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	<title>Diário de Casal &#187; desconfiança</title>
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		<title>Diário de Casal &#187; desconfiança</title>
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		<title>Espaço do leitor: estou desconfiado de minha noiva. O que fazer?</title>
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		<pubDate>Fri, 21 Jan 2011 13:22:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mayara Godoy</dc:creator>
				<category><![CDATA[Especial]]></category>
		<category><![CDATA[ajuda]]></category>
		<category><![CDATA[desconfiança]]></category>

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		<description><![CDATA[Este será um post diferente. Vamos publicar aqui a história de um leitor, que nos escreveu pedindo ajuda. Mas, pensamos que, como uma forma de aconselhar mais uma alma apaixonada, o ideal seria responder por partes.
* Os nomes dos personagens foram trocados, para manter a privacidade dos envolvidos.
Eu morava em Fortaleza e tinha 18 anos quando comecei a trabalhar com telemarketing. Depois de um ano na empresa, com o vaivém de funcionários, eu conheci a Michelle*, uma menina que me chamou muito a atenção. Já que não tinha nada a perder, ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Este será um post diferente. Vamos publicar aqui a história de um leitor, que nos escreveu pedindo ajuda. Mas, pensamos que, como uma forma de aconselhar mais uma alma apaixonada, o ideal seria responder por partes.</p>
<p><em>* Os nomes dos personagens foram trocados, para manter a privacidade dos envolvidos.</em></p>
<blockquote><p>Eu morava em Fortaleza e tinha 18 anos quando comecei a trabalhar com telemarketing. Depois de um ano na empresa, com o vaivém de funcionários, eu conheci a <em>Michelle*</em>, uma menina que me chamou muito a atenção. Já que não tinha nada a perder, fui ao encontro dela para conhecê-la melhor. Namoramos um ano, até ficarmos noivos. Aí você me pergunta: tão rápido e já noivou? E eu respondo: o amor muda nossas vidas.</p></blockquote>
<p>Até aí, tudo relativamente bem, não fosse a pouca idade do <em>Jefferson*</em>. Particularmente, acho que aos 18 anos ainda não temos a maturidade e a vivência necessária para saber o que queremos para o resto de nossas vidas &#8211; e nisso se inclui um casamento.<a href="http://www.diariodecasal.com.br/wp-content/uploads/2011/01/sb10063205i-0011.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-2078" title="sb10063205i-001" src="http://www.diariodecasal.com.br/wp-content/uploads/2011/01/sb10063205i-0011-300x212.jpg" alt="" width="300" height="212" /></a></p>
<blockquote><p>Foi nessa mudança que tudo aconteceu. Depois de seis meses noivos, aconteceu o inesperado&#8230; Em uma noite de sexta-feira, eu estava em casa e ela (eu supunha), na casa dela, conforme ela havia me falado. Eis que, depois das 22h, meu pai me liga, me perguntando onde eu estava e se eu não iria me encontrar com a <em>Michelle*</em>. Eu respondi que não, que ela estava em casa e não queria sair. Foi quando meu pai respirou fundo e me contou que a estava vendo beijando outro &#8211; e complementou que essa não era a primeira vez que ela ia ao restaurante do meu pai com o tal cara.</p></blockquote>
<p>Essa parte da história eu achei realmente inusitada. A guria foi ao restaurante do pai do namorado com o outro? Realmente, além de mau caráter, ela é bem sem noção&#8230; Mas, beleza, vamos lá:</p>
<blockquote><p>Meu pai tirou fotos com o celular dele e me chamou para ir lá ver a cena pessoalmente. Chegando lá, dei de cara, realmente, com ela beijando o outro. Brigamos, discutimos e terminamos. Depois de tudo, ela veio me pedir perdão, mas eu não aceitei. Afinal, não poderia ficar com alguém que traiu minha confiança.</p></blockquote>
<p>Concordo. Agiu bem em não voltar atrás na decisão.</p>
<blockquote><p>Mas isso é passado. Hoje estou com 22 anos e conheci a <em>Rosane*</em>, uma menina de Curitiba que, por acaso, conheci na internet. Nos falamos por cinco meses, até eu decidir ir morar com ela.</p></blockquote>
