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	<title>Diário de Casal &#187; início de namoro</title>
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	<description>O melhor e o pior da vida a dois</description>
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		<title>Diário de Casal &#187; início de namoro</title>
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		<title>Texto de leitora: Minha história de amor</title>
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		<pubDate>Mon, 14 Mar 2011 13:27:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ele / Ela</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Oi, gente. Meu nome é Patricia, tenho 22 anos, moro em Goiânia e, como disse em alguns comentários, depois do carnaval eu viria aqui compartilhar minha história com vocês.
Para começar, tem duas coisas que vocês precisam saber:
1º: Sou evangélica (acho que meio diferente das demais, uns dizem &#8220;doida&#8221;)
2º: Sempre fui totalmente contra namoros à distância
Eu amo o frio e sempre tive vontade de conhecer o Sul do Brasil. Em novembro do ano passado, um professor meu da faculdade nos avisou sobre um Festival de Publicidade que teria esse ano em ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Oi, gente. Meu nome é Patricia, tenho 22 anos, moro em Goiânia e, como disse em alguns comentários, depois do carnaval eu viria aqui compartilhar minha história com vocês.</p>
<p>Para começar, tem duas coisas que vocês precisam saber:</p>
<p>1º: Sou evangélica (acho que meio diferente das demais, uns dizem &#8220;doida&#8221;)</p>
<p>2º: Sempre fui totalmente contra namoros à distância</p>
<p>Eu amo o frio e sempre tive vontade de conhecer o Sul do Brasil. Em novembro do ano passado, um professor meu da faculdade nos avisou sobre um Festival de Publicidade que teria esse ano em Gramado. Fiquei vidrada com a ideia de finalmente conhecer o Sul, mas logo fiquei preocupada porque, pelo que vi, o pessoal vai a esse festival para beber e farrear. E eu não bebo!</p>
<p>Agora entra a internet. Fui a comunidades no orkut buscar meninas que morassem lá e que fossem evangélicas para eu não ficar “boiando” lá. Adicionei duas, mas não me aceitaram. Fui passando as páginas, passando, foi então que uma fotinha com uma boca vermelhinha me chamou a atenção. Como tinha o MSN no perfil, adicionei só o MSN, por receio. Começamos a conversar no início de dezembro. Conversávamos todos os dias, nunca faltou assunto entre nós. Parecia que já nos conhecíamos havia anos; e a cada dia eu me encantava mais com ele. Começamos a trocar mensagens por celular, trocamos presentes de Natal, e no dia 26 de dezembro ele me pediu em namoro.</p>
<p>Na hora, fiquei sem saber o que dizer, fiquei com medo. Namorar alguém que nunca sequer toquei? Pensei no que as pessoas iriam dizer ou pensar. Mas já tinha algo aqui dentro que já o queria muito&#8230; Então, aceitei!</p>
<p>Os dias foram se passando, o sentimento aumentando, e junto a vontade de estar com ele, lógico. O tal Festival seria só em agosto, então, um belo dia eu disse: &#8220;amor, como agosto vai demorar a chegar, o que você acha deu ir te conhecer no carnaval?&#8221; Ele gostou da ideia, lógico, e começou minha saga procurando passagens em promoção. Nisso, eu orando todo dia pedindo a Deus que, se fosse pra dar certo, se ele fosse a pessoa boa que eu achava, que o preço da passagem caísse. Então, em um belo domingo, entro no site da companhia aérea e a passagem que eu só encontrava de R$ 700 pra cima estava por R$573,04. Rá! Não pensei duas vezes e comprei logo as passagens!</p>
<p>Até aí, só minha mãe, irmã e cunhado sabiam da minha ida. Tenho três tias superprotetoras que moram no mesmo lote que nós, e se elas soubessem, com certeza ficariam contra. Como realmente ficaram.</p>
