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	<title>Diário de Casal &#187; família</title>
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	<description>O melhor e o pior da vida a dois</description>
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		<title>Diário de Casal &#187; família</title>
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		<title>Texto de leitor: &#8220;Depois que nosso filho nasceu, minha esposa não liga mais para mim!&#8221;</title>
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		<pubDate>Fri, 19 Aug 2011 13:19:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Diário responde</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Dias atrás, um leitor mandou um email pra nós. Resolvemos atender o pedido dele e duas pessoas da equipe vão dar suas opiniões sobre o caso. Se você também tiver alguma dúvida, mande pra gente que responderemos por aqui.
Boa tarde,
Bom, gostaria de parabenizar pelo blog. Todo o conteúdo é muito bom. Eu gostaria que meu caso fosse analisado pelos homens e pelas mulheres do blog, se possível.
Meu nome é Bruno, tenho 25 anos. Minha esposa tem 23 anos e temos um filho de oito meses.
Minha esposa, de uns tempos prá ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Dias atrás, um leitor mandou um email pra nós. Resolvemos atender o pedido dele e duas pessoas da equipe vão dar suas opiniões sobre o caso. Se você também tiver alguma dúvida, <a href="http://www.diariodecasal.com.br/contato">mande pra gente</a> que responderemos por aqui.</p>
<blockquote><p><em>Boa tarde,</em></p>
<p><em>Bom, gostaria de parabenizar pelo blog. Todo o conteúdo é muito bom. Eu gostaria que meu caso fosse analisado pelos homens e pelas mulheres do blog, se possível.</em></p>
<p><em>Meu nome é Bruno, tenho 25 anos. Minha esposa tem 23 anos e temos um filho de oito meses.</em></p>
<p><em>Minha esposa, de uns tempos prá cá, parou de se cuidar, parou de se arrumar, não liga mais para o nosso relacionamento, nem para o corpinho que ela tinha. No período da gravidez, ela ganhou 9 kg, depois perdeu 10 kg. No quarto mês após o nascimento, ela já engordou 14 kg. Tento falar pra ela que ela está fora do peso, que o sexo já não está mais a mesma coisa, mas ela sempre me diz que a estou colocando para baixo e que eu falar não vai adiantar nada, que e tudo que eu faço é para agradar as mulheres na rua.</em></p>
<p><em>Ajudem-me, por favor! Meu desejo por minha mulher está acabando, pois ela não quer tentar nada de novo na cama, fica sempre me dizendo coisas estranhas, do tipo que vive sonhando que eu a estou traindo.</em></p></blockquote>
<p align="center"><img src="http://www.diariodecasal.com.br/wp-content/uploads/2011/08/casal-filho.png" alt="Casal com filho"><br />
<em>A família cresceu: bom ou ruim?</em></p>
<p>Bem, conforme o pedido, aqui vão duas opiniões, uma masculina e uma feminina, para ajudar nosso amigo Bruno.</p>
<p><strong><a href="http://www.twitter.com/CaduNoImproviso">Cadu</a></strong>:</p>
<p>Uma dura tarefa em um relacionamento é realizar críticas de maneira construtiva e sem ofender a outra pessoa. Dizer “não estou gostando disso em você” sem ofender ou magoar a pessoa realmente é algo que precisa de tato e muita diplomacia.</p>
<p>O diálogo é uma arma poderosa e parte integral de um relacionamento. Sente-se com sua esposa e converse com ela de maneira sincera, mas tendo em mente que ninguém fica realmente feliz em receber criticas, mesmo que elas sejam “para seu próprio bem”.</p>
<p>Coloque-se no lugar dela. O marido está dizendo que ela não está bem e que ele não está feliz com o corpo dela. Mesmo que você tente mostrar que ela possui outras qualidades admiráveis ou que a ama, é algo que pode mexer com a autoestima da mulher e causar um efeito contrário do desejado. No lugar de estimular uma mudança, vai causar um desalento e a crítica se tornará mais forte que o desejo de sanar o problema.<br />
Por isso, falar algo assim precisa ser com amor e paciência muito além do convencional. É preciso estimular sem pressionar. Ela, provavelmente, está dividida entre os afazeres domésticos, dar atenção ao filho de vocês e a pressão de não se sentir desejada (algo que toda mulher PRECISA sentir). Ou seja, ela não vai largar tudo para se cuidar.</p>
<p>Ficou óbvio um ciúme e insegurança da parte dela. Novamente destaco que você realmente deve incentivá-la e lembrá-la de que ela deve se cuidar, mas sempre com muita paciência e amor, algo que nunca é fácil. Imagine que esse ciúme tem origem em uma baixa autoestima dela, e que combinado com suas críticas, a chance de isso virar uma bomba é muito alta.<br />
