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	<title>Diário de Casal &#187; distância</title>
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	<description>O melhor e o pior da vida a dois</description>
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		<title>Quando estar junto pressupõe estar longe</title>
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		<pubDate>Mon, 14 Jun 2010 14:52:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mayara Godoy</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Ficar longe da pessoa amada dói, mesmo que seja por um minuto, um dia, um mês&#8230; não importa o tempo, a saudade aperta, o coração parece bater mais triste. Porém, apesar de parecer padadoxal, muitas vezes ser companheiro significa estar longe da pessoa que amamos.
Porque o companheirismo não pressupõe apenas o contato físico, ficar grudadinhos, fazer tudo juntos. Sim, tudo isso é uma delícia. Mas, ser companheiro muitas vezes também quer dizer fazer sacrifícios pela pessoa amada — e pelo bem do casal. Um destes sacrifícios é ficar longe.
O companheirismo ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Ficar longe da pessoa amada dói, mesmo que seja por um minuto, um dia, um mês&#8230; não importa o tempo, a saudade aperta, o coração parece <a href="http://www.diariodecasal.com.br/wp-content/uploads/2010/06/98162206.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-909" style="border: 0pt none;margin: 5px 8px" src="http://www.diariodecasal.com.br/wp-content/uploads/2010/06/98162206-300x239.jpg" alt="" width="300" height="239" /></a>bater mais triste. Porém, apesar de parecer padadoxal, muitas vezes ser companheiro significa estar longe da pessoa que amamos.</p>
<p>Porque o companheirismo não pressupõe apenas o contato físico, ficar grudadinhos, fazer tudo juntos. Sim, tudo isso é uma delícia. Mas, ser companheiro muitas vezes também quer dizer fazer sacrifícios pela pessoa amada — e pelo bem do casal. Um destes sacrifícios é ficar longe.</p>
<p>O companheirismo reside na compreensão de que o outro precisa de um tempo para botar a vida em ordem, resolver problemas de ordem prática, cumprir compromissos nos quais você pode não estar incluído(a). Ser companheiro significa, entre outras coisas, ser compreensivo quando o outro precisa trabalhar até mais tarde, quando precisa abrir mão daquele tempo com você no fim de semana em prol de um projeto importante, quando precisa de tempo para estudar.</p>
<p>Mas, também, ser companheiro é aceitar que o outro, mesmo te amando, não vive apenas para você, e também precisa de um tempo para os amigos, para a família, para o cachorro, para lavar o carro.</p>
<p>Acredite: por mais que pareça insuportável a &#8220;ausência&#8221; da pessoa amada em situações como estas, muitas vezes é esse tempo individual que garante o bom andamento do relacionamento. Não se trata aqui — só para deixar claro — de afirmar que é necessário fazer tudo separados, mas, sim, de demonstrar a importância de atitudes compreensivas como estas quando se tem uma vida a dois (seja ela no namoro ou no casamento).</p>
<p>Ambos os lados precisam fazer concessões de vez em quando. E, sem o seu apoio, com a sua relutância, sabendo que você ficou triste, o outro não terá o mesmo ânimo em se dedicar aos seus afazeres pessoais. E isso desgasta a relação. Não deixe que o egoísmo tome conta do seu relacionamento.  Quem ama quer o bem do outro, e às vezes o &#8220;bem&#8221; requer sacrifícios. Pense nisso ;)</p>
<hr />
<p><small>© Mayara Godoy no <a href="http://www.diariodecasal.com.br">Diário de Casal</a>, 2010. |
<a href="http://www.diariodecasal.com.br/posts/quando-estar-junto-pressupoe-estar-longe/">Permalink</a> |
<a href="http://www.diariodecasal.com.br/posts/quando-estar-junto-pressupoe-estar-longe/#comments">4 comentários</a> |
Post tags: <a href="http://www.diariodecasal.com.br/posts/tag/ausencia/" rel="tag">ausência</a>, <a href="http://www.diariodecasal.com.br/posts/tag/compreensao/" rel="tag">compreensão</a>, <a href="http://www.diariodecasal.com.br/posts/tag/distancia/" rel="tag">distância</a>, <a href="http://www.diariodecasal.com.br/posts/tag/saudade/" rel="tag">saudade</a><br/>
</small></p>]]></content:encoded>
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		<title>Ele vai viajar, e agora?</title>
		<link>http://www.diariodecasal.com.br/posts/ele-vai-viajar-e-agora/</link>
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		<pubDate>Fri, 04 Jun 2010 16:20:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cadu</dc:creator>
				<category><![CDATA[Coisas dela]]></category>
		<category><![CDATA[Viagens]]></category>
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		<description><![CDATA[Hoje tivemos uma grande surpresa.
Recebemos a mensagem abaixo de uma leitora lá da terrinha, Portugal.
Bom, boa tarde!
Eu sou portuguesa e estou a passar por um mau momento. Namoro a 1 ano e 8 meses, um namoro especial em que o bom relacionamento é presença diária! Enfim, tudo corria bem até o meu namorado ir o mês de junho todo estagiar para fora. Meu Deus, parece que vou enlouquecer! Combinamos ligar dia sim dia não e ir mandando umas sms&#8217;s mas eu não estou a lidar muito bem com o assunto ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Hoje tivemos uma grande surpresa.<br />
Recebemos a mensagem abaixo de uma leitora lá da terrinha, Portugal.</p>
<blockquote><p>Bom, boa tarde!<br />
Eu sou portuguesa e estou a passar por um mau momento. Namoro a 1 ano e 8 meses, um namoro especial em que o bom relacionamento é presença diária! Enfim, tudo corria bem até o meu namorado ir o mês de junho todo estagiar para fora. Meu Deus, parece que vou enlouquecer! Combinamos ligar dia sim dia não e ir mandando umas sms&#8217;s mas eu não estou a lidar muito bem com o assunto estou muito ansiosa para que ele chegue e ainda hoje é o 2º dia.Tenho medo que algo de errado e o relacionamento acabe. Eu ate quis terminar porque achava que não ia ser capaz, mas ele deu-me força. Mas sinceramente começo a perder a esperança&#8230;este maldito tempo não passa, e depois choro, choro duas e três vezes seguidas, se não chorar rebento =(<br />
Aguardo uma ajudinha :)<br />