<p>Mês de fevereiro começou, a ansiedade só aumentando, e nos jornais toda semana passava algo do tipo: &#8220;Mulher é assassinada por homem que conheceu na internet&#8221;. No domingo que antecedeu o carnaval, o Fantástico fez uma mega matéria sobre uma que foi assassinada. Queria que acabasse a energia só lá em casa!</p>
<p>Enfim, chegou a nossa semana, graças a Deus, porque eu não aguentava mais ouvir a frase: &#8220;Por que ele não vem primeiro? Você é doida?&#8221; O pastor da minha igreja me chamou pra conversar, mas quando viu que não tinha homem na Terra que mudaria minha opinião, só me deu um abraço e disse que estaria orando pela minha viagem. Uma das minhas tias descobriu e veio buzinar no meu ouvido. <strong>E como</strong> ela falou! Meu Deus do Céu.</p>
<p>Chegou o grande dia: 4 de março. Nem pra academia eu fui de manhã. Trocamos mensagens até a hora em que eu entrei no avião. Não sei se foi ansiedade, ou por ser o primeiro voo, meu estômago ficou horrível daqui até Porto Alegre. A comissária até teve que me dar remédio. Pronto. Duas horas depois, desço em Porto Alegre e começa a tremedeira. Acho que nem quando fui tirar habilitação eu tremia tanto. Peguei minha mala, tentava respirar fundo, procurava-o entre as pessoas, até que o avistei</p>
<p>. Estava lá, lindo, de azul, com suas bochechas rosadas e com um balão de coração na mão (ain, que lindo!). Daí corri pro abraço, demos um beijo daqueles meio tímido/atrapalhado que você não sabe se vai ser no rosto ou na boca.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.diariodecasal.com.br/wp-content/uploads/2011/03/DSC05667.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-2350" title="DSC05667" src="http://www.diariodecasal.com.br/wp-content/uploads/2011/03/DSC05667-768x1024.jpg" alt="" width="538" height="717" /></a></p>
<p>Fomos pegar o ônibus para ir para Gramado, e daí pra frente foi só alegria. Um final de semana inesquecível. Foi o melhor carnaval da minha vida. Agora é esperar a Semana Santa, que ele vem conhecer minha família.</p>
<p>Espero que tenham gostado da minha história.</p>
<p>Cláudio, meu amor, te amo!</p>
<blockquote><p>Quer dividir a sua história com o mundo? <a href="http://www.diariodecasal.com.br/contato">Entre em contato</a> e saiba como participar!</p></blockquote>
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<p><small>© Ele / Ela no <a href="http://www.diariodecasal.com.br">Diário de Casal</a>, 2011. |
<a href="http://www.diariodecasal.com.br/posts/texto-de-leitora-minha-historia-de-amor/">Permalink</a> |
<a href="http://www.diariodecasal.com.br/posts/texto-de-leitora-minha-historia-de-amor/#comments">15 comentários</a> |
Post tags: <a href="http://www.diariodecasal.com.br/posts/tag/historia-de-amor/" rel="tag">história de amor</a>, <a href="http://www.diariodecasal.com.br/posts/tag/inicio-de-namoro/" rel="tag">início de namoro</a>, <a href="http://www.diariodecasal.com.br/posts/tag/namoro-a-distancia/" rel="tag">namoro a distância</a><br/>
</small></p>]]></content:encoded>
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		<title>Como NÃO se comportar no primeiro encontro ou Como conheci minha namorada</title>
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		<pubDate>Thu, 08 Apr 2010 13:00:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cadu</dc:creator>
				<category><![CDATA[Crônicas]]></category>
		<category><![CDATA[Histórias]]></category>
		<category><![CDATA[Relacionamento]]></category>
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		<category><![CDATA[história]]></category>
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		<description><![CDATA[Notei que eu não contei como conheci minha atual cara-metade. Ela adora contar essa história, mas desta vez vou tomar a frente e contar a minha versão, que é reconhecida (por mim mesmo) como a real, verídica e que aconteceu de verdade.
Sempre tive contato com a Internet desde que ela começou a se popularizar no Brasil. Em outras palavras, vou me sentir meio velho falando isso, sou da época do IRC então, para mim, sempre foi comum conhecer pessoas pela Internet.
