alguma dúvida, mande pra gente que responderemos por aqui.
Boa tarde,
Bom, gostaria de parabenizar pelo blog. Todo o conteúdo é muito bom. Eu gostaria que meu caso fosse analisado pelos homens e pelas mulheres do blog, se possível.
Meu nome é Bruno, tenho 25 anos. Minha esposa tem 23 anos e temos um filho de oito meses.
Minha esposa, de uns tempos prá ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Dias atrás, um leitor mandou um email pra nós. Resolvemos atender o pedido dele e duas pessoas da equipe vão dar suas opiniões sobre o caso. Se você também tiver alguma dúvida, <a href="http://www.diariodecasal.com.br/contato">mande pra gente</a> que responderemos por aqui.</p>
<blockquote><p><em>Boa tarde,</em></p>
<p><em>Bom, gostaria de parabenizar pelo blog. Todo o conteúdo é muito bom. Eu gostaria que meu caso fosse analisado pelos homens e pelas mulheres do blog, se possível.</em></p>
<p><em>Meu nome é Bruno, tenho 25 anos. Minha esposa tem 23 anos e temos um filho de oito meses.</em></p>
<p><em>Minha esposa, de uns tempos prá cá, parou de se cuidar, parou de se arrumar, não liga mais para o nosso relacionamento, nem para o corpinho que ela tinha. No período da gravidez, ela ganhou 9 kg, depois perdeu 10 kg. No quarto mês após o nascimento, ela já engordou 14 kg. Tento falar pra ela que ela está fora do peso, que o sexo já não está mais a mesma coisa, mas ela sempre me diz que a estou colocando para baixo e que eu falar não vai adiantar nada, que e tudo que eu faço é para agradar as mulheres na rua.</em></p>
<p><em>Ajudem-me, por favor! Meu desejo por minha mulher está acabando, pois ela não quer tentar nada de novo na cama, fica sempre me dizendo coisas estranhas, do tipo que vive sonhando que eu a estou traindo.</em></p></blockquote>
<p align="center"><img src="http://www.diariodecasal.com.br/wp-content/uploads/2011/08/casal-filho.png" alt="Casal com filho"><br />
<em>A família cresceu: bom ou ruim?</em></p>
<p>Bem, conforme o pedido, aqui vão duas opiniões, uma masculina e uma feminina, para ajudar nosso amigo Bruno.</p>
<p><strong><a href="http://www.twitter.com/CaduNoImproviso">Cadu</a></strong>:</p>
<p>Uma dura tarefa em um relacionamento é realizar críticas de maneira construtiva e sem ofender a outra pessoa. Dizer “não estou gostando disso em você” sem ofender ou magoar a pessoa realmente é algo que precisa de tato e muita diplomacia.</p>
<p>O diálogo é uma arma poderosa e parte integral de um relacionamento. Sente-se com sua esposa e converse com ela de maneira sincera, mas tendo em mente que ninguém fica realmente feliz em receber criticas, mesmo que elas sejam “para seu próprio bem”.</p>
<p>Coloque-se no lugar dela. O marido está dizendo que ela não está bem e que ele não está feliz com o corpo dela. Mesmo que você tente mostrar que ela possui outras qualidades admiráveis ou que a ama, é algo que pode mexer com a autoestima da mulher e causar um efeito contrário do desejado. No lugar de estimular uma mudança, vai causar um desalento e a crítica se tornará mais forte que o desejo de sanar o problema.<br />
Por isso, falar algo assim precisa ser com amor e paciência muito além do convencional. É preciso estimular sem pressionar. Ela, provavelmente, está dividida entre os afazeres domésticos, dar atenção ao filho de vocês e a pressão de não se sentir desejada (algo que toda mulher PRECISA sentir). Ou seja, ela não vai largar tudo para se cuidar.</p>
<p>Ficou óbvio um ciúme e insegurança da parte dela. Novamente destaco que você realmente deve incentivá-la e lembrá-la de que ela deve se cuidar, mas sempre com muita paciência e amor, algo que nunca é fácil. Imagine que esse ciúme tem origem em uma baixa autoestima dela, e que combinado com suas críticas, a chance de isso virar uma bomba é muito alta.<br />
Procure também uma ajuda profissional. Converse com um psicólogo ou com o médico dela sobre os efeitos do pós-parto na psique da mulher e peça conselhos sobre como agir. Passe tempo com ela, arrume alguém de confiança que possa cuidar da criança e façam programas apenas vocês dois. Você pode pensar que talvez seja uma boa ideia realizarem uma atividade física para ajudá-la. No entanto, quando falo que vocês devem passar um tempo juntos não deve haver nenhum outro objetivo nisso a não ser compartilhar o tempo e experiência de vocês. Conversem, deem risada juntos! Não há nada melhor num relacionamento.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><a href="http://www.twitter.com/Mayara_Godoy">Mayara</a></strong>:</p>
<p>Não me resta muito a dizer, depois desse banho de sabedoria despejado por nosso amigo Cadu! Entretanto, como o leitor pediu também um parecer feminino e como eu acredito no amor, eis-me aqui para tentar ajudar a salvar um relacionamento. Ou melhor, uma família!</p>
<p>Em primeiro lugar, quero dizer ao nosso amigo Bruno para tentar ser mais compreensivo com sua esposa. Ela, agora, não é mais só um “corpinho”, nem só sua “namorada”. Ela agora é mãe. Mãe do seu filho. E quando uma mulher se torna mãe, suas prioridades mudam completamente.</p>
<p>Quem sabe não é o caso de você tentar se reaproximar de sua esposa de outras formas? Uma mulher valoriza muito as atitudes de um homem – e o desejo sexual está diretamente relacionado à felicidade com o relacionamento.</p>
<p>Preste atenção nas pequenas atitudes que você pode tomar para tentar melhorar o clima entre vocês. Por exemplo: você a ajuda com os afazeres domésticos, ou lhe dá uma mãozinha para cuidar do bebê? Quem sabe se ela tivesse mais sua parceria, seu companheirismo, ela conseguiria resgatar um pouco de sua alegria e sua autoestima, e vocês voltariam a estar em sintonia.</p>
<p>Eu entendo que você se sinta frustrado pelo relacionamento ter esfriado, mas você poderia aproveitar esse momento de crise para mostrar a ela que é um homem adulto, que a valoriza sobretudo como pessoa, que a ama como mulher – independentemente de quanto ela esteja pesando! – e que está feliz por ter constituído uma família com ela.</p>
<p>Por outro lado, essa história vem muito a calhar com algo que se observa em muitos casos: o comodismo, que redunda em relaxo. Nesse caso, tem um fator a mais, que é o filho. Muitas mulheres cometem esse erro de, ao terem um bebê, se esquecerem completamente do resto do mundo – inclusive do marido – e passarem a se dedicar apenas ao filho.</p>
<p>Obviamente, não há como manter o mesmo estilo de vida anterior ao nascimento do bebê, mas é preciso ter em mente que o filho deve vir para somar-se à família, e não para causar um afastamento entre os pais.</p>
<p>Se eu tivesse que dar um conselho a essa esposa, seria: Ser mãe certamente é o momento mais lindo da vida de qualquer mulher, mas não deixe de ser você mesma, de investir na sua própria vida e no relacionamento, não renuncie a tudo para cuidar do seu filho. Pelo contrário, a criança será muito mais feliz se crescer num ambiente harmônico, vendo seus pais sendo companheiros um do outro, e se tiver uma mãe forte, alegre e ativa.</p>
