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	<title>Diário de Casal &#187; história</title>
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	<description>O melhor e o pior da vida a dois</description>
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		<title>Diário de Casal &#187; história</title>
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		<title>Quando o relacionamento acaba&#8230; o que fazer?</title>
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		<pubDate>Thu, 24 Feb 2011 13:08:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cadu</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Entre os diversos e-mails e comentários que recebemos no Diário de Casal, um chamou em especial a atenção de nossa querida Rose Carreiro, que veio compartilhá-lo com o resto da equipe. Me identifiquei bastante com o relato do Pedro Henrique, e isso me motivou a transformá-lo em um post. O comentário na íntegra que motivou essa resposta você pode ler aqui.
Acredito que existam muitos homens e mulheres com as mesmas dúvidas e achei válido criar um texto/resposta sobre isso.
Passo pela seguinte situação. Estava noivo há três meses (por vontade inicial ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-medium wp-image-2296" style="border: 0pt none; margin: 3px;" title="Quando acaba" src="http://www.diariodecasal.com.br/wp-content/uploads/2011/02/10173397-198x300.jpg" alt="" width="198" height="300" />Entre os diversos e-mails e comentários que recebemos no Diário de Casal, um chamou em especial a atenção de nossa querida <a href="http://www.twitter.com/rose_carreiro" target="_blank">Rose Carreiro</a>, que veio compartilhá-lo com o resto da equipe. Me identifiquei bastante com o relato do Pedro Henrique, e isso me motivou a transformá-lo em um post. O comentário na íntegra que motivou essa resposta você pode ler <a href="http://www.diariodecasal.com.br/posts/esse-tal-dar-um-tempo-no-namoro-existe/comment-page-1/#comment-4905" target="_blank">aqui</a>.</p>
<p>Acredito que existam muitos homens e mulheres com as mesmas dúvidas e achei válido criar um texto/resposta sobre isso.<em></em></p>
<blockquote><p><em>Passo pela seguinte situação. Estava noivo há três meses (por vontade inicial dela). Tivemos um namoro muito bom, feliz, diferente, sempre com bastante companheirismo e amizade. No entanto, algumas atitudes de minha ex fizeram-me desapontar, como mentiras, etc. Não tolero mentira, mas passei a “mastigá-las” (não engoli-las) em prol de um relacionamento utópico.</em></p></blockquote>
<p>Você conheceu a moça, se envolveram, o relacionamento evoluiu, virou um noivado e claro que nem tudo era uma maravilha, havia problemas como existem em todo relacionamento, você cita a mentira, coisa que você disse não tolerar, mas que aceitou (está notando a falta de coerência?).</p>
<p>Se você tem problemas com um comportamento qualquer do seu companheiro (a) deve analisar duas coisas: a gravidade e a solução. Se esse comportamento é considerado por você como algo leve (deixar a calcinha pendurada no box, largar a toalha em cima da cama, esquecer de carregar o celular), a solução geralmente é mais simples, porque isso é apenas uma irritação, um defeito entre tantos outros que a pessoa pode ter. Aceite e ajude-a a melhorar, é para isso que um relacionamento serve.</p>
<p>Caso o problema seja de uma gravidade maior (problemas com fidelidade, álcool, violência, comportamento imprudente), a solução também envolve ajudar a pessoa a melhorar, mas tem um limite. Quando você aceita essas coisas, você entrega à outra pessoa um documento dizendo “pode cometer esses atos, que considero lastimáveis, sem consequência nenhuma”. Quando você aceitou as primeiras mentiras, abriu uma porta difícil de fechar.</p>
<blockquote><p><em>Há duas semanas, brigamos feio, trocamos farpas e chegamos a nos ofender. Ela, pela primeira vez, pediu um tempo na nossa relação. Fiquei desesperado e comecei a me humilhar. Senti-me rejeitado! Ela não me procurava, tirou a aliança de noivado no primeiro dia e passou a viver como solteira. Enquanto isso, eu, me rastejando, me humilhando. Ora ela dizia me amar, ora não! Ora dizia querer ficar comigo, ora não! </em></p></blockquote>
<p>Dar um tempo! Essa é uma expressão que eu não compreendo e não recomendo ser aplicada. Quando você está “<a href="http://www.diariodecasal.com.br/posts/esse-tal-dar-um-tempo-no-namoro-existe/" target="_blank">dando um tempo</a>”, terminou o relacionamento ou não? Pode sair pegando geral? Ainda deve satisfações? Você nunca tem certeza dessas perguntas, é uma situação indefinida, e situações indefinidas em relacionamentos são um ótimo ingrediente para problemas.</p>
<p>A sua reação foi se desesperar. Conhece alguém que falou “nossa, ainda bem que me desesperei, isso resolveu a situação”?. Entendo que você ficou com medo de perdê-la, e daí veio o seu desespero, o que é perfeitamente aceitável, e nesse desespero você se humilhou, implorou, fez promessas e concessões. Não pense que é uma critica. Quem nunca fez isso atire a primeira pedra de misericórdia.</p>
<p>Mas, tudo bem, porque tendo essa reação você evitou que ela fosse embora, você não perdeu seu amor, certo? <strong>Errado</strong>! Você já a havia perdido antes mesmo de ela pedir um tempo. Não sou dono da verdade, mas pedir um tempo é um jeito de dizer “quero terminar, mas não quero sofrer nem fazer você sofrer diretamente”. Infelizmente, todo término gera sofrimento, seja terminando de uma vez, ou prolongando com o “dar um tempo”.</p>
<blockquote><p><em>Terça-feira da semana passada ela me enviou um e-mail dizendo que tudo estava acabado. Desesperei-me, liguei e busquei-a no serviço. Ela chorou, disse que ainda me amava, mas estava confusa. </em></p>
<p><em>Fomos para o motel e transamos feito loucos! Foi deliciosamente perfeito! Ela me chamou de amor e sugeriu para que ficássemos sem compromisso, a fim de tentar reaver nossa paixão. Eu a amo demais e estava cego! No dia seguinte, acordei muito feliz e com a certeza de que tudo daria certo! </em></p></blockquote>
<p>Vamos por um momento pensar que o “dar um tempo” é para avaliar a situação. Ela avaliou e terminou com você, por e-mail. Espera aí, por e-mail. No mínimo, falta de polidez dela.</p>