A aproximadamente a três anos tive uma separação bastante problemática ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-564" src="http://www.diariodecasal.com.br/wp-content/uploads/2010/03/74591189.jpg" alt="" width="304" height="203" />Notei que eu não contei como conheci minha atual cara-metade. Ela adora contar essa história, mas desta vez vou tomar a frente e contar a minha versão, que é reconhecida (por mim mesmo) como a real, verídica e que aconteceu de verdade.</p>
<p>Sempre tive contato com a Internet desde que ela começou a se popularizar no Brasil. Em outras palavras, vou me sentir meio velho falando isso, sou da época do <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Internet_Relay_Chat" target="_blank">IRC</a> então, para mim, sempre foi comum conhecer pessoas pela Internet.</p>
<p>A aproximadamente a três anos tive uma separação bastante problemática e traumática. É muito comum que após uma separação como a minha, que causou grande abalo físico, moral e mental, a pessoa se isole do mundo e passe a ter medo de relacionamentos. Porém, tão comum quanto esse comportamento, também é o comportamento “vou sair pegando geral”. Não é algo para se orgulhar, mas foi o que aconteceu no meu caso.</p>
<p>Como eu estava morando em uma nova cidade, ainda não tinha um amplo círculo de amizades, mas obviamente isso pode ser resolvido hoje em dia com a rede internacional de computadores. Passei a frequentar comunidades de redes sociais, salas de bate-papo e a adicionar pessoas devidamente selecionadas no live messenger.</p>
<p>Em uma dessas salas de bate-papo, enquanto adiciona pessoas interessantes (ou nem tanto), encontrei a “Gatinha inteligente”. Gostei do nick e puxei assunto. Claro que em pouco tempo chegamos ao assunto “relacionamento”.</p>
<p style="padding-left: 30px;"><em><span style="text-decoration: underline;">Eu</span></em><em>: E aí? Está namorando?<br />
<span style="font-style: normal;"><em><span style="text-decoration: underline;">Ela</span></em><em>: Mais o menos, estou esperando uma resposta!</em></span></em></p>
<p>Nesse momento minha reação foi: “<em>Xiii, mais uma apaixonada que não sabe o que faz da vida!</em>” e movi o contato dela para uma pasta, carinhosamente nomeada como “geladeira”.</p>
<p>Ela sempre puxava papo, eu sempre dizia uma gracinha ou outra, mas não ficava nunca com muita esperança. Foi uma pessoa que simplesmente não tinha me despertado interesse. Até o dia que ela me perguntou sobre meu perfil no Orkut, enviei-lhe o meu endereço na famosa rede social e ela me adicionou.</p>
<p>Foi então que dei o primeiro passo para conhecê-la melhor: olhei as comunidades que ela participava e comecei a notar que tínhamos gosto pelas mesmas coisas. Vi que ela gostava das mesmas músicas, de ler, que tínhamos ideias parecidas, e por fim olhei as fotos do álbum. Foi então que algo mudou. Eu particularmente não sou muito de programas ecológicos como trilhas e caminhadas, meu conceito de civilização é até onde tem sinal de celular, no entanto, as fotos dela em uma queda d&#8217;agua me chamaram a atenção, não sei se pelo cenário paradisíaco, se pelo sorriso de satisfação que ela tinha nas imagens, mas acredito que, muito provavelmente, pelo biquíni que ela estava usando.</p>
<p>Ela me convidou para o cinema. Sim, ela tomou a iniciativa antes, aceitei. Fomos ver a última sessão de uma comédia romântica genérica em um shopping. Quando entramos na sala de cinema, a sessão estava quase vazia. Notei que ela andava muito até escolher um lugar para se sentar. Finalmente, depois de me fazer entrar em umas três fileiras por engano, ela escolheu um lugar e se sentou. Eram uma dessas poltronas com braço basculante e primeira coisa que eu fiz foi abaixar o braço acolchoado da poltrona, separando nossos assentos. Alguns podem pensar, “poxa, mas que cara mais devagar” ou “por quê não aproveitar a oportunidade que ela estava dando ao escolher justamente os assentos que permitiriam uma aproximação?”  Eu respondo: eu gosto de deixar o braço apoiado enquanto vejo um filme.</p>
<p>Depois do filme fomos comer em um desses restaurantes fast-food. Eu pedi o lanche de sempre, enquanto ela pediu um sanduíche de filé. Conversávamos sobre diversos assuntos, desde cinema a política quando notei algo estranho. Sabem quando o filé não se parte com a mordida e você fica “brigando” com a carne? Você tenta separar à mordida, mas o recheio teima em saltar todo para fora do pão? Então, eu não consegui me controlar e ofereci minha ajuda:</p>
