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	<title>Diário de Casal &#187; internet</title>
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	<description>O melhor e o pior da vida a dois</description>
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		<title>Diário de Casal &#187; internet</title>
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		<title>E namoro por internet, dá certo?</title>
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		<pubDate>Mon, 31 May 2010 15:19:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luana Hazine</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Há alguns anos o acesso à Internet se tornou popular e com isso nasceram os primeiros sites de relacionamento.
Me lembro até hoje quando aos 12 anos eu ganhei meu primeiro computador e mal sabia ligá-lo. Logo na sequencia descobri a Internet e com ela as famosas “salas de bate papo”.
Naquele tempo, havia muito medo das pessoas em entrar neste tipo de site e conhecer gente nova, pois, na maioria das vezes as pessoas do outro lado da tela, contavam mentiras sobre seu tipo físico, pensamentos, se passavam por pessoas que ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Há alguns anos o acesso à Internet se tornou popular e com isso nasceram os primeiros sites de relacionamento.</p>
<p>Me lembro até hoje quando aos 12 anos eu ganhei meu primeiro computador e mal sabia ligá-lo. Logo na sequencia descobri a Internet e com ela as famosas “salas de bate papo”.</p>
<p>Naquele tempo, havia muito medo das pessoas em entrar neste tipo de site e conhecer gente nova, pois, na maioria das vezes as pessoas do outro lado da tela, contavam mentiras sobre seu tipo físico, pensamentos, se passavam por pessoas que não eram elas mesmas e quando havia (isso depois de meses de conversa claro) o primeiro encontro, vinha a decepção. NÃO ERA NADA DAQUILO.</p>
<p>É claro que nem em todos os casos eram assim. Muita gente era sincera, acabava criando uma afinidade virtual, uma amizade e até algo mais.</p>
<p><strong>OS TEMPOS SÃO OUTROS</strong></p>
<p align="center"><img src="http://www.diariodecasal.com.br/wp-content/uploads/2010/05/computer_love.jpg" alt="Namoro por internet"></p>
<p>Hoje em dia, todo mundo está muito mais familiarizado com a vida virtual, estes sites de bate papo e redes de relacionamento estreitam a distância entre as pessoas e isso faz com que nós todos tenhamos mais facilidade em identificar o nível de “verdade” da conversa.</p>
<p>É muito comum as pessoas procurarem na net, uma companhia, uma nova amizade e nesse contexto, sempre acaba rolando “algo a mais”.</p>
<p>Existem milhões de casos de casais que já são até casados e tem família que se conheceram desta forma.</p>
<p>É muito importante você ser sempre o mais sincero possível. Porque se for pra outra pessoa gostar de você, que seja do jeito que você realmente é.</p>
<p>Mostre seus gostos musicais, seus pensamentos, sua visão de vida (isso sempre ajuda você a identificar se a pessoa tem gostos parecidos e se vai haver afinidade entre vocês).</p>
<p>Conforme o tempo passa você percebe se a pessoa é confiável, começa a ter um papo mais íntimo, contar da sua vida, trocar telefones e por aí a coisa vai rolando.</p>
<p><strong>MAS E AÍ? DÁ CERTO OU NÃO DÁ?!</strong></p>
<p>Eis a granade questão. Cada um tem um jeito de encarar esse tipo de relacionamento. Há quem saiba levar como se fosse um namoro comum, com conversas, risadas, brigas, ciúmes e tem quem não consiga de jeito nenhum. Eu já tive 3 namoros por internet. 2 por conta da distância (mas, eu os conhecia pessoalmente) e outro por que o conheci na internet e porque o cara morava muitooo longe (era da Europa).</p>
<p>Pra quem sabe levar, consegue manter a confiança, e até tem a sorte de um dia conseguir conhecer pessoalmente, o namoro pela internet dá certo SIM. Pra quem já tem uma certa preguiça de logar todo dia em nome do amor, a melhor opção é continuar no método tradicional.</p>
<p>Todo mundo um dia encontra um grande amor e cabe a vocês fazer dar certo, seja na vida real ou na virtual.</p>
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<p><small>© hazine no <a href="http://www.diariodecasal.com.br">Diário de Casal</a>, 2010. |
<a href="http://www.diariodecasal.com.br/posts/e-namoro-por-internet-da-certo-2/">Permalink</a> |