<p>Sua reação: desespero de novo!</p>
<p>Mas terminou bem, afinal vocês terminaram no motel. Ufa! Que alívio! Tudo vai terminar bem, ela falou que me ama!</p>
<p>Estimado leitor, eu aprendi da pior maneira algo muito importante sobre o amor. Já te falaram que o amor é a maior força do universo, um sentimento puro e bom, que o amor supera todos os obstáculos? Bem, infelizmente, está aqui alguém para dizer-lhe que mentiram para você, mentiram para todo mundo. O amor não é nada disso. Ele só tem todos esses atributos e superpoderes se for combinado com outros elementos, entre eles: amizade, cumplicidade, amor próprio, respeito.</p>
<p>“Então por que ela foi para a cama comigo de novo?” É comum casais que no dia a dia brigam constantemente e na cama se dão bem. Infelizmente, na escala de ingredientes necessários para o amor sobreviver, sexo não está em uma escala tão alta assim.</p>
<blockquote><p><em>Ela trabalha perto, então a trouxe comigo (como antes). Conversamos, rimos, mas ela mostrou-se novamente fria. Durante o dia, não me ligou, tampouco trocou e-mail comigo. </em></p>
<p><em>Comecei a puxar assunto e ela respondeu friamente. Perguntei se ela gostaria de sair comigo no final de semana, e ela respondeu que “não, pois vou conhecer uma balada com casa de swing”. Aquilo me chocou! Pedi-a para que não fosse, em respeito a mim, e as respostas eram sempre da mesma forma fria e cruel: “Eu vou porque eu quero. Você não tem nada a ver com a minha vida. É apenas mais um ficante…”.</em></p>
<p><em>Como ela pode brincar comigo de tal forma? Novamente meu chão se abriu e o céu desabou. Ela tirou o sorriso de meu rosto, me tirou a vontade de ser feliz! Fez-me sentir o pior dos piores, enquanto jurava em falso amor eterno. Não durmo direito há duas semanas, mal me alimento, não penso em outra coisa a não ser nela, e o pior, isso me prejudicou profissionalmente, pois quase perdi meu emprego devido à queda no meu rendimento.</em></p></blockquote>
<p>Você disse que ela foi fria e cruel ao afirmar que ia a uma casa de swing, e nesse ponto talvez você me ache tão cruel quanto ela. Você não tinha esse direito mesmo! Ainda não estava claro o suficiente que o relacionamento de vocês havia terminado?</p>
<blockquote><p><em>Mesmo com tudo, eu ainda a AMO demais, sinto uma saudade que não cabe em meu peito, e minha vontade era correr, abraçá-la, beijá-la e viver ao seu lado, sempre! Mas, por outro lado, penso que, se eu fizesse isso, passaria por cima dos meus valores, do meu orgulho, dos meus princípios, da vontade da minha família, etc.</em></p>
<p><em>É complicado! Quando brincam com o sentimento mais verdadeiro e puro que você possui, é muito doloroso! Como alguém que acordava comigo todos os finais de semana, jurava amor, me preparou uma festa surpresa de aniversário (há menos de dois meses) pode ter feito tudo isso? Como alguém que jurou fidelidade e amor eterno pode me derrubar desta forma?</em></p></blockquote>
<p>Claro que você sente falta dela, você teve bons momentos e a ama. Mas tenho algumas perguntas para fazer a você que devem te ajudar a refletir:</p>
<p>A quem você ama mais? A ela ou a você mesmo?</p>
<p>Você acha que ainda restam confiança e respeito depois de tudo?</p>
<p>Suas lembranças dos últimos seis meses com essa pessoa somam mais momentos bons ou momentos de dor?</p>
<p>Você não deve lutar por aquilo que não está mais em suas mãos, isso é impossível. O que você pode fazer é lutar para reconquistar aquilo que perdeu. Mas antes você precisa avaliar se vale a pena.</p>
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<p><small>© Cadu no <a href="http://www.diariodecasal.com.br">Diário de Casal</a>, 2011. |
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		<title>Convite &#8211; Divida sua história no Diário de Casal</title>
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		<pubDate>Thu, 22 Jul 2010 13:39:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael R</dc:creator>
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		<description><![CDATA[ São mais de 140 postagens, 1700 comentários, 200 mil visitas e centenas de histórias, dramas e risadas. Polêmicas, humor e lágrimas fizeram parte de todos os momentos desse blog e os grandes responsáveis por isso são vocês, os leitores.   
 Durante esse quase 2 anos de existência a gente passou por alguns momentos de desânimo, de grande motivação, pensamos em parar, pensamos em continuar, tentamos mudar as coisas e ainda não sabemos exatamente como vai ser amanhã. O que sabemos é que estamos formando essa pequena ‘comunidade’ ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p> São mais de 140 postagens, 1700 comentários, 200 mil visitas e centenas de histórias, dramas e risadas. Polêmicas, humor e lágrimas fizeram parte de todos os momentos desse blog e os grandes responsáveis por isso são vocês, os leitores.   </p>
<p><img style="border-bottom: 0px; border-left: 0px; display: inline; margin-left: 0px; border-top: 0px; margin-right: 0px; border-right: 0px" title="Fotos do casal em sites de relacionamento" border="0" alt="Fotos do casal em sites de relacionamento" align="right" src="http://www.diariodecasal.com.br/wp-content/uploads/2010/07/postfotosdocasal.jpg" width="240" height="144" /> Durante esse quase 2 anos de existência a gente passou por alguns momentos de desânimo, de grande motivação, pensamos em parar, pensamos em continuar, tentamos mudar as coisas e ainda não sabemos exatamente como vai ser amanhã. O que sabemos é que estamos formando essa pequena ‘<em>comunidade</em>’ que acredita que o amor pode mudar as coisas. Nós sabemos que temos pessoas especiais em nossas vidas e queremos compartilhar um pouco dessas histórias bacanas com aqueles interessados em ler sobre isso. E acredito que é chegada a hora de ampliarmos um pouco o leque de histórias que dividimos por aqui.    </p>
<p>Se você acha que tem uma história legal, divertida e/ou trágica e gostaria de algumas opiniões sobre ela, chegou a hora de dividir isso. Nós estamos procurando por novas pessoas que consigam por em palavras alguns sentimentos e que, mesmo se estiverem confusas com a atual situação em que vivem, consigam se expressar para pedir ajuda. Ou talvez queiram somente gritar pro mundo que estão vivas, estão bem e que aconteceu algo tão incrível que é praticamente impossível não dividir com o máximo de pessoas possível.    </p>