<p style="padding-left: 30px;">– <em>Parece que o seu filé está mal passado ainda. Quer que eu peça uma faca ou uma tesoura para o atendente? Podemos acabar de abatê-lo!</em></p>
<p>Ela riu. Ainda bem! Riu mais de nervosa e sem graça do que por ter achado realmente graça. O que eu poderia fazer? Sou do tipo que perde o amigo, mas não perde a piada.</p>
<p>De lá entramos no carro e ficamos conversando. Sim, conversando. Conversamos por mais umas quatro horas, ouvindo músicas, contando histórias. Percebi como era gostoso novamente conversar com alguém interessante e com os mesmos interesses, como é relaxante expor ideias, e perceber que você não quer apenas beijar ou dar uns amaços com alguém, mas que você quer ouvi-la. Ouvi-la de verdade, não apenas fingir interesse para ganhar terreno.</p>
<p>O primeiro beijo saiu depois, e apenas depois, dessas quatro horas de conversa. Amanheceu o dia e ainda estávamos na rua. Tomamos café da manhã em uma padaria e quando eu voltava para casa, pensei comigo mesmo que provavelmente era ela a próxima pessoa por quem eu me apaixonaria.</p>
<p>Claro que ela reclama das quatro horas que teve que esperar e faz muitas piadinhas sobre isso, mas eu simplesmente respondo “Não valeu a pena esperar?”. Para mim, valeu muito a pena!</p>
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<p><small>© Cadu no <a href="http://www.diariodecasal.com.br">Diário de Casal</a>, 2010. |
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Post tags: <a href="http://www.diariodecasal.com.br/posts/tag/casal/" rel="tag">casal</a>, <a href="http://www.diariodecasal.com.br/posts/tag/historia/" rel="tag">história</a>, <a href="http://www.diariodecasal.com.br/posts/tag/inicio-de-namoro/" rel="tag">início de namoro</a>, <a href="http://www.diariodecasal.com.br/posts/tag/internet/" rel="tag">internet</a>, <a href="http://www.diariodecasal.com.br/posts/tag/namoro/" rel="tag">namoro</a>, <a href="http://www.diariodecasal.com.br/posts/tag/relacionamento/" rel="tag">Relacionamento</a><br/>
</small></p>]]></content:encoded>
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		<title>Romance 2.0</title>
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		<pubDate>Tue, 30 Mar 2010 17:26:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>JoiceViana</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Olá, pessoas! É o seguinte: tô ali na lista dos membros da equipe do blog já faz um tempo e nunca escrevo, né? Shame on me. O problema é que eu sou 5º dan em procrastinação, mas prometo tomar vergonha na cara e postar com frequência. Acho que uma boa maneira de começar é contar pra vocês como eu saí do time dos solteiros e vim parar aqui&#8230;
Fiz uma conta no Twitter no final de 2008, por insistência sugestão da nossa querida Rose Carreiro. Meu namorado na época era do ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-555" title="Romance 2.0" src="http://www.diariodecasal.com.br/wp-content/uploads/2010/03/84429917.jpg" alt="" width="304" height="202" />Olá, pessoas! É o seguinte: tô ali na lista dos membros da equipe do blog já faz um tempo e nunca escrevo, né? Shame on me. O problema é que eu sou 5º dan em procrastinação, mas prometo tomar vergonha na cara e postar com frequência. Acho que uma boa maneira de começar é contar pra vocês como eu saí do time dos solteiros e vim parar aqui&#8230;</p>
<p>Fiz uma conta no <a href="http://twitter.com/JoiceViana" target="_blank">Twitter</a> no final de 2008, por <span style="text-decoration: line-through;">insistência</span> sugestão da nossa querida Rose Carreiro. Meu namorado na época era do tipo ciumento patológico e odiava redes sociais, especialmente aquelas das quais eu participava, então eu me mantinha low profile e não dava muita atenção pra essas coisas, na nobre intenção de evitar atritos.</p>
<p>Uns meses depois decidi dar um basta naquele relacionamento e, com tempo sobrando, passei a dar mais atenção pro meu <span style="text-decoration: line-through;">diário pessoal online </span>blog e também para as redes sociais das quais eu participava, especialmente o Twitter. Num belo e ensolarado dia de janeiro de 2009 &#8211; ok, não lembro como estava o clima no dia, mas em se tratando de Petrópolis, é bem provável que estivesse chovendo &#8211; chegou na minha caixa de entrada do Gmail a notificação <em>&#8220;Fernando Tucori is now following you on twitter&#8221;</em>.</p>