Procure também uma ajuda profissional. Converse com um psicólogo ou com o médico dela sobre os efeitos do pós-parto na psique da mulher e peça conselhos sobre como agir. Passe tempo com ela, arrume alguém de confiança que possa cuidar da criança e façam programas apenas vocês dois. Você pode pensar que talvez seja uma boa ideia realizarem uma atividade física para ajudá-la. No entanto, quando falo que vocês devem passar um tempo juntos não deve haver nenhum outro objetivo nisso a não ser compartilhar o tempo e experiência de vocês. Conversem, deem risada juntos! Não há nada melhor num relacionamento.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><a href="http://www.twitter.com/Mayara_Godoy">Mayara</a></strong>:</p>
<p>Não me resta muito a dizer, depois desse banho de sabedoria despejado por nosso amigo Cadu! Entretanto, como o leitor pediu também um parecer feminino e como eu acredito no amor, eis-me aqui para tentar ajudar a salvar um relacionamento. Ou melhor, uma família!</p>
<p>Em primeiro lugar, quero dizer ao nosso amigo Bruno para tentar ser mais compreensivo com sua esposa. Ela, agora, não é mais só um “corpinho”, nem só sua “namorada”. Ela agora é mãe. Mãe do seu filho. E quando uma mulher se torna mãe, suas prioridades mudam completamente.</p>
<p>Quem sabe não é o caso de você tentar se reaproximar de sua esposa de outras formas? Uma mulher valoriza muito as atitudes de um homem – e o desejo sexual está diretamente relacionado à felicidade com o relacionamento.</p>
<p>Preste atenção nas pequenas atitudes que você pode tomar para tentar melhorar o clima entre vocês. Por exemplo: você a ajuda com os afazeres domésticos, ou lhe dá uma mãozinha para cuidar do bebê? Quem sabe se ela tivesse mais sua parceria, seu companheirismo, ela conseguiria resgatar um pouco de sua alegria e sua autoestima, e vocês voltariam a estar em sintonia.</p>
<p>Eu entendo que você se sinta frustrado pelo relacionamento ter esfriado, mas você poderia aproveitar esse momento de crise para mostrar a ela que é um homem adulto, que a valoriza sobretudo como pessoa, que a ama como mulher – independentemente de quanto ela esteja pesando! – e que está feliz por ter constituído uma família com ela.</p>
<p>Por outro lado, essa história vem muito a calhar com algo que se observa em muitos casos: o comodismo, que redunda em relaxo. Nesse caso, tem um fator a mais, que é o filho. Muitas mulheres cometem esse erro de, ao terem um bebê, se esquecerem completamente do resto do mundo – inclusive do marido – e passarem a se dedicar apenas ao filho.</p>
<p>Obviamente, não há como manter o mesmo estilo de vida anterior ao nascimento do bebê, mas é preciso ter em mente que o filho deve vir para somar-se à família, e não para causar um afastamento entre os pais.</p>
<p>Se eu tivesse que dar um conselho a essa esposa, seria: Ser mãe certamente é o momento mais lindo da vida de qualquer mulher, mas não deixe de ser você mesma, de investir na sua própria vida e no relacionamento, não renuncie a tudo para cuidar do seu filho. Pelo contrário, a criança será muito mais feliz se crescer num ambiente harmônico, vendo seus pais sendo companheiros um do outro, e se tiver uma mãe forte, alegre e ativa.</p>
<p>Anular-se em nome do filho, afastar-se de tudo e de todos só a fará infeliz. Mantenha sua autoestima, cultive seu casamento, converse mais com seu parceiro. Certamente, ele também está falhando em algum aspecto com você, e juntos vocês poderão resolver isso, como bem disse nosso amigo Cadu.</p>
<p>Mas, se realmente, a sensação for a de que não há solução, talvez fosse o caso mesmo de se consultar com um psicólogo, avaliar se não está sofrendo de algum transtorno, como depressão pós-parto, por exemplo.</p>
<p>A única coisa que não pode, nesse caso, é se acomodar e esperar o relacionamento terminar de ruir. Isso não será bom para nenhum de vocês três!</p>
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<p><small>© Diário Responde no <a href="http://www.diariodecasal.com.br">Diário de Casal</a>, 2011. |
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</small></p>]]></content:encoded>
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		<title>Relacionamentos: A família vem de brinde</title>
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		<pubDate>Thu, 29 Jul 2010 13:55:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mayara Godoy</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Como é bom um relacionamento entre duas pessoas, não é mesmo? É como viver em um mundo onde só existe o casal, ninguém nem nada a mais.