<p>Que a internet realmente é uma ferramenta muito eficaz para conhecermos novas pessoas, eu concordo. E não são poucos os casos de pessoas que se apaixonam pela internet. Porém, esse &#8220;conhecer&#8221; a pessoa fica muito na superficialidade. Somente uma convivência de perto nos mostra realmente quem a pessoa é. Então, talvez fosse o caso de ter alguns encontros, passar algum tempo juntos, antes de dar esse passo tão importante de morar juntos.</p>
<blockquote><p>Hoje estamos juntos. Eu saí de Fortaleza para ficar com ela. Larguei tudo para trás. Vou me casar com ela no dia 3 de fevereiro. Mas, de um tempo para cá, não consigo confiar nela. Não sei o motivo, mas tento superar o máximo possível essas dúvidas. Ela falou que, se eu continuar com essa desconfiança, ela não se casa comigo. Estou sem rumo algum. Eu a amo, e ela também me ama. Mas está difícil.</p></blockquote>
<p>Bem, aí nós poderemos analisar essa situação de diferentes ângulos. Primeiro: é normal a gente ficar um pouco traumatizado e perder a fé nas pessoas depois de sermos traídos. Porém, temos que analisar que, assim como existem pessoas desleais, existem outras dignas de confiança, e não podemos julgar uma pelos erros das outras.</p>
<p>O segundo ponto que quero colocar em pauta para os nossos leitores nos ajudarem aqui é a precipitação: como eu já comentei brevemente acima, será que com cinco meses de conversas apenas virtuais você conhece realmente a pessoa? </p>
<p>Agora, o que você tem que parar para pensar muito friamente &#8211; pense como se você estivesse do lado de fora da relação - e se a sua desconfiança tem <strong>fundamento</strong> ou se você está se deixando levar por outros fatores, como a insegurança e a ansiedade com o casamento tão próximo, ou pelas experiências ruins anteriores. Se, realmente, a sua noiva tem atitudes suspeitas &#8211; veja bem, se você tem reais motivos para achar que ela não está sendo fiel com você -, aí talvez seja o caso de repensar o casamento. Mas se isso for só neura da sua cabeça, observe que você pode estar pondo tudo a perder, pode estar desperdiçando a chance e o amor da sua vida, por uma fraqueza só sua.</p>
<p>Porque, só para finalizar, eu não vejo como um relacionamento pode dar certo sem confiança. Se for para viver na suspeita, não ter paz, então é melhor nem manter uma relação.</p>
<blockquote><p>E agora eu aproveito para convidar os demais leitores a ajudar nosso amigo <em>Jefferson*</em>. O que vocês acham dessa história toda? Como ele pode fazer para superar essa desconfiança e ter um relacionamento mais tranquilo? Opine!</p></blockquote>
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<p><small>© Mayara Godoy no <a href="http://www.diariodecasal.com.br">Diário de Casal</a>, 2011. |
<a href="http://www.diariodecasal.com.br/posts/espaco-do-leitor-estou-desconfiado-de-minha-noiva-o-que-fazer/">Permalink</a> |
<a href="http://www.diariodecasal.com.br/posts/espaco-do-leitor-estou-desconfiado-de-minha-noiva-o-que-fazer/#comments">4 comentários</a> |
Post tags: <a href="http://www.diariodecasal.com.br/posts/tag/ajuda/" rel="tag">ajuda</a>, <a href="http://www.diariodecasal.com.br/posts/tag/desconfianca/" rel="tag">desconfiança</a><br/>
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		<title>Fim da escuridão: &#8220;O que aprendi controlando meus relacionamentos&#8221;</title>
		<link>http://www.diariodecasal.com.br/posts/fim-da-escuridao-o-que-aprendi-controlando-meus-relacionamentos/</link>
		<comments>http://www.diariodecasal.com.br/posts/fim-da-escuridao-o-que-aprendi-controlando-meus-relacionamentos/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 14 Sep 2010 13:55:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael R</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Enviado por um leitor que preferiu, por motivos óbvios, não se identificar. Os nomes com * ao lado são fictícios. Leia o primeiro post dessa série aqui.