<p><img style="border-bottom: 0px; border-left: 0px; display: inline; margin-left: 0px; border-top: 0px; margin-right: 0px; border-right: 0px" title="postdashboard" border="0" alt="postdashboard" align="left" src="http://www.diariodecasal.com.br/wp-content/uploads/2010/07/postdashboard.jpg" width="250" height="150" /> Se você tem um pouco disso que a gente procura ou se tem algo que acredita que seja legal dividir, <a href="http://www.diariodecasal.com.br/contato" target="_blank">entre em contato conosco</a>. Faça o mesmo se você tem algum problema e precisa de uma opinião, uma idéia, uma luz. Nosso intuito aqui desde o começo sempre foi de discutir idéias, ajudar o próximo, estender uma mão amiga para quem necessita. E 140 posts depois do primeiro, eu acredito que seja essa uma boa hora pra reafirmarmos esse compromisso interno com vocês, e aproveitar pra dizer que não, vocês não estão sozinhos. Cada comentário recebido por aqui funciona como um incentivo, mas saber que alguns de vocês estão apenas lendo no leitor de RSS favorito também motiva. Cada visita, cada citação no twitter, enfim… nada passa despercebido. E essa é a forma que encontramos de retribuir essa atenção.    </p>
<p>Estamos esperando por histórias. Façam sua parte agora!</p>
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<p><small>© Rafael R no <a href="http://www.diariodecasal.com.br">Diário de Casal</a>, 2010. |
<a href="http://www.diariodecasal.com.br/posts/convite-divida-sua-historia-no-diario-de-casal/">Permalink</a> |
<a href="http://www.diariodecasal.com.br/posts/convite-divida-sua-historia-no-diario-de-casal/#comments">3 comentários</a> |
Post tags: <a href="http://www.diariodecasal.com.br/posts/tag/drama/" rel="tag">drama</a>, <a href="http://www.diariodecasal.com.br/posts/tag/historia/" rel="tag">história</a>, <a href="http://www.diariodecasal.com.br/posts/tag/humor/" rel="tag">humor</a>, <a href="http://www.diariodecasal.com.br/posts/tag/post/" rel="tag">post</a>, <a href="http://www.diariodecasal.com.br/posts/tag/relacionamento/" rel="tag">Relacionamento</a>, <a href="http://www.diariodecasal.com.br/posts/tag/texto/" rel="tag">texto</a>, <a href="http://www.diariodecasal.com.br/posts/tag/vida-real/" rel="tag">vida real</a><br/>
</small></p>]]></content:encoded>
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		<title>&#8220;Meu dia dos namorados&#8221;, por Ana Paula Deodato</title>
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		<pubDate>Wed, 16 Jun 2010 13:35:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael R</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Uns dias atrás, escrevi sobre o quão importante é que cada casal siga suas particularidades na hora do pedido de casamento, o que de forma geral serve para pautar outros eventos de maior ou menor importância. Quando me deparei com o texto abaixo, de uma das leitoras do DdC eu tive certeza de que parte daquilo que eu falei faz sentido não só pra mim, como para todo e qualquer casal mundo afora. O que para alguns era mais um dia dos namorados, para ela virou uma sucessão de surpresas. ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Uns dias atrás, escrevi sobre o quão importante é que cada casal siga suas particularidades na hora do <a href="http://www.diariodecasal.com.br/posts/como-pedir-alguem-em-casamento" target="_blank">pedido de casamento</a>, o que de forma geral serve para pautar outros eventos de maior ou menor importância. Quando me deparei com o texto abaixo, de uma das leitoras do <strong>DdC</strong> eu tive certeza de que parte daquilo que eu falei faz sentido não só pra mim, como para todo e qualquer casal mundo afora. O que para alguns era mais um dia dos namorados, para ela virou uma sucessão de surpresas. Segue o relato abaixo, devidamente ilustrado.</p>
<p>- &#8211; -</p>
<p><em>Por: <strong>Ana Paula Deodato</strong></em></p>
<p><img style="margin: 5px 5px 5px 5px" src="http://www.diariodecasal.com.br/wp-content/uploads/2010/06/surpresaap12.jpg" border="0" alt="Supresa Ana Paula" align="left" />Após longos meses de ansiedade, finalmente a data pela qual eu tanto esperava chegou, o <strong>Dia dos Namorados</strong>. Para muitos (na maioria, solteiros), esta data não é nada mais que outro ápice comercial. Porém, <strong>namorando o cara que eu namoro</strong>, eu sabia que viria um evento, uma surpresa, algo lindo que me deixaria boba, pasma, e extremamente feliz. </p>
<p>Pois bem. Estação Consolação, 16:00h. Sou orientada pelo garotão a me dirigir à porta de um shopping, que de lá eu saberia o que fazer. Creio que ele apenas esqueceu que sou loira, e demorei um pouco até entender a mensagem (deleguei a culpa disto ao meu nervosismo momentâneo).</p>
<p>Eis então que reparo em um &#8216;anúncio diferente&#8217; em um poste da Rua Augusta. Uma mensagem para mim. Estava ali a primeira pista. E por todos os postes que se seguiram havia uma nova mensagem, em sequência, contando nossa história em frases e momentos lindos e marcantes. </p>
<p><strong>Nota do DdC</strong>: As fotos a seguir mostram exatamente o motivo de tanta surpresa.</p>
<p align="center"><img src="http://www.diariodecasal.com.br/wp-content/uploads/2010/06/surpresaap9.jpg" alt=Surpresa para Ana Paula"></p>
<p>Até eu encontrar meu amado me esperando numa pizzaria (local onde me pediu em namoro), com aquela carinha linda de quem tinha aprontado.</p>
<p>Confesso ter segurado o choro, mas não por muito tempo. As cenas que se seguiram foram lindas demais, não aguentei. </p>
<p>Coração de pétalas e doces, vinho, declarações, presentinhos, todo amor dessa vida. Fiquei muito feliz.</p>
<p>Honestamente, me sinto a mulher mais feliz do mundo ao seu lado. Sinto que estou sonhando desde o momento em que fui pedida em namoro, e nunca mais quero acordar.</p>
<p align="center"><img src="http://www.diariodecasal.com.br/wp-content/uploads/2010/06/suspresaap11.jpg" alt="Surpresa para Ana Paula"></p>
<p>Te amo, William</p>
<p>- &#8211; -</p>