<p>Logo, logo o Fê começou a comentar os meus posts no blog e começamos a conversar via Gtalk, MSN, SMS e afins. Ele acabou se tornando uma espécie de confidente, alguém com quem eu me sentia a vontade para falar sobre tudo, mesmo o conhecendo tão pouco. Claro que ele me parecia inteligente, interessante e tudo, mas o que me fisgou mesmo foi o bom humor dele. Homem bem humorado, né gente, onde é que se já se viu? Naquela época viviam aparecendo stalkers malucos nas minhas redes, mas sabe-se lá por que diabos, ele nunca me causou essa impressão&#8230; Mentira, devo ter considerado essa hipótese sim, mas mesmo que ele fosse um stalker doido, eu bem que estava gostando de ser seguida.</p>
<p><em>Intrusão do marido: </em>Você me perguntou, antes de vir a São Paulo pela primeira vez: &#8220;Tem certeza que você não vai me picar em pedacinhos e guardar no freezer?&#8221; e eu respondi &#8220;Existem outros meios de conservar você do meu lado pra sempre&#8221;.</p>
<p><em>Nota da autora:</em> Na verdade eu lembro de ter me preocupado com a integridade dos meus rins, diante da possibilidade de acordar numa banheira de hotel cheia de gelo, com um corte nas costas. Prossigamos&#8230;</p>
<p>Após alguns meses de conversa decidimos nos ver. Eu queria ter o controle da situação e preferi vir pra São Paulo, desencorajando o rapaz a ir a Petrópolis, meu território, onde naturalmente eu estaria mais exposta. Tudo pronto pra viajar, mala feita, depilação em dia (nunca se sabe, né?) e ansiedade a mil, eis que minha mãe, uma jovem senhora de 46 anos, enfarta. Enfartou bonito, de ficar em UTI, fazer cirurgia para colocação de stents e o escambau. Os planos de viajar obviamente foram por água abaixo, mas eu prometi que o encontro aconteceria logo que minha mãe estivesse fora de perigo.</p>
<p>Passado o perengue, lá estava eu no terminal Tietê, com o orifício anal na mão (não literalmente, claro), pronta para encontrá-lo. Eu, que vivia prometendo visitas aos meus amigos de outras cidades, mas nunca ia (nada pessoal, gente), tinha acabado de enfrentar seis horas de bunda quadrada num ônibus sacolejante pra encontrar aquele cara, pra quem eu já havia admitido, cheia de vergonha, numa janelinha de MSN:</p>
<p>&#8220;Acho que estou gostando de você.&#8221;</p>
<p>Continua&#8230;</p>
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<p><small>© Joice Viana no <a href="http://www.diariodecasal.com.br">Diário de Casal</a>, 2010. |
<a href="http://www.diariodecasal.com.br/posts/romance-2-0/">Permalink</a> |
<a href="http://www.diariodecasal.com.br/posts/romance-2-0/#comments">16 comentários</a> |
Post tags: <a href="http://www.diariodecasal.com.br/posts/tag/distancia/" rel="tag">distância</a>, <a href="http://www.diariodecasal.com.br/posts/tag/inicio-de-namoro/" rel="tag">início de namoro</a>, <a href="http://www.diariodecasal.com.br/posts/tag/relacionamento/" rel="tag">Relacionamento</a>, <a href="http://www.diariodecasal.com.br/posts/tag/romance/" rel="tag">romance</a><br/>
</small></p>]]></content:encoded>
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		<title>Todo Casal Tem: Um Jeito Especial de se Conhecer</title>
		<link>http://www.diariodecasal.com.br/posts/todo-casal-tem-um-jeito-especial-de-se-conhecer/</link>
		<comments>http://www.diariodecasal.com.br/posts/todo-casal-tem-um-jeito-especial-de-se-conhecer/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 23 Feb 2010 15:00:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luana Hazine</dc:creator>
				<category><![CDATA[Especial]]></category>
		<category><![CDATA[Relacionamento]]></category>
		<category><![CDATA[encontro]]></category>
		<category><![CDATA[historias de amor.]]></category>
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		<description><![CDATA[
Depois de muito tempo sem criatividade para continuar a série &#8220;Todo Casal Tem&#8221;, finalmente tive alguns insights para falar mais sobre as peculiaridades de todos os casais, afinal, todo mundo tem uma história interessante para contar. Para começar este ano, quero trazer à tona um ponto mais que especial pra o casal: O dia em que se conheceram.