<p>Anular-se em nome do filho, afastar-se de tudo e de todos só a fará infeliz. Mantenha sua autoestima, cultive seu casamento, converse mais com seu parceiro. Certamente, ele também está falhando em algum aspecto com você, e juntos vocês poderão resolver isso, como bem disse nosso amigo Cadu.</p>
<p>Mas, se realmente, a sensação for a de que não há solução, talvez fosse o caso mesmo de se consultar com um psicólogo, avaliar se não está sofrendo de algum transtorno, como depressão pós-parto, por exemplo.</p>
<p>A única coisa que não pode, nesse caso, é se acomodar e esperar o relacionamento terminar de ruir. Isso não será bom para nenhum de vocês três!</p>
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<p><small>© Diário Responde no <a href="http://www.diariodecasal.com.br">Diário de Casal</a>, 2011. |
<a href="http://www.diariodecasal.com.br/posts/texto-de-leitor-depois-que-nosso-filho-nasceu-minha-esposa-nao-liga-mais-para-mim/">Permalink</a> |
<a href="http://www.diariodecasal.com.br/posts/texto-de-leitor-depois-que-nosso-filho-nasceu-minha-esposa-nao-liga-mais-para-mim/#comments">4 comentários</a> |
Post tags: <a href="http://www.diariodecasal.com.br/posts/tag/casamento/" rel="tag">Casamento</a>, <a href="http://www.diariodecasal.com.br/posts/tag/crise/" rel="tag">crise</a>, <a href="http://www.diariodecasal.com.br/posts/tag/familia/" rel="tag">família</a>, <a href="http://www.diariodecasal.com.br/posts/tag/filho/" rel="tag">filho</a><br/>
</small></p>]]></content:encoded>
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		<title>Alianças, músicos de rua e fast-food</title>
		<link>http://www.diariodecasal.com.br/posts/aliancas-musicos-de-rua-e-fast-food/</link>
		<comments>http://www.diariodecasal.com.br/posts/aliancas-musicos-de-rua-e-fast-food/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 03 Jun 2011 13:32:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cadu</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O trabalho de minha Gaúcha exige que ela faça viagens de até cem dias para o exterior. A saudade causada pela distância é amenizada pela tecnologia, conversas usando voip e webcam todas as noites são um hábito.
Atualmente, ela se encontra em Lima, capital do Peru (por favor economizem os trocadilhos entre o nome do país e o órgão sexual masculino). Em uma dessas conversas, um assunto já antigo reapareceu. O diálogo foi algo mais ou menos assim:
- Fulana ganhou um par de alianças do noivo. – provoca ela.
- Oi? A ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O trabalho de minha Gaúcha exige que ela faça viagens de até cem dias para o exterior. A saudade causada pela distância é amenizada pela tecnologia, conversas usando voip e webcam todas as noites são um hábito.</p>
<p>Atualmente, ela se encontra em Lima, capital do Peru (por favor economizem os trocadilhos entre o nome do país e o órgão sexual masculino). Em uma dessas conversas, um assunto já antigo reapareceu. O diálogo foi algo mais ou menos assim:</p>
<p>- <em>Fulana ganhou um par de alianças do noivo</em>. – provoca ela.</p>
<p>- <em>Oi? A ligação falhou. O que você falou?</em> – eu mentindo descaradamente.</p>
<p>A verdade é que &#8211; aprendam meninas &#8211; os homens não conseguem aceitar bem o que não entendem, e eu particularmente não entendo alianças. Sempre que exponho essas ideias, tenho a impressão de que vou apanhar do público feminino do blog, mas eu explico:</p>
<p>Um compromisso, seja ele noivado, casamento, namoro, é um convênio entre duas pessoas, e só diz respeito aos membros desse convênio. Então, por que precisamos de um sinal externo de um compromisso particular? Para exibir aos outros? Para dizer &#8220;não mexe comigo porque tenho um compromisso&#8221;? Eu não sei. Por isso, eu nunca havia comprado as tão desejadas alianças. Assumi que seria sempre sincero nesse relacionamento, e segui por esse caminho.</p>
<p>No entanto, com a distância e a saudade me deixando mais mole e sentimental, resolvi que podia dar o que minha companheira de jornada queria. Liguei para uma amiga que vou chamar de N* para manter uma certa privacidade, convidei-a para almoçar e disse que precisava de ajuda com algo. Quando ela chegou, perguntei quanto ela tinha de altura e segurei em suas mãos e observei o tamanho delas. Como N* já conhecia minha história, entendeu tudo.</p>
<p>Almoçamos e depois começamos a andar pelas lojas do shopping. Encontramos o modelo certo, tamanho, preço, tudo certo. Vou ao caixa e retomamos o assunto sobre o porquê de as pessoas usarem alianças. N*, curiosamente, pensa como eu e falou:</p>
<p>- <em>Por que precisamos de um sinal externo de um compromisso particular? Para exibir aos outros? Para dizer &#8220;não mexe comigo porque tenho um compromisso&#8221;?</em></p>
<p>Olhei para ela enquanto a moça no caixa da joalheria esperava eu entregar o dinheiro, e respondi:</p>
<p>- <em>N*, você quer mesmo ser responsável por eu não comprar essas alianças?</em> – ela riu. Depois de comprar as joias, voltei para o trabalho.</p>
<p>Quatro dias depois, eu estava pegando um avião para Lima. Depois de uma viagem cansativa, nós nos reencontramos, almoçamos juntos e começou o meu dilema da escolha e modo de apresentar o presente e tudo que ele significaria. Durante o almoço, pensei: estou cansado, mas eu gostaria de fazê-lo logo. Estava ansioso. Quando comecei a pensar sobre o que falar, uma trupe de peruanos entrou tocando instrumentos a um volume tão alto que eu não conseguia ouvir minha própria voz. E deixei para uma próxima oportunidade.</p>
<p align="center"><img title="Músicos inconvenientes" src="http://www.diariodecasal.com.br/wp-content/uploads/2011/06/Peru_tourist-2-300x225.jpg" alt="" width="520" height="347" /><br />
<em>Na trave!!! Mas ainda não foi dessa vez!</em></p>
<p>À noite, saímos para caminhar. Como Lima é uma cidade litorânea, logo pensei na praia. Caminhamos até a orla e vi uma praia distante, escura e cheia de pedras. Estava mais para cenário de filme de ação que romântico. Continuamos caminhando e conversando sobre o idioma, sobre política, e chegamos a um centro comercial. Um local que devia ter um bom restaurante, algo íntimo e romântico, um local para ficar marcado na nossa história. Então, falei:</p>
<p>- <em>Estou com fome, vamos jantar</em>.</p>
<p>Ela concordou. A primeira sugestão dela: &#8220;<em>vamos comer no Burger King</em>&#8220;. Vejam bem, adoro essa rede de fast-food, mas alguém aí faria um pedido de casamento em uma franquia dessas, enquanto come um sanduíche duplo com bacon? Sugeri continuarmos procurando. Para minha agonia, o tal centro comercial só tinha fast-food, e eu comecei a ficar com fome de verdade. Eu queria um lugar realmente especial, no mínimo bacana, e só encontrava bancos com mesas anexadas e adolescentes falando espanhol.</p>
<p>Como eu continuava a rejeitar todos os locais, resolvi que precisava ser mais especifico: &#8220;<em>Quero um lugar romântico</em>&#8220;. Então ela falou de uma rua que tinha vários restaurantes. Começamos a caminhar. Eu devia ter perguntando a distância dos tais restaurantes e, ao constatar que era longe para caramba, sugerido um táxi, mas eu estava com outro assunto dominando todos os meus pensamentos.</p>