Diante da repercussão de meu post anterior e das lembranças recentemente revividas em minha mente, volto a escrever um pouco mais sobre o assunto de privacidade no relacionamento. Não sou alguém excepcional, com inteligência exorbitante ou mago, mas tenho habilidades que fazem com que eu me veja diferente dos demais em meu meio. Exemplo disso é  uma certa “capacidade” de diagnosticar mentiras contadas ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Enviado por um leitor que preferiu, por motivos óbvios, não se identificar. Os nomes com * ao lado são fictícios. Leia o <a href="http://www.diariodecasal.com.br/posts/o-fim-da-escuridao-como-controlo-meu-relacionamentos" target="_blank">primeiro post dessa série aqui</a>.</em></p>
<p>Diante da repercussão de meu post anterior e das lembranças recentemente revividas em minha mente, volto a escrever um pouco mais sobre o assunto de privacidade no relacionamento. Não sou alguém excepcional, com inteligência exorbitante ou mago, mas tenho habilidades que fazem com que eu me veja diferente dos demais em meu meio. Exemplo disso é  uma certa “capacidade” de diagnosticar mentiras contadas dentro do relacionamento. Vou transcrever uma certa ocasião, em que me deparei com a mentira em um relacionamento anterior:</p>
<p>Diante de um relacionamento pífio, ao ligar para minha companheira ocorreu o seguinte: seu priminho de 11 anos passava férias na casa dela e atendeu o telefone, a conversa se deu mais ou menos assim: </p>
<p>- (<em>depois do alô de voz infantil</em>) <em>Alô, poderia por favor chamar a *Paula?</em></p>
<p>- <em>A Paula, não está. Ela saiu com o *Léo.</em></p>
<p>- (<em>Surpreso</em>) Agradeci e desliguei o telefone. </p>
<p>No meu primeiro contato com a *Paula, aguardei que ela mencionasse algo sobre o ocorrido. Sem sucesso. Depois de algumas outras três oportunidades de conversa, toquei no assunto e com extrema polidez (outra capacidade que tenho de agir com frieza), questionei a mesma sobre esse passeio incomum.</p>
<p><img style="margin: 5px 5px 5px 5px" src="http://www.diariodecasal.com.br/wp-content/uploads/2010/09/pinoquio.jpg" border="0" alt="Pinóquio" align="left" />Ela me respondeu exatamente como se segue:</p>
<p>(depois de um ar surpreso)<br />
- “<em>Ah eu sai com o *Léo e com outras duas amigas minhas, fomos pegar um cineminha básico.</em>” </p>
<p>Ainda sustentando a frieza, me contive e me dei por convencido. </p>
<p>Porém, sou um cara extremamente calculista e observador. Analisando o episódio, destrinchei a falta de perícia em contar uma mentira. Ela não cita o nome das duas amigas, ou seja, elas nunca existiram. O cineminha básico não era programa comum, até porque, até onde eu a conhecia, ela não demonstrava interesse nenhum por filmes. Mas enfim, mentira exposta e comprovada (posteriormente), toco na questão da falta de capacidade das pessoas em não transmitirem confiança (tópico mais citado em todos os coments de meu último post). </p>
<p>Como observo e lido muito bem com isso, ao me questionarem eu diria o seguinte:</p>
<p>- <em>Ah, saímos *Léo, eu, a *Fernanda e a *Marcela, estávamos fazendo trabalho de faculdade (ou outra atividade que melhor se encaixar na rotina) e decidimos ir ao cinema do shopping Cidade assistir um filme. Assistimos SALT, um filme da Angelina Jolie em que a história conta que ela é <em>bla bla bla</em>. Depois fomos tomar um Milk shake no MC Donalds e viemos embora.</em></p>
<p>É óbvio que eu criaria todo esse universo de informações contando com uma boa parcela de gestos e linguagem corporal, citaria detalhes, chamaria opiniões de minha parceira e assim sucessivamente. Seria um estória tão rica em detalhes, tão chata de se ouvir que a pessoa (desde que não tivesse motivos para desconfiar em mim) estaria completamente alienada em minha fábula. É óbvio também que esse tipo de habilidade e controle não se constrói da noite para o dia. É parte de um processo longo e duradouro de engenharia social.</p>