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Post tags: <a href="http://www.diariodecasal.com.br/posts/tag/amor/" rel="tag">amor</a>, <a href="http://www.diariodecasal.com.br/posts/tag/bate-papo/" rel="tag">bate-papo</a>, <a href="http://www.diariodecasal.com.br/posts/tag/chat/" rel="tag">chat</a>, <a href="http://www.diariodecasal.com.br/posts/tag/internet/" rel="tag">internet</a>, <a href="http://www.diariodecasal.com.br/posts/tag/namoro/" rel="tag">namoro</a>, <a href="http://www.diariodecasal.com.br/posts/tag/virtual/" rel="tag">virtual</a><br/>
</small></p>]]></content:encoded>
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		<title>Como NÃO se comportar no primeiro encontro ou Como conheci minha namorada</title>
		<link>http://www.diariodecasal.com.br/posts/como-nao-se-comportar-no-primeiro-encontro-ou-como-conheci-minha-namorada/</link>
		<comments>http://www.diariodecasal.com.br/posts/como-nao-se-comportar-no-primeiro-encontro-ou-como-conheci-minha-namorada/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 08 Apr 2010 13:00:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cadu</dc:creator>
				<category><![CDATA[Crônicas]]></category>
		<category><![CDATA[Histórias]]></category>
		<category><![CDATA[Relacionamento]]></category>
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		<category><![CDATA[história]]></category>
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		<category><![CDATA[internet]]></category>
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		<description><![CDATA[Notei que eu não contei como conheci minha atual cara-metade. Ela adora contar essa história, mas desta vez vou tomar a frente e contar a minha versão, que é reconhecida (por mim mesmo) como a real, verídica e que aconteceu de verdade.
Sempre tive contato com a Internet desde que ela começou a se popularizar no Brasil. Em outras palavras, vou me sentir meio velho falando isso, sou da época do IRC então, para mim, sempre foi comum conhecer pessoas pela Internet.
A aproximadamente a três anos tive uma separação bastante problemática ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-564" src="http://www.diariodecasal.com.br/wp-content/uploads/2010/03/74591189.jpg" alt="" width="304" height="203" />Notei que eu não contei como conheci minha atual cara-metade. Ela adora contar essa história, mas desta vez vou tomar a frente e contar a minha versão, que é reconhecida (por mim mesmo) como a real, verídica e que aconteceu de verdade.</p>
<p>Sempre tive contato com a Internet desde que ela começou a se popularizar no Brasil. Em outras palavras, vou me sentir meio velho falando isso, sou da época do <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Internet_Relay_Chat" target="_blank">IRC</a> então, para mim, sempre foi comum conhecer pessoas pela Internet.</p>
<p>A aproximadamente a três anos tive uma separação bastante problemática e traumática. É muito comum que após uma separação como a minha, que causou grande abalo físico, moral e mental, a pessoa se isole do mundo e passe a ter medo de relacionamentos. Porém, tão comum quanto esse comportamento, também é o comportamento “vou sair pegando geral”. Não é algo para se orgulhar, mas foi o que aconteceu no meu caso.</p>
<p>Como eu estava morando em uma nova cidade, ainda não tinha um amplo círculo de amizades, mas obviamente isso pode ser resolvido hoje em dia com a rede internacional de computadores. Passei a frequentar comunidades de redes sociais, salas de bate-papo e a adicionar pessoas devidamente selecionadas no live messenger.</p>
<p>Em uma dessas salas de bate-papo, enquanto adiciona pessoas interessantes (ou nem tanto), encontrei a “Gatinha inteligente”. Gostei do nick e puxei assunto. Claro que em pouco tempo chegamos ao assunto “relacionamento”.</p>
<p style="padding-left: 30px;"><em><span style="text-decoration: underline;">Eu</span></em><em>: E aí? Está namorando?<br />
<span style="font-style: normal;"><em><span style="text-decoration: underline;">Ela</span></em><em>: Mais o menos, estou esperando uma resposta!</em></span></em></p>
<p>Nesse momento minha reação foi: “<em>Xiii, mais uma apaixonada que não sabe o que faz da vida!</em>” e movi o contato dela para uma pasta, carinhosamente nomeada como “geladeira”.</p>