Antigamente existia aquela formalidade básica para se conhecer alguém. A família era amiga de outra que tinha um filho(a) quase na mesma idade e eles resolviam apresentar os dois e casá-los logo na ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img src="http://img519.imageshack.us/img519/3082/primeiroencontro.jpg" alt="null" /></p>
<p>Depois de muito tempo sem criatividade para continuar a série &#8220;Todo Casal Tem&#8221;, finalmente tive alguns<em> insights</em> para falar mais sobre as peculiaridades de todos os casais, afinal, todo mundo tem uma história interessante para contar. Para começar este ano, quero trazer à tona um ponto mais que especial pra o casal: <strong>O dia em que se conheceram.</strong></p>
<p>Antigamente existia aquela formalidade básica para se conhecer alguém. A família era amiga de outra que tinha um filho(a) quase na mesma idade e eles resolviam apresentar os dois e casá-los logo na sequência&#8230;sem graça, né?</p>
<p>Hoje em dia <span style="text-decoration: line-through;">graças a Deus</span> todo mundo tem uma situação muito especial para tal evento que mexe tanto conosco, que nos faz passar a noite acordada(o) pensando em como foi incrível, que nos faz ter vontade de gritar, acreditar que o mundo é lindo e dá vontade de *&#8221;<em>mandar flores ao delegado, de bater na porta do vizinho e desejar bom dia, de beijar o português da padaria</em>&#8230;&#8221;</p>
<p>O mais bacana é que sempre estamos em um momento  inusitado para que isso aconteça:</p>
<ol>
<li>Ou a gente conhece pela      internet;</li>
<li>ou conhecemos numa balada,      numa festa;</li>
<li> um amigo(a)      apresentou;</li>
<li>eram amigos de colégio e      quase se matavam até descobrirem que era amor;</li>
<li>era seu(a) melhor amigo(a);</li>
<li>seu(a) pior inimigo(a);</li>
<li>Se gostavam faz tempo mas      tinham vergonha de assumir;</li>
<li>era filho(a) de uma amiga da      sua mãe e cresceram juntos de repente, pimba.</li>
</ol>
<p>Enfim&#8230;são diversas as histórias e formas de se conhecerem.</p>
<p>Eu por exemplo, conheci meu namorado pelo Twitter, eu era &#8220;fã&#8221; dele, por ele ser um homem inteligentíssimo, fiquei correndo atrás até ele me <span style="text-decoration: line-through;">notar </span>&#8220;seguir&#8221; no Twitter, a partir daí,  são 1 ano e 2 meses de muitas outras histórias.</p>
<p>Engraçado pensar que as coisas acontecem inesperadamente, mas, essa sensação deliciosa que faz o coração acelerar quando a gente menos espera é o que nos prova o quanto o amor faz bem.</p>
<p>E vocês? Contem pra nós como começou a sua história.</p>
<p>Beijos</p>
<p>LH :*</p>
<p>*referência  à música “Telegrama” de Zeca Baleiro.</p>
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<p><small>© hazine no <a href="http://www.diariodecasal.com.br">Diário de Casal</a>, 2010. |
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		<title>Início de namoro: o termômetro de um relacionamento durável</title>
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		<pubDate>Wed, 13 May 2009 15:49:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Diego Fávero</dc:creator>
				<category><![CDATA[Coisas dele]]></category>
		<category><![CDATA[Relacionamento]]></category>
		<category><![CDATA[brigas]]></category>
		<category><![CDATA[conquistas]]></category>
		<category><![CDATA[início de namoro]]></category>
		<category><![CDATA[relação]]></category>
		<category><![CDATA[relacionamento duradouro]]></category>

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Vejo muitos amigos e amigas começarem a namorar e passado poucos meses, voltarem a solteirisse. Por que?