<p>Passamos em frente à Igreja da Virgem Milagrosa, um lindo trabalho de se ver que fica localizada entre a Praça Kennedy e a Praça Central de Miraflores, um local curioso porque, diferente da maioria das praças, não possui cachorros ou pombos de rua, mas sim gatos de ruas. Centenas deles, que são dóceis e ficaram olhando eu passar de mãos dadas com minha gaúcha e com uma fome agora genuína. Finalmente encontramos um restaurante, uma moça falando um espanhol tão rápido que poderia ter me ofendido em português e eu ainda não entenderia ofereceu-nos uma cortesia de pisco sour, uma bebida típica local. Agradecemos e entramos no restaurante.</p>
<p>Eu estava nervosamente manipulando as joias no bolso da jaqueta, e perguntei a ela enquanto jantávamos o que eu tinha mudado na vida dela. A lista foi longa, mas resumidamente ela falou sobre como a visão dela sobre o mundo havia mudado, como ela tinha se tornado mais calma e paciente. Pensei em falar que &#8220;paciência para esperar alianças ela não tinha&#8221;, mas isso não seria romântico. Falou sobre um casal de velhinhos do seu trabalho e que se via no futuro comigo. Destaquei que provavelmente vou ser um velho insuportável e ela disse que não haveria problema.</p>
<p>Ela me devolveu a pergunta, respondi que ela me fazia querer ser alguém melhor, que com ela eu queria sempre crescer. Ela fez uma piada sobre a palavra crescer e meu ganho de uns quilos a mais e então meu pensamento sobre paciência nem pareceu tão ruim assim.</p>
<p>Então perguntei: &#8220;<em>Quer se casar comigo?</em>&#8221; Ela respondeu sorrindo, sem levar muito a sério &#8220;<em>Claro que quero</em>&#8220;. Então, saquei a aliança do bolso e mostrei para ela, que olhou com cara de &#8220;<em>de onde saiu isso?</em>&#8220;. Respondi que tinha roubado de uma vendedora ambulante no caminho, ela nem ouviu, coloquei em seu dedo e contei a ela toda a historia que acabei de contar para vocês nas linhas acima, incluindo a parte que a nossa amiga N* quase estragou tudo e que isso iria virar um post para o Diário de Casal.</p>
<p align="center"><img title="Nerds in love, agora com alianças" src="http://www.diariodecasal.com.br/wp-content/uploads/2011/06/DSC00378b-300x225.jpg" alt="" width="520" height="347" /></p>
<p>Promessa feita é promessa cumprida!</p>
<blockquote><p>O <strong>Cadu</strong> é parte da <a href="http://www.diariodecasal.com.br/equipe">equipe do DdC</a> a algum tempo, mas também tem seus &#8216;projetos paralelos&#8217; que merecem destaque: O <a href="http://www.noimproviso.com" target="_blank"><strong>No Improviso</strong></a> é um deles. O outro a gente inclui aqui quando ele me passar o link certinho. :P</p></blockquote>
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<p><small>© Cadu no <a href="http://www.diariodecasal.com.br">Diário de Casal</a>, 2011. |
<a href="http://www.diariodecasal.com.br/posts/aliancas-musicos-de-rua-e-fast-food/">Permalink</a> |
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</small></p>]]></content:encoded>
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		<title>Amor x Carreira. A balança que a vida não equilibra.</title>
		<link>http://www.diariodecasal.com.br/posts/amor-x-carreira-a-balanca-que-a-vida-nao-equilibra/</link>
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		<pubDate>Thu, 20 Jan 2011 12:49:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Diogo Batalha</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[balança]]></category>
		<category><![CDATA[Casamento]]></category>
		<category><![CDATA[Como equilibrar a carreira com amor]]></category>
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		<description><![CDATA[Esse é provavelmente o post mais pessoal que eu já fiz para o Diário de Casal.
A verdade é que esse é até um tema difícil de se tratar por causa das muitas variáveis e pontos de vista, mas eu escolhi tratar do ponto de vista que rege e guia a vida da maioria das pessoas que não podem ter tudo: as escolhas.
É triste, mas elas existem e, na maioria das vezes, as mais importantes não são fáceis e geram consequências para qualquer um dos lados escolhidos.


Eu diria que uma das ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Esse é provavelmente o post mais pessoal que eu já fiz para o Diário de Casal.</p>
<p>A verdade é que esse é até um tema difícil de se tratar por causa das muitas variáveis e pontos de vista, mas eu escolhi tratar do ponto de vista que rege e guia a vida da maioria das pessoas que não podem ter tudo: as escolhas.</p>
<p>É triste, mas elas existem e, na maioria das vezes, as mais importantes não são fáceis e geram consequências para qualquer um dos lados escolhidos.</p>
<p><a href="http://www.diariodecasal.com.br/wp-content/uploads/2011/01/5077645386_8415479eb9_o.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-2083" src="http://www.diariodecasal.com.br/wp-content/uploads/2011/01/5077645386_8415479eb9_o.jpg" alt="" width="520" height="323" /></a></p>
<p><span id="more-2082"></span></p>
<p>Eu diria que uma das questões muito comuns quando se é um casal é tentar conciliar carreira e amor ao mesmo tempo. Se não é o ponto mais difícil de um relacionamento, é um dos mais difíceis.</p>
<p>Falo por exeperiência própria. Já contei aqui no DDC <a href="http://www.diariodecasal.com.br/posts/o-dia-em-que-perdi-meu-coracao-parte-1/">como conheci a minha guria</a> (agora ex, talvez&#8230; quem sabe) e como precisei mudar de cidade para ficar mais perto dela, até ela conseguir mudar para Porto Alegre e vivermos felizes para sempre.</p>
<p>O problema é quando na sua profissão existe um grande polo de mercado, que fica na maior cidade do país. E aí calha de uma das maiores empresas do seu ramo, aquela que te inspirou a começar na profissão e única no Brasil a ser eleita quatro vezes a melhor do mundo na sua área, te chama para trabalhar lá. É aí que chegamos na encruzilhada: como proceder?</p>
<p>Se fosse olhar pela lógica, a lógica seria aceitar sem temer. Explico: imagine você, querido(a) leitor(a), como estará daqui a 15 anos. Você se imagina ainda trabalhando na sua profissão? E ainda se imaginando com a mesma pessoa ao seu lado?</p>
<p>Logicamente, é mais provável a primeira opção do que a segunda. Então seria como se, na prática, você já estivesse casado com a sua profissão, pois vai seguir com ela o resto da sua vida. Poderia até mesmo dar como exemplo os meus pais, que ficaram 18 anos juntos. Então, minha mãe decidiu se aposentar mais cedo para cuidar melhor dos filhos e, tempos depois, meu pai se separou dela e, hoje, ela ganha menos do que poderia estar ganhando se continuasse trabalhando.</p>
<p>Porém, o amor não tem lógica. Se tivesse, ninguém estaria junto. Ser um casal dá trabalho. É ter que estar sempre lá pelo outro é ter que aguentar muitas comissões de inquérito. Mas o sentimento de querer estar junto supera tudo isso.</p>
<p>Mas, voltando à empresa de quatro parágrafos atrás. Ela me chamou, e eu vim passar 3 meses em São Paulo com a ideia de fazer um bom currículo e voltar para Porto Alegre em um status melhor. Porém, eles me quiseram por mais tempo e ela já não tinha a certeza de ir morar em Porto Alegre. É aí que a porca torce o rabo.</p>