<p>Ela sempre puxava papo, eu sempre dizia uma gracinha ou outra, mas não ficava nunca com muita esperança. Foi uma pessoa que simplesmente não tinha me despertado interesse. Até o dia que ela me perguntou sobre meu perfil no Orkut, enviei-lhe o meu endereço na famosa rede social e ela me adicionou.</p>
<p>Foi então que dei o primeiro passo para conhecê-la melhor: olhei as comunidades que ela participava e comecei a notar que tínhamos gosto pelas mesmas coisas. Vi que ela gostava das mesmas músicas, de ler, que tínhamos ideias parecidas, e por fim olhei as fotos do álbum. Foi então que algo mudou. Eu particularmente não sou muito de programas ecológicos como trilhas e caminhadas, meu conceito de civilização é até onde tem sinal de celular, no entanto, as fotos dela em uma queda d&#8217;agua me chamaram a atenção, não sei se pelo cenário paradisíaco, se pelo sorriso de satisfação que ela tinha nas imagens, mas acredito que, muito provavelmente, pelo biquíni que ela estava usando.</p>
<p>Ela me convidou para o cinema. Sim, ela tomou a iniciativa antes, aceitei. Fomos ver a última sessão de uma comédia romântica genérica em um shopping. Quando entramos na sala de cinema, a sessão estava quase vazia. Notei que ela andava muito até escolher um lugar para se sentar. Finalmente, depois de me fazer entrar em umas três fileiras por engano, ela escolheu um lugar e se sentou. Eram uma dessas poltronas com braço basculante e primeira coisa que eu fiz foi abaixar o braço acolchoado da poltrona, separando nossos assentos. Alguns podem pensar, “poxa, mas que cara mais devagar” ou “por quê não aproveitar a oportunidade que ela estava dando ao escolher justamente os assentos que permitiriam uma aproximação?”  Eu respondo: eu gosto de deixar o braço apoiado enquanto vejo um filme.</p>
<p>Depois do filme fomos comer em um desses restaurantes fast-food. Eu pedi o lanche de sempre, enquanto ela pediu um sanduíche de filé. Conversávamos sobre diversos assuntos, desde cinema a política quando notei algo estranho. Sabem quando o filé não se parte com a mordida e você fica “brigando” com a carne? Você tenta separar à mordida, mas o recheio teima em saltar todo para fora do pão? Então, eu não consegui me controlar e ofereci minha ajuda:</p>
<p style="padding-left: 30px;">– <em>Parece que o seu filé está mal passado ainda. Quer que eu peça uma faca ou uma tesoura para o atendente? Podemos acabar de abatê-lo!</em></p>
<p>Ela riu. Ainda bem! Riu mais de nervosa e sem graça do que por ter achado realmente graça. O que eu poderia fazer? Sou do tipo que perde o amigo, mas não perde a piada.</p>
<p>De lá entramos no carro e ficamos conversando. Sim, conversando. Conversamos por mais umas quatro horas, ouvindo músicas, contando histórias. Percebi como era gostoso novamente conversar com alguém interessante e com os mesmos interesses, como é relaxante expor ideias, e perceber que você não quer apenas beijar ou dar uns amaços com alguém, mas que você quer ouvi-la. Ouvi-la de verdade, não apenas fingir interesse para ganhar terreno.</p>
<p>O primeiro beijo saiu depois, e apenas depois, dessas quatro horas de conversa. Amanheceu o dia e ainda estávamos na rua. Tomamos café da manhã em uma padaria e quando eu voltava para casa, pensei comigo mesmo que provavelmente era ela a próxima pessoa por quem eu me apaixonaria.</p>
<p>Claro que ela reclama das quatro horas que teve que esperar e faz muitas piadinhas sobre isso, mas eu simplesmente respondo “Não valeu a pena esperar?”. Para mim, valeu muito a pena!</p>
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<p><small>© Cadu no <a href="http://www.diariodecasal.com.br">Diário de Casal</a>, 2010. |
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		<title>E Namoro por Internet, Dá certo?</title>
		<link>http://www.diariodecasal.com.br/posts/e-namoro-por-internet-da-certo/</link>
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		<pubDate>Mon, 19 Oct 2009 15:21:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luana Hazine</dc:creator>
				<category><![CDATA[Coisas dela]]></category>
		<category><![CDATA[Histórias]]></category>
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		<description><![CDATA[Há alguns anos o acesso à Internet se tornou popular e com isso nasceram os primeiros sites de relacionamento.
Me lembro até hoje quando aos 12 anos eu ganhei meu primeiro computador e mal sabia ligá-lo. Logo na sequencia descobri a Internet e com ela as famosas “salas de bate papo”.