Quando você se pega apaixonado, onde está naquela fase de troca de olhares, de e-mails, sms, saídas românticas, desafios e conquistas, é a fase que você melhor deve observar e investir. Se você está &#8220;nas nuvens&#8221;, sonhando acordado, achando lindo estar caindo um temporal lá fora, levante as mãos pro céu e agradeça: você está apaixonado! Mas isso pode ter um lado positivo ou negativo. E o outro lado da história? O que ela ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" src="http://www.dicasgratisbrasil.com/dicasgratisbrasilfotos/2009/03/as-brigas-que-destroem-o-amor-principalmente-o-namoro.jpg" alt="" width="240" height="158" /></p>
<p style="text-align: left;">
<p><strong>Vejo muitos amigos e amigas começarem a namorar e passado poucos meses, voltarem a solteirisse. Por que?</strong></p>
<p>Quando você se pega apaixonado, onde está naquela fase de troca de olhares, de e-mails, sms, saídas românticas, desafios e conquistas, é a fase que você melhor deve observar e investir. Se você está &#8220;nas nuvens&#8221;, sonhando acordado, achando lindo estar caindo um temporal lá fora, levante as mãos pro céu e agradeça: você está apaixonado! Mas isso pode ter um lado positivo ou negativo. E o outro lado da história? O que ela está sentindo? É o mesmo? Se sim, mais um ponto pra relação dar certo.</p>
<p>Aí vocês começam a namorar. Restaurantes, passeios, discussões. Opa! Peraê! <strong>Discussões logo de cara??? Por que? Pra que?</strong> Não era pra estar tudo lindo no começo?</p>
<p>É a hora de você parar pra pensar racionalmente e não emocionalmente. Se está errado logo de cara, qual a chance disso dar certo? Poucas! As brigas vão continuar e aumentar de nível. Ou arruma &#8220;a casa&#8221; no início, ou prepare-se para um desgastante namoro. A opção é sua.</p>
<p>Pego meu namoro como exemplo: sempre nos demos incrivelmente muito bem, sem stress, brigas bobas, onde procurávamos somente nossa felicidade, um contribuindo com o outro para que ela estivesse presente em nosso dia-a-dia sem sessar. Os anos se passaram e continuamos assim. Os desafios da vida aumentaram, claro, e também há momentos que rola um stress aqui, outro ali. Mas coloque na balança, respire o roxo e solte azul .. faça tudo bem pensado e nada de cabeça quente. Veja se você realmente tem razão e saiba assumir seus erros. Perdoar e ser perdoado faz parte da vida.</p>
<h2>Não converse gritando ou chorando</h2>
<p>Nenhuma conversa vai em frente se um dos dois estiverem com a cabeça mais quente do que deveriam. Esperem pra conversar em outra hora. Chorar, gritar, ofender não vai ajudar; muito pelo contrário.</p>
<h2>Conquiste a cada dia</h2>
<p>Já assistiu o filme &#8220;Como se fosse a primeira vez&#8221;, onde o cara tem que conquistar a garota todos os dias pois ela tem uma doença em que ela esquece do dia anterior sempre que dorme? Traga isso mais ou menos pro seu relacionamento. Surpreenda-se e surpreenda ela todos os dias. É tão bom ver um sorriso por algo que você proporcionou. Se todos os dias forem como o primeiro, seus dias serão pra sempre.</p>
<h2>Aceite que ela já tinha uma vida social antes de te conhecer</h2>
<p>Assim como você já tinha amigos, ela também já tinha. Não comece com crises de ciúmes só porque ela conversa mais com um amigo do que com outro; ela já tinha uma vida assim e você tem que tentar se encaixar nisso. Procure sair com os amigos dela (quando há uma baladinha da turma toda) e chame ela pra sair com os seus. Depois de um tempo, os amigos dela vão ser seus também e toda aquela pulga atrás da sua irelha vai sair. Tenha uma vida social e não fiquem somente dentro de casa e vivendo a dois.</p>
<p>Namorar não é fácil, nem existem formulas para o sucesso. O que você pode fazer é evitar brigas e ter atitudes que podem fazer a diferença de um namoro &#8220;saudável&#8221; e duradouro.</p>
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<p><small>© Diego Fávero no <a href="http://www.diariodecasal.com.br">Diário de Casal</a>, 2009. |
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</small></p>]]></content:encoded>
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		<title>O namoro vêm. Os amigos somem.</title>
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		<pubDate>Sat, 20 Dec 2008 19:06:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Diego Fávero</dc:creator>
				<category><![CDATA[Amigos]]></category>
		<category><![CDATA[amizade]]></category>
		<category><![CDATA[casal]]></category>
		<category><![CDATA[início de namoro]]></category>
		<category><![CDATA[sumiço]]></category>

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		<description><![CDATA[Na minha época de solteiro, eu vivia rodiado de amigoe e amigas e, sempre que algum começava a namorar eu ficava puto, porque era &#8220;batata&#8221; que estávamos perdendo o NOSSO amigo pra namorada DELE. Que raiva!