Beijinhos e parabéns a este site fantástico.<br />
S. &#8211; Portugal</p></blockquote>
<p><img class="alignleft size-medium wp-image-857" title="Ele vai viajar, e agora?" src="http://www.diariodecasal.com.br/wp-content/uploads/2010/06/84907409-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" />Que maravilha, temos leitores e leitoras além mar, ora pois.</p>
<p>Leitora S., quando a equipe do <strong>Diário de Casal</strong> recebeu sua mensagem, eu me identifiquei com ela. Vou explicar o porquê: namoro há <strong>aproximadamente dois anos</strong> e minha namorada viaja a trabalho pelo menos uma vez por ano. Essas viagens têm duração de aproximadamente três meses e sempre fora do Brasil. Isso mesmo, <strong>três meses no exterior</strong>.</p>
<p>A primeira viagem aconteceu quando tínhamos menos de seis meses de namoro, ela veio conversar comigo sobre o assunto e eu apoiei totalmente. Notei o quanto seria importante profissionalmente para ela aquela viagem e como seria uma boa experiência. Não me senti no direito de ser egoísta a ponto de atrapalhar a vida dela apenas por que eu a queria por perto.</p>
<p>Durante a viagem usamos recursos que vocês também podem usar. Quando vir algo especial que fez você se lembrar dele, saque o celular, tire uma foto e envie para ele. Abuse de contato por SMS e Internet, usem programas de voz e webcam sempre que possível. Durante as conversas pense que se você ficar reclamando o tempo todo ou cobrando porquê ele fez a viagem vai, no mínimo, deixá-lo sentindo-se culpado, e afinal você concordou com a viagem. Ao invés disso, prefira perguntar como está sendo a viagem, os lugares diferentes que ele está vendo, as pessoas que ele está conhecendo, as coisas que está aprendendo.</p>
<p>Uma boa dica é aproveitar o tempo que ele está longe para se dedicar ao sentimento que vocês compartilham, pense em <strong>escrever cartas</strong> enquanto ele está fora, depois entregue a ele quando voltar para que saiba como você se sentiu.</p>
<p>Sempre que temos um relacionamento dividimos nosso tempo com esse amor, e colocamos outras pessoas de nossa vida em segundo plano. Então aproveite a ausência dele para visitar e sair com as amigas que você tem menos contato ou as que você deixou de ver com tanta freqüência por conta do namoro.</p>
<p>Se você for uma moça mais ousada (e para a sorte do seu namorado eu torço para que seja), matricule-se em um curso de artes sensuais, strip-tease ou pole-dance e faça uma surpresa quando ele voltar. Passe em um sex shop e compre uma lingerie nova e mais quente. Óleos de massagem também é sempre uma ótima dica.</p>
<p>Você falou que tem “<em>um namoro especial em que o bom relacionamento é presença diária</em>”. É preciso atenção para um detalhe especial. Todo relacionamento precisa de um ingrediente muito delicado para evoluir: desafios! Sim, nenhum relacionamento (ou pessoa) cresce se não houver desafios e problemas para serem superados, é na distancia, nas discussões e na resolução das dificuldades que o relacionamento se fortifica.</p>
<p>Sei que é difícil ficar longe de quem a gente ama, mas pense nessa fase como um passo importante para reforçar os laços que unem vocês.</p>
<p>Outra coisa que me chamou a atenção em sua mensagem foi sua insegurança. Você acha que ele vai deixar de ser o que ele é ou que vai deixar de amá-la por causa de um mês longe? Sinceramente se ele for esse tipo de homem é até melhor que aconteça logo e você fique livre para partir para procurar alguém melhor.</p>
<p>Se o seu medo é ele aproveitar a &#8220;proteção&#8221; proporcionada pela distância para cometer uma traição, tenho más notícias para você, minha amiga lusitana: quem quer trair vai trair independentemente da distância, local ou hora. Não é a oportunidade que leva à traição, é o caráter.</p>
<p>Já falei em <a href="http://www.diariodecasal.com.br/posts/confianca/" target="_blank">outro texto</a> que se você divide a vida, pensamentos, planos, intimidade com outra pessoa, deve haver confiança, senão o relacionamento precisa ser repensado.</p>
<p>Não vou te falar que um mês passa rápido, um mês longe de quem a gente ama se arrasta de tão lento, sei como a saudade pode ser algo cruel que causa dor, mas se vocês passarem bem por essa etapa vão ter um relacionamento mais forte e saudável, e um relacionamento com esses atributos traz muito mais felicidade que qualquer momento de distância.</p>
<hr />
<p><small>© Cadu no <a href="http://www.diariodecasal.com.br">Diário de Casal</a>, 2010. |
<a href="http://www.diariodecasal.com.br/posts/ele-vai-viajar-e-agora/">Permalink</a> |
<a href="http://www.diariodecasal.com.br/posts/ele-vai-viajar-e-agora/#comments">11 comentários</a> |
Post tags: <a href="http://www.diariodecasal.com.br/posts/tag/distancia/" rel="tag">distância</a>, <a href="http://www.diariodecasal.com.br/posts/tag/email/" rel="tag">email</a>, <a href="http://www.diariodecasal.com.br/posts/tag/leitor/" rel="tag">leitor</a>, <a href="http://www.diariodecasal.com.br/posts/tag/portugal/" rel="tag">portugal</a>, <a href="http://www.diariodecasal.com.br/posts/tag/relacionamento/" rel="tag">Relacionamento</a>, <a href="http://www.diariodecasal.com.br/posts/tag/viagem/" rel="tag">viagem</a><br/>
</small></p>]]></content:encoded>
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		<title>Eu aceitei namorar um galinha de carteirinha</title>
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		<pubDate>Fri, 16 Apr 2010 12:22:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Participante Avulso</dc:creator>
				<category><![CDATA[Especial]]></category>
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		<category><![CDATA[compromisso]]></category>
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		<description><![CDATA[Tempos atrás, eu tinha pensado em criar uma nova categoria de posts, aqueles que fossem enviados pelos leitores daqui. Esse post é uma espécie de teste pra isso, e você que ler até o final vai entender porque exatamente ESSE foi o escolhido. Se tiver uma história curiosa, engraçada ou que precise muito compartilhar, em breve você vai ter o seu espaço aqui.
A equipe deseja felicidades a Thaise, por viver uma história tão bacana e curiosa quanto essa.