Naquele tempo, havia muito medo das pessoas em entrar neste tipo de site e conhecer gente nova, pois, na maioria das vezes as pessoas do outro lado da tela, contavam mentiras sobre seu tipo físico, pensamentos, se passavam por pessoas que ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Há alguns anos o acesso à Internet se tornou popular e com isso nasceram os primeiros sites de relacionamento.</p>
<p>Me lembro até hoje quando aos 12 anos eu ganhei meu primeiro computador e mal sabia ligá-lo. Logo na sequencia descobri a Internet e com ela as famosas “salas de bate papo”.</p>
<p>Naquele tempo, havia muito medo das pessoas em entrar neste tipo de site e conhecer gente nova, pois, na maioria das vezes as pessoas do outro lado da tela, contavam mentiras sobre seu tipo físico, pensamentos, se passavam por pessoas que não eram elas mesmas e quando havia (isso depois de meses de conversa claro) o primeiro encontro, vinha a decepção. <strong>NÃO ERA NADA DAQUILO</strong>.</p>
<p>É claro que nem em todos os casos eram assim. Muita gente era sincera, acabava criando uma afinidade virtual, uma amizade e até algo mais.</p>
<h2>OS TEMPOS SÃO OUTROS</h2>
<p>Hoje em dia, todo mundo está muito mais familiarizado com a vida virtual, estes sites de bate papo e redes de relacionamento estreitam a distância entre as pessoas e isso faz com que nós todos tenhamos mais facilidade em identificar o nível de “verdade” da conversa.</p>
<p>É muito comum as pessoas procurarem na net, uma companhia, uma nova amizade e nesse contexto, sempre acaba rolando “algo a mais”.</p>
<p>Existem milhões de casos de casais que já são até casados e tem família que se conheceram desta forma.</p>
<p>É muito importante você ser sempre o mais sincero possível. Porque se for pra outra pessoa gostar de você, que seja do jeito que você realmente é.</p>
<p>Mostre seus gostos musicais, seus pensamentos, sua visão de vida (isso sempre ajuda você a identificar se a pessoa tem gostos parecidos e se vai haver afinidade entre vocês).</p>
<p>Conforme o tempo passa você percebe se a pessoa é confiável, começa a ter um papo mais íntimo, contar da sua vida, trocar telefones e por aí a coisa vai rolando.</p>
<h2>MAS E AÍ? DÁ CERTO OU NÃO DÁ?!</h2>
<p>Eis a granade questão. Cada um tem um jeito de encarar esse tipo de relacionamento. Há quem saiba levar como se fosse um namoro comum, com conversas, risadas, brigas, ciúmes e tem quem não consiga de jeito nenhum. Eu já tive 3 namoros por internet. 2 por conta da distância (mas, eu os conhecia pessoalmente) e outro por que o conheci na internet e porque o cara morava muitooo longe (era da Europa).</p>
<p>Pra quem sabe levar, consegue manter a confiança, e até tem a sorte de um dia conseguir conhecer pessoalmente, o namoro pela internet dá certo SIM. Pra quem já tem uma certa preguiça de logar todo dia em nome do amor, a melhor opção é continuar no método tradicional.</p>
<p>Todo mundo um dia encontra um grande amor e cabe a vocês fazer dar certo, seja na vida real ou na virtual.</p>
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<p><small>© hazine no <a href="http://www.diariodecasal.com.br">Diário de Casal</a>, 2009. |
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<a href="http://www.diariodecasal.com.br/posts/e-namoro-por-internet-da-certo/#comments">55 comentários</a> |
Post tags: <a href="http://www.diariodecasal.com.br/posts/tag/distancia/" rel="tag">distância</a>, <a href="http://www.diariodecasal.com.br/posts/tag/internet/" rel="tag">internet</a>, <a href="http://www.diariodecasal.com.br/posts/tag/namoro-a-distancia/" rel="tag">namoro a distância</a>, <a href="http://www.diariodecasal.com.br/posts/tag/namoro-pela-net/" rel="tag">namoro pela net</a><br/>
</small></p>]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>A internet ainda vai interferir no seu namoro. Descubra porque!</title>
		<link>http://www.diariodecasal.com.br/posts/a-internet-ainda-vai-interferir-no-seu-namoro-descubra-porque/</link>
		<comments>http://www.diariodecasal.com.br/posts/a-internet-ainda-vai-interferir-no-seu-namoro-descubra-porque/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 24 Apr 2009 10:20:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael R</dc:creator>
				<category><![CDATA[Relacionamento]]></category>
