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	<title>Diário de Casal &#187; compromisso</title>
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		<title>Diário de Casal &#187; compromisso</title>
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		<title>Eu aceitei namorar um galinha de carteirinha</title>
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		<pubDate>Fri, 16 Apr 2010 12:22:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ele / Ela</dc:creator>
				<category><![CDATA[Especial]]></category>
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		<description><![CDATA[Tempos atrás, eu tinha pensado em criar uma nova categoria de posts, aqueles que fossem enviados pelos leitores daqui. Esse post é uma espécie de teste pra isso, e você que ler até o final vai entender porque exatamente ESSE foi o escolhido. Se tiver uma história curiosa, engraçada ou que precise muito compartilhar, em breve você vai ter o seu espaço aqui.
A equipe deseja felicidades a Thaise, por viver uma história tão bacana e curiosa quanto essa.
Rafael R
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Por: Thaise Pregnolatto
Conheci o Gustavo logo que voltei da Itália – e ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Tempos atrás, eu tinha pensado em criar uma nova categoria de posts, aqueles que fossem enviados pelos leitores daqui. Esse post é uma espécie de teste pra isso, e você que ler até o final vai entender porque exatamente ESSE foi o escolhido. Se tiver uma história curiosa, engraçada ou que precise muito compartilhar, em breve você vai ter o seu espaço aqui.</p>
<p>A equipe deseja felicidades a Thaise, por viver uma história tão bacana e curiosa quanto essa.</p>
<p>Rafael R</p>
<p>*********************************************************************</p>
<p><em>Por: Thaise Pregnolatto</em></p>
<p>Conheci o Gustavo logo que voltei da Itália – e deixei o protagonista de uma pseudo-história de amor além-mar por lá.</p>
<p>Voltei bastante deprimida e durante um tempo não saí de casa. Nem para ir à faculdade. Mesmo assim, decidi que precisava ocupar meu tempo para não pensar no tal italiano. Entrei em uma rede social cujo objetivo è promover o ensino de línguas entre as pessoas. Decidi estudar francês e logo conheci um mineiro que, em troca das correções das minhas lições de francês, pediu umas aulinhas de italiano. Não me lembro bem, mas acho que a iniciativa de adicioná-lo ao MSN foi minha. Nos falamos no chat do site e eu gosto do MSN porque fecho as janelas enquanto leio coisas aleatórias na internet&#8230; De qualquer forma, lembro-me que gostei da foto dele. Ele parecia bonitão. Além do mais, gostava de viajar pelo mundo tanto quanto eu&#8230; e um xaveco básico pelo MSN provavelmente faria bem!</p>
<p>Logo na primeira vez em que conversamos, ele me disse que estava de mudança para o Canadá, aguardando só os trâmites legais do consulado, que deveriam sair no prazo máximo de um ano.  Num determinado momento, ele diz que acha que  eu sou muito legal e que deveria me mudar para o Canadá com ele. Poderíamos nos casar e criar filhos poliglotas por lá&#8230; Em diversos outros momentos, ele falou de casamento. Convidou-me para ir à Minas Gerais diversas vezes, passar um final de semana na casa dos pais dele em Lagoa Santa&#8230; Já entendi aí o quanto o cara era galinha, mas ainda não tinha captado o quanto! Nem por um segundo eu levei o cara a sério. Para mim (e para ele) era só o mais puro xaveco&#8230; dos mais baratos de todos os tempos! Passamos vários meses assim, entre conversinhas e conversonas&#8230; eventuais SMS, algumas (poucas) ligações de vez em nunca&#8230; e praticamente perdemos o contato.</p>