Rafael R
*********************************************************************
Por: Thaise Pregnolatto
Conheci o Gustavo logo que voltei da Itália – e ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Tempos atrás, eu tinha pensado em criar uma nova categoria de posts, aqueles que fossem enviados pelos leitores daqui. Esse post é uma espécie de teste pra isso, e você que ler até o final vai entender porque exatamente ESSE foi o escolhido. Se tiver uma história curiosa, engraçada ou que precise muito compartilhar, em breve você vai ter o seu espaço aqui.</p>
<p>A equipe deseja felicidades a Thaise, por viver uma história tão bacana e curiosa quanto essa.</p>
<p>Rafael R</p>
<p>*********************************************************************</p>
<p><em>Por: Thaise Pregnolatto</em></p>
<p>Conheci o Gustavo logo que voltei da Itália – e deixei o protagonista de uma pseudo-história de amor além-mar por lá.</p>
<p>Voltei bastante deprimida e durante um tempo não saí de casa. Nem para ir à faculdade. Mesmo assim, decidi que precisava ocupar meu tempo para não pensar no tal italiano. Entrei em uma rede social cujo objetivo è promover o ensino de línguas entre as pessoas. Decidi estudar francês e logo conheci um mineiro que, em troca das correções das minhas lições de francês, pediu umas aulinhas de italiano. Não me lembro bem, mas acho que a iniciativa de adicioná-lo ao MSN foi minha. Nos falamos no chat do site e eu gosto do MSN porque fecho as janelas enquanto leio coisas aleatórias na internet&#8230; De qualquer forma, lembro-me que gostei da foto dele. Ele parecia bonitão. Além do mais, gostava de viajar pelo mundo tanto quanto eu&#8230; e um xaveco básico pelo MSN provavelmente faria bem!</p>
<p>Logo na primeira vez em que conversamos, ele me disse que estava de mudança para o Canadá, aguardando só os trâmites legais do consulado, que deveriam sair no prazo máximo de um ano.  Num determinado momento, ele diz que acha que  eu sou muito legal e que deveria me mudar para o Canadá com ele. Poderíamos nos casar e criar filhos poliglotas por lá&#8230; Em diversos outros momentos, ele falou de casamento. Convidou-me para ir à Minas Gerais diversas vezes, passar um final de semana na casa dos pais dele em Lagoa Santa&#8230; Já entendi aí o quanto o cara era galinha, mas ainda não tinha captado o quanto! Nem por um segundo eu levei o cara a sério. Para mim (e para ele) era só o mais puro xaveco&#8230; dos mais baratos de todos os tempos! Passamos vários meses assim, entre conversinhas e conversonas&#8230; eventuais SMS, algumas (poucas) ligações de vez em nunca&#8230; e praticamente perdemos o contato.</p>
<p>De repente, não mais do que repente, uma mensagem no MSN depois de outros tantos meses em que ficamos sem conversar: ele viria para São Paulo no final daquela semana, para fazer uma entrevista de emprego na segunda! Eu disse que tudo bem, que poderíamos sair no domingo e eu o ensinaria a chegar no tal local da entrevista na segunda, se ele prometesse nem tentar ficar comigo – eu realmente tinha na minha cabeça de maneira bem clara que a coisa mais estúpida que eu poderia fazer era me apaixonar – de novo &#8211;  por alguém que morasse longe de casa. Fui buscá-lo na rodoviária e ele me viu primeiro. Ficou parado na minha frente, me olhando e sorrindo. Foi assim que o vi quando virei. Ele me deu um abraço apertado e cheirou meu cangote. Arrepiei.</p>
<p>Fomos até um shopping, onde eu havia deixado meu carro. No caminho, ele foi abraçadinho comigo, como se fossemos namorados, mas sem me beijar – como eu havia pedido e já arrependida obviamente a essas alturas&#8230; Chegando no estacionamento, ficamos com os rostos muito próximos. Ele jura de pé junto que fui eu que o beijei, mas não consigo me imaginar fazendo isso. De qualquer forma, estava falando com ele em um momento e no outro estávamos nos beijando&#8230; Foi romântico. Ele me abraçou e me ergueu no ar. Ficou o tempo todo fazendo carinho no rosto&#8230; Passamos o dia juntos e nesse meio tempo ele me contou que havia terminado um namoro há umas duas semanas, que havia namorado várias vezes e traído todas as namoradas, que namorava já na época em que ficava me chamando para ir à Minas&#8230;</p>
<p>Era muita informação junta, minha cabeça começou a rodar. “<em>Bom</em>” – pensei – “<em>não pretendo mesmo namorá-lo nem nada do tipo&#8230;</em>”. De repente, não mais que de repente, no meio da Avenida Paulista ele diz que eu sou a mulher da vida dele e me pede em namoro. Eu não sabia se eu explodia de rir ou se perguntava se ele tinha algum problema mental! “<em>Você simplesmente me esqueceu de tudo que acabou de me contar?</em>” -, eu disse. “<em>De fato, você não tem nenhum motivo para acreditar que eu estou apaixonado por você e que eu simplesmente sei que tenho que passar minha vida com você. Eu vou fazer por merecer. Eu vou te provar que você pode confiar em mim&#8230;</em>”, ele falou. Na verdade, eu não estava lá muito preocupada. De tantas besteiras que ouvi de homens por aí, essa seria só mais uma&#8230;</p>
<p>Por algum motivo, o coração doeu na hora de deixá-lo sozinho por São Paulo e na hora de me despedir porque ele voltaria para BH&#8230; Passamos duas semanas conectados 24 horas. Skype, MSN, telefone, celular&#8230;a saudade crescendo&#8230; e eu não podia deixar de perceber que certas coisas haviam mudado muito. Num sábado a tarde, ouvi o Gustavo dizer aos amigos que não ia descer para o bar porque estava falando comigo. Se alguém aí sabe o que é um bar para um mineiro, entenderá o que estou dizendo&#8230; </p>
<p>Eu entraria de férias em alguns dias e num momento de loucura, comprei duas passagens para BH. Eu, que ODEIO avião, ficaria lá uma semana e teria de voar duas vezes para isso. Foi provavelmente a melhor semana da minha vida. Não nos desgrudamos nem por um segundo. Ele me apresentava para todos dizendo que eu era “<em>a mulher da vida dele</em>” ou “<em>a futura esposa</em>”. Quando perguntavam se a gente estava namorando, ele dizia que “<em>ainda não tinha conseguido me convencer</em>”. Acho que a surpresa sincera dos amigos era das coisas que eu mais gostava e que me davam segurança&#8230;</p>
<p align="center"><img src="http://www.diariodecasal.com.br/wp-content/uploads/2010/04/praca.jpg" alt="Praça do Papa"><br />
<em>Toda essas luzes foram testemunhas&#8230;</em></p>
<p>No final de semana fomos a Ouro Preto com a irmã e o irmão dele. Num determinado momento, a irmã dele solta sem querer: “<em>Ah, então me fala isso agora porque eu nunca mais vou te ver mesmo</em>” e aí eu surtei. Talvez ela tivesse razão. Talvez isso fosse o Gustavo. Conversamos muito naquela noite – que também foi a noite da nossa primeira briga. No final, ele abraçou as minhas pernas, olhou para mim com lágrima no olho e disse: &#8220;<em>- Eu vou mudar para São Paulo! Vou arrumar um emprego por lá e vou ficar do seu lado todo dia da minha vida&#8230;</em>&#8220;. Eu fiquei sem fala. Passada a discussão, eu ainda não sabia se poderia acreditar nisso também. De volta a BH e ao nosso roteiro de badalação, ele disse para eu me arrumar porque íamos sair. Era minha última noite em BH. Coloquei uma blusa de renda preta, salto&#8230; e caprichei do jeito que a gente só faz quando quer. Como ele não dirige, fomos de ônibus. E de repente eu me pego subindo um morro com meu saltão e meu sapato novíssimo. Segunda briga. &#8220;<em>-Caramba, onde estamos indo???? É bom que esse bar valha muito a pena&#8230;</em>&#8220;. Eu não me lembro exatamente o quê, mas sei que falei, reclamei, jurei de morte enquanto subia. Ele em silêncio. De repente, não mais  que repente, me virou para olhar o que estava atrás de mim: BH inteira. Estávamos sozinhos na Praça do Papa, com BH noturna lá embaixo de testemunha. Cena linda. Fiquei sem palavras. Ele me abraçou por trás e começou a falar no meu ouvido. &#8220;<em>-Eu te amo</em>&#8221; – eu disse. E claro que além disso, aceitei namorá-lo. Naquele momento, uma certeza estranha brotou em mim. Daquelas que a gente não consegue explicar. Vivemos uns meses de ponte aérea, mas logo depois ele estava em São Paulo – de mala e cuia como prometera – deixando todinha a vida dele para trás. E uma nova vida comigo pela frente. 2 meses depois compramos nosso apartamento. Agora, enquanto esperamos ficar pronto, pensamos na nossa festa de casamento. </p>