<p>Depois de você ai que está lendo parar com o &#8220;ownnn&#8221;, você pode voltar a pensar que se vocês não são tão criativos assim, podem existir outras formas de surpreender seu par de outras formas. Basta deixar de lado aquilo de &#8220;ai, que vergonha, imagina eu fazendo isso?&#8221; que você tem e pensar que valerá a pena o pequeno esforço em troca de um sorriso sincero no rosto de quem você ama. </p>
<p>E bom, na falta de criatividade pra algo assim, você pode sempre consultar seus amigos, pessoas próximas e, em últimos casos, eu passo até o contato do namorado da Ana Paula. :P (brincadeira)</p>
<p>Faça o que for, tudo o que você vai precisar é apenas ter boa intenção. Tenho certeza que ISSO será notado, e você será recompensado. E se tiver algo a dizer, use esse blog que te ouve para desabafar. Estamos aqui para ajudar, também. Certo?</p>
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<p><small>© Rafael R no <a href="http://www.diariodecasal.com.br">Diário de Casal</a>, 2010. |
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		<title>Romance 2.0 &#8211; Parte II</title>
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		<pubDate>Fri, 09 Apr 2010 13:00:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>JoiceViana</dc:creator>
				<category><![CDATA[Histórias]]></category>
		<category><![CDATA[Relacionamento]]></category>
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		<description><![CDATA[Nessa segunda e penúltima parte eu gostaria de contar com a participação do Fê, co-protagonista dessa história, contando como tudo aconteceu do ponto de vista dele, mas infelizmente não deu tempo e vocês terão que se contentar comigo. Talvez eu omita um ou outro fato, seja para dinamizar o andamento da coisa ou porque me falha a memória. E acreditem: ela sempre falha. Sabe a Dory de Procurando Nemo? Fez laboratório comigo. Onde estávamos? Ah, sim&#8230;

Se esses corredores falassem&#8230;
Desci do ônibus no Terminal Tietê com a mochila numa mão e ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Nessa segunda e penúltima parte eu gostaria de contar com a participação do <strong>Fê</strong>, co-protagonista dessa história, contando como tudo aconteceu do ponto de vista dele, mas infelizmente não deu tempo e vocês terão que se contentar comigo. Talvez eu omita um ou outro fato, seja para dinamizar o andamento da coisa ou porque me falha a memória. E acreditem: ela sempre falha. Sabe a Dory de Procurando Nemo? Fez laboratório comigo. Onde estávamos? Ah, sim&#8230;</p>
<p align="center"><img src="http://www.diariodecasal.com.br/wp-content/uploads/2010/04/terminaltiete.jpg" alt="Rodoviária do Tietê"><br />
<em>Se esses corredores falassem&#8230;</em></p>
<p>Desci do ônibus no Terminal Tietê com a mochila numa mão e o coração na outra e a primeira providência foi correr pro banheiro e dar aquela escovada básica nos dentes, afinal eu tinha dormido <span style="text-decoration: line-through;">de babar</span> um pouco durante a viagem e devia estar com bafo de bode velho. Dei um tapa na maquiagem, pois não seria justo que ele me visse com cara de pão de queijo amassado sem nunca ter dormido (e acordado) comigo, e fui. Claro que eu já tinha visto um monte de fotos dele, mas estava tão nervosa e ansiosa que não o enxergaria nem se ele se jogasse na minha frente e simulasse um ataque epilético. Pra minha sorte, ele me encontrou. Sorrimos e nos abraçamos, um abraço forte e demorado. Eu lembro que gostei do cheiro dele logo de cara. Se o abraço encaixa e você gosta do cheiro, é um sinal de que as coisas não podem sair estupidamente erradas.</p>
<p>Confesso que fiquei um pouco apreensiva por ele não ter me beijado logo que cheguei, pensei que talvez ele não tivesse gostado do pacote. Como eu nunca tomo a iniciativa (sou tímida, poxa), fiquei esperando o desenrolar dos fatos. No meio do caminho para o apartamento, na manhã do dia 18 de abril de 2009, ele finalmente me beijou. Nosso primeiro beijo aconteceu bem na frente do colégio onde os pais dele se conheceram.</p>
<p><em>nota da autora:</em><em> </em>Enquanto escrevia, fui perguntar pra ele se aquilo tinha sido ardilosamente planejado. Confiram:</p>
<p><em>Joice: Aquela ideia de me beijar na frente do colégio foi premeditada?</em></p>
<p><em>Fernando: Não. Foi inevitável.</em></p>
<p><em>Joice: E por que caralhos não me beijou antes?</em></p>
<p><em>Fernando: Porque &#8211; porra &#8211; eu não sabia se você queria.</em></p>
<p><em>Joice: Oun.</em></p>
<p>O fim de semana que se seguiu não me deixou só feliz. Me deixou feliz e com um monte de minhocas na cabeça. E agora, Joice? São Paulo x Petrópolis, 500 km, como lidar? A próxima ocasião em que daria pra eu viajar seria no feriado de junho e isso implicaria em ficar quase dois meses sem vê-lo. Ele quis ir pra Petrópolis nesse meio tempo, mas novamente, eu não deixei. Precisava de mais segurança, de passar mais tempo com ele sem interferências externas antes de partir pra próxima etapa. Essa coisa de namoro à distância era nova pra mim e embora ele se fizesse presente de várias formas no meu dia a dia através de cartas, msn, gtalk e sms, a saudade e a carência eram inevitáveis e eu ficava doente &#8211; literalmente &#8211; por estar longe dele. Ninguém disse que seria fácil&#8230;</p>
<p>Continua (é o último, não me matem)&#8230;</p>
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<p><small>© Joice Viana no <a href="http://www.diariodecasal.com.br">Diário de Casal</a>, 2010. |
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Post tags: <a href="http://www.diariodecasal.com.br/posts/tag/historia/" rel="tag">história</a>, <a href="http://www.diariodecasal.com.br/posts/tag/namoro-a-distancia/" rel="tag">namoro a distância</a>, <a href="http://www.diariodecasal.com.br/posts/tag/relacionamento/" rel="tag">Relacionamento</a><br/>
</small></p>]]></content:encoded>
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		<title>Como NÃO se comportar no primeiro encontro ou Como conheci minha namorada</title>
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		<pubDate>Thu, 08 Apr 2010 13:00:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cadu</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Notei que eu não contei como conheci minha atual cara-metade. Ela adora contar essa história, mas desta vez vou tomar a frente e contar a minha versão, que é reconhecida (por mim mesmo) como a real, verídica e que aconteceu de verdade.