<p>De repente, não mais do que repente, uma mensagem no MSN depois de outros tantos meses em que ficamos sem conversar: ele viria para São Paulo no final daquela semana, para fazer uma entrevista de emprego na segunda! Eu disse que tudo bem, que poderíamos sair no domingo e eu o ensinaria a chegar no tal local da entrevista na segunda, se ele prometesse nem tentar ficar comigo – eu realmente tinha na minha cabeça de maneira bem clara que a coisa mais estúpida que eu poderia fazer era me apaixonar – de novo &#8211;  por alguém que morasse longe de casa. Fui buscá-lo na rodoviária e ele me viu primeiro. Ficou parado na minha frente, me olhando e sorrindo. Foi assim que o vi quando virei. Ele me deu um abraço apertado e cheirou meu cangote. Arrepiei.</p>
<p>Fomos até um shopping, onde eu havia deixado meu carro. No caminho, ele foi abraçadinho comigo, como se fossemos namorados, mas sem me beijar – como eu havia pedido e já arrependida obviamente a essas alturas&#8230; Chegando no estacionamento, ficamos com os rostos muito próximos. Ele jura de pé junto que fui eu que o beijei, mas não consigo me imaginar fazendo isso. De qualquer forma, estava falando com ele em um momento e no outro estávamos nos beijando&#8230; Foi romântico. Ele me abraçou e me ergueu no ar. Ficou o tempo todo fazendo carinho no rosto&#8230; Passamos o dia juntos e nesse meio tempo ele me contou que havia terminado um namoro há umas duas semanas, que havia namorado várias vezes e traído todas as namoradas, que namorava já na época em que ficava me chamando para ir à Minas&#8230;</p>
<p>Era muita informação junta, minha cabeça começou a rodar. “<em>Bom</em>” – pensei – “<em>não pretendo mesmo namorá-lo nem nada do tipo&#8230;</em>”. De repente, não mais que de repente, no meio da Avenida Paulista ele diz que eu sou a mulher da vida dele e me pede em namoro. Eu não sabia se eu explodia de rir ou se perguntava se ele tinha algum problema mental! “<em>Você simplesmente me esqueceu de tudo que acabou de me contar?</em>” -, eu disse. “<em>De fato, você não tem nenhum motivo para acreditar que eu estou apaixonado por você e que eu simplesmente sei que tenho que passar minha vida com você. Eu vou fazer por merecer. Eu vou te provar que você pode confiar em mim&#8230;</em>”, ele falou. Na verdade, eu não estava lá muito preocupada. De tantas besteiras que ouvi de homens por aí, essa seria só mais uma&#8230;</p>
<p>Por algum motivo, o coração doeu na hora de deixá-lo sozinho por São Paulo e na hora de me despedir porque ele voltaria para BH&#8230; Passamos duas semanas conectados 24 horas. Skype, MSN, telefone, celular&#8230;a saudade crescendo&#8230; e eu não podia deixar de perceber que certas coisas haviam mudado muito. Num sábado a tarde, ouvi o Gustavo dizer aos amigos que não ia descer para o bar porque estava falando comigo. Se alguém aí sabe o que é um bar para um mineiro, entenderá o que estou dizendo&#8230; </p>
<p>Eu entraria de férias em alguns dias e num momento de loucura, comprei duas passagens para BH. Eu, que ODEIO avião, ficaria lá uma semana e teria de voar duas vezes para isso. Foi provavelmente a melhor semana da minha vida. Não nos desgrudamos nem por um segundo. Ele me apresentava para todos dizendo que eu era “<em>a mulher da vida dele</em>” ou “<em>a futura esposa</em>”. Quando perguntavam se a gente estava namorando, ele dizia que “<em>ainda não tinha conseguido me convencer</em>”. Acho que a surpresa sincera dos amigos era das coisas que eu mais gostava e que me davam segurança&#8230;</p>
<p align="center"><img src="http://www.diariodecasal.com.br/wp-content/uploads/2010/04/praca.jpg" alt="Praça do Papa"><br />
<em>Toda essas luzes foram testemunhas&#8230;</em></p>