<p>Não é que o mineirinho, no final das contas, tinha razão?</p>
<p>*********************************************************************</p>
<p><em>Tem uma história divertida ou inusitada que queira dividir conosco? Entre em <a href="http://www.diariodecasal.com.br/contato">contato</a> e envie seu relato</em>.</p>
<hr />
<p><small>© Participante Avulso no <a href="http://www.diariodecasal.com.br">Diário de Casal</a>, 2010. |
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Post tags: <a href="http://www.diariodecasal.com.br/posts/tag/amor/" rel="tag">amor</a>, <a href="http://www.diariodecasal.com.br/posts/tag/compromisso/" rel="tag">compromisso</a>, <a href="http://www.diariodecasal.com.br/posts/tag/distancia/" rel="tag">distância</a>, <a href="http://www.diariodecasal.com.br/posts/tag/galinha/" rel="tag">galinha</a>, <a href="http://www.diariodecasal.com.br/posts/tag/minas-gerais/" rel="tag">minas gerais</a>, <a href="http://www.diariodecasal.com.br/posts/tag/namoro/" rel="tag">namoro</a>, <a href="http://www.diariodecasal.com.br/posts/tag/sao-paulo/" rel="tag">são paulo</a><br/>
</small></p>]]></content:encoded>
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		<title>Romance 2.0</title>
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		<pubDate>Tue, 30 Mar 2010 17:26:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>JoiceViana</dc:creator>
				<category><![CDATA[Histórias]]></category>
		<category><![CDATA[Relacionamento]]></category>
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		<category><![CDATA[início de namoro]]></category>
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		<description><![CDATA[Olá, pessoas! É o seguinte: tô ali na lista dos membros da equipe do blog já faz um tempo e nunca escrevo, né? Shame on me. O problema é que eu sou 5º dan em procrastinação, mas prometo tomar vergonha na cara e postar com frequência. Acho que uma boa maneira de começar é contar pra vocês como eu saí do time dos solteiros e vim parar aqui&#8230;
Fiz uma conta no Twitter no final de 2008, por insistência sugestão da nossa querida Rose Carreiro. Meu namorado na época era do ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-555" title="Romance 2.0" src="http://www.diariodecasal.com.br/wp-content/uploads/2010/03/84429917.jpg" alt="" width="304" height="202" />Olá, pessoas! É o seguinte: tô ali na lista dos membros da equipe do blog já faz um tempo e nunca escrevo, né? Shame on me. O problema é que eu sou 5º dan em procrastinação, mas prometo tomar vergonha na cara e postar com frequência. Acho que uma boa maneira de começar é contar pra vocês como eu saí do time dos solteiros e vim parar aqui&#8230;</p>
<p>Fiz uma conta no <a href="http://twitter.com/JoiceViana" target="_blank">Twitter</a> no final de 2008, por <span style="text-decoration: line-through;">insistência</span> sugestão da nossa querida Rose Carreiro. Meu namorado na época era do tipo ciumento patológico e odiava redes sociais, especialmente aquelas das quais eu participava, então eu me mantinha low profile e não dava muita atenção pra essas coisas, na nobre intenção de evitar atritos.</p>
<p>Uns meses depois decidi dar um basta naquele relacionamento e, com tempo sobrando, passei a dar mais atenção pro meu <span style="text-decoration: line-through;">diário pessoal online </span>blog e também para as redes sociais das quais eu participava, especialmente o Twitter. Num belo e ensolarado dia de janeiro de 2009 &#8211; ok, não lembro como estava o clima no dia, mas em se tratando de Petrópolis, é bem provável que estivesse chovendo &#8211; chegou na minha caixa de entrada do Gmail a notificação <em>&#8220;Fernando Tucori is now following you on twitter&#8221;</em>.</p>
<p>Logo, logo o Fê começou a comentar os meus posts no blog e começamos a conversar via Gtalk, MSN, SMS e afins. Ele acabou se tornando uma espécie de confidente, alguém com quem eu me sentia a vontade para falar sobre tudo, mesmo o conhecendo tão pouco. Claro que ele me parecia inteligente, interessante e tudo, mas o que me fisgou mesmo foi o bom humor dele. Homem bem humorado, né gente, onde é que se já se viu? Naquela época viviam aparecendo stalkers malucos nas minhas redes, mas sabe-se lá por que diabos, ele nunca me causou essa impressão&#8230; Mentira, devo ter considerado essa hipótese sim, mas mesmo que ele fosse um stalker doido, eu bem que estava gostando de ser seguida.</p>
<p><em>Intrusão do marido: </em>Você me perguntou, antes de vir a São Paulo pela primeira vez: &#8220;Tem certeza que você não vai me picar em pedacinhos e guardar no freezer?&#8221; e eu respondi &#8220;Existem outros meios de conservar você do meu lado pra sempre&#8221;.</p>
<p><em>Nota da autora:</em> Na verdade eu lembro de ter me preocupado com a integridade dos meus rins, diante da possibilidade de acordar numa banheira de hotel cheia de gelo, com um corte nas costas. Prossigamos&#8230;</p>
<p>Após alguns meses de conversa decidimos nos ver. Eu queria ter o controle da situação e preferi vir pra São Paulo, desencorajando o rapaz a ir a Petrópolis, meu território, onde naturalmente eu estaria mais exposta. Tudo pronto pra viajar, mala feita, depilação em dia (nunca se sabe, né?) e ansiedade a mil, eis que minha mãe, uma jovem senhora de 46 anos, enfarta. Enfartou bonito, de ficar em UTI, fazer cirurgia para colocação de stents e o escambau. Os planos de viajar obviamente foram por água abaixo, mas eu prometi que o encontro aconteceria logo que minha mãe estivesse fora de perigo.</p>
<p>Passado o perengue, lá estava eu no terminal Tietê, com o orifício anal na mão (não literalmente, claro), pronta para encontrá-lo. Eu, que vivia prometendo visitas aos meus amigos de outras cidades, mas nunca ia (nada pessoal, gente), tinha acabado de enfrentar seis horas de bunda quadrada num ônibus sacolejante pra encontrar aquele cara, pra quem eu já havia admitido, cheia de vergonha, numa janelinha de MSN:</p>
<p>&#8220;Acho que estou gostando de você.&#8221;</p>
<p>Continua&#8230;</p>
<hr />
<p><small>© Joice Viana no <a href="http://www.diariodecasal.com.br">Diário de Casal</a>, 2010. |
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</small></p>]]></content:encoded>
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		<title>O dia em que perdi meu coração&#8230; (parte 2)</title>
		<link>http://www.diariodecasal.com.br/posts/o-dia-em-que-perdi-meu-coracao-parte-2/</link>
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		<pubDate>Wed, 10 Feb 2010 00:06:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Diogo Batalha</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Após sete meses de tentativas para conhecer aquela menina, que, se me perguntassem, eu diria ser um anjo desasado, lá estava eu, com a janela dela aberta em meu MSN. A primeira conversa foi breve e bastante sem jeito. Ela foi bem receptiva e me tratou super bem (mesmo sem ter ideia dos sete meses de espera e da promessa maluca que eu tinha feito).