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		<description><![CDATA[Pare e pense: Alguma vez na sua vida você já quis saber o que seu parceiro tanto faz na internet? Alguma vez você já quis ler os e-mails dele/a e ficou curioso por não poder? Você já quis saber quem está na lista do MSN dele/a e fez birra quando ouviu um &#8220;não&#8221; ao pedir a senha? Já ficou com a pulga atrás da orelha por causa de algum scrap que seu parceiro recebeu no orkut? Se você se identificou com alguma das perguntas acima, saiba que você não está ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img style="margin: 5px 5px 5px 5px" src="http://i43.tinypic.com/2nstb1e.jpg" border="0" alt="Internet e relacionamento" align="left" />Pare e pense: Alguma vez na sua vida você já quis saber o que seu parceiro tanto faz na internet? Alguma vez você já quis ler os e-mails dele/a e ficou curioso por não poder? Você já quis saber quem está na lista do MSN dele/a e fez birra quando ouviu um &#8220;não&#8221; ao pedir a senha? Já ficou com a pulga atrás da orelha por causa de algum scrap que seu parceiro recebeu no orkut? Se você se identificou com alguma das perguntas acima, saiba que você não está sozinho nessa. E se ainda não passou por nada parecido, saiba que a qualquer momento você pode viver isso e sentir na pele como é. E posso te garantir desde já que não é uma boa coisa. Diariamente, mais e mais pessoas tem acesso a internet. E com isso um mundo novo de possibilidades se abre. Orkut, MSN, e-mails, twitter&#8230; muitas são as formas que as pessoas têm para interagir.  E é preciso aprender a lidar com isso, já que provavelmente a ultima coisa que você quer é brigar com a pessoa que ta do seu lado. O principal aqui é ter em mente que qualquer exagero pode e deve ser prejudicial, seja nas reações ao descobrir novidades, seja nas atitudes tomadas frente a esse novo &#8220;problema&#8221; observado, seja no tempo que você disponibiliza para tudo isso. E para quem já vive na internet a mais tempo é fácil citar mais de um exemplo de relações que estremeceram (isso se não forem casos em que elas simplesmente acabaram) quando a internet passou a interferir diretamente nas prioridades de uma das partes.</p>
<h2>Quem é aquela vaca no orkut dele?</h2>
<p>Esqueça as reações exageradas. Amigos e amigas, mesmo que só virtuais, sempre vão existir. A diferença aqui é que você passa a ter acesso as conversas que normalmente ele tem quando você não está perto. E entenda que isso não é ruim. Aliás, isso é tão normal que você jamais deveria ficar pensando nisso como uma forma de agressão ao seu relacionamento ou coisa que o valha. Aceite que as pessoas tem amizades e que ninguém deve, sob hipótese alguma, viver apenas por um relacionamento. As pessoas tem vida própria. E sempre vai ser assim.</p>
<h2>Compartilhar as senhas de e-mail, MSN, orkut. Vale?</h2>
<p>Cada caso é um caso. Eu não me sentiria bem compartilhando minhas senhas com ninguém, tanto que não tenho o costume de fazer isso nem com amigos. O lance passa do patamar da confiança ai pra algo mais, é meio que abrir demais as suas coisas. Mesmo assim, se você estiver pronto pra isso e tiver com alguém do lado que pense o mesmo, sem problemas. O que não vale é forçar situações. E lembrar-se sempre de partir do princípio que se você tem confiança na pessoa, não precisa ficar encanada com certas coisas.</p>
<h2>As pessoas andam falando&#8230;</h2>
<p>Tenha em mente o seguinte: sempre vai ter alguém infeliz tentando estragar qualquer coisa bacana que encontre pela frente. Sempre. Antes de sair esculachando, pense bem: é real mesmo ou é apenas intriga da oposição? Seu parceiro/a está de fato aprontando mil e uma confusões ou o povo ta tentando cuidar demais da relação de vocês a ponto de inventar picuinhas mil? Nada que uma boa conversa não resolva, para que os pontos sejam colocados nos is. Conversas sempre serão a melhor opção.</p>
<p>Nunca esqueça o quanto você ama seu parceiro/a. E entenda que conversar com as pessoas não faz mal nem arranca pedaço. A internet tem um potencial enorme para que você fique preocupado apenas em investigar a vida alheia, ainda mais de alguém tão próximo de você. Confiança é e sempre será fundamental e se você tiver isso, não se preocupe com aquele scrap com tom maldoso. Você ta do lado de quem você ama e é isso o que vale no final.</p>
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<p><small>© Rafael R no <a href="http://www.diariodecasal.com.br">Diário de Casal</a>, 2009. |
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