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	<title>Diário de Casal &#187; Relacionamento</title>
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		<title>Diário de Casal &#187; Relacionamento</title>
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		<title>Diferença de idade&#8230; faz diferença?</title>
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		<pubDate>Wed, 07 Dec 2011 12:00:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rose Carreiro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Amor]]></category>
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		<description><![CDATA[A redundância do título foi proposital. Venho levantar essa questão a você, leitor juvenil criado a Ovomaltine na geladeira &#8211; diria meu conterrâneo Auêi de Petrópolis. E faço isso porque recebemos hoje um e-mail de leitor com relatos dignos de programa vespertino no SBT.
O causo é que a leitora em questão tinha um namoro &#8211; que acabou de acabar &#8211; com uma pessoa de uns bons anos de diferença. Pessoa essa que antes tinha um relacionamento com outra bem mais velha também. Imagine que você namore seu pai, que era ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A redundância do título foi proposital. Venho levantar essa questão a você, leitor juvenil <em>criado a Ovomaltine na geladeira</em> &#8211; diria meu conterrâneo Auêi de Petrópolis. E faço isso porque recebemos hoje um e-mail de leitor com relatos dignos de programa vespertino no SBT.</p>
<p>O causo é que a leitora em questão tinha um namoro &#8211; que acabou de acabar &#8211; com uma pessoa de uns bons anos de diferença. Pessoa essa que antes tinha um relacionamento com outra bem mais velha também. Imagine que você namore seu pai, que era casado com a sua avó &#8211; é bem por aí. OK, exagerei nos anos pra manter a identidade da leitora em segredo.</p>
<p>O que importa é que o relacionamento acabou, não sei o motivo, mas sei que o fato de haver tanta diferença entre os envolvidos nesse triângulo me chamou a atenção pro fato de que talvez o amor tenha idade, sim. Exceto se você for a Suzana Vieira ou a Elza Soares, <em>I guess</em>.</p>
<p align="center"><img src="http://www.diariodecasal.com.br/wp-content/uploads/2011/12/134573088.jpg" alt="O amor é capaz de superar as barreiras da idade?" width="398" height="430" /><br />
<em>O amor é capaz de superar as barreiras da idade?</em></p>
<p>Eu e meu digníssimo temos praticamente a mesma idade, e estamos mais ou menos com as mesmas ideias de futuro na cabeça. Mas já namorei pessoas mais velhas e às vezes éramos muito diferentes, às vezes parecia que eu conseguia acompanhar o ritmo do outro, e também houve fases em que eu me sentia &#8220;correndo atrás&#8221; dos planos alheios. Ainda assim, a diferença não passava dos 6 anos. Então, imagino quem se relaciona com uma pessoa 10, 20 anos mais velha. Como será?</p>
<p>Imagine ter 15 anos, estar no colegial, e namorar um cara de 25 que está terminando a faculdade, trabalhando. Não pode ser pedofilia? Ou ter 20 e namorar um cara de 40, que já tem cabelos brancos, barriga saliente e talvez até uma ex-mulher e filhos. Ou um cara de 30 namorar uma mulher de 60, como a gente vê tanto por aí no meio artístico. Só amor supera essas diferenças?</p>
<p>Seriam as mulheres provedoras de maturidade precoce, como dizem, e portanto propensas a se envolver com homens mais experientes? Existe um encanto mas coroas, da panela velha que faz comida boa, que atrai os rapazes?</p>
<p>Depois de tantas perguntas, deixo com a palavra &#8211; você, leitor. Boa sorte.</p>
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<p><small>© Rose Carreiro no <a href="http://www.diariodecasal.com.br">Diário de Casal</a>, 2011. |
<a href="http://www.diariodecasal.com.br/posts/diferenca-de-idade-faz-diferenca/">Permalink</a> |
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		<title>Alianças, músicos de rua e fast-food</title>
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		<pubDate>Fri, 03 Jun 2011 13:32:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cadu</dc:creator>
				<category><![CDATA[Relacionamento]]></category>
		<category><![CDATA[Surpresa]]></category>
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		<description><![CDATA[O trabalho de minha Gaúcha exige que ela faça viagens de até cem dias para o exterior. A saudade causada pela distância é amenizada pela tecnologia, conversas usando voip e webcam todas as noites são um hábito.