A partir daí fomos nos falando bastante e, por ironia do destino (ou não) nos entendíamos mais do que Batman e Robin, Zezé di Camargo e ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.diariodecasal.com.br/posts/o-dia-em-que-perdi-meu-coracao-parte-1/">Após sete meses de tentativas </a>para conhecer aquela menina, que, se me perguntassem, eu diria ser um anjo desasado, lá estava eu, com a janela dela aberta em meu MSN. A primeira conversa foi breve e bastante sem jeito. Ela foi bem receptiva e me tratou super bem (mesmo sem ter ideia dos sete meses de espera e da promessa maluca que eu tinha feito).</p>
<p>A partir daí fomos nos falando bastante e, por ironia do destino (ou não) nos entendíamos mais do que Batman e Robin, Zezé di Camargo e Luciano, Rosa e Rosinha, ou qualquer um desses casais famosos que a gente vê pela mídia. O que não facilitava em nada a minha situação. Lá estava eu, falando com a garota mais adorável do mundo e não podia dizer para ela o que eu sentia por causa de uma promessa idiota.</p>
<p>Tirando a promessa de &#8220;nunca mais bebo na minha vida&#8221;, geralmente eu costumo cumprir as que faço. Tem algo a ver com a babaquice de &#8220;questão de honra&#8221; que os japoneses tanto prezam e eu apoio. E eu cumpri a minha promessa&#8230; quase. Mas, ora bolas, eu esperei sete meses para receber seu MSN e mais sete me segurando tanto quanto alguém de bexiga cheia pode se segurar antes de fazer xixi nas calças na fila da porta do banheiro (acho que já perceberam que eu adoro analogias, não é?). Daria para nascer dois bebês prematuros nesse intervalo de tempo, então já era hora de quebrar a promessa e parar de evitar o inevitável. O prazo que eu tinha prometido era de 1 ano. Resisti mais sete meses, desde que a conheci, até o dia do aniversário dela, em que eu perguntei &#8220;Quer namorar comigo?&#8221;, mesmo sem nunca tê-la visto, mas sabendo que isso era questão de tempo.</p>
<p>SIM!&#8230; ela disse SIM!</p>
<p>*Favor inserir imagem de fogos estourando num céu noturno aqui*</p>
<p>Tá. E agora? Bem, agora corre até aqueles pampas gaudérios e vai beijar a menina, rapaz! (O que? Sério? Achavam que ia acabar assim tão fácil?)</p>
<p>Infelizmente, quando ela me disse o &#8220;sim&#8221; mais primoroso que eu já havia ouvido alguém dizer, eu era um reles estudante de Publicidade que nunca tinha sequer estagiado de verdade. Como diabos eu ia fazer para atravessar meio país para ver a minha musa?</p>
<p>Mas sabem como é, não é? O sábio Nelson Rodrigues dizia que “todos precisamos de um pouco de sorte, pois, sem ela, não tomamos nem um Chicabon. Pode-se engasgar com o palito ou ser atropelado pela carrocinha de sorvete.”</p>
<p>Há meses eu havia me inscrito para estágio na Petrobrás (te amo, governo) e nunca tinha recebido sequer um &#8220;oi&#8221;. Até que numa tarde me ligaram para uma entrevista no setor de Publicidade de lá. E sim, eu consegui o estágio (meus olhinhos são irresistíveis e tal). Estava agora, apto a pagar uma passagem de avião até lá e beijar a menina, finalmente.</p>
<p>(O que? Sério? Achavam que ia acabar assim tão fácil?)</p>
<p>Meus primeiros pagamentos foram devidamente economizados e, em seguida, devidamente surrupiados pela minha mãe. Sim, ela precisava de algum e eu era o único apto a emprestar. Após três meses de Petrobrás, eu tinha voltado à estaca zero (Literalmente. Esse era o valor do saldo da minha conta). E o pior, meu contrato de estágio estava em iminência de terminar. Fazia exatos um ano e cinco meses entre eu ver a foto dela pela primeira vez, pedi-la em namoro, conseguir dinheiro para ir vê-la e ficar sem todo esse dinheiro.</p>
<p>Mas, ei! Como eu disse no começo do outro post, “essa é uma história de amor. Ela fala sobre ter, dar, compartilhar, receber e ter paciência.” E como diz <a href="http://www.tiosam.net/Biblia/biblia.asp?livro=46&amp;capitulo=13&amp;NomeLivro=I%20Cor%C3%ADntios">Coríntios 13, versículo 7</a>:</p>
<p><em>O amor tudo sofre, tudo crê, tudo espera e tudo suporta&#8230;</em></p>
<p>Nem que eu tivesse que atravessar 1500 km a pé, eu deixaria de ver aquela guria&#8230;</p>
<p>(continua)</p>
<hr />
<p><small>© Diogo Batalha no <a href="http://www.diariodecasal.com.br">Diário de Casal</a>, 2010. |
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</small></p>]]></content:encoded>
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		<title>O dia em que perdi meu coração&#8230; (parte 1)</title>
		<link>http://www.diariodecasal.com.br/posts/o-dia-em-que-perdi-meu-coracao-parte-1/</link>
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		<pubDate>Mon, 08 Feb 2010 19:56:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Diogo Batalha</dc:creator>
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		<description><![CDATA[No meu primeiro texto aqui no Diário de Casal, nada mais justo do que eu contar para vocês o dia em que me acasalei (da definição “reunir-se em casal”, não “procriar”. Isso fica para depois).