<p>Próxima escolha: (a) Ir e esperar?  (b) Ficar e esperar? (c) Esperar e decidir? Decidi ficar e esperar.</p>
<p>Bem, acontece que um relacionamento é uma via de mão dupla e quando algo muda, tudo muda. “A vida é assim. As escolhas que a gente faz definem o que a gente vai ter” &#8211; É o que ela me disse. Eu mudar para São Paulo deu mais dor de cabeça (principalmente para ela) que resoluções. Agora, se não for para ficar junto, no memso teto, não vamos ficar juntos de maneira nenhuma. Ela cansou. E eu compreendo.</p>
<p><a href="http://www.diariodecasal.com.br/wp-content/uploads/2011/01/4619647918_ca21d1fca7_o.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-2085" src="http://www.diariodecasal.com.br/wp-content/uploads/2011/01/4619647918_ca21d1fca7_o.jpg" alt="" width="520" height="343" /></a></p>
<p>Mas, já que usamos meus pais como exemplo, vamos pegar como exemplo os pais dela. Eles são casados desde os 18 e 19 anos, construiram uma família juntos (da qual nasceu uma filha loira linda, diga-se de passagem) mas hoje, vivem separados. Mas calma. Não se divorciaram. A mãe dela foi promovida a gerente numa agência de uma cidade vizinha, o que implica em que ela só volte para casa aos finais de semana.</p>
<p>Eu trocaria todos os dias da minha vida ao lado de outra garota para ficar apenas os finais de semana com ela. (da minha ex, não a mãe dela :p) Mas para ela, isso não é o bastante. O que é justo. Os pais dela passaram quase 25 anos juntos antes de terem se separado. Nós não passamos nenhum.</p>
<p>“Eu te amo, mas só amar não é o bastante.” Bem, hoje estamos separados. Ela ficou em primeiro lugar na Federal de Santa Maria, no interior do RS, o que inviabiliza bastante nossa situação.</p>
<p>Já o resultado do vestibular de Porto Alegre sai dia 24. O que nos deixaria a apenas um avião de distancia&#8230; nos finais de semana.</p>
<p>Talvez eu tenha sido egoísta. Eu cada vez penso mais que sim, mas não tenho certeza também. Namorar assim, sem poder ficar sempre perto fisicamente ou ter certeza de nada&#8230; É quase que efêmero.</p>
<p>Mas, três anos não são três dias. “Me ama o suficiente para entender que eu tô cansada de um relacionamento a distância?” &#8211; Ela me perguntou. É preciso amar muito uma pessoa para poder deixá-la ir&#8230; se ela quiser ir.</p>
<p><a href="http://www.diariodecasal.com.br/wp-content/uploads/2011/01/4514868350_7b0229f7fe_o.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-2084" src="http://www.diariodecasal.com.br/wp-content/uploads/2011/01/4514868350_7b0229f7fe_o.jpg" alt="" width="520" height="340" /></a></p>
<p>Sei que esse post ficou grande. Mas é um assunto tão complexo que não há como tratar em curtas linhas disléxicas. Esse é só um ponto de vista sobre como é a relação amor x carreira e as influências que elas podem ter.</p>
<p>Espero que essa experiência possa ajudar quem passe pela mesma situação. É uma escolha como várias outras. Mas de um lado você sempre vai perder e correr riscos.</p>
<p>Pra mim, acabou dessa forma. Ou não. Mas isso, quem vai dizer é o futuro. E logo em breve ele virá.</p>
<p>Na vida, não se pode ter tudo. É isso que faz dela uma máquina cruel. Isso é tudo o que eu tenho a dizer sobre isso.</p>
<p><em>(As tiras desse post são criações de <a href="http://10paezinhos.blog.uol.com.br" target="_blank">Bá e Moon</a>)</em></p>
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<p><small>© Diogo Batalha no <a href="http://www.diariodecasal.com.br">Diário de Casal</a>, 2011. |
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</small></p>]]></content:encoded>
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		<title>O primeiro item do enxoval a gente nunca esquece</title>
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		<pubDate>Thu, 13 Jan 2011 12:55:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mayara Godoy</dc:creator>
				<category><![CDATA[Coisas dela]]></category>
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		<description><![CDATA[* com Rose Carreiro
Sempre achei essa coisa de enxoval muito arcaica. A ideia em si me remetia àquelas mulheres de séculos passados, cujo único objetivo de vida era arrumar um bom marido. Para isso, tinham de ser prendadas, saber cozinhar, fazer crochê, tricô, bordado, e todas essas coisas das quais boa parte das mulheres de hoje em dia (tipo eu) não tem a menor noção. E quando se conseguia um bom moçoilo para casar, era a hora de preparar o enxoval. Naqueles tempos, era tudo feito manualmente mesmo. A noiva ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><em>* com Rose Carreiro</em></strong></p>
<p>Sempre achei essa coisa de enxoval muito arcaica. A ideia em si me remetia àquelas mulheres de séculos passados, cujo único objetivo de vida era arrumar um bom marido. Para isso, tinham de ser prendadas, saber cozinhar, fazer crochê, tricô, bordado, e todas essas coisas das quais boa parte das mulheres de hoje em dia <span style="color: #999999;">(tipo eu)</span> não tem a menor noção. E quando se conseguia um bom moçoilo para casar, era a hora de preparar o enxoval. Naqueles tempos, era tudo feito manualmente mesmo. A noiva e as parentas costuravam e bordavam tudo à mão: desde a cortina, até a colcha da cama do casal, passando pelos tapetinhos da cozinha.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.diariodecasal.com.br/wp-content/uploads/2011/01/i129265.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-1977" title="i129265" src="http://www.diariodecasal.com.br/wp-content/uploads/2011/01/i129265.jpg" alt="" width="560" height="505" /></a></p>
<p>Porém, como nessa vida a gente sempre paga a própria língua, um dia a gente resolve casar também. E é aí que surge a necessidade de começar a compor um enxoval. Até esses dias atrás, eu me recusava a começar a comprar potinhos, jogos de panela, lençóis e outros infinitos artefatos dos quais uma casa precisa. Afinal, eu não estou de casamento marcado &#8211; embora a ideia esteja bem adiantada. Mas, eis que sou convidada a ser madrinha do casamento de uma amiga. Aí, tenho a brilhante ideia de chamar minha mãe para ir comigo, me ajudar a escolher um presente.</p>
<p>Estava tudo transcorrendo muito bem, eu me deliciava analisando todos os artefatos da loja, e me torturava pensando em qual daria de presente para a minha amiga-comadre, até que minha mãe me chama para me mostrar alguma coisa. E é nesse momento que a vida da gente muda. Era uma toalha de mesa linda, rústica, simples e delicada ao mesmo tempo. Bordada a mão com fitinhas mimosas, com delicados detalhes em crochê. Me apaixonei instantaneamente e considerei comprar a toalha de presente para a noiva. Porém, como toalha é uma coisa muito particular, e eu nem sei se ela tem o hábito de enfeitar a mesa da casa com esse tipo de coisas e se isso combinaria com a decoração dela, fiquei balançada. Eu amei a toalha, não podia deixar de levá-la, mas ao mesmo tempo não sabia se seria um bom presente. Então, minha querida progenitora dispara a solução: &#8220;compra para o seu enxoval!&#8221;.</p>