Atualmente, ela se encontra em Lima, capital do Peru (por favor economizem os trocadilhos entre o nome do país e o órgão sexual masculino). Em uma dessas conversas, um assunto já antigo reapareceu. O diálogo foi algo mais ou menos assim:
- Fulana ganhou um par de alianças do noivo. – provoca ela.
- Oi? A ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O trabalho de minha Gaúcha exige que ela faça viagens de até cem dias para o exterior. A saudade causada pela distância é amenizada pela tecnologia, conversas usando voip e webcam todas as noites são um hábito.</p>
<p>Atualmente, ela se encontra em Lima, capital do Peru (por favor economizem os trocadilhos entre o nome do país e o órgão sexual masculino). Em uma dessas conversas, um assunto já antigo reapareceu. O diálogo foi algo mais ou menos assim:</p>
<p>- <em>Fulana ganhou um par de alianças do noivo</em>. – provoca ela.</p>
<p>- <em>Oi? A ligação falhou. O que você falou?</em> – eu mentindo descaradamente.</p>
<p>A verdade é que &#8211; aprendam meninas &#8211; os homens não conseguem aceitar bem o que não entendem, e eu particularmente não entendo alianças. Sempre que exponho essas ideias, tenho a impressão de que vou apanhar do público feminino do blog, mas eu explico:</p>
<p>Um compromisso, seja ele noivado, casamento, namoro, é um convênio entre duas pessoas, e só diz respeito aos membros desse convênio. Então, por que precisamos de um sinal externo de um compromisso particular? Para exibir aos outros? Para dizer &#8220;não mexe comigo porque tenho um compromisso&#8221;? Eu não sei. Por isso, eu nunca havia comprado as tão desejadas alianças. Assumi que seria sempre sincero nesse relacionamento, e segui por esse caminho.</p>
<p>No entanto, com a distância e a saudade me deixando mais mole e sentimental, resolvi que podia dar o que minha companheira de jornada queria. Liguei para uma amiga que vou chamar de N* para manter uma certa privacidade, convidei-a para almoçar e disse que precisava de ajuda com algo. Quando ela chegou, perguntei quanto ela tinha de altura e segurei em suas mãos e observei o tamanho delas. Como N* já conhecia minha história, entendeu tudo.</p>
<p>Almoçamos e depois começamos a andar pelas lojas do shopping. Encontramos o modelo certo, tamanho, preço, tudo certo. Vou ao caixa e retomamos o assunto sobre o porquê de as pessoas usarem alianças. N*, curiosamente, pensa como eu e falou:</p>
<p>- <em>Por que precisamos de um sinal externo de um compromisso particular? Para exibir aos outros? Para dizer &#8220;não mexe comigo porque tenho um compromisso&#8221;?</em></p>
<p>Olhei para ela enquanto a moça no caixa da joalheria esperava eu entregar o dinheiro, e respondi:</p>
<p>- <em>N*, você quer mesmo ser responsável por eu não comprar essas alianças?</em> – ela riu. Depois de comprar as joias, voltei para o trabalho.</p>
<p>Quatro dias depois, eu estava pegando um avião para Lima. Depois de uma viagem cansativa, nós nos reencontramos, almoçamos juntos e começou o meu dilema da escolha e modo de apresentar o presente e tudo que ele significaria. Durante o almoço, pensei: estou cansado, mas eu gostaria de fazê-lo logo. Estava ansioso. Quando comecei a pensar sobre o que falar, uma trupe de peruanos entrou tocando instrumentos a um volume tão alto que eu não conseguia ouvir minha própria voz. E deixei para uma próxima oportunidade.</p>
<p align="center"><img title="Músicos inconvenientes" src="http://www.diariodecasal.com.br/wp-content/uploads/2011/06/Peru_tourist-2-300x225.jpg" alt="" width="520" height="347" /><br />
<em>Na trave!!! Mas ainda não foi dessa vez!</em></p>
<p>À noite, saímos para caminhar. Como Lima é uma cidade litorânea, logo pensei na praia. Caminhamos até a orla e vi uma praia distante, escura e cheia de pedras. Estava mais para cenário de filme de ação que romântico. Continuamos caminhando e conversando sobre o idioma, sobre política, e chegamos a um centro comercial. Um local que devia ter um bom restaurante, algo íntimo e romântico, um local para ficar marcado na nossa história. Então, falei:</p>
<p>- <em>Estou com fome, vamos jantar</em>.</p>
<p>Ela concordou. A primeira sugestão dela: &#8220;<em>vamos comer no Burger King</em>&#8220;. Vejam bem, adoro essa rede de fast-food, mas alguém aí faria um pedido de casamento em uma franquia dessas, enquanto come um sanduíche duplo com bacon? Sugeri continuarmos procurando. Para minha agonia, o tal centro comercial só tinha fast-food, e eu comecei a ficar com fome de verdade. Eu queria um lugar realmente especial, no mínimo bacana, e só encontrava bancos com mesas anexadas e adolescentes falando espanhol.</p>