<p>O que eu quero passar com essa história (<strong>verídica</strong>, diga-se de passagem) é que, respondendo a alguns coments do post anterior, a confiança é como um cristal. Uma vez partido não há outra forma no mundo que não consiga uni-lo. Confiar em alguém não é simplesmente se olhar no espelho, estufar o peito e dizer: &#8211; <strong>Eu confio</strong>! – mas, sim contar com uma gama de aparatos que contribuam para que aquela confiança seja mútua e verdadeira.  </p>
<p>Eu particularmente sou descrente no maioria do ser humano (e não é caso de me tratar, mas sim de experiências vividas e meios abraçados) e dificilmente eu me dou por convencido em uma estória mal contada. Confesso que atualmente me envolvo com uma garota e esta, não tem experiência com relacionamentos suficiente para saber como se comportar. Confesso que em grande parte das vezes ela comete pequenos deslizes que me fazem refletir se realmente eu estou apto a passar por tudo isso novamente. Mas ao mesmo tempo que sou descrente na capacidade do outro em me surpreender, confesso que me sinto desafiado em provar para eu mesmo que esse outro pode contribuir ainda mais com aperfeiçoamento, a facilidade em não ser eu mesmo.</p>
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<p><small>© Rafael R no <a href="http://www.diariodecasal.com.br">Diário de Casal</a>, 2010. |
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Post tags: <a href="http://www.diariodecasal.com.br/posts/tag/controle/" rel="tag">controle</a>, <a href="http://www.diariodecasal.com.br/posts/tag/desconfianca/" rel="tag">desconfiança</a>, <a href="http://www.diariodecasal.com.br/posts/tag/mentira/" rel="tag">mentira</a>, <a href="http://www.diariodecasal.com.br/posts/tag/relacionamento/" rel="tag">Relacionamento</a><br/>
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		<title>O fim da escuridão: &#8220;Como controlo meu relacionamentos&#8221;</title>
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		<pubDate>Tue, 24 Aug 2010 15:43:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ele / Ela</dc:creator>
				<category><![CDATA[Coisas dele]]></category>
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		<description><![CDATA[Enviado por um leitor que preferiu, por motivos óbvios, não se identificar. Os nomes com * ao lado são fictícios.     
No auge de meus 18 anos conheci a Marcela*! 
Um de meus irmãos tinha o costume de viajar a passeio e me encarregava de tomar conta da casa a troco de pequenos pagamentos em dinheiro. Em um desses dias entrei em uma sala de bate-papo telefônica e conheci a menina que até os meus 20 anos jurava que nunca mais a esqueceria. Todos nos, temos em ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Enviado por um leitor que preferiu, por motivos óbvios, não se identificar. Os nomes com * ao lado são fictícios. </em>    </p>
<p>No auge de meus 18 anos conheci a <em>Marcela</em>*! </p>
<p>Um de meus irmãos tinha o costume de viajar a passeio e me encarregava de tomar conta da casa a troco de pequenos pagamentos em dinheiro. Em um desses dias entrei em uma sala de bate-papo telefônica e conheci a menina que até os meus 20 anos jurava que nunca mais a esqueceria. Todos nos, temos em mente a imagem daquele parceiro(a) perfeito(a).    </p>
<p>Beleza, inteligência, química e outras características fazem em nosso imaginário a imagem daquele(a) que seriam nossa cara metade ideal. E a <em>Fulana</em>* se encaixava perfeitamente nessa imagem.&#160; Resumindo essa estória &#8211; já que o ponto em que quero tocar é a minha infeliz prática corriqueira nos relacionamentos posteriores -, ela terminou comigo. E eu nunca aceitei de forma satisfatória o motivo alegado por ela para o término do namoro (distância entre nós. Se vocês imaginaram cidades a resposta é não! Era distância entre bairros). </p>
<p>Enfim, depois de algumas tentativas sem êxito de reatar o namoro, eu me vi em um mar de angústia.&#160; Poxa vida, como eu pude perder a “mulher da minha vida”. E eu ficava inconsolável com isso.   </p>