<p>Imediatamente, parecia que o chão havia fugido dos meus pés. Meu enxoval? Como assim? Mas eu nem sei quando vou casar! Havia algum tempo que as pessoas brincavam, falando que tal coisa deveria ir para o meu enxoval. Mas como eu achava um passo muito adiantado, eu ria e deixava para lá, afinal, começar um enxoval não é simples assim. Antes de tudo, você precisa saber que cara sua casa vai ter. Ela vai ser clássica, rústica, moderna e colorida, meiga? Dessa decisão depende a escolha desde o lixeirinho do banheiro até as xícaras de café. Mas, realmente, quando eu olhei para aquela toalha eu consegui visualizá-la na minha casa. A minha casa, que não tem nem endereço ainda, não tem nenhum móvel. Mas já tem uma toalha de mesa.</p>
<p><strong>Em situação semelhante &#8211; porém totalmente diferente <span style="color: #999999;">(dá pra endender?)</span> &#8211; da minha, está nossa amiga Rose Carreiro, cujo relato também vale a pena:</strong></p>
<p><em>Eu já tive um enxoval antes do meu atual. Aliás, era uma prévia apenas, afinal eu não acreditava muito que me casaria em breve e eu tinha apenas um conjunto de talheres e algumas tigelas. Quando meu então namoro acabou, minha mãe levou os talheres pro bar da família. As tigelas ficaram lá, até que eu comecei a namorar o Rogers e resolvi vir pra Londrina. Dei as tigelas pro bar também e vim sem nada.</em></p>
<p><em>Como eu ia morar na casa dos meus sogros, não precisei de muita coisa, apenas roupa de cama e de banho até agora foram suficientes. Mas eu e meu noivorido resolvemos começar nosso enxoval.</em></p>
<p><em>Comecei novamente pelos talheres, com um conjunto de cabo laranja e transparente que encontrei nas Lojas Americanas, que não tinha nada a ver com a cozinha que eu imaginava, com itens vermelhos&#8230; mas como era o mais bonitinho, levei assim mesmo.</em></p>
<p><em>Eu e o meu digníssimo somos aficcionados por supermercados. Frequentamos quase que diariamente o Super Muffato e, dia desses, topei com uma frigideira com tampa. Falei tanto da tal que o Rogers acabou comprando e me deu. Chegamos em casa e entao eu li o nome: &#8220;Panela Wok&#8221; &#8211; pra vocês verem como eu entendo de utensílios domésticos.</em></p>
<p><em>Como cada peça do meu enxoval tem uma estória, faz uns dois meses que, na correria matinal pra me arrumar, liguei o ferro de passar roupas da minha sogra na tomada e pof!, o bichinho queimou. Lembro que na época eu havia ganhado um vale-compras na agência onde trabalho, e resolvi que iria usá-lo pra repor o bendito ferro queimado. Qual não foi minha surpresa ao chegar em casa e ser informada de que o outro havia sido consertado?! Conclusão: ganhei um Black &amp; Decker. E, assim, vou montando esse quebra-cabeças doméstico que é o enxoval.</em></p>
<blockquote><p>E você, já começou a montar seu enxoval? Foi tudo planejado, ou você começou por acaso? Qual foi o primeiro item que você adquiriu para a casa? Compartilhe sua experiência conosco!</p></blockquote>
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<p><small>© Mayara Godoy no <a href="http://www.diariodecasal.com.br">Diário de Casal</a>, 2011. |
<a href="http://www.diariodecasal.com.br/posts/o-primeiro-item-do-enxoval-a-gente-nunca-esquece/">Permalink</a> |
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Post tags: <a href="http://www.diariodecasal.com.br/posts/tag/casamento/" rel="tag">Casamento</a>, <a href="http://www.diariodecasal.com.br/posts/tag/enxoval/" rel="tag">enxoval</a><br/>
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		<title>&#8220;E o casório, sai quando?”</title>
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		<pubDate>Thu, 02 Dec 2010 12:14:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mayara Godoy</dc:creator>
				<category><![CDATA[Coisas dela]]></category>
		<category><![CDATA[Casamento]]></category>
		<category><![CDATA[planejamento]]></category>

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		<description><![CDATA[Quem namora há um bom tempo (ou, às vezes, nem tanto tempo assim) já deve ter ouvido essa pergunta reiteradas vezes. O questionamento vem de variadas formas e direções. Alguns são ainda menos sutis: “E aí, quando é que você vai parar de enrolar a moça?”.
De uma maneira ou de outra, como se não bastassem as toneladas de dúvidas e aflições com as quais precisamos lidar quando o relacionamento atinge um estágio avançado, ainda temos de ter jogo de cintura para suportar a pressão da sociedade. E a pressão é ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Quem namora há um bom tempo (ou, às vezes, nem tanto tempo assim) já deve ter ouvido essa pergunta reiteradas vezes. O questionamento vem de variadas formas e direções. Alguns são ainda menos sutis: “E aí, quando é que você vai parar de enrolar a moça?”.</p>
<p>De uma maneira ou de outra, como se não bastassem as toneladas de dúvidas e aflições com as quais precisamos lidar quando o relacionamento atinge um estágio avançado, ainda temos de ter jogo de cintura para suportar a pressão da sociedade. E a pressão é grande.</p>
<p>A cobrança pela união em matrimônio é tanta que, às vezes, o próprio casal começa a se questionar se realmente não está na hora de juntar as escovas de dentes.</p>
<p align="center"><img class="size-medium wp-image-1846  alignnone" style="border: 0pt none; margin: 5px;" title="diy-wedding-flowers-01" src="http://www.diariodecasal.com.br/wp-content/uploads/2010/11/diy-wedding-flowers-01.jpg" alt="" width="520" height="300" /></p>
<p>Mas o fato é que ninguém deveria se casar por pressão, para satisfazer A ou B, mas sim quando sentir que é a hora. É natural e até compreensível que as pessoas ao nosso redor fiquem ansiosas pelo casamento – especialmente as famílias –, mas deve-se levar em consideração que, às vezes, um mínimo de planejamento é necessário.</p>
<p>Alguns casais levam mais tempo, outros menos, para amadurecer a ideia. Afinal, não é do dia para a noite que se decide passar o resto da sua vida com outra pessoa. Mas o importante é que, quando houver uma vontade comum de dividir uma vida, esse passo seja dado exclusivamente pela vontade do casal, e não para atender os anseios de quem quer que seja.</p>
<p>Um ótimo exemplo é a história da Aline, que nos enviou o seguinte texto por e-mail:</p>
<blockquote><p>Sou a Aline, tenho 26 anos, namoro há 10 anos e estou na fase de pré-preparativos para o casório&#8230; É uma fase complicada, porque não posso fazer nada enquanto não sai o financiamento da minha futura casa.</p>
<p>Queria pedir licença para vocês e contar um pouco da nossa vida em comum, da nossa história&#8230;</p>
<p><img class="alignleft size-medium wp-image-1857" style="margin: 5px;" title="85184644" src="http://www.diariodecasal.com.br/wp-content/uploads/2010/11/85184644-236x300.jpg" alt="" width="236" height="300" />Um monte de gente se assusta quando eu falo que eu namoro há 10 anos. Eu sei que é muito tempo. E o pessoal pergunta: &#8220;mas quem está enrolando quem?&#8221;. A resposta é simples: ninguém está enrolando. Mas o que eu poderia fazer, não é? Casar aos 20 anos, sendo estagiaria e fazendo faculdade? Como? Eu sei que muita gente faz isso. Eu não recrimino, mas não é pra mim. E meu namorado, ou melhor, noivo (não consigo acostumar) também pensa assim: a razão antes.</p>