<p>Como eu continuava a rejeitar todos os locais, resolvi que precisava ser mais especifico: &#8220;<em>Quero um lugar romântico</em>&#8220;. Então ela falou de uma rua que tinha vários restaurantes. Começamos a caminhar. Eu devia ter perguntando a distância dos tais restaurantes e, ao constatar que era longe para caramba, sugerido um táxi, mas eu estava com outro assunto dominando todos os meus pensamentos.</p>
<p>Passamos em frente à Igreja da Virgem Milagrosa, um lindo trabalho de se ver que fica localizada entre a Praça Kennedy e a Praça Central de Miraflores, um local curioso porque, diferente da maioria das praças, não possui cachorros ou pombos de rua, mas sim gatos de ruas. Centenas deles, que são dóceis e ficaram olhando eu passar de mãos dadas com minha gaúcha e com uma fome agora genuína. Finalmente encontramos um restaurante, uma moça falando um espanhol tão rápido que poderia ter me ofendido em português e eu ainda não entenderia ofereceu-nos uma cortesia de pisco sour, uma bebida típica local. Agradecemos e entramos no restaurante.</p>
<p>Eu estava nervosamente manipulando as joias no bolso da jaqueta, e perguntei a ela enquanto jantávamos o que eu tinha mudado na vida dela. A lista foi longa, mas resumidamente ela falou sobre como a visão dela sobre o mundo havia mudado, como ela tinha se tornado mais calma e paciente. Pensei em falar que &#8220;paciência para esperar alianças ela não tinha&#8221;, mas isso não seria romântico. Falou sobre um casal de velhinhos do seu trabalho e que se via no futuro comigo. Destaquei que provavelmente vou ser um velho insuportável e ela disse que não haveria problema.</p>
<p>Ela me devolveu a pergunta, respondi que ela me fazia querer ser alguém melhor, que com ela eu queria sempre crescer. Ela fez uma piada sobre a palavra crescer e meu ganho de uns quilos a mais e então meu pensamento sobre paciência nem pareceu tão ruim assim.</p>
<p>Então perguntei: &#8220;<em>Quer se casar comigo?</em>&#8221; Ela respondeu sorrindo, sem levar muito a sério &#8220;<em>Claro que quero</em>&#8220;. Então, saquei a aliança do bolso e mostrei para ela, que olhou com cara de &#8220;<em>de onde saiu isso?</em>&#8220;. Respondi que tinha roubado de uma vendedora ambulante no caminho, ela nem ouviu, coloquei em seu dedo e contei a ela toda a historia que acabei de contar para vocês nas linhas acima, incluindo a parte que a nossa amiga N* quase estragou tudo e que isso iria virar um post para o Diário de Casal.</p>
<p align="center"><img title="Nerds in love, agora com alianças" src="http://www.diariodecasal.com.br/wp-content/uploads/2011/06/DSC00378b-300x225.jpg" alt="" width="520" height="347" /></p>
<p>Promessa feita é promessa cumprida!</p>
<blockquote><p>O <strong>Cadu</strong> é parte da <a href="http://www.diariodecasal.com.br/equipe">equipe do DdC</a> a algum tempo, mas também tem seus &#8216;projetos paralelos&#8217; que merecem destaque: O <a href="http://www.noimproviso.com" target="_blank"><strong>No Improviso</strong></a> é um deles. O outro a gente inclui aqui quando ele me passar o link certinho. :P</p></blockquote>
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<p><small>© Cadu no <a href="http://www.diariodecasal.com.br">Diário de Casal</a>, 2011. |
<a href="http://www.diariodecasal.com.br/posts/aliancas-musicos-de-rua-e-fast-food/">Permalink</a> |
<a href="http://www.diariodecasal.com.br/posts/aliancas-musicos-de-rua-e-fast-food/#comments">21 comentários</a> |
Post tags: <a href="http://www.diariodecasal.com.br/posts/tag/alianca/" rel="tag">aliança</a>, <a href="http://www.diariodecasal.com.br/posts/tag/amor/" rel="tag">amor</a>, <a href="http://www.diariodecasal.com.br/posts/tag/casal/" rel="tag">casal</a>, <a href="http://www.diariodecasal.com.br/posts/tag/casamento/" rel="tag">Casamento</a>, <a href="http://www.diariodecasal.com.br/posts/tag/presentes/" rel="tag">Presentes</a>, <a href="http://www.diariodecasal.com.br/posts/tag/relacionamento/" rel="tag">Relacionamento</a>, <a href="http://www.diariodecasal.com.br/posts/tag/surpresa/" rel="tag">Surpresa</a><br/>
</small></p>]]></content:encoded>
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		<title>&#8220;Amor, hoje é por minha conta!&#8221;</title>
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		<pubDate>Wed, 11 May 2011 15:26:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Diego Fávero</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Dinheiro é um assunto &#8220;chato&#8221; pra conversar num relacionamento, não é? Tem casais que são mais abertos, mas a maioria não &#8220;gosta&#8221; de tocar muito no assunto. Recentemente, saiu uma matéria muito boa onde citava pontos entre o casamento versus o dinheiro, onde chega a dizer que a falta da verdade, quando o assunto é dinheiro, pode acabar em separação. Será que é bem assim?