Mas, na realidade não é bem assim.
Toda pessoa que aparece na nossa vida vem com uma bagagem. Dentro do “pacote”, vêm as experiências de vida, um passado, amigos, frustrações, problemas, coisas mal resolvidas. E vem também uma família.
Família, como bem sabemos, é sagrada. Nós nunca gostamos que mexam com a nossa. Mas, de perto, ninguém é normal. E junto com a família do seu ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Como é bom um relacionamento entre duas pessoas, não é mesmo? É como viver em um mundo onde só existe o casal, <strong>ninguém</strong> nem <strong>nada</strong> a mais.</p>
<p>Mas, na realidade não é bem assim.<a href="http://www.diariodecasal.com.br/wp-content/uploads/2010/07/889857-001.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-1265" style="margin: 8px;" title="889857-001" src="http://www.diariodecasal.com.br/wp-content/uploads/2010/07/889857-001-300x215.jpg" alt="" width="300" height="215" /></a></p>
<p>Toda pessoa que aparece na nossa vida vem com uma bagagem. Dentro do “pacote”, vêm as experiências de vida, um passado, amigos, frustrações, problemas, coisas mal resolvidas. E vem também uma família.</p>
<p>Família, como bem sabemos, é sagrada. Nós nunca gostamos que mexam com a nossa. Mas, de perto, ninguém é normal. E junto com a família do seu amor, vêm as peculiaridades dela, assim como vêm as esquisitices da sua.</p>
<p>Nem vamos entrar aqui nas piadinhas de sogra. Não estamos falando só das progenitoras. Há um universo que envolve pai, irmão, irmã, cachorro, prima, tia, avó (às vezes, até filho!) e tantos outros membros da família (ou parentes) que podem, muitas vezes, transformar seu relacionamento em uma <strong>guerra</strong>.</p>
<p>O fato é que — familiares de primeiro grau ou tias-avós distantes, consanguíneos ou não — familiares serão responsáveis, <strong>de vez em quando ou de vez em sempre</strong>, por algum problema entre o casal. A frequência e a intensidade desses problemas dependem de uma série de variáveis.</p>
<p>E como resolver isso? Eis o grande mistério da humanidade&#8230;</p>
<p>Ok, brincadeiras à parte, este é mais um dos aspectos delicados com que seres apaixonados precisam lidar.</p>
<p>Vamos encarar os fatos: você não pode “se livrar” da família dele. Nem ele, da sua. Então, o que fazer? <strong>Tolerar</strong> é a palavra de ordem.</p>
<p>Porém, se você não tem a paciência de um monge tibetano, essa pode ser uma tarefa um pouco mais difícil. Mas, felizmente, não impossível.</p>
<p>Tente se colocar no lugar dele. Você se sente desconfortável quando alguém fala mal ou faz algo de ruim para a sua família, certo? Em determinados casos, algo contra um ente querido seu pode ser muito pior que se fosse com você. Então, não fique o tempo todo “bombardeando” a família dele. E mais: você pode até mesmo odiar a mãe, o pai, ou qualquer outro familiar dele, mas sempre, leia-se <strong>sem exceções</strong>, você deve ter, no mínimo, <strong>respeito</strong>. Hostilidades não são bem-vindas.</p>
<p>Nem todo mundo tem a sorte de se dar bem com a família do seu amado. É até bastante comum haver divergências. Mas não pense que você poderá afastá-lo das pessoas com quem ele tem uma ligação de sangue, das pessoas com quem ele aprendeu a ser quem é, de quem o colocou no mundo, cuidou e educou até o dia em que você chegou.</p>
<p>Você não precisa ser a <em>best friend forever</em> da sua sogra. Pode até soar falso, se for muito evidente que se está forçando a barra. Mas, cordialidade, levantar a bandeira branca, não faz mal a ninguém.</p>
<p>Tente não levar para o lado pessoal e pense: a família dele quer vê-lo feliz. E você também quer. Então, obviamente, ele não ficará nem um pouco satisfeito ao saber que vocês se odeiam, não é mesmo? Não estou dizendo que é necessário puxar o saco de pessoas com quem você não tem a mínima afinidade, mas não custa, não dói, não mata e não te faz menos digno ser uma pessoa agradável, educada e mostrar um pouco de maturidade diante de situações difíceis.</p>
<p>Pense bem. Se você cogita ir adiante com o relacionamento, a família dele <strong>sempre</strong> estará lá. Portanto, capriche no “cessar-fogo” e não destrua seu namoro. Diplomacia é tudo, até mesmo em um relacionamento.</p>