<p>No final de semana fomos a Ouro Preto com a irmã e o irmão dele. Num determinado momento, a irmã dele solta sem querer: “<em>Ah, então me fala isso agora porque eu nunca mais vou te ver mesmo</em>” e aí eu surtei. Talvez ela tivesse razão. Talvez isso fosse o Gustavo. Conversamos muito naquela noite – que também foi a noite da nossa primeira briga. No final, ele abraçou as minhas pernas, olhou para mim com lágrima no olho e disse: &#8220;<em>- Eu vou mudar para São Paulo! Vou arrumar um emprego por lá e vou ficar do seu lado todo dia da minha vida&#8230;</em>&#8220;. Eu fiquei sem fala. Passada a discussão, eu ainda não sabia se poderia acreditar nisso também. De volta a BH e ao nosso roteiro de badalação, ele disse para eu me arrumar porque íamos sair. Era minha última noite em BH. Coloquei uma blusa de renda preta, salto&#8230; e caprichei do jeito que a gente só faz quando quer. Como ele não dirige, fomos de ônibus. E de repente eu me pego subindo um morro com meu saltão e meu sapato novíssimo. Segunda briga. &#8220;<em>-Caramba, onde estamos indo???? É bom que esse bar valha muito a pena&#8230;</em>&#8220;. Eu não me lembro exatamente o quê, mas sei que falei, reclamei, jurei de morte enquanto subia. Ele em silêncio. De repente, não mais  que repente, me virou para olhar o que estava atrás de mim: BH inteira. Estávamos sozinhos na Praça do Papa, com BH noturna lá embaixo de testemunha. Cena linda. Fiquei sem palavras. Ele me abraçou por trás e começou a falar no meu ouvido. &#8220;<em>-Eu te amo</em>&#8221; – eu disse. E claro que além disso, aceitei namorá-lo. Naquele momento, uma certeza estranha brotou em mim. Daquelas que a gente não consegue explicar. Vivemos uns meses de ponte aérea, mas logo depois ele estava em São Paulo – de mala e cuia como prometera – deixando todinha a vida dele para trás. E uma nova vida comigo pela frente. 2 meses depois compramos nosso apartamento. Agora, enquanto esperamos ficar pronto, pensamos na nossa festa de casamento. </p>
<p>Não é que o mineirinho, no final das contas, tinha razão?</p>
<p>*********************************************************************</p>
<p><em>Tem uma história divertida ou inusitada que queira dividir conosco? Entre em <a href="http://www.diariodecasal.com.br/contato">contato</a> e envie seu relato</em>.</p>
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<p><small>© Ele / Ela no <a href="http://www.diariodecasal.com.br">Diário de Casal</a>, 2010. |
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Post tags: <a href="http://www.diariodecasal.com.br/posts/tag/amor/" rel="tag">amor</a>, <a href="http://www.diariodecasal.com.br/posts/tag/compromisso/" rel="tag">compromisso</a>, <a href="http://www.diariodecasal.com.br/posts/tag/distancia/" rel="tag">distância</a>, <a href="http://www.diariodecasal.com.br/posts/tag/galinha/" rel="tag">galinha</a>, <a href="http://www.diariodecasal.com.br/posts/tag/minas-gerais/" rel="tag">minas gerais</a>, <a href="http://www.diariodecasal.com.br/posts/tag/namoro/" rel="tag">namoro</a>, <a href="http://www.diariodecasal.com.br/posts/tag/sao-paulo/" rel="tag">são paulo</a><br/>
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		<title>Aliança no namoro &#8211; Usar ou não usar?</title>
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		<pubDate>Mon, 08 Jun 2009 20:40:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ele / Ela</dc:creator>
				<category><![CDATA[Relacionamento]]></category>
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		<category><![CDATA[história]]></category>

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		<description><![CDATA[Por: Luiz Yassuda
Realizo aqui o meu post de estréia no Diário de Casal, coagido, digo, incentivado pelo Rafael R a escrever um pouco sobre a minha pouca experiência em casal. Creio que um assunto que é interessante de ser discutido nesta minha estréia diz respeito ao uso de alianças no namoro: por que usar, por que não usar e o que usar.