Sempre tive contato com a Internet desde que ela começou a se popularizar no Brasil. Em outras palavras, vou me sentir meio velho falando isso, sou da época do IRC então, para mim, sempre foi comum conhecer pessoas pela Internet.
A aproximadamente a três anos tive uma separação bastante problemática ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-564" src="http://www.diariodecasal.com.br/wp-content/uploads/2010/03/74591189.jpg" alt="" width="304" height="203" />Notei que eu não contei como conheci minha atual cara-metade. Ela adora contar essa história, mas desta vez vou tomar a frente e contar a minha versão, que é reconhecida (por mim mesmo) como a real, verídica e que aconteceu de verdade.</p>
<p>Sempre tive contato com a Internet desde que ela começou a se popularizar no Brasil. Em outras palavras, vou me sentir meio velho falando isso, sou da época do <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Internet_Relay_Chat" target="_blank">IRC</a> então, para mim, sempre foi comum conhecer pessoas pela Internet.</p>
<p>A aproximadamente a três anos tive uma separação bastante problemática e traumática. É muito comum que após uma separação como a minha, que causou grande abalo físico, moral e mental, a pessoa se isole do mundo e passe a ter medo de relacionamentos. Porém, tão comum quanto esse comportamento, também é o comportamento “vou sair pegando geral”. Não é algo para se orgulhar, mas foi o que aconteceu no meu caso.</p>
<p>Como eu estava morando em uma nova cidade, ainda não tinha um amplo círculo de amizades, mas obviamente isso pode ser resolvido hoje em dia com a rede internacional de computadores. Passei a frequentar comunidades de redes sociais, salas de bate-papo e a adicionar pessoas devidamente selecionadas no live messenger.</p>
<p>Em uma dessas salas de bate-papo, enquanto adiciona pessoas interessantes (ou nem tanto), encontrei a “Gatinha inteligente”. Gostei do nick e puxei assunto. Claro que em pouco tempo chegamos ao assunto “relacionamento”.</p>
<p style="padding-left: 30px;"><em><span style="text-decoration: underline;">Eu</span></em><em>: E aí? Está namorando?<br />
<span style="font-style: normal;"><em><span style="text-decoration: underline;">Ela</span></em><em>: Mais o menos, estou esperando uma resposta!</em></span></em></p>
<p>Nesse momento minha reação foi: “<em>Xiii, mais uma apaixonada que não sabe o que faz da vida!</em>” e movi o contato dela para uma pasta, carinhosamente nomeada como “geladeira”.</p>
<p>Ela sempre puxava papo, eu sempre dizia uma gracinha ou outra, mas não ficava nunca com muita esperança. Foi uma pessoa que simplesmente não tinha me despertado interesse. Até o dia que ela me perguntou sobre meu perfil no Orkut, enviei-lhe o meu endereço na famosa rede social e ela me adicionou.</p>
<p>Foi então que dei o primeiro passo para conhecê-la melhor: olhei as comunidades que ela participava e comecei a notar que tínhamos gosto pelas mesmas coisas. Vi que ela gostava das mesmas músicas, de ler, que tínhamos ideias parecidas, e por fim olhei as fotos do álbum. Foi então que algo mudou. Eu particularmente não sou muito de programas ecológicos como trilhas e caminhadas, meu conceito de civilização é até onde tem sinal de celular, no entanto, as fotos dela em uma queda d&#8217;agua me chamaram a atenção, não sei se pelo cenário paradisíaco, se pelo sorriso de satisfação que ela tinha nas imagens, mas acredito que, muito provavelmente, pelo biquíni que ela estava usando.</p>
<p>Ela me convidou para o cinema. Sim, ela tomou a iniciativa antes, aceitei. Fomos ver a última sessão de uma comédia romântica genérica em um shopping. Quando entramos na sala de cinema, a sessão estava quase vazia. Notei que ela andava muito até escolher um lugar para se sentar. Finalmente, depois de me fazer entrar em umas três fileiras por engano, ela escolheu um lugar e se sentou. Eram uma dessas poltronas com braço basculante e primeira coisa que eu fiz foi abaixar o braço acolchoado da poltrona, separando nossos assentos. Alguns podem pensar, “poxa, mas que cara mais devagar” ou “por quê não aproveitar a oportunidade que ela estava dando ao escolher justamente os assentos que permitiriam uma aproximação?”  Eu respondo: eu gosto de deixar o braço apoiado enquanto vejo um filme.</p>
<p>Depois do filme fomos comer em um desses restaurantes fast-food. Eu pedi o lanche de sempre, enquanto ela pediu um sanduíche de filé. Conversávamos sobre diversos assuntos, desde cinema a política quando notei algo estranho. Sabem quando o filé não se parte com a mordida e você fica “brigando” com a carne? Você tenta separar à mordida, mas o recheio teima em saltar todo para fora do pão? Então, eu não consegui me controlar e ofereci minha ajuda:</p>
<p style="padding-left: 30px;">– <em>Parece que o seu filé está mal passado ainda. Quer que eu peça uma faca ou uma tesoura para o atendente? Podemos acabar de abatê-lo!</em></p>
<p>Ela riu. Ainda bem! Riu mais de nervosa e sem graça do que por ter achado realmente graça. O que eu poderia fazer? Sou do tipo que perde o amigo, mas não perde a piada.</p>
<p>De lá entramos no carro e ficamos conversando. Sim, conversando. Conversamos por mais umas quatro horas, ouvindo músicas, contando histórias. Percebi como era gostoso novamente conversar com alguém interessante e com os mesmos interesses, como é relaxante expor ideias, e perceber que você não quer apenas beijar ou dar uns amaços com alguém, mas que você quer ouvi-la. Ouvi-la de verdade, não apenas fingir interesse para ganhar terreno.</p>
<p>O primeiro beijo saiu depois, e apenas depois, dessas quatro horas de conversa. Amanheceu o dia e ainda estávamos na rua. Tomamos café da manhã em uma padaria e quando eu voltava para casa, pensei comigo mesmo que provavelmente era ela a próxima pessoa por quem eu me apaixonaria.</p>
<p>Claro que ela reclama das quatro horas que teve que esperar e faz muitas piadinhas sobre isso, mas eu simplesmente respondo “Não valeu a pena esperar?”. Para mim, valeu muito a pena!</p>
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<p><small>© Cadu no <a href="http://www.diariodecasal.com.br">Diário de Casal</a>, 2010. |
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</small></p>]]></content:encoded>
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		<title>Confiança x Ciúmes</title>
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		<pubDate>Wed, 07 Apr 2010 13:00:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Danilo Picucci</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A grande maioria das pessoas diz que a confiança é à base de todo o relacionamento, que com confiança uma relação existe e dura o tempo que for. E ao mesmo tempo 99% das pessoas sentem ciúmes da parceira (o), aquele sentimento incômodo de que alguém está roubando o que é seu.