<p><img style="border-bottom: 0px; border-left: 0px; display: inline; margin-left: 0px; border-top: 0px; margin-right: 0px; border-right: 0px" title="amorhacker" border="0" alt="amorhacker" align="left" src="http://www.diariodecasal.com.br/wp-content/uploads/2010/08/amorhacker.jpg" width="254" height="207" /> Contando com a introdução acima, eu estava num dia tedioso de trabalho, sem nada pra fazer e eu acabei fazendo o pior. Num ato de rebeldia e imprudência, quebrei a senha do e-mail dela e descobri aquilo que faria com que eu me tornasse um cara totalmente incrédulo no comportamento ético virtual. </p>
<p>Já fui logo aos e-mails enviados e me deparei com um primeiro e-mail enviado ao <em>Pedro</em>*. A primeira frase do email era exatamente como descreverei: “<strong>SEI QUE ESTÁ NAMORANDO MAS DESDE JÁ QUERO QUE SAIBA QUE EU TE AMO</strong>”. Escrito assim mesmo, em caixa alta. E no decorrer do email ela dizia o quanto esse cara era único, maravilhoso e o porquê dela se aproximar dele e bla bla bla&#8230; Fiquei curioso! Como podia um “reles mortal” ser aquilo tudo? </p>
<p>Quebrei a senha do <em>e-mail</em> dele também! E descobri que além dela, ele mantinha contato com outras mulheres também. Era casado e tinha uma filha em SP (estava em BH prestando serviços), e o mais surpreendente, o cara fazia parte de uma rede de <strong>pedofilia na Internet</strong>. </p>
<p>Fiquei pasmo. Fazendo uma ordem cronológica dos acontecimentos e avaliando comportamentos, aquela estória já se estendia por vários meses. Não me dei por convencido e tratei de verificar até onde iria aquela farsa. Confesso que quebrei senhas e invadi ambientes de diversas pessoas ligadas a ela. Achava necessário me cercar do maior número de hipóteses possíveis para embasar aquele furor todo que eu estava desenvolvendo. E isso se transformou em um vício. Sai tomando o controle de toda a árvore virtual dela e descobrindo os seus podres. Cadastro em sites de relacionamentos, e-mails trocados com uma infinidade de outros caras, esbórnias com a turma de faculdade eram apenas alguns pontos gritantes que me faziam repudiar a sua “privacidade virtual”. O “benefício” era apenas a necessidade de me libertar de todo aquele sofrimento sem sentido. </p>
<p>Assim se deu meu início no mundo de invasão de privacidade nos meus relacionamentos. Já fiz isso com algumas namoradas, ficantes e tal. Mas nunca colhi bons frutos. Sempre me deparava com algo que não gostava, que eu pediria para não ver. Mas é como falam: “Ossos do ofício” não é mesmo? </p>
<p>Era básico! Envolvia-me por mais de uma semana com alguém e já me via na necessidade de “tomar o controle” sobre seus passos no mundo virtual (“erro” que a maioria das pessoas comete com suas necessidades de redes sociais e chats eletrônicos). </p>
<p>Tarefas simples como um <em>chat</em> por MSN e lá estava eu oferecendo ou pedindo um arquivo qualquer. Tudo para abrir uma brecha entre minhas ferramentas e seu valioso sistema cheio de informações. </p>
<p>Com minha última namorada não poderia ter sido diferente. Eu me envolvi com ela no auge de seus 17 anos. Para mim era uma garota excepcional, com seus defeitos e qualidades, maturidade e inocência. Por um ano me mantive oculto. Tinha controle sobre seus emails, Orkut, MSN e demais canais de relacionamento. Até os computadores do trabalho dela eu me senti na necessidade de ter acesso. Em uma de nossas conversas por MSN, enviei a ela um arquivinho “inocente”. Este arquivo estava blindado com uma ferramenta que tem como princípio, “anotar” todas as teclas e tarefas acessadas pelo usuário. Confesso que naquele dia eu tinha explorado áreas nunca antes almejadas por mim. Tive acesso a relatórios gerenciais, planilhas de custos e demais documentos sigilosos da empresa dela que, caindo em mãos erradas, seria óbvio as penalidades aplicadas a ela. Mas era necessário, não conseguia confiar plenamente. </p>