<p>Acho que esse é um dos motivos pra estarmos há tanto tempo juntos e não termos terminado nenhuma vez&#8230;</p>
<p>Quando começamos a namorar, ambos tínhamos vindo de relacionamentos que terminavam e voltavam a todo momento, por isso, deixamos claro logo no começo: &#8220;se terminar, não tem volta&#8221;. E seguimos isso até hoje&#8230;</p>
<p>Tivemos inúmeras brigas, falamos que íamos terminar, mas quando a coisa estava realmente ficando séria e partindo para o fim, um dos dois recuava e acabava com a briga ao invés do namoro&#8230;</p>
<p>Eu sou uma pessoa muito emotiva, que chora quando está com raiva, que chora quando está triste, chora quando fica muito nervosa e até quando está feliz. (É, eu sei eu choro muito&#8230; Meu noivo odeia isso em mim; eu também) Mas, olhando para trás, eu percebo que, muitas vezes, acabamos agindo muito com a razão antes de tudo&#8230; No meio do tornado de emoções, a nossa razão estava lá pra nos impedir de fazer besteiras, para colocar o nosso pé no chão.</p></blockquote>
<p>A história da Aline veio a calhar enquanto eu escrevia este post. Ainda que resumidamente, ela conseguiu demonstrar como um relacionamento pode, sim, ser duradouro e baseado na sabedoria e na maturidade &#8211; coisa que, muitas vezes, nem mesmo adultos conseguem.</p>
<p><span style="text-decoration: line-through;">E você aí, quando sai o casório?</span> Hehehe&#8230; Brincadeira. <strong>E você aí, acha que o negócio é casar logo mesmo, ou que o importante é ter os pés no chão e dar passos lentos, porém certos? Opine!</strong></p>
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<p><small>© Mayara Godoy no <a href="http://www.diariodecasal.com.br">Diário de Casal</a>, 2010. |
<a href="http://www.diariodecasal.com.br/posts/e-o-casorio-sai-quando%e2%80%9d/">Permalink</a> |
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		<title>Ciclos do relacionamento &#8211; Por que as pessoas se casam</title>
		<link>http://www.diariodecasal.com.br/posts/ciclos-do-relacionamento-por-que-as-pessoas-se-casam/</link>
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		<pubDate>Tue, 19 Oct 2010 18:03:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mayara Godoy</dc:creator>
				<category><![CDATA[Crônicas]]></category>
		<category><![CDATA[Casamento]]></category>

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		<description><![CDATA[Tudo na vida passa por um processo de amadurecimento. Vivenciamos determinadas coisas para que outras passem a fazer sentido, e assim segue-se o ciclo. Não é diferente num relacionamento. Via de regra, duas pessoas interessam-se uma pela outra, ficam, começam a namorar, conhecem-se melhor&#8230; até que o namoro evolui e vem a vontade de dar um passo adiante.

&#8220;You and me together, we can do anything, baby&#8221;
Em geral, não é o tempo de namoro que determina quando chega a hora da união em definitivo, mas a forma como o relacionamento amadurece. ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Tudo na vida passa por um processo de amadurecimento. Vivenciamos determinadas coisas para que outras passem a fazer sentido, e assim segue-se o ciclo. Não é diferente num relacionamento. Via de regra, duas pessoas interessam-se uma pela outra, ficam, começam a namorar, conhecem-se melhor&#8230; até que o namoro evolui e vem a vontade de dar um passo adiante.</p>
<p align="center"><img src="http://www.diariodecasal.com.br/wp-content/uploads/2010/10/amekycas75140.jpg" alt="" width="510" height="335" /><br />
<em>&#8220;You and me together, we can do anything, baby&#8221;</em></p>
<p>Em geral, não é o tempo de namoro que determina quando chega a hora da união em definitivo, mas a forma como o relacionamento amadurece. A vontade de se casar também depende fundamentalmente de que os dois estejam em sintonia, vivendo fases semelhantes ou, pelo menos, compatíveis em suas respectivas vidas.</p>
<p>Mas, como saber que é a hora certa? Bem, não há uma fórmula para isso.</p>
<p>O casamento é uma consequência natural de um relacionamento que dá certo. Porque chega um momento em que o casal já não consegue mais levar vidas separadas. Os planos já não são mais individuais, as expectativas mudam, a vontade de constituir uma família começa a surgir — ainda que nesse plano familiar não apareçam, por ora, os filhos, mas sim dois cachorros e uma calopsita. Tanto faz.</p>
<p>O fato é que esse sentimento é tão forte e espontâneo que é como se, implicitamente, porém em consenso, ambos começassem a ter uma perspectiva diferente do relacionamento. E essa sensação arrebatadora deve ser, na medida do possível, encarada com naturalidade. Não adianta apressar as coisas. Nem fugir dessa consequência.</p>
<p>Quando menos se espera, a urgência de se unir em matrimônio à pessoa amada parece corroer por dentro; a vontade de dividir tudo — desde as contas, até a cama e o creme dental — cresce à velocidade da luz. A ansiedade aumenta. E aí, não existem regras. O casamento pode ser precedido de um pedido de casamento e de um par de alianças de noivado, ou não. As formalidades são, na verdade, detalhes.</p>
<p>O importante mesmo é que essa fase pré-nupcial seja devidamente curtida pelo casal, que ambos estejam certos de possuir um sonho em comum e preparados para enfrentar, juntos, tudo que a vida lhes reservar. E mais importante ainda é que ambos não meçam esforços para concretizar seus planos, pois não há dificuldade grande o suficiente quando prevalece o sentimento de ter encontrado sua “alma gêmea”.</p>
<blockquote><p>Estamos buscando novos interessados em colaborar com o Diário de Casal. Se você está num relacionamento, gosta de escrever e quer participar, <a href="http://www.diariodecasal.com.br/contato">entre em contato</a> para saber mais detalhes.</p></blockquote>
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<p><small>© Mayara Godoy no <a href="http://www.diariodecasal.com.br">Diário de Casal</a>, 2010. |
<a href="http://www.diariodecasal.com.br/posts/ciclos-do-relacionamento-por-que-as-pessoas-se-casam/">Permalink</a> |
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		<title>Um pedido de casamento inusitado no Twitter</title>
		<link>http://www.diariodecasal.com.br/posts/um-pedido-de-casamento-inusitado-no-twitter-amf-s2-brubittencourt/</link>
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		<pubDate>Tue, 05 Oct 2010 20:11:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael R</dc:creator>
				<category><![CDATA[Surpresa]]></category>
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		<description><![CDATA[Tinha tudo pra ser mais uma tarde calma no twitter. Tinha. Até que, sem mais nem menos (ou talvez até tenha uma história por trás, e se tiver estamos curiosos em saber mais sobre ela, ok?) um tweet chamou a atenção de algumas pessoas.