A partir daí vem à pergunta, se você confia (ou diz que confia!) no seu namorado (a), porque que sente ciúmes?  Da onde vem esse sentimento irracional? Eu também não sei a resposta, mas afirmo: um está diretamente relacionado ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="size-full wp-image-543 alignleft" src="http://www.diariodecasal.com.br/wp-content/uploads/2010/03/Confiança.jpg" alt="" width="300" />A grande maioria das pessoas diz que a confiança é à base de todo o relacionamento, que com confiança uma relação existe e dura o tempo que for. E ao mesmo tempo 99% das pessoas sentem ciúmes da parceira (o), aquele sentimento incômodo de que alguém está roubando o que é seu.</p>
<p>A partir daí vem à pergunta, se você confia (ou diz que confia!) no seu namorado (a), porque que sente ciúmes?  Da onde vem esse sentimento irracional? Eu também não sei a resposta, mas afirmo: um está diretamente relacionado com o outro.</p>
<p>A confiança não é algo simples, assim como “<em>eu te amo</em>”, a frase “<em>eu confio em você</em>” é banalizada. Eu vejo pessoas falando isso para outras sempre, em situações absurdas, conheceu alguém faz duas semanas e já sai falando que confia cegamente na outra.</p>
<p>Confiar significa botar a mão no fogo pela pessoa, ter 100% de certeza que tudo que aquela pessoa te diz é verdade. Agora reflitam alguns segundos: por quantas pessoas vocês sentem isso de verdade?</p>
<p>Vocês vão perceber que são poucas, bem poucas.</p>
<p>Então porque temos coragem de falar para alguém que confiamos? Porque dizemos ao nosso companheiro que confiamos se na verdade não conseguimos nem aceitar a idéia de que essa pessoa vá a uma balada/festa sozinha?</p>
<p>- E no final da discussão sempre vem aquela velha pergunta: “Mas você não confia em mim?</p>
<p>- E a resposta sem sentido: “Confio, mas sinto ciúmes” – Para os não orgulhosos, claro, pois esses preferem o silêncio ou a ignorância.</p>
<p><strong>Vivendo e aprendendo </strong></p>
<p>Vou relatar aqui um caso que aconteceu comigo, que foi bobo vendo agora pela perspectiva racional, mas que na hora foi fod*!</p>
<p>Era um final de tarde normal no começo do ano passado, eu estava na faculdade e minha namorada teoricamente estava na casa dela. Ela não trabalhava na época e sempre saia da faculdade e voltava pra casa, salvo exceções era a rotina dela.</p>
<p>Após concluir o que estava fazendo, decidi ligar pra ela, eu liguei umas 4 vezes sem sucesso, caía na caixa postal após alguns toques. Esperei uns 20 minutos e liguei de novo, dessa vez no 5º toque atendeu, mas estava mudo, eu chamei “Alô?” e do outro lado veio uma voz de grossa de homem em resposta “Alô?” e logo depois ficou mudo e veio o som de “tututu” significando que a ligação tinha sido encerrada.</p>
<p>Na hora o sangue já subiu na cabeça e fiquei imaginando quem era o cara que tinha atendido o celular da minha namorada e onde ela estaria, fiquei maluco! Em seguida liguei na casa dela e pra minha surpresa&#8230;.ela que atendeu! Fiquei meio confuso, mas ainda desnorteado perguntei “Onde você ta? Quem que está ai com você?” ela não entendeu nada e pediu que eu me acalmasse.</p>
<p>Respirei fundo, perguntei de novo, ela falou que tava em casa e que tava com a mãe dela, e me fez ouvir a voz da mãe do lado. E tipo, era óbvio que ela tava em casa! Eu liguei na casa!!! Respirei fundo e expliquei pra ela o que tinha acontecido, ela disse que o celular tocou e que ela atendeu, mas que a ligação tinha ficado muda.</p>
<p>Resumo, quando liguei a ligação deve ter cruzado com alguém devido ao sinal de telefonia (isso é possível, eu pesquisei!), ou o que eu ouvi foi apenas o eco da minha voz devido a algum problema na ligação. A questão é que ela não tinha feito nada, e eu quase briguei feio com ela por pura desconfiança idiota&#8230;</p>
<p>Óbvio que logo depois veio a conversa sobre confiança, e com razão, eu tinha sido bem babaca&#8230;mas ela entendeu que eu tive um motivo e acabou ficando tudo bem. Hoje a gente se lembra da história e ri, tamanha a bobeira dos meus ciúmes naquele momento.</p>
<p>E vocês o que acham sobre ciúmes, está diretamente relacionado com confiança? Dividam conosco suas histórias se tiverem!</p>
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<p><small>© Danilo Picucci no <a href="http://www.diariodecasal.com.br">Diário de Casal</a>, 2010. |
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		<title>Diário de Casal v2: Mais colaborativo, mais constante!</title>
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		<pubDate>Mon, 29 Mar 2010 03:41:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael R</dc:creator>
				<category><![CDATA[Diário Oficial]]></category>
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		<description><![CDATA[Amigos, aproveitando essa categoria de posts onde podemos jogar limpo e contar a vocês as reais intenções, inspirações e sensações desse blog, apresento a vocês o Diário de Casal versão 2.

Amigos do feed, cliquem aqui pra ver a novidade!