Devo previnir-lhes que essa história é um tanto quanto diferente (e longa, por isso dividirei em duas partes). Não daria nenhum filme de romance, há quem ache ela fofa, há quem ache doideira e há quem não ache nada. Mas, antes de tudo, é uma história de amor. Ela fala sobre ter, dar, compartilhar, receber e ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>No meu primeiro texto aqui no Diário de Casal, nada mais justo do que eu contar para vocês o dia em que me acasalei (da definição “reunir-se em casal”, não “procriar”. Isso fica para depois).</p>
<p>Devo previnir-lhes que essa história é um tanto quanto diferente (e longa, por isso dividirei em duas partes). Não daria nenhum filme de romance, há quem ache ela fofa, há quem ache doideira e há quem não ache nada. Mas, antes de tudo, é uma história de amor. Ela fala sobre ter, dar, compartilhar, receber e ter paciência.</p>
<p>Começando pelo começo. A primeira vez que vi minha namorada eu estava no msn, teclando com uma amiga minha. Ela falava de forma empolgada do namoro dela com um menino do Rio Grande do Sul (eu e ela, minha amiga, moravamos no RJ nessa época) e começou a me mostrar fotos da última viagem que fez até o RS para vê-lo. E lá, no meio daquelas fotos meio bobas, estava ela. A menina mais bonita que eu jamais tinha visto na vida. Se eu fosse tentar descrever como eu me senti ao ver aquela foto, eu usaria um textículo do Shakespeare (vejam bem, textículo com X. O com S eu nunca vi) que diz:</p>
<p><em> </em></p>
<p><em>Se eu pudesse descrever a beleza dos teus olhos<br />
e com novos números enumerar as tuas graças,<br />
as eras vindouras iriam dizer:</em></p>
<p><em>&#8220;Este poeta mente!<br />
toques assim celestiais, nunca tocaram rostos mortais.&#8221;</em></p>
<p>Implorei para minha amiga me apresentar àquela garota (que era cunhada dela, na ocasião). Para minha tristeza tomei um retumbante “não”, justificado por ela pelos seguinte motivos:</p>
<p>1-     O namorado dela tinha ciúmes grande das irmãs e isso poderia trazer problemas para ela (minha amiga, não a irmã dele).</p>
<p>2-     A menina em questão era nada menos que oito anos mais nova do que eu.(Não parecia. Juro!)</p>
<p>Sim, senhoras e senhores. Meu primeiro amor-à-primeira-vista estava fadado a se tornar amor platônico, por esses motivos. Sorte do amor que ele escolheu para flechar alguém cabeça-dura (que era, e ainda sou, eu).</p>
<p>Passei aproximadamente pouco mais de sete meses na cola dessa minha amiga implorando um “por favor, me apresente sua cunhada” e ouvindo seguidos “não”. Por sete meses. Foi a maior coleção de “nãos” que eu já ouvi, e sequer eram da garota, eram apenas da intermediária dela.</p>
<p>Até que um dia, quando ela já estava meio de saco-cheio e o namoro dela estava na eminência de ir para o saco (nunca tinha notado como os sacos foram fundamentais para o meu final feliz. Menos o do Shakespeare) recebi um “sim”, sobre uma condição:</p>
<p>“Você não pode namorar com ela, porque ela é muito nova. Tem que esperar um ano ou dois, até ela ficar mais velha”.</p>
<p>E pra alegria geral da nação do hospício, eu fiz essa loucura e aceitei a condição. Como prêmio, ganhei o endereço do MSN daquela menina , que morava no RS e eu vi apenas através de uma fotografia 7 meses atrás.</p>
<p>Agora viria a parte de verdade, que começou após a janelinha dela subir e eu receber um “oi”. Eu tinha dois anos de espera até poder pedi-la em namoro&#8230;</p>
<p>(continua)</p>
<hr />
<p><small>© Diogo Batalha no <a href="http://www.diariodecasal.com.br">Diário de Casal</a>, 2010. |
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</small></p>]]></content:encoded>
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		<title>Namoro à distância: pulando fases</title>
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		<pubDate>Thu, 28 Jan 2010 15:59:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rose Carreiro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Especial]]></category>
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		<category><![CDATA[namoro]]></category>

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		<description><![CDATA[Um dos textos mais comentados do Diário de Casal é o que fala sobre o namoro à distância. Eu já fui contra esse tipo de relacionamento, inclusive comentei o texto na época em que ainda era solteira. Mas, por ironia do destino, acabei caindo de amores pelo Rogers, meu futuro noivo, que mora a mais de mil quilômetros de mim. E a distância tem nos feito mudar de planos e acelerar um pouco um processo que demoraria bem mais caso morássemos na mesma cidade.
Bem, ocorre que como eu e ele ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Um dos textos mais comentados do Diário de Casal é o que fala sobre o <a href="http://www.diariodecasal.com.br/posts/dicas-como-encarar-o-namoro-a-distancia/">namoro à distância</a>. Eu já fui contra esse tipo de relacionamento, inclusive comentei o texto na época em que ainda era solteira. Mas, por ironia do destino, acabei caindo de amores pelo Rogers, meu futuro noivo, que mora a mais de mil quilômetros de mim. E a distância tem nos feito mudar de planos e acelerar um pouco um processo que demoraria bem mais caso morássemos na mesma cidade.</p>
<p>Bem, ocorre que como eu e ele trabalhamos durante a semana e a viagem é um tanto demorada (entre deslocamento pro aeroporto e conexões, são gastas umas oito horas), além de cara, a gente acaba passando uns poucos dias juntos por mês. É claro que nos falamos por telefone, MSN, carta, SMS, e tudo o que for possível diariamente. Mesmo assim, pra quem quer manter esse tipo de namoro, há de se ter em mente que em dado momento um dos dois vai ter de deixar a vida em sua cidade pra se juntar ao outro. Pra nós, o momento chegou.</p>
<p>Pra casais que moram na mesma cidade, fica mais fácil considerar a convivência, e muitos até acabam se acomodando com a vida de namoro. Mas quando a distância pesa, as coisas ficam mais sérias, e foi o que aconteceu comigo. Alguns acham que somos loucos, que estamos precipitados e tal. E há também quem diga que sou corajosa. A exemplo da minha amiga e também membro do DdC, a senhora Joice Viana, depois de poucos meses – na verdade, quatro – resolvi ir embora de Petrópolis pra morar com o meu namorado. A princípio, eu tentei segurar um pouco mais a onda e prender o Rogers por mais um tempo antes de tomar a decisão de ir pra Londrina. Mas depois de tantos esforços dele pra me levar pra lá, e diante da dificuldade que é ficar sozinha por tanto tempo, ruminei a proposta de ‘casamento’ e em breve estarei partindo.</p>
<p>Sei que é pouco tempo, sei que vou pra uma cidade onde não conheço ninguém além dele e sua família, e estou indo sem trabalho. Vários motivos me impediriam de ir agora  se eu usasse apenas a razão. Acontece que às vezes o coração é quem manda, por isso eu decidi tentar. Ademais, conheço várias histórias parecidas cujos casais permanecem juntos até hoje, e acredito que comigo não será diferente. Independente do tempo de namoro, o que mais me importa hoje é o amor, a cumplicidade, o respeito e a vontade de seguirmos juntos nossas vidas.</p>
<p>Portanto, fiquem sabendo que em breve estarei noiva e, ainda este ano, casada oficialmente. E tinha lugar melhor pra contar isso senão aqui?</p>
<hr />
<p><small>© Rose Carreiro no <a href="http://www.diariodecasal.com.br">Diário de Casal</a>, 2010. |
<a href="http://www.diariodecasal.com.br/posts/namoro-a-distancia-pulando-fases/">Permalink</a> |
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Post tags: <a href="http://www.diariodecasal.com.br/posts/tag/casamento/" rel="tag">Casamento</a>, <a href="http://www.diariodecasal.com.br/posts/tag/distancia/" rel="tag">distância</a>, <a href="http://www.diariodecasal.com.br/posts/tag/namoro/" rel="tag">namoro</a><br/>
</small></p>]]></content:encoded>
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		<title>E Namoro por Internet, Dá certo?</title>
		<link>http://www.diariodecasal.com.br/posts/e-namoro-por-internet-da-certo/</link>
		<comments>http://www.diariodecasal.com.br/posts/e-namoro-por-internet-da-certo/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 19 Oct 2009 15:21:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luana Hazine</dc:creator>
				<category><![CDATA[Coisas dela]]></category>
		<category><![CDATA[Histórias]]></category>
		<category><![CDATA[Relacionamento]]></category>
		<category><![CDATA[distância]]></category>
		<category><![CDATA[internet]]></category>
		<category><![CDATA[namoro a distância]]></category>
		<category><![CDATA[namoro pela net]]></category>

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		<description><![CDATA[Há alguns anos o acesso à Internet se tornou popular e com isso nasceram os primeiros sites de relacionamento.