O número de retweets denuncia a adesão em massa
Não mais que de repente, a timeline das pessoas foi sendo bombardeada com o pedido, a hashtag (#BrunaDigaSim) e todo tipo de mensagem de apoio. Em pouco tempo, o termo entrou nos Trending Topics. A partir daí, todos ficaram ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Tinha tudo pra ser mais uma tarde calma no twitter. Tinha. Até que, sem mais nem menos (ou talvez até tenha uma história por trás, e se tiver estamos curiosos em saber mais sobre ela, ok?) um tweet chamou a atenção de algumas pessoas.</p>
<p align="center"><img src="http://www.diariodecasal.com.br/wp-content/uploads/2010/10/amf1.jpg" alt="amf s2 brubittencourt"><br />
<em>O número de retweets denuncia a adesão em massa</em></p>
<p>Não mais que de repente, a timeline das pessoas foi sendo bombardeada com o pedido, a hashtag (#BrunaDigaSim) e todo tipo de mensagem de apoio. Em pouco tempo, o termo entrou nos Trending Topics. A partir daí, todos ficaram no aguardo de uma resposta, que por longos minutos parecia que não chegaria mais. Mas ela chegou.</p>
<p align="center"><img src="http://www.diariodecasal.com.br/wp-content/uploads/2010/10/amf2.jpg" alt="amf s2 brubittencourt"><br />
<em>No link postado, você <a href="http://brubittencourt.posterous.com/amf-sim" target="_blank">confere a surpresa</a> na hora da resposta</em></p>
<p>E como disse a própria Bruna, &#8220;<em>Somente um nerd para levar sua amada para o TTbr antes do altar</em>&#8220;. Isso serve pra algumas pessoas, que acham que criatividade é elaborar um super plano cheio de reviravoltas, surpresas e romantismo. As vezes, seguir pelo caminho que tem mais a ver com o contexto do relacionamento de vocês é muito mais vantagem.</p>
<p>A equipe do Diário de Casal aproveita a oportunidade pra desejar felicidades aos futuros pombinhos e aguardamos, se de fato houver, a história por trás desse ato simplório que movimentou muita gente na tarde de hoje.</p>
<p>- &#8211; -</p>
<p><strong>Update</strong>: Agora a iniciativa conta com um blog, que está esclarecendo tudo o que rolou além de reunir todas as informações sobre o casal, o <a href="http://www.brunadigasim.com" target="_blank"><strong>Bruna Diga Sim</strong></a>.</p>
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<p><small>© Rafael R no <a href="http://www.diariodecasal.com.br">Diário de Casal</a>, 2010. |
<a href="http://www.diariodecasal.com.br/posts/um-pedido-de-casamento-inusitado-no-twitter-amf-s2-brubittencourt/">Permalink</a> |
<a href="http://www.diariodecasal.com.br/posts/um-pedido-de-casamento-inusitado-no-twitter-amf-s2-brubittencourt/#comments">7 comentários</a> |
Post tags: <a href="http://www.diariodecasal.com.br/posts/tag/casamento/" rel="tag">Casamento</a>, <a href="http://www.diariodecasal.com.br/posts/tag/nerd/" rel="tag">nerd</a>, <a href="http://www.diariodecasal.com.br/posts/tag/pedido/" rel="tag">pedido</a>, <a href="http://www.diariodecasal.com.br/posts/tag/sim/" rel="tag">sim</a>, <a href="http://www.diariodecasal.com.br/posts/tag/twitter/" rel="tag">twitter</a><br/>
</small></p>]]></content:encoded>
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		<title>&#8220;17 de setembro, o dia que tudo começou&#8221; e 15 anos depois&#8230;</title>
		<link>http://www.diariodecasal.com.br/posts/17-de-setembro-o-dia-que-tudo-comecou-e-15-anos-depois/</link>
		<comments>http://www.diariodecasal.com.br/posts/17-de-setembro-o-dia-que-tudo-comecou-e-15-anos-depois/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 17 Sep 2010 15:04:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael R</dc:creator>
				<category><![CDATA[Especial]]></category>
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		<category><![CDATA[carta]]></category>
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		<description><![CDATA[Por: Lidia Carvalho
Eu e o Manoel demoramos a nos encontrar. Tínhamos amigos em comum, ele frequentava minha casa por conta dos meus irmãos e até namorou com uma amiga, mas nunca tive oportunidade de conhecer o garoto que viera de São Paulo recentemente, mesmo porque eu também estudava fora e só ia pra casa aos feriados&#8230;
Mas um dia&#8230;Ví e gostei!!
Apelei à uma amiga em comum que me apresentasse,o que ela fez de pronto, mas não resolveu muito. Quando não era ele que &#8220;fugia&#8221;, era eu que tinha de ir embora ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Por: <strong>Lidia Carvalho</strong></em></p>
<p>Eu e o Manoel demoramos a nos encontrar. Tínhamos amigos em comum, ele frequentava minha casa por conta dos meus irmãos e até namorou com uma amiga, mas nunca tive oportunidade de conhecer o garoto que viera de São Paulo recentemente, mesmo porque eu também estudava fora e só ia pra casa aos feriados&#8230;</p>
<p>Mas um dia&#8230;Ví e gostei!!</p>
<p>Apelei à uma amiga em comum que me apresentasse,o que ela fez de pronto, mas não resolveu muito. Quando não era ele que &#8220;fugia&#8221;, era eu que tinha de ir embora (antes que o encanto se desfizesse rsrsrsrs) justamente quando ele chegava da balada. E mais um e outros feriados no 0X0. Aí eu dei em cima mesmo, até que um dia, ficamos. Aí ele ficou menos resistente,e como era mês de férias, a gente sempre dava um jeito de nos vermos, apesar da marcação dos meus pais e dos meus irmãos.</p>
<p>Um dia ele deixou bem claro que curtia ficar comigo, mas que não queria nada sério, que não pretendia assumir compromisso algum. Eu fiquei arrasada, porque não teria tempo de convencê-lo do contrário, já que no dia seguinte, eu voltaria às aulas&#8230; Minhas amigas sabem, coitadas, quanto foi difícil tentar esquecer minhas férias, tudo que tinha acontecido. Eu mandei uma carta, dizendo o quanto tudo que vivemos tinha significado&#8230; com um envelope feito por mim. No primeiro domingo depois da minha volta, antes que minha carta chegasse ao destinatário, ele me ligou, sem nenhuma pretenção (segundo ele) pra saber como eu estava .E assim aconteceu em todos os domingos que vieram, ficávamos horas no telefone, falando sobre tudo (só não se falava sobre nossa condição).</p>
<p>Pra minha surpresa logo chegou a resposta da minha carta, e mais que da carta, gostei do envelope, feito por ele. Ele tinha entendido o &#8220;espírito da coisa&#8221;, e o melhor de tudo: entrado no jogo! Trocamos cartas semanais nos dois anos e meio que se seguiram, todas com nossa &#8220;embalagem&#8221;especial. Melhor que o conteúdo, era aguardar a surpresa do envelope&#8230;</p>
<p>Nos falamos ao telefone e trocamos cartas um mês e meio, e num domingo, 17 de setembro, ele me perguntou se eu tinha namorado. Eu lógico, respondi que não, e até estranhei a pergunta, aí ele disse que se eu quisesse, a partir daquele dia, poderia dizer que tinha!!! Ele enfim tinha &#8220;assumido&#8221; que queria ficar comigo! Começaram então nossas operações pra nos vermos&#8230; Ele vinha de Minas, me ver no interior de São Paulo. Ficávamos sentados numa pracinha, tentando namorar e torcendo pra qque não passasse nenhum conhecido que nos entregasse. O Manoel tentou várias vezes falar com meus pais, pra que nos deixassem namorar, mas eles sempre foram irredutíveis: Não poderíamos namorar!!</p>