O assunto dinheiro entra na história do relacionamento, logo no início; nas primeiras saidinhas, nos primeiros jantares, nas primeiras baladas. Afinal, quem paga a conta? O ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Dinheiro é um assunto &#8220;chato&#8221; pra conversar num relacionamento, não é? Tem casais que são mais abertos, mas a maioria não &#8220;gosta&#8221; de tocar muito no assunto. Recentemente, saiu uma <a href="http://www.infomoney.com.br/financas/noticia/2087683" target="_blank">matéria</a> muito boa onde citava pontos entre o casamento versus o dinheiro, onde chega a dizer que a falta da verdade, quando o assunto é dinheiro, pode acabar em separação. Será que é bem assim?</p>
<p align="center"><img src="http://www.diariodecasal.com.br/wp-content/uploads/2011/05/casal-contas-financas-financas-familiares-crise-1302554553270_615x300.jpg" alt="" width="520" height="290" /></p>
<p>O assunto dinheiro entra na história do relacionamento, logo no início; nas primeiras saidinhas, nos primeiros jantares, nas primeiras baladas. Afinal, quem paga a conta? O homem presta seu lado cavalheiro e paga tudo ou vamos dividir? Há casais que, rola de pagar quem em melhor condição financeira esteja no momento. Ou &#8220;eu pago essa e a próxima você paga&#8221;. Tem que haver um consentimento de que as despesas são conjuntas, assim como em todos os pontos da relação.</p>
<p>Hoje em dia, não conheço amigos que namoram ou casaram e possuam uma conta conjunta. Vocês conhecem? Vejo nossos pais, avós, que sempre tiveram a conta conjunta. Mas e agora? Como fica essa história, visto que a conta conjunta de antigamente, era de sua maioria abastecida pelo trabalho remunerado do chefe da casa &#8211; pai &#8211; e, hoje em dia a história é outra, tendo a mulher também como fonte de renda, já que desde a Segunda Guerra Mundial vêm conquistando altas posições no trabalho, onde há anos esses altos cargos e salários eram ocupados somente por homens.</p>
<p>Hoje a mulher decide se quer ter filho ou não; se a compra na família vai ser realizada ou não e até a cor do carro, quem decide é ela. Ou seja, o dinheiro já não está mais na mão somente do homem em um relacionamento.</p>
<p>Com todos esses novos dados de economia conjunta, surgem mais possibilidades de investimento, de divisões de pagamentos de contas e, o casal que não planejar juntos o futuro dos dois, mais seus filhos e gastarem pensando em si mesmo/mesma, terão problemas no futuro.</p>
<p>Conversar sobre dinheiro é fundamental. Na minha relação, trabalho há bem mais tempo que minha noiva e, no começo eu achava justo eu ter despesas maiores. Hoje, com o consolidamento dela em sua profissão, temos deveres e direitos iguais. Conversamos abertamente sobre o assunto e isso faz com que nossa visão do futuro seja a mesma; o crescimento e expectativas são paralelamente iguais; na mesma proporção e sintonia. Chegamos até ler um livro que davam exemplos de como &#8220;enriquecer juntos. Há um <a href="http://www.diariodecasal.com.br/posts/casais-inteligentes-enriquecem-juntos" target="_blank">post aqui no DdC</a> falando sobre isso.</p>
<p>Não deixem pra mais tarde uma conversa sobre dinheiro ou escondam dívidas, compras e investimentos. O relacionamento possui diversas situações de compartilhamento e, desde um segredo a uma conversa sobre grana é importante que seja feito na mesma igualdade e transparência de todo o romance. Tá certo, falar de dinheiro não é nada romântico, mas esse dinheiro vai levar vocês à muitas viagens românticas no futuro, se for trabalhado conjuntamente desde já.</p>
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<p><small>© Diego Fávero no <a href="http://www.diariodecasal.com.br">Diário de Casal</a>, 2011. |
<a href="http://www.diariodecasal.com.br/posts/amor-hoje-e-por-minha-conta/">Permalink</a> |
<a href="http://www.diariodecasal.com.br/posts/amor-hoje-e-por-minha-conta/#comments">3 comentários</a> |