Aí que chegou a minha vez. Eu dizia que jamais iria fazer como meus amigos fizeram e não iria sumir dos meus amigos. Mas aí que ví que era natural. Sem eu querer eu sumi. Quando percebi, já era só eu e ela e não tínhamos mais os amigos a nossa volta.




Baladas já não tinham ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter" src="http://www.mundoeducacao.com.br/upload/conteudo_legenda/f2d3c3be66e23e648394f403b25afa2d.jpg" alt="" width="225" height="171" /></p>
<p style="text-align: left;">Na minha época de solteiro, eu vivia rodiado de amigoe e amigas e, sempre que algum começava a namorar eu ficava puto, porque era &#8220;batata&#8221; que estávamos perdendo o <strong>NOSSO</strong> amigo pra namorada <strong>DELE</strong>. Que raiva!</p>
<p style="text-align: left;">Aí que chegou a minha vez. Eu dizia que jamais iria fazer como meus amigos fizeram e não iria sumir dos meus amigos. Mas aí que ví que era natural. Sem eu querer eu sumi. Quando percebi, já era só eu e ela e não tínhamos mais os amigos a nossa volta.</p>
<p style="text-align: left;"><strong></strong></p>
<p style="text-align: left;"><strong></strong></p>
<p style="text-align: left;"><strong></strong></p>
<p style="text-align: left;"><strong></strong></p>
<h2 style="text-align: left;"><strong>Baladas já não tinham mais graça</strong></h2>
<p style="text-align: left;">Como dizer isso, vindo de um cara que ia praticamente de segunda a segunda nas baladas? Como assim baladas não terem mais graça?! Pois é &#8230; no começo do namoro você até acaba indo com ela, vez em quando .. mas depois de um tempo, você quer seu tempo todo só os dois. A música já não lhe empolga tanto, beber até ficar &#8220;boneco&#8221; também não.</p>
<p style="text-align: left;"><strong></strong></p>
<p style="text-align: left;"><strong></strong></p>
<p style="text-align: left;"><strong></strong></p>
<p style="text-align: left;"><strong></strong></p>
<h2 style="text-align: left;"><strong>E os amigos, já era pra sempre???</strong></h2>
<p style="text-align: left;">Não! Por um tempo você vai achar que pode viver sem eles. Mas depois de um tempo a vontade de vê-los aumenta, e tudo volta mais ou menos ao normal, exceto baladas que vão ser raras. Talvez seja a idade? Não sei &#8230;</p>
<p style="text-align: left;">Quem nunca teve um caso de dizer &#8220;ihh, fulano tá namorando .. sumiu &#8230; já era&#8230; pode esquecer&#8221;. Mas tenham a certeza que não é por mal. É um processo natural. E se você sumiu, é porque você realmente está gostando do seu namoro.</p>
<p style="text-align: left;"><strong></strong></p>
<p style="text-align: left;"><strong></strong></p>
<p style="text-align: left;"><strong></strong></p>
<p style="text-align: left;"><strong></strong></p>
<h2 style="text-align: left;"><strong>Barzinhos com amigos e casais, agora são legais</strong></h2>
<p style="text-align: left;">Eu odiava barzinho. Coisa de velho. Gostava mesmo era de uma baladinha. Mas as coisas mudaram e mudam. Os barzinhos passam a ser sua melhor opção de sair com sua namorada e se divertir com os amigos. E se seus amigos forem &#8220;casalzinho&#8221;, melhor ainda! Os assuntos vão se cruzar e tudo vai gerir numa conversa mais cabeça, lembrando do passado &#8220;negro&#8221; de solteirisse e vendo como a vida a dois é muito mais gostosa.</p>
<p style="text-align: left;">Portanto, não se assuste ou fique com raiva de amigos que somem por causa de um início de namoro. Você já fez e/ou fará igual. ;)</p>
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<p><small>© Diego Fávero no <a href="http://www.diariodecasal.com.br">Diário de Casal</a>, 2008. |
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</small></p>]]></content:encoded>
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