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<p><small>© Mayara Godoy no <a href="http://www.diariodecasal.com.br">Diário de Casal</a>, 2010. |
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</small></p>]]></content:encoded>
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		<title>O natal é na casa dele ou dela?</title>
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		<pubDate>Thu, 25 Dec 2008 20:06:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Diego Fávero</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Chega o fim do ano. Presentes, presentes e mais presentes. Já não aguentava mais ir tanto em shoppings lotados, estacionamento com vagas disputadíssimas e lojas abarrotadas de gente e de vendedores loucos pra te empurrar algo e ganhar uma comissão. Aliás, ODEIO entrar em lojas que os vendedores grudam em você. PORRA, se eu precisar deles, eu chamo!
Shopping pra mim é coisa rápida: entrar e ir direto a loja certa, comprar e sair fora. Mas tem o lado B da &#8220;coisa&#8221;: quando você vai com sua namorada. Aí, FUDEU! É ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Chega o fim do ano. Presentes, presentes e mais presentes. Já não aguentava mais ir tanto em shoppings lotados, estacionamento com vagas disputadíssimas e lojas abarrotadas de gente e de vendedores loucos pra te empurrar algo e ganhar uma comissão. Aliás, <span style="text-decoration: line-through;">ODEIO</span> entrar em lojas que os vendedores grudam em você. <span style="text-decoration: line-through;">PORRA</span>, se eu precisar deles, eu chamo!</p>
<p>Shopping pra mim é coisa rápida: entrar e ir direto a loja certa, comprar e sair fora. Mas tem o lado B da &#8220;coisa&#8221;: quando você vai com sua namorada. Aí, <span style="text-decoration: line-through;">FUDEU</span>! É preparar a paciência pra parar em TODAS as vitrines, entrar em inúmeras lojas, experimentar um mundo de coisa e não levar nada. Haja paciência! O que o amor não faz, hein?!</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" src="http://oglobo.globo.com/fotos/2006/12/19/19_MVG_natal01.jpg" alt="" width="155" height="199" /></p>
<p>Aí tudo bem. Presentes comprados, um alívio. Chega a hora de decidir onde passar a virada: jantar na casa dela e almoço na minha. Só que o detalhe que o jantar é em Santos-SP e o almoço em São Paulo. Cada ano é um que &#8220;ganha&#8221; a virada. Esse ano ela venceu e foi tudo de bom. Tinham umas 50 pessoas entre tios, primos, amigos. Fiquei só no vinho tinto e petiscos, depois a janta seguido do tal amigo &#8220;secreto&#8221;. Não podia ficar bêbado por dois motivos: dar vexame em frente aos familiares dela e queimar meu filme construído a três anos e o outro motivo era que teríamos de acordar &#8220;cedo&#8221; e subir a serra pra São Paulo. Ressaca nem pensar, senão como eu enfrentaria aquela serra dirigindo? Então dormimos umas 4h da manhã e acordamos meio dia.</p>
<p>Almoço na minha casa, tudo de bom. Mais um Natal dividindo famílias e cada um cedendo em nome do amor (que clichê essa frase! me lembrou oo programa do Silvio Santos rs). Tão logo vêm o ano novo. Aí a coisa já é mais liberal, os amigos ganham espaço nessa festa e a família já está acostumada. Nada de stress na hora de escolher onde passarmos. O importante é agradar a todos e ficar com as famílias neste momento de união e prosperidade.</p>
<p><strong>Eu imagino como foi o Natal dos casais que não se dão bem com as famílias dos namorados.. rs</strong></p>
<p><strong>O de vocês foi tranquilo? </strong></p>
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<p><small>© Diego Fávero no <a href="http://www.diariodecasal.com.br">Diário de Casal</a>, 2008. |
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</small></p>]]></content:encoded>
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		<title>Os opostos se atraem</title>
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		<pubDate>Fri, 12 Dec 2008 12:08:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Diego Fávero</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Meu primeiro post, meu primeiro e último grande amor. Pra sempre.