Post tags: <a href="http://www.diariodecasal.com.br/posts/tag/dinheiro/" rel="tag">dinheiro</a>, <a href="http://www.diariodecasal.com.br/posts/tag/grana/" rel="tag">grana</a>, <a href="http://www.diariodecasal.com.br/posts/tag/relacionamento/" rel="tag">Relacionamento</a><br/>
</small></p>]]></content:encoded>
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		<title>Como (re)conquistar minha ex</title>
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		<pubDate>Wed, 20 Apr 2011 13:49:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cadu</dc:creator>
				<category><![CDATA[Coisas dele]]></category>
		<category><![CDATA[Relacionamento]]></category>
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		<description><![CDATA[Esse artigo é sim exclusivamente para o publico masculino, não que as nossas maravilhosas leitoras não possam ler, não vou divulgar aqui nenhum segredo, na verdade a opinião delas é muito valiosa para dizer se esqueci de algo enquanto dou dicas de como ele pode reconquistar ela.
Primeira coisa que devo destacar é a pergunta: Você realmente quer voltar com essa pessoa?
Parece que é obvio já que você está lendo esse artigo, mas a verdade é que uma analise precisa ser feita: como o relacionamento terminou, por que terminou, quem terminou, ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-medium wp-image-2560" title="Como reconquistar minha ex" src="http://www.diariodecasal.com.br/wp-content/uploads/2011/04/cartaz-264x300.png" alt="" width="264" height="300" />Esse artigo é sim exclusivamente para o publico masculino, não que as nossas maravilhosas leitoras não possam ler, não vou divulgar aqui nenhum segredo, na verdade a opinião delas é muito valiosa para dizer se esqueci de algo enquanto dou dicas de como ele pode reconquistar ela.</p>
<p>Primeira coisa que devo destacar é a pergunta: Você realmente quer voltar com essa pessoa?</p>
<p>Parece que é obvio já que você está lendo esse artigo, mas a verdade é que uma analise precisa ser feita: como o relacionamento terminou, por que terminou, quem terminou, distância, momento em que aconteceu. Como o artigo não é sobre isso, eu recomendo a leitura de outros ótimos textos aqui no Diário de Casal como “<a href="http://www.diariodecasal.com.br/posts/fim-do-namoro-sera-que-tem-volta/" target="_blank">Fim do Namoro. Será que tem volta?</a>” e “<a href="http://www.diariodecasal.com.br/posts/quando-acaba/" target="_blank">Quando o relacionamento acaba&#8230; o que fazer</a>”.</p>
<p>Lembre-se que amar a outra pessoa não é a única coisa que importa! Isso é uma bobagem que muitas vezes leva a erros terríveis, amor sem respeito, amizade, cumplicidade não é nada.</p>
<p>Eu já disse em outros artigos aqui mesmo nesse blog que é saudável manter uma distancia quando o relacionamento termina para evitar dedos sobre as feridas ainda abertas, mas se você quer reconquistar a sua ex-namorada, esse é um processo penoso que requer calma, sangue frio e controle dos sentimentos.</p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;">Seja um homem</span></strong></p>
<p>Não importa o quanto você está sofrendo, guarde isso para você (pelo menos por enquanto). Nenhuma mulher gosta do cara que se arrasta com lágrimas nos olhos ou liga aos prantos com frases do tipo “não vivo sem você”. Se esse é o seu caso tenho um conselho para você: SEJA HOMEM! Não, eu não sou do tipo machista que diz que homem não sofre ou que mulher é como cachaça que em qualquer canto se acha. Mas a mulher precisa de um homem e não de um bebê chorando. Quer chorar e expurgar o seu sofrimento? Justo! Mas faça isso na privacidade do seu quarto para o seu travesseio e de porta fechada com toda a dignidade.</p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;">Controle o ciúmes</span></strong></p>