Depois de quase 2 semanas em que ocorreram trocas de emails frenéticas entre os colaboradores, algumas coisas ficaram decididas. Durante essa nova fase do DdC, algumas coisas irão mudar pra melhor, outras ficarão mais fáceis, e se der tudo certo todo mundo vai sair ganhando um pouco. Podemos resumir as mudanças que ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Amigos, aproveitando essa categoria de posts onde podemos jogar limpo e contar a vocês as reais intenções, inspirações e sensações desse blog, apresento a vocês o <strong>Diário de Casal versão 2</strong>.</p>
<p align="center"><img src="http://www.diariodecasal.com.br/wp-content/uploads/2010/03/ddcv2.jpg" alt="Diário de Casal v2" /><br />
<em>Amigos do feed, <a href="http://www.diariodecasal.com.br">cliquem aqui</a> pra ver a novidade!</em></p>
<p>Depois de quase 2 semanas em que ocorreram trocas de emails frenéticas entre os colaboradores, algumas coisas ficaram decididas. Durante essa nova fase do <strong>DdC</strong>, algumas coisas irão mudar pra melhor, outras ficarão mais fáceis, e se der tudo certo todo mundo vai sair ganhando um pouco. Podemos resumir as mudanças que virão da seguinte maneira:</p>
<p><strong>1. Colaboração</strong></p>
<p>A partir de agora, faremos desse blog um meio de comunicação de duas vias: A gente fala e vocês escutam, vocês falam e nós escutamos. Nossa caixa de emails está aberta desde já (contato@diariodecasal.com.br), e esperamos que vocês se sintam a vontade pra falar conosco sobre o que quiserem. Se tiver uma sugestão de post, se quiser opinar sobre alguma coisa, se quiser participar enviando uma crônica, uma história, um conto&#8230; enfim, estamos realmente contando com vocês pra fazermos deste um espaço muito mais democrático e divertido.</p>
<p><strong>2. Design</strong></p>
<p>O laranja e verde original do blog já estavam cansativos demais pra nós, acreditamos que pra vocês também. Um logotipo novo era necessário também. Aproveitamos a onda e depois de dias (meses?) tentando, achamos um formato que poderia ser adequado a essa nova realidade do DdC. Convido os amigos do feed a visitarem a home e ver o que acham. E todos os envolvidos a deixarem suas impressões, nossa equipe de criação está ansiosa para ler opiniões dos principais interessados.</p>
<p><strong>3. Atualizações</strong></p>
<p>Agora, temos uma agenda oficial interna. Com ela, esperamos manter o blog atualizado constantemente, resolvendo uma das reclamações de vocês. Unindo isso com o ponto 1 desse post, vocês poderão ter certeza de que de agora em diante aquilo que vocês querem ler vai estar nessas páginas o mais rápido possível.</p>
<p><strong>4. Conteúdo</strong></p>
<p>Eu estou, aos poucos, tentando fazer com que os amigos colaboradores tirem de suas caixas pessoas pequenas histórias para compartilhar conosco. Acho que no fundo é bem mais legal quando você sente que tem alguma &#8220;intimidade&#8221; com quem lê. Eles estão resistindo, mas aos poucos a gente vai chegar lá. Afinal, as vezes acontece algumas coisas conosco e ficamos aqui pensando &#8220;Ué, será que é só comigo que isso acontece?&#8221; mas que depois de ler algo parecido você acaba até encontrando conforto.</p>
<p>Agora, queremos saber de suas impressões e opiniões. Afinal de contas, todas as mudanças aqui são para vocês. E esperamos de verdade que curtam todas elas.</p>
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<p><small>© Rafael R no <a href="http://www.diariodecasal.com.br">Diário de Casal</a>, 2010. |
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		<title>A razão do beijo</title>
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		<pubDate>Fri, 13 Nov 2009 14:38:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luana Hazine</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[beijo]]></category>
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		<category><![CDATA[razão]]></category>

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		<description><![CDATA[
O pesquisador Colin Hendrie, da Universidade de Leeds, do Reino Unido, levantou uma nova hipótese para a verdadeira razão do beijo na boca: o homem inocular a mulher com o vírus Cytomegalovirus, que vive na saliva masculina. (Natureza sábia, mulher geralmente mais baixa que homem, transmissão melhor.) Em geral, o bichinho é inofensivo, mas, numa mulher grávida (algo que pode acontecer depois do beijo, presumo), pode fazer um estrago. Beijos vão construindo imunidade, e, segundo o que foi publicado no jornal Medical Hipotheses, seis meses beijando a mesma pessoa são ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;">
<p><a href="http://www.telegraph.co.uk/news/newstopics/howaboutthat/6471483/Kissing-was-developed-to-spread-germs.html" target="_blank">O pesquisador Colin Hendrie, da Universidade de Leeds</a>, do Reino Unido, levantou uma nova hipótese para a verdadeira razão do beijo na boca: o homem inocular a mulher com o vírus Cytomegalovirus, que vive na saliva masculina. (Natureza sábia, mulher geralmente mais baixa que homem, transmissão melhor.) Em geral, o bichinho é inofensivo, mas, numa mulher grávida (algo que pode acontecer depois do beijo, presumo), pode fazer um estrago. Beijos vão construindo imunidade, e, segundo o que foi publicado no jornal <em>Medical Hipotheses</em>, seis meses beijando a mesma pessoa são a melhor proteção, diminuindo o perigo para a mulher pelo que entendi e reduzindo o risco de um (eventual) bebê nascer infectado.</p>
<p>A hipótese anterior para o beijo na boca também não era nada romântica, diga-se. O ato era tido como uma espécie de controle de qualidade evolucionário, com a saliva contendo dicas sobre fertilidade, saúde/higiene e genes. Mas psicólogos desmontaram essa ideia, dizendo que um casal não precisa se beijar para “obter tais informações”; basta um ficar BEM perto do outro.</p>
<p>(PostScriptum: Quanto mais apaixonado o beijo, segundo o Dr. Colin, mais eficaz a defesa contra o Cytomegalovirus. Hipótese. E também recomendação médica.)</p>
<p>TEXTO RETIRADO DE UPDATE OR DIE e indicado por @hazine</p>
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<p><small>© hazine no <a href="http://www.diariodecasal.com.br">Diário de Casal</a>, 2009. |
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		<title>Aliança no namoro &#8211; Usar ou não usar?</title>
		<link>http://www.diariodecasal.com.br/posts/alianca-no-namoro-usar-ou-nao-usar/</link>
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		<pubDate>Mon, 08 Jun 2009 20:40:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ele / Ela</dc:creator>
				<category><![CDATA[Relacionamento]]></category>
		<category><![CDATA[aliança]]></category>
		<category><![CDATA[casal]]></category>
		<category><![CDATA[compromisso]]></category>
		<category><![CDATA[história]]></category>

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		<description><![CDATA[Por: Luiz Yassuda
Realizo aqui o meu post de estréia no Diário de Casal, coagido, digo, incentivado pelo Rafael R a escrever um pouco sobre a minha pouca experiência em casal. Creio que um assunto que é interessante de ser discutido nesta minha estréia diz respeito ao uso de alianças no namoro: por que usar, por que não usar e o que usar.