Eu sempre ouvi essa frase clichê, mas na época de solteiro não levava muito a sério. Como que duas pessoas completamente diferentes podem se completar?
Foi quando eu caí do cavalo e paguei minha língua, mesmo quando eu sempre dizia aos meus amigos &#8220;o dia que vocês me verem namorando, me internem!&#8221;. E posso lhe dizer que eu sou o único paciente completamente feliz e apaixonado.
No começo de namoro você só vê o que você gosta e ela também. Filmes, comidas, ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left;">Meu primeiro post, meu primeiro e último grande amor. Pra sempre.</p>
<p style="text-align: left;"><img class="aligncenter" src="http://img370.imageshack.us/img370/5222/2274243569e95fd5e776oxh2.jpg" alt="" width="320" height="240" /></p>
<p>Eu sempre ouvi essa frase clichê, mas na época de solteiro não levava muito a sério. Como que duas pessoas completamente diferentes podem se completar?</p>
<p>Foi quando eu caí do cavalo e paguei minha língua, mesmo quando eu sempre dizia aos meus amigos &#8220;<strong><em>o dia que vocês me verem namorando, me internem</em></strong>!&#8221;. E posso lhe dizer que eu sou o único paciente completamente feliz e apaixonado.</p>
<p>No começo de namoro você só vê o que você gosta e ela também. Filmes, comidas, passeios, posições. Mas quando a coisa vai caminhando você descobre as diferenças um para com outro:</p>
<p>- eu amo futebol X ela, odeia<br />
- eu amo comida japonesa X ela, odeia<br />
- eu amo praia X ela, odeia<br />
- eu amo cerveja X ela, odeia<br />
- ela adora novela X eu, odeio<br />
- ela come cebola X eu, odeio<br />
- eu adoro escola de samba X ela, odeia<br />
- eu a amo = ela me ama</p>
<p>Diferenças que ao meu ponto de vista, são essenciais. São frutos de um relacionamento durável, um ponto de equilíbrio entre as duas partes. Talvez se gostássemos exatamente das mesmas coisas, tudo iria ser tão chato; tão rotina; tão desgastante. Não teríamos momentos de prazer sozinhos para nosso ego.</p>
<p><img class="aligncenter" src="http://img367.imageshack.us/img367/2089/velhoshq1.jpg" alt="" width="320" height="239" /></p>
<p>A principal palavra que eu coloco num relacionamento durável é: <strong>FAMÍLIA</strong>. Sempre digo a algumas amigas: &#8220;<em>quer que o carinha goste de você? se aproxime da família dele</em>&#8220;. Quando você <strong><span style="text-decoration: line-through;">gosta da sua sogra</span></strong> e a família dela(e) toda te trata como parte dela, pode preparar o vestido de noiva. Seu relacionamento vai pra frente. Não me vejo fora da família dela, nunca mais. Eu os adoro, cada um do seu jeito, suas características e qualidades que me fizeram apaixonar não só pela minha noiva, mas pelo &#8220;todo&#8221;: ela + família dela. Eu sempre achava tudo isso tão chato até me acostumar com a idéia de que namorar realmente é maravilhoso. A cada dia você descobre um jeito diferente de deixá-la feliz, de compartilhar sua felicidade, seus gostos. Gostos que carregamos pela vida toda (ou não) e que um abre mão com o outro para satisfazer a outra metade. A felicidade de um, só se completa quando o outro sorri. Depois de tantas diferenças, cheguei a conclusão de que realmente, os opostos se atraem e na vida de solteiro, a atração é sempre momentânea; sempre somente para estimular os desejos. Todo solteiro &#8220;<a href="http://www.diariodesolteiro.com.br" target="_self">encalhado</a>&#8221; nega que não quer namorar; que está &#8220;bem&#8221; assim: solteiros por opção. Mas no fundo, eles sabem que querem um outro alguém pra suprir os momentos de solidão e poderem dividir seus gostos com pessoas opostas, estas sim, para a eternidade.</p>
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<p><small>© Diego Fávero no <a href="http://www.diariodecasal.com.br">Diário de Casal</a>, 2008. |
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