Foto: Jeff Belmonte
&#8220;POR QUE USAR?&#8221;
As alianças tem uma história interessante. A começar pelo próprio ritual de casamento, que existiu na maior parte das civilizações humanas e que tem características ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Por: Luiz Yassuda</p>
<p>Realizo aqui o meu post de estréia no <strong>Diário de Casal</strong>, coagido, digo, incentivado pelo <a href="http://www.diariodecasal.com.br/equipe/">Rafael R</a> a escrever um pouco sobre a minha pouca experiência em casal. Creio que um assunto que é interessante de ser discutido nesta minha estréia diz respeito ao uso de alianças no namoro: por que usar, por que não usar e o que usar.</p>
<p align="center"><img src="http://www.diariodecasal.com.br/wp-content/uploads/2009/06/aliancanamorados.jpg" alt="aliança dos namorados" /><br />
<em>Foto: <a href="http://www.flickr.com/photos/jeffbelmonte/15921928/" target="_blank">Jeff Belmonte</a></em></p>
<h2>&#8220;POR QUE USAR?&#8221;</h2>
<p>As alianças tem uma história interessante. A começar pelo próprio ritual de casamento, que existiu na maior parte das civilizações humanas e que tem características singulares por vários povos que tinham a sua maneira de afirmar o matrimônio. As alianças seriam uma herança da cultura greco-romana, que tem explicação dúbia: enquanto pode-se afirmar que existia uma crença de que uma veia diretamente ligada ao coração passava pelo dedo anelar, a aliança servia também para que o homem demarcasse sua noiva como propriedade. Algo que, sim, serve até hoje para avisar &#8220;tira o olho, rapá!&#8221;.</p>
<p>Com o passar do tempo, porém, a aliança passou a simbolizar a união de um casal, para que sempre prezassem pela fidelidade e por outros valores para este sacramento da Igreja Católica. Tal cultura chegou aos dias de hoje, mas com diversos significados, principalmente depois que os valores da sociedade passaram a admirar o casamento por amor. Ou seja: a aliança passa a ser um símbolo de que se está com uma pessoa por opção, e isto acontece porque estas pessoas se amam.</p>
<p>É fato que eu já ouvi diversas versões sobre o uso ou não de alianças em um namoro, costumeiro aqui pelas bandas brasileiras. Se você se sente seguro de demonstrar que o namoro é sério, está bacana e que você quer que esta pessoa compartilhe este amor que você sente e que ela sente por você, vá em frente. Pode ser que o namoro um dia acabe, posto que o amor é chama. Mas por que não sinalizar que vocês desejam que o amor seja infinito enquanto dure (e lá vou eu cometer este clichê de citar Vinicius)?</p>
<h2>&#8220;OU NÃO!&#8221;</h2>
<p>Namoros são um momento para se conhecer melhor a pessoa com quem você está. Os casais podem, como no meu caso, já terem uma amizade mais antiga, mas o namoro é uma fase de conhecer intimamente a outra pessoa. Em um estágio inicial, pode ser que seja um desafio para um dos dois ou para ambos se abrir e se jogar desta maneira, por mais seriedade que o cônjuge passe.</p>
<p>Há também quem não ligue, e é importante saber o que o seu parceiro(a) acha. Pode soar menos romântico do que entregar uma aliançazinha de maneira hollywoodiana, mas uma conversa sobre o assunto não mata ninguém. Se vocês já aceitaram que não estão mais &#8220;apenas ficando&#8221; ou &#8220;se pegando&#8221;, terão abertura suficiente para expor suas opiniões a respeito um para o outro.</p>
<h2>&#8220;O QUE USAR&#8221;</h2>
<p>E para você que acha esta mania de anel brega, existem algumas soluções interessantes. Eu e a Cássia usamos uma pulseira, confeccionada por uma amiga nossa. Tem valor, é claro, de que queremos que o namoro seja séria e bacana, mas serve também como uma espécie de  benção desta nossa amiga, além de ser algo que eu possivelmente usaria se estivesse solteiro, por gosto, e que ela gostou também. Já ouvi de um colega, certa vez, que ele e a namorada fizeram uma tatuagem comum. Talvez seja algo que demande maior maturidade, mas quando ele relatou o caso, disse que o namoro já havia acabado, mas aquela tatuagem era símbolo de que os dois tinham em comum um tempo bom para ser recordado.</p>
<p>Além disso, quase tudo nesta vida pode ser sacramentado, como um local, uma canção, uma troca de objetos (como fotos 3&#215;4 para serem colocadas na carteira), etc. Adotar uma prática alternativa ao anel pode ser uma maneira de evitar todo o peso simbológico da aliança no dedo, grilos, DRs e afins.</p>
<p>No fim, o que vale é o sentimento de um pelo outro, seja qual símbolo seja o escolhido para demonstrar isso. Se forem anéis, pulseiras ou palavras, que sejam sinceras, sem grilos e encanações desnecessárias em relação ao que vier pela frente. Deixe rolar.</p>
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<p><small>© Ele / Ela no <a href="http://www.diariodecasal.com.br">Diário de Casal</a>, 2009. |
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Post tags: <a href="http://www.diariodecasal.com.br/posts/tag/alianca/" rel="tag">aliança</a>, <a href="http://www.diariodecasal.com.br/posts/tag/casal/" rel="tag">casal</a>, <a href="http://www.diariodecasal.com.br/posts/tag/compromisso/" rel="tag">compromisso</a>, <a href="http://www.diariodecasal.com.br/posts/tag/historia/" rel="tag">história</a>, <a href="http://www.diariodecasal.com.br/posts/tag/relacionamento/" rel="tag">Relacionamento</a><br/>
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