Me lembro até hoje quando aos 12 anos eu ganhei meu primeiro computador e mal sabia ligá-lo. Logo na sequencia descobri a Internet e com ela as famosas “salas de bate papo”.
Naquele tempo, havia muito medo das pessoas em entrar neste tipo de site e conhecer gente nova, pois, na maioria das vezes as pessoas do outro lado da tela, contavam mentiras sobre seu tipo físico, pensamentos, se passavam por pessoas que ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Há alguns anos o acesso à Internet se tornou popular e com isso nasceram os primeiros sites de relacionamento.</p>
<p>Me lembro até hoje quando aos 12 anos eu ganhei meu primeiro computador e mal sabia ligá-lo. Logo na sequencia descobri a Internet e com ela as famosas “salas de bate papo”.</p>
<p>Naquele tempo, havia muito medo das pessoas em entrar neste tipo de site e conhecer gente nova, pois, na maioria das vezes as pessoas do outro lado da tela, contavam mentiras sobre seu tipo físico, pensamentos, se passavam por pessoas que não eram elas mesmas e quando havia (isso depois de meses de conversa claro) o primeiro encontro, vinha a decepção. <strong>NÃO ERA NADA DAQUILO</strong>.</p>
<p>É claro que nem em todos os casos eram assim. Muita gente era sincera, acabava criando uma afinidade virtual, uma amizade e até algo mais.</p>
<h2>OS TEMPOS SÃO OUTROS</h2>
<p>Hoje em dia, todo mundo está muito mais familiarizado com a vida virtual, estes sites de bate papo e redes de relacionamento estreitam a distância entre as pessoas e isso faz com que nós todos tenhamos mais facilidade em identificar o nível de “verdade” da conversa.</p>
<p>É muito comum as pessoas procurarem na net, uma companhia, uma nova amizade e nesse contexto, sempre acaba rolando “algo a mais”.</p>
<p>Existem milhões de casos de casais que já são até casados e tem família que se conheceram desta forma.</p>
<p>É muito importante você ser sempre o mais sincero possível. Porque se for pra outra pessoa gostar de você, que seja do jeito que você realmente é.</p>
<p>Mostre seus gostos musicais, seus pensamentos, sua visão de vida (isso sempre ajuda você a identificar se a pessoa tem gostos parecidos e se vai haver afinidade entre vocês).</p>
<p>Conforme o tempo passa você percebe se a pessoa é confiável, começa a ter um papo mais íntimo, contar da sua vida, trocar telefones e por aí a coisa vai rolando.</p>
<h2>MAS E AÍ? DÁ CERTO OU NÃO DÁ?!</h2>
<p>Eis a granade questão. Cada um tem um jeito de encarar esse tipo de relacionamento. Há quem saiba levar como se fosse um namoro comum, com conversas, risadas, brigas, ciúmes e tem quem não consiga de jeito nenhum. Eu já tive 3 namoros por internet. 2 por conta da distância (mas, eu os conhecia pessoalmente) e outro por que o conheci na internet e porque o cara morava muitooo longe (era da Europa).</p>
<p>Pra quem sabe levar, consegue manter a confiança, e até tem a sorte de um dia conseguir conhecer pessoalmente, o namoro pela internet dá certo SIM. Pra quem já tem uma certa preguiça de logar todo dia em nome do amor, a melhor opção é continuar no método tradicional.</p>
<p>Todo mundo um dia encontra um grande amor e cabe a vocês fazer dar certo, seja na vida real ou na virtual.</p>
<hr />
<p><small>© hazine no <a href="http://www.diariodecasal.com.br">Diário de Casal</a>, 2009. |
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</small></p>]]></content:encoded>
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		<title>Dicas: Como encarar o namoro a distância [2] – O panorama feminino!</title>
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		<pubDate>Tue, 02 Jun 2009 15:24:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luana Hazine</dc:creator>
				<category><![CDATA[Coisas dela]]></category>
		<category><![CDATA[Relacionamento]]></category>
		<category><![CDATA[amor]]></category>
		<category><![CDATA[ciúme]]></category>
		<category><![CDATA[distância]]></category>
		<category><![CDATA[inseguranca]]></category>
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		<description><![CDATA[Olá pessoas, este é meu primeiro post aqui no Diário e pra marcar a estréia vou falar, ou melhor, continuar a falar sobre este tema tão polêmico que é o namoro a distância. Coincidentemente ou não, exatamente a partir de hoje eu começo a entrar num relacionamento deste tipo! Pois é, justamente no ápice da paixão, no maior encanto dos 6 meses de namoro, meu namorado teve que se mudar para Londres.
É bem difícil, principalmente para as mulheres, seguir todas as dicas que o Rafa nos deu no post anterior, ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="padding-left: 30px;">Olá pessoas, este é meu primeiro post aqui no Diário e pra marcar a estréia vou falar, ou melhor, continuar a falar sobre este tema tão polêmico que é o <a href="http://www.diariodecasal.com.br/posts/dicas-como-encarar-o-namoro-a-distancia/">namoro a distância</a>. Coincidentemente ou não, exatamente a partir de hoje eu começo a entrar num relacionamento deste tipo! Pois é, justamente no ápice da paixão, no maior encanto dos 6 meses de namoro, meu namorado teve que se mudar para Londres.</p>
<p>É bem difícil, principalmente para as mulheres, seguir todas as dicas que o <a href="http://www.diariodecasal.com.br/equipe/">Rafa</a> nos deu no post anterior, mulheres  são científicamente mais inseguras que os homens e depois do baque com a notícia “<em>Vou morar em outro país</em>”, esta mínima disfunção cerebral se potencializa em milhares de vezes e o coitado do namorado é que PRECISA aguentar nossos surtos e inseguranças.</p>
<p>É ótimo ler os conselhos do Dr. Rafael R, nos dá um conforto ouvir de um homem conselhos tão realistas e incentivadores, mas sinceramente e infelizmente, nem todos eles funcionam na prática.</p>
<h2>O outro lado da força!</h2>
<p>Por exemplo: Não deixar o ciúme atrapalhar. <strong>Nunca</strong>!</p>
<p><strong>IMPOSSÍVEL!</strong>! Claro que a gente se controla, faz o tipo “mulher segura” mas na hora do adeus, alí na entradinha do aeroporto, não tem como não passar pelas nossas cabeças a quantidade de mudanças e novidades e baladas e pessoas que o bofe vai conhecer! É impossível não morrer de ciúme e surtar com a idéia egoísta de que ele vai fazer tudo isso sem você.</p>
<p>Aqueles pensamentos 5 minutos pré-embarque são assustadoramente dominantes sobre as mulheres (sem contar as semanas antes da viagem, que a gente fica filosofando sobre tudo o que pode acontecer).</p>
<p>São tantos os fantasmas que rondam a nossa cabeça que uma hora podemos realmente dar corda para que toda a insegurança tenha motivo.</p>
<h2>Abstraindo os fantasmas</h2>