<p align="left">Essa prática foi me consumindo até o ponto em que vivo hoje. Com essa última, o ponto que marcou o fim do nosso namoro foi justamente exposto por mim. Suas peripécias na vida virtual. Confesso que há mentirinhas que se fazem necessárias para uma boa convivência e manutenção de uma relação saudável, mas comigo isso não funciona. Sou impulsivo por informações verdadeiras e fico sem controle quando descubro uma mentira. Já trabalhei para o departamento de inteligência de uma unidade prisional em minha cidade. Obtive acesso e treinamento ao que chamávamos de olhos de Deus. Aprendi como a policia civil utiliza-se de artimanhas para colher a “verdade” de seus investigados. Na faculdade, tomei aula com um professor de Ética que é juiz federal e nos momentos de recreação nos ensinava a como colher a verdade das pessoas. </p>
<p align="left">Linguagem corporal, sentimentos explícitos e palavras mal colocadas tudo isso era utilizado para descobrir o ponto da mentira. Estórias sem detalhes, personagens fictícios e/ou eventos inexistentes, o ser humano titubeia ao contar uma estória fantasiosa. </p>
<p align="left">Aprendi com a engenharia social a ser quem eu não sou. Me adaptar ao meio e transparecer um bom personagem é mais de quê genial para observar tudo que nos cerca. Atualmente eu continuo fazendo uso de ferramentas para controle. Seja por questão de segurança ou insegurança, medo de perder o território ou simplesmente tentar remediar o inesperado. Faz-se necessário os logs de uso do meu relacionamento nessa ferramenta valiosa, a INTERNET.</p>
<blockquote><p>Quer participar do Diário de Casal? <a href="http://www.diariodecasal.com.br/contato">Entre em contato</a> conosco e saiba como fazer isso. Aproveite e siga o <a href="http://twitter.com/diariodecasal" target="_blank">@diariodecasal</a> no <em>Twitter</em> e envie suas sugestões, críticas e dúvidas por lá.</p></blockquote>
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<p><small>© Ele / Ela no <a href="http://www.diariodecasal.com.br">Diário de Casal</a>, 2010. |
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		<title>É traição?</title>
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		<pubDate>Mon, 17 May 2010 11:15:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Viviane Carlotti</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Em todo namoro existe aquela época em que ficamos mais suspeitas de que nosso parceiro tenha alguma aventura fora da relação. Rola aquela vontade de revistar bolsos, celular, carro, carteira, boletos bancários, procurar marcas de batom ou cheiro de perfume diferente na roupa. Calma menina! Larga mão de ser a loca! Descobrir uma traição pode ser mais fácil do que se imagina, principalmente para as mulheres, que são &#8211; cientificamente comprovado! &#8211; mais espertas quando o assunto é infidelidade!
Dei uma pesquisada no assunto, e vi que alguns psicólogos falam a ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-medium wp-image-679" title="diario" src="http://www.diariodecasal.com.br/wp-content/uploads/2010/04/diario-300x235.jpg" alt="" width="300" height="235" />Em todo namoro existe aquela época em que ficamos mais suspeitas de que nosso parceiro tenha alguma aventura fora da relação. Rola aquela vontade de revistar bolsos, celular, carro, carteira, boletos bancários, procurar marcas de batom ou cheiro de perfume diferente na roupa. Calma menina! Larga mão de ser a loca! Descobrir uma traição pode ser mais fácil do que se imagina, principalmente para as mulheres, que são &#8211; cientificamente comprovado! &#8211; mais espertas quando o assunto é infidelidade!</p>
<p>Dei uma pesquisada no assunto, e vi que alguns psicólogos falam a mesma coisa que a maioria já sabe: quando rola uma segunda pesssoa existe um conflito interno, aparecendo o sentimento de culpa, e assim as mudanças de comportamento são os primeiros sinais que uma relação não está indo muito bem.</p>
<p>Aqui vão algumas dicas para você ficar mais atenta caso seu parceiro começou a fazer algumas delas repentinamente:</p>
<p><strong>- Muitas horas extras no trabalho</strong><br />