<p>Mas o que sentíamos era maior que tudo, eu matava aula pra nos encontrarmos em São Paulo, já que era o meio do caminho. No início, nos víamos de dois em dois meses, minha primeira vez, e todas as outras, foram com ele. E depois não conseguíamos ficar sem nos ver nem uma semana. Ele já trabalhava, morava sozinho, tinha dinheiro pra bancar nossas aventuras, mas eu, cada vez mais sem dinheiro, já que meus pais enxugaram minha verba justamente pra dificultar nossas fugas. Então ele me bancava também: as economias que ele tinha pra comprar a tão sonhada moto, nós gastamos em viagens, shows, motéis, etc, etc (dinheiro mto bem aplicado,mas que faria muita falta,um tempo depois).</p>
<p>Como já tinham se passado quase três anos, e meus pais continuavam irredutíveis quanto ao nosso namoro, comecei a ficar desesperada, já que iria me formar e meus pais deixaram bem claro que depois disso, eu voltaria a morar com eles. E eu sabia que se voltasse pra casa, meu conto de fadas acabaria. Foi daí que começamos a amadurecer a idéia que íamos executar uns meses depois&#8230;</p>
<p>O Manoel pediu demissão do trabalho, vendeu todos os móveis da casa dele, e foi de mudança pra Curitiba. No dia em que fiz minha última prova, peguei uma mala com roupas, outra com todas as nossas cartas, e me mandei pra Curitiba, sem que ninguém soubesse. Lá passamos muito perrengue, pois eu não conseguí me colocar profissionalmente, ele também trabalhava no que aparecia, e nesse tempo, dinheiro era artigo de luxo&#8230; Morávamos na periferia de Curitiba, eu trabalhava no centro, uma viagem pra chegar no trabalho. Ele trabalhava perto de casa, mas se matava e ganhava mal. Nossos salários davam justo pras contas. Se quiséssemos ir ao cinema, tínhamos que economizar por dois ou três meses. Ficamos nessa por quase um ano. Aí eu não aguentei mais, as coisas se complicando, a possibilidade de nunca mais voltar a falar com minha família&#8230;E por mim,ele decidiu que voltaríamos&#8230;</p>
<p align="center"><img src="http://www.diariodecasal.com.br/wp-content/uploads/2010/09/curitibaaerea.jpg" alt="Aérea de Curitiba"><br />
<em>Os tempos foram difíceis, mas o passo foi importante!</em></p>
<p>Quando chegamos em Minas, nossa situação ficou menos pior, afinal,todo mundo na pequena cidade nos conhecia e tivemos apoio de um casal de amigos. Arrendamos uma pousada e fomos levando a vida, já fazia dois anos que estávamos de volta e toda tentativa de aproximação com meus pais era frustrada. Um dia dei de cara com minha mãe, no ônibus, meu coração ia sair pela boca, eu fiquei estática, sem nenhuma reação. Ela simplesmente me ignorou.</p>
<p>Como fazia quase seis anos que estávamos juntos, resolve engravidar, apesar das constantes cartas à cegonha, nada de resposta. Mas continuamos na tentativa. Numa  tarde de maio eu me preparei, me despedí do meu marido e quando estava saindo pro mercado, meus pais pararam em frente à pousada. Nos abraçamos e reconciliamos. Passamos a frequentar a casa deles, mas me sentia uma estranha. Nosso relacionamento não era o mesmo. Nos &#8220;casamos&#8221; um mês depois, mais por eles que por nós (pra nós dois, nosso casamento foi no dia em que eu pisei em Curitiba e fomos fazer nossa vida juntos), estávamos felizes pelas coisas estarem se encaixando. Pra completar nossa alegria, procurei um médico pra saber os motivos que me impediam de ser mãe e logo na primeira consulta, quando fui à sala de ultrasom, eu cheguei a pensar que que o médico era louco quando disse que eu não só já estava grávida, como poderia dar tchauzinho pro bebê. (rsrsrsrsrs)<br />
Era verdade,eu estava de seis semanas, e nosso filho nasceu exatamente um ano depois da nossa reconciliação com meus pais. </p>
<p>O Manoel se mostrou um pai exemplar,o que eu já esperava. Compramos nossa casa quando nosso pequeno tinha um ano, e fomos melhorando. Ele tinha um bom trabalho numa empresa próspera na cidade, era querido por todos, o que contribuiu para que fosse promovido. Em função da promoção, tivemos que nos mudar algumas vezes mais.</p>
<p>Quando engravidei pela segunda vez, afirmei que estava grávida, Manoel disse eu estava louca, nem quinze dias de atraso, e achava que tava grávida, tanto tempo pra engravidar na primeira vez&#8230; Como sou teimosa, fui fazer o exame, que claro, deu positivo. Dessa vez, uma menina. Eu costumo dizer que O Gabriel é o doce da minha vida, já a Julia, a pimenta. Enquanto um é a calma em pessoa,a outra é ardida, brava. </p>
<p>Fazem dois anos que nos mudamos outra vez, vendemos nossa pequena casa, e estamos a caminho da próxima, já que a família aumentou, o Manoel trabalha no que gosta é valorizado pelo que faz. Apesar de nunca se acomodar e sempre querer subir mais alto&#8230;Nos relacionamos bem com a família,na medida do possível, sei que não posso mudar certas coisas, mas o melhor é cada um no seu canto, com muito respeito&#8230; Nós já passamos  por várias coisas juntos, a vida tem altos e baixos, aquela paixão do início deu lugar à maturidade, respeito, adimiração, compreenção e ao amor. Porque a paixão consome como fogo em palha, logo se acaba. Mas o amor é o combustível que nunca acaba e todos os dias é liberado como doses homeopáticas sobre todos os males do dia a dia,curando todas as feridas, as palavras ditas sem pensar, as atitudes tomadas num ímpeto, sem perder o bom humor e o tesão também!</p>
<p align="center"><img src="http://www.diariodecasal.com.br/wp-content/uploads/2010/09/15anos.jpg" alt="Lidia e Manoel"><br />
<em>Histórias de amor verdadeiro resistem ao tempo!</em></p>
<p>Apesar de todas as dificuldades e crises que passamos juntos, jamais cogitamos nos separarmos. Claro que existem dias que parecem &#8220;noites&#8221;, mas o melhor é a certeza de que tudo passa. Menos o que sentimos um pelo outro. Que construímos nosso sonho juntos, que as crianças são nossa alegria e nosso estímulo diário de buscarmos juntos os tijolos do nosso castelo&#8230;</p>
<p>É por isso,que hoje,quinze anos depois do pedido de namoro, meu amor, admiração, respeito pelo rapaz que ví se transformar num homem digno, exelente pai, não acaba. Pelo contrário, aumenta a cada dia em que acordo, e o vejo alí ao meu lado, pronto pra qualquer batalha que possa nos surpreender.Isso me encoraja a namorá-lo por mais quinze anos mais. Os outros virão depois&#8230;</p>
<blockquote><p>A equipe do DdC gostaria de parabenizar a Lidia e o Manoel por estarem juntos, enfrentar as barreiras e conseguirem, após 15 anos daquele pedido de namoro inocente por telefone, permanecerem juntos e terem muito amor, tanto um pelo outro, como o amor que têm as filhos&#8230; É por histórias como ESSA que eu continuo acreditando que vale a pena mostrar as pessoas que o amor ainda vale a pena, principalmente nos dias de hoje onde tudo é tão complicado, rápido, estranho. Vida longa ao casal e a todo mundo que acredita no amor!</p></blockquote>
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