<p>Entenda uma coisa, você já perdeu. Reconquistar não é manter, o relacionamento já terminou, o que você está tentando fazer é reconquistar, um processo parecido com conquistar com o corte de algumas etapas. Você não tem direito a demonstrações de ciúmes ou reclamações, eu sei que é difícil, mas é necessário se você quer se manter por perto. Falando em se manter por perto</p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;">Perto o suficiente para não se esquecido</span></strong></p>
<p>Seguir em frente é provavelmente a melhor chance que você tem para reconquistá-la. Eu sei, parece confuso, mas pense comigo, quando você conheceu sua amada você estava sozinho (pelo menos no processo normal) e você estava vivendo sua vida normalmente, volte a esse estágio. Se possível, saia com outras mulheres. Claro que não é para chutar o pau da barraca e tentar ficar com a melhor amiga dela ou com alguém na mesma festa que ela esteja.</p>
<p>Se encontrar com ela cumprimente, sorria, faça um elogio, mas não seja muito meloso e mantenha a distancia.</p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;">Mantenha contato</span></strong></p>
<p>Converse com ela, mas não o tempo todo e todo dia. Aquele despretensioso “bom dia” via SMS, Internet ou outro meio indireto deve ocorrer raramente, e não todo dia. Ache um artigo em uma revista ou jornal que você sabe que é do interesse dela e envie por e-mail, depois pergunte se ela respondeu, mostre que você se lembra das conversas que tiveram sobre o assunto.</p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;">Convide-a</span></strong></p>
<p>Depois de um tempo nesse jogo de se esconde e se mostra, você deve convidá-la para um programa. Evite os clássicos programas para “caçar” como sair para dançar, festas. Um cinema de última hora no meio da semana do tipo “minha companhia furou, você quer vir para cá?” é melhor do que “vamos ver um filme no fim de semana”, isso vai fazê-la ficar pensando sobre o que pode rolar, o que você vai tentar, o que ela vai falar e isso vai colocá-la na defensiva.</p>
<p>Um almoço é a melhor pedida, um lugar movimentado, mas não o bastante para atrapalhar a conversa. Lembre-se de controlar-se, nada de ciúmes, nada de tentar agarrá-la e beijá-la e dizer que ainda a ama não importa o quanto isso pareça irresistível.</p>
<p>Esses primeiros reencontros devem ser rápidos e amistosos, nada de brigas ou ficar perguntando o “por que” das coisas, escute muito o que ela tem a falar. Quando for sua vez de falar deixe claro que você sente falta dela, mas lembre-se de não exagerar.</p>
<p>Tome cuidado para não se tornar “o amigo”, depois que você atravessa essa linha a volta é difícil.  Com o tempo você vai poder evoluir os encontros para algo mais íntimo, como jantares e exposições. Seja generoso, envie a ela presente e flores depois de algum tempo.</p>
<p>Para finalizar lembre-se de não repetir os mesmo erros, se a pessoa está te dando uma nova chance de fazer parte da vida dela, seja grato por isso e faça o seu melhor. Uma das principais funções do relacionamento é fazer de você uma pessoa melhor. Boa sorte.</p>
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		<title>A Piramide: O amor é o topo de tudo, mas a confiança sempre será a base.</title>
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		<pubDate>Tue, 15 Mar 2011 15:01:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ele / Ela</dc:creator>
				<category><![CDATA[Amor]]></category>
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		<description><![CDATA[Sempre recebemos dúvidas, elogios e textos de nossos leitores. Esse nos surpreendeu. É uma leitura gostosa e que poderá ajudar muitas pessoas que passam pela mesma situação que a Paula, leitora do DdC, quem nos enviou. Confira abaixo.

Esta é uma historia que poderia ter tomado proporções diferentes, poderia ter seguido por algum outro caminho. Mas, não. Às vezes, a vida nos engana, porque nós mesmos às vezes nos enganamos para fugir daquilo que nos aflige.