Ah, essa é clássica né? A velha histórinha de ter que ficar mais tempo no trabalho porque tem muita coisa pra fazer, ou então toda semana tem aquela reunião que durou até &#8211; bem &#8211; mais tarde, ou que vai ter no final de semana. E você aí, com toda sua ingenuidade pulsando, pensa que o cara é um puta trabalhador, e que vai ficar rico em dois meses!</p>
<p><strong><br />
- Gastos sem explicação</strong><br />
Se vocês tiverem conta conjunta isso vai ser facinho de ser notado. Se não tiverem, você vai perceber em algum momento.. pode ser pela segunda via do cartão deixado no bolso, ou pela conta do cartão de crédito em cima da mesa. Eu não vou falar de novo pra você se controlar e não dar uma de louca, que eu sei que você vai esperá-lo dormir para fuçar na jaqueta/calça/carteira/cueca dele pra achar alguma coisa!</p>
<p><strong>- Vocês precisam economizar dinheiro</strong><br />
Aí ele começa a falar que tá tudo muito caro, e que vocês precisam fazer passeios mais baratos pra economizar dinheiro. Começa a sobressaltar os pontos positivos de uma tarde no parque, ou assistindo faustão na casa dele. A pior coisa que você pode fazer nessa situação é começar a pagar a conta nas saídas. Ele vai se acostumar com isso e você vai virar a mãe dele. Cumplicidade tem que existir, e apertos acontecem.. mas desconfie se de uma hora para outra ele mudar os hábitos por falta de dinheiro sem motivo aparente.<br />
<strong><br />
- Chamadas para números desconhecidos</strong><br />
A conta do serviço de telefonia, independente se for telefone móvel ou fixo, pode ser sua aliada! Desconfie de chamadas para números desconhecidos principalmente se há repetidas ligações para o mesmo número e de longa duração.</p>
<p><strong>- Incomunicável</strong><br />
Quando você telefona dificilmente consegue falar com ele. Ou o telefone estava dando caixa postal, e a desculpa é que estava sem sinal ou sem bateria, ou ele nunca atende, e vem te falar que não estava perto do telefone. Normalmente quando você consegue falar com ele, ele parece indiferente e com a voz mais baixa que o normal. Nem preciso comentar pra você desconfiar disso, né? Ok, next.</p>
<p><strong>- Nova conta de e-mail</strong><br />
Eu sei que você fuça na vida do seu parceiro! Um belo dia você encontra uma nova conta de e-mail, que ele não havia falado. Isso significa que ele usa para assuntos privados.. tão pessoais que não quer que você fique sabendo.</p>
<p><strong>- Mudança de personalidade</strong><br />
Ou ele está mais irritado do que normalmente, e te deixa em segundo plano, ou muito mais amoroso. Essas mudanças ocorrem devido a culpa que ele sente de ter uma outra pessoa na relação. Ele tem medo de que você desconfie de alguma coisa, e acaba exagerando no comportamento &#8216;normal&#8217; dele.<br />
<strong><br />
- Pede mais espaço</strong><br />
Agora ele tá pedindo um pouco de espaço, sendo que antes vocês faziam praticamente tudo junto. Atualmente começa as reuniões com os amigos, onde a presença do parceiro é totalmente dispensável nos encontros. Amiga, ele está sufocado e prefere estar com os amigos do que com você.</p>
<p><strong>Dica: </strong>Não tire conclusões precipitadas. Um ou dois desses tópicos já ocorreram no meu relacionamento, e até hoje não descobri nada! Não dê uma de loca/histérica/compulsiva porque você acha que seu namorado ficou um tempinho a mais no trabalho, ou ligou pro tio dele, que você não conhecia o número.<br />
Não preciso nem dizer que isso vai de relacionamento pra relacionamento, e que você deve ter certeza antes de fazer alguma coisa!</p>
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<p><small>© Viviane Carlotti no <a href="http://www.diariodecasal.com.br">Diário de Casal</a>, 2010. |
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		<title>A internet ainda vai interferir no seu namoro. Descubra porque!</title>