Foto: Jeff Belmonte
&#8220;POR QUE USAR?&#8221;
As alianças tem uma história interessante. A começar pelo próprio ritual de casamento, que existiu na maior parte das civilizações humanas e que tem características ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Por: Luiz Yassuda</p>
<p>Realizo aqui o meu post de estréia no <strong>Diário de Casal</strong>, coagido, digo, incentivado pelo <a href="http://www.diariodecasal.com.br/equipe/">Rafael R</a> a escrever um pouco sobre a minha pouca experiência em casal. Creio que um assunto que é interessante de ser discutido nesta minha estréia diz respeito ao uso de alianças no namoro: por que usar, por que não usar e o que usar.</p>
<p align="center"><img src="http://www.diariodecasal.com.br/wp-content/uploads/2009/06/aliancanamorados.jpg" alt="aliança dos namorados" /><br />
<em>Foto: <a href="http://www.flickr.com/photos/jeffbelmonte/15921928/" target="_blank">Jeff Belmonte</a></em></p>
<h2>&#8220;POR QUE USAR?&#8221;</h2>
<p>As alianças tem uma história interessante. A começar pelo próprio ritual de casamento, que existiu na maior parte das civilizações humanas e que tem características singulares por vários povos que tinham a sua maneira de afirmar o matrimônio. As alianças seriam uma herança da cultura greco-romana, que tem explicação dúbia: enquanto pode-se afirmar que existia uma crença de que uma veia diretamente ligada ao coração passava pelo dedo anelar, a aliança servia também para que o homem demarcasse sua noiva como propriedade. Algo que, sim, serve até hoje para avisar &#8220;tira o olho, rapá!&#8221;.</p>
<p>Com o passar do tempo, porém, a aliança passou a simbolizar a união de um casal, para que sempre prezassem pela fidelidade e por outros valores para este sacramento da Igreja Católica. Tal cultura chegou aos dias de hoje, mas com diversos significados, principalmente depois que os valores da sociedade passaram a admirar o casamento por amor. Ou seja: a aliança passa a ser um símbolo de que se está com uma pessoa por opção, e isto acontece porque estas pessoas se amam.</p>
<p>É fato que eu já ouvi diversas versões sobre o uso ou não de alianças em um namoro, costumeiro aqui pelas bandas brasileiras. Se você se sente seguro de demonstrar que o namoro é sério, está bacana e que você quer que esta pessoa compartilhe este amor que você sente e que ela sente por você, vá em frente. Pode ser que o namoro um dia acabe, posto que o amor é chama. Mas por que não sinalizar que vocês desejam que o amor seja infinito enquanto dure (e lá vou eu cometer este clichê de citar Vinicius)?</p>
<h2>&#8220;OU NÃO!&#8221;</h2>
<p>Namoros são um momento para se conhecer melhor a pessoa com quem você está. Os casais podem, como no meu caso, já terem uma amizade mais antiga, mas o namoro é uma fase de conhecer intimamente a outra pessoa. Em um estágio inicial, pode ser que seja um desafio para um dos dois ou para ambos se abrir e se jogar desta maneira, por mais seriedade que o cônjuge passe.</p>
<p>Há também quem não ligue, e é importante saber o que o seu parceiro(a) acha. Pode soar menos romântico do que entregar uma aliançazinha de maneira hollywoodiana, mas uma conversa sobre o assunto não mata ninguém. Se vocês já aceitaram que não estão mais &#8220;apenas ficando&#8221; ou &#8220;se pegando&#8221;, terão abertura suficiente para expor suas opiniões a respeito um para o outro.</p>
<h2>&#8220;O QUE USAR&#8221;</h2>
<p>E para você que acha esta mania de anel brega, existem algumas soluções interessantes. Eu e a Cássia usamos uma pulseira, confeccionada por uma amiga nossa. Tem valor, é claro, de que queremos que o namoro seja séria e bacana, mas serve também como uma espécie de  benção desta nossa amiga, além de ser algo que eu possivelmente usaria se estivesse solteiro, por gosto, e que ela gostou também. Já ouvi de um colega, certa vez, que ele e a namorada fizeram uma tatuagem comum. Talvez seja algo que demande maior maturidade, mas quando ele relatou o caso, disse que o namoro já havia acabado, mas aquela tatuagem era símbolo de que os dois tinham em comum um tempo bom para ser recordado.</p>
<p>Além disso, quase tudo nesta vida pode ser sacramentado, como um local, uma canção, uma troca de objetos (como fotos 3&#215;4 para serem colocadas na carteira), etc. Adotar uma prática alternativa ao anel pode ser uma maneira de evitar todo o peso simbológico da aliança no dedo, grilos, DRs e afins.</p>
<p>No fim, o que vale é o sentimento de um pelo outro, seja qual símbolo seja o escolhido para demonstrar isso. Se forem anéis, pulseiras ou palavras, que sejam sinceras, sem grilos e encanações desnecessárias em relação ao que vier pela frente. Deixe rolar.</p>
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<p><small>© Ele / Ela no <a href="http://www.diariodecasal.com.br">Diário de Casal</a>, 2009. |
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Post tags: <a href="http://www.diariodecasal.com.br/posts/tag/alianca/" rel="tag">aliança</a>, <a href="http://www.diariodecasal.com.br/posts/tag/casal/" rel="tag">casal</a>, <a href="http://www.diariodecasal.com.br/posts/tag/compromisso/" rel="tag">compromisso</a>, <a href="http://www.diariodecasal.com.br/posts/tag/historia/" rel="tag">história</a>, <a href="http://www.diariodecasal.com.br/posts/tag/relacionamento/" rel="tag">Relacionamento</a><br/>
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