Bom, quero compartilhar minha história aqui para evitar que algumas pessoas cometam o mesmo erro. E ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Sempre recebemos dúvidas, elogios e textos de nossos leitores. Esse nos surpreendeu. É uma leitura gostosa e que poderá ajudar muitas pessoas que passam pela mesma situação que a <strong>Paula</strong>, leitora do DdC, quem nos enviou. Confira abaixo.</em></p>
<p align="center"><img title="piramide1" src="http://www.diariodecasal.com.br/wp-content/uploads/2011/03/piramide1.jpg" alt="" width="520" height="350" /></p>
<p>Esta é uma historia que poderia ter tomado proporções diferentes, poderia ter seguido por algum outro caminho. Mas, não. Às vezes, a vida nos engana, porque nós mesmos às vezes nos enganamos para fugir daquilo que nos aflige.</p>
<p>Bom, quero compartilhar minha história aqui para evitar que algumas pessoas cometam o mesmo erro. E principalmente para esclarecer que não basta existir amor: <strong>o amor não é a base</strong>! A base é a confiança, o respeito. Sem uma base, o amor não tem como suportar, jamais!</p>
<p>No ano passado, conheci uma pessoa que, momentaneamente, me fez sentir um desejo enorme. Bonito, rodeado de muitas pessoas, um sorriso lindo e um olhar mais que cativante&#8230; Pronto. Bastaram alguns segundos para que eu colocasse em mente que queria que rolasse alguma coisa. E aconteceu&#8230; Aconteceu, sim, que ele era um galinha assumido, de corpo e alma, carteirinha, e ao mesmo tempo em que nos encontrávamos, ao mesmo tempo em que ele estava comigo, também fazia a festa com as demais pessoas ao redor que lhe fossem “agradáveis”.</p>
<p>Aos poucos fui me interessando mais e também me machucando mais, querendo deixar tudo pra lá, mas ao mesmo tempo, querendo sempre mais. Eu duvidava que ele mudaria, ou simplesmente deixaria aquela vida de lado para seguir de outra forma comigo. Muita coisa aconteceu, muitas tentativas de não ficarmos mais juntos, muitos foras, desencontros&#8230; Até que, de pois de persistir muito nessa conquista, as coisas começaram a, digamos, mudar!</p>
<p>Vagarosamente ele comecou a deixar de lado os amigos, as saídas, as atitudes infantis e dar atenção a mim, construir uma relação e cultivá-la também. Só que, muito mais que eu imaginava. Tornou-se a pessoa mais especial do mundo em segundos, me satisfez em tudo, me fez sentir a pessoa mais feliz e completa.. Intensa e completamente, ele se dedicou a mim, e eu, a ele. Ele largou simplesmente tudo, mudou da água para o vinho, de uma pessoa totalmente relaxada e bagunceira, tornou-se uma pessoa dedicada, atenciosa, carinhosa e&#8230; muito&#8230; mas muito&#8230; ciumenta, nervosa, fechada. Não admitia de jeito nenhum que eu tinha uma vida antes de conhecê-lo!</p>
<p>Aí entramos com o problema! Acontece que todos nós sabemos que uma relação precisa de liberdade, de aceitação e compreensão, por mais difícil que seja. E quando existe ciúme, fantasias, paranoias, estresse, fica difícil levar adiante, por mais que ambos queiram demais! Quando digo liberdade, não me refiro a palhaçadas, atitudes levianas, não dar nenhum tipo de satisfação, curtir a vida adoidado lado a lado com o namoro. Mas, sim, liberdade de expressão, de ser quem realmente somos sem sermos julgados, liberdade para poder ir e vir, liberdade para fazer o que bem entendermos, pois há coisa mais bonita no amor, que, apesar de termos asas e podermos voar para onde quisermos, sempre voltamos para os braços daquele alguém por vontade própria? Esse é o amor propriamente dito.</p>
<p>Mas, infelizmente, hoje muitos acreditam que é necessário segurar ao máximo as pessoas para que elas se jam exclusivamente nossas e, assim, nos amem para sempre. E meu maior erro desde o início foi, ao ver que a pessoa que estava ao meu lado era difícil, incompreensiva, nervosa, um pouco agressiva e muito insegura, fazer nascer um sentimento oposto chamado <strong>medo</strong>, perdendo totalmente a noção do certo e errado, passando a fazer tudo que ele queria para não existirem problemas, passando a ser uma pessoa covarde por medo de ele ficar magoado, enciumado e afins.</