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		<pubDate>Fri, 24 Apr 2009 10:20:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael R</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p><img style="margin: 5px 5px 5px 5px" src="http://i43.tinypic.com/2nstb1e.jpg" border="0" alt="Internet e relacionamento" align="left" />Pare e pense: Alguma vez na sua vida você já quis saber o que seu parceiro tanto faz na internet? Alguma vez você já quis ler os e-mails dele/a e ficou curioso por não poder? Você já quis saber quem está na lista do MSN dele/a e fez birra quando ouviu um &#8220;não&#8221; ao pedir a senha? Já ficou com a pulga atrás da orelha por causa de algum scrap que seu parceiro recebeu no orkut? Se você se identificou com alguma das perguntas acima, saiba que você não está sozinho nessa. E se ainda não passou por nada parecido, saiba que a qualquer momento você pode viver isso e sentir na pele como é. E posso te garantir desde já que não é uma boa coisa. Diariamente, mais e mais pessoas tem acesso a internet. E com isso um mundo novo de possibilidades se abre. Orkut, MSN, e-mails, twitter&#8230; muitas são as formas que as pessoas têm para interagir.  E é preciso aprender a lidar com isso, já que provavelmente a ultima coisa que você quer é brigar com a pessoa que ta do seu lado. O principal aqui é ter em mente que qualquer exagero pode e deve ser prejudicial, seja nas reações ao descobrir novidades, seja nas atitudes tomadas frente a esse novo &#8220;problema&#8221; observado, seja no tempo que você disponibiliza para tudo isso. E para quem já vive na internet a mais tempo é fácil citar mais de um exemplo de relações que estremeceram (isso se não forem casos em que elas simplesmente acabaram) quando a internet passou a interferir diretamente nas prioridades de uma das partes.</p>
<h2>Quem é aquela vaca no orkut dele?</h2>
<p>Esqueça as reações exageradas. Amigos e amigas, mesmo que só virtuais, sempre vão existir. A diferença aqui é que você passa a ter acesso as conversas que normalmente ele tem quando você não está perto. E entenda que isso não é ruim. Aliás, isso é tão normal que você jamais deveria ficar pensando nisso como uma forma de agressão ao seu relacionamento ou coisa que o valha. Aceite que as pessoas tem amizades e que ninguém deve, sob hipótese alguma, viver apenas por um relacionamento. As pessoas tem vida própria. E sempre vai ser assim.</p>
<h2>Compartilhar as senhas de e-mail, MSN, orkut. Vale?</h2>
<p>Cada caso é um caso. Eu não me sentiria bem compartilhando minhas senhas com ninguém, tanto que não tenho o costume de fazer isso nem com amigos. O lance passa do patamar da confiança ai pra algo mais, é meio que abrir demais as suas coisas. Mesmo assim, se você estiver pronto pra isso e tiver com alguém do lado que pense o mesmo, sem problemas. O que não vale é forçar situações. E lembrar-se sempre de partir do princípio que se você tem confiança na pessoa, não precisa ficar encanada com certas coisas.</p>
<h2>As pessoas andam falando&#8230;</h2>
<p>Tenha em mente o seguinte: sempre vai ter alguém infeliz tentando estragar qualquer coisa bacana que encontre pela frente. Sempre. Antes de sair esculachando, pense bem: é real mesmo ou é apenas intriga da oposição? Seu parceiro/a está de fato aprontando mil e uma confusões ou o povo ta tentando cuidar demais da relação de vocês a ponto de inventar picuinhas mil? Nada que uma boa conversa não resolva, para que os pontos sejam colocados nos is. Conversas sempre serão a melhor opção.</p>
<p>Nunca esqueça o quanto você ama seu parceiro/a. E entenda que conversar com as pessoas não faz mal nem arranca pedaço. A internet tem um potencial enorme para que você fique preocupado apenas em investigar a vida alheia, ainda mais de alguém tão próximo de você. Confiança é e sempre será fundamental e se você tiver isso, não se preocupe com aquele scrap com tom maldoso. Você ta do lado de quem você ama e é isso o que vale no final.</p>
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<p><small>© Rafael R no <a href="http://www.diariodecasal.com.br">Diário de Casal</a>, 2009. |
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