<p><img class="alignright size-medium wp-image-230" src="http://www.diariodecasal.com.br/wp-content/uploads/2009/05/despedida1-300x221.jpg" alt="despedida" width="300" height="221" /></p>
<p>Não adianta pirar, achar que ele vai te trair com a primeira “baranga” que aparecer na frente e nem pensar que ele vai simplesmente te esquecer pelo simples fato de estar longe. Isso são fantasmas que só pioram a situação e causam desconforto para os dois. Só porque ele tem um pouquinho mais de serenidade nestas horas, não quer dizer que ele esteja sofrendo menos ou que daqui há uma semana estará tudo acabado. Todo o tempo que passaram juntos com certeza foi muito importante para ele também e na hora de soltar o último dedinho entrelaçado entre vocês é importante ter em mente que, não é só porque ele não demonstrou dor, não chorou ou não tenha surtado junto com você que ele também não esteja inseguro em deixar a gatinha dele em solo nacional! (O que teoricamente, eu disse,<strong> teoricamente </strong> é bem pior pra ele).</p>
<p>Hoje compreendi o que vovó queria dizer com: “ O que tiver de ser seu, será seu”.</p>
<p>E tudo o que precisamos depois que o avião decola é de PENSAMENTO POSITIVO, CONFIANÇA e AUTO CONFIANÇA e principalemente MUITO AMOR.</p>
<p>Se o amor é verdadeiro com certeza o resto o Skype, MSN, WebCam e tecnologias afins resolvem. E como disse o Rafael, a saudade É o perfeito otimizador de relações e o reencontro é sempre a parte mais linda da historia.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="size-medium wp-image-231 aligncenter" src="http://www.diariodecasal.com.br/wp-content/uploads/2009/05/o-beijo-alfred-eisenstaedt-thumb1-213x300.jpg" alt="o-beijo-alfred-eisenstaedt" width="213" height="300" /></p>
<p style="text-align: left;">Beijos!</p>
<hr />
<p><small>© hazine no <a href="http://www.diariodecasal.com.br">Diário de Casal</a>, 2009. |
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</small></p>]]></content:encoded>
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		<title>Namorar é fácil. Difícil é manter</title>
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		<pubDate>Fri, 20 Mar 2009 15:12:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Diego Fávero</dc:creator>
				<category><![CDATA[Crônicas]]></category>
		<category><![CDATA[Relacionamento]]></category>
		<category><![CDATA[brigas]]></category>
		<category><![CDATA[começo de namoro]]></category>
		<category><![CDATA[distância]]></category>
		<category><![CDATA[manter relação]]></category>
		<category><![CDATA[namorar]]></category>

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		<description><![CDATA[Hoje estava lendo um post da Raquel no blog dela &#8220;Eu gosto de uma coisa errada&#8221; e me fez pensar mais a respeito e resolvi colocar minhas idéias aqui no Diário.
Quantas vezes você se pegou falando ou ouviu os amigos dizerem/reclamarem &#8220;eu não consigo achar uma namorada&#8220;. Mas peraê! O que você tá procurando?? Uma loja em que venda um pacote de namorada perfeita do jeitinho que você sempre quis?
Esqueça! Como a Raquel disse, &#8220;namorar é um jogo&#8221; e você pode começar a jogar a hora que você quiser. Se ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Hoje estava lendo um post da <a href="http://eugostodeumacoisaerrada.wordpress.com/2009/03/18/uma-pedra-de-manteiga-derretida" target="_blank">Raquel no blog dela &#8220;Eu gosto de uma coisa errada&#8221;</a> e me fez pensar mais a respeito e resolvi colocar minhas idéias aqui no Diário.</p>
<p>Quantas vezes você se pegou falando ou ouviu os amigos dizerem/reclamarem &#8220;<strong>eu não consigo achar uma namorada</strong>&#8220;. Mas peraê! O que você tá procurando?? Uma loja em que venda um pacote de namorada perfeita do jeitinho que você sempre quis?</p>
<p>Esqueça! Como a Raquel disse, &#8220;namorar é um jogo&#8221; e você pode começar a jogar a hora que você quiser. Se os <a href="http://www.diariodesolteiro.com.br" target="_blank">solterios de plantão</a> vivem contando vantagem que pegaram não sei quantas e ainda assim continuam falando que não acham uma namorada, por que não pegar uma dessas trocentas e tentar começar um jogo/namoro com ela?</p>
<h2>Pare de reclamar e comece a agir</h2>
<p>Reclamar é fácil. Começar a namorar é fácil. Nenhum namoro começa do nada, num esbarrão atravessando a rua. Tudo tem seu &#8220;investimento&#8221;; até onde você quer chegar?</p>
<h2>Comece a namorar daqui há dez minutos</h2>
<p>Pare pra pensar em sua rede de amigos que você já teve um caso, ou um simples beijo, qual deles teria a chance de compartilhar uma vida com você? Agora invista e mãos à obra. De início tudo é azul. Descobrir qual música ele gosta, qual cidade gosta de viajar, qual comida e bebida prediletas fazem parte da arrancada desta jornada. Se algo nele te incomoda, não freie. Tente colocar na balança tudo que te faz feliz e lembre-se que ele não foi comprado na loja de pessoas perfeitas pra você.</p>
<p>Todo mundo tem algo de bom pra dar a outra pessoa; as ruins terão de ser discutidas e superadas. Discutir é &#8220;bom&#8221;, fortalece o relacionamento, então <strong>não se abale com briguinhas, elas são necessárias</strong>. Que jogue a primeira pedra quem nunca brigou. Até seus pais já tiveram brigas e estão (a maioria) firme e fortes, então por que não tentar? Vai ser difícil manter? Certamente que vai. Mas aí está a graça (uma delas) no amor. Pra mim, namoro é convivência. <strong>Não acredito naqueles namoros à distância</strong>, via internet, que o cara tá lá há 2 mil km longe da mina e ainda falam &#8220;etamos namorando&#8221;. Ah!! Não estão mesmo. Se encontram a cada 3 meses, ficam dois dias juntos e chamam isso de relacionamento?! Relacionamento é você estar lado a lado com a pessoa, batalhando e vivendo juntos o maior tempo possível. Esses namoros costumam nunca dar certo até que percebam &#8220;ah.. não deu certo por causa da distância&#8221;. Porra, já sabiam isso desde o primeiro dia e só agora foram assumir?</p>
<p>O difícil é você conviver dia-a-dia com a pessoa que você tem um relacionamento aceitando os defeitos, sabendo contar até 10 antes de soltar uma besteira, colocar na balança as coisas ruins e as boas tornando o equilíbrio perfeito para um namoro em harmonia e prazeroso. Então, não jogue para o mundo que você não consegue achar seu príncipe encantado. Ele está provavelmente do seu lado e você ainda não tomou coragem de começar este jogo do amor.</p>
<hr />
<p><small>© Diego Fávero no <a href="http://www.diariodecasal.com.br">Diário de Casal</a>, 2009. |
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</small></p>]]></content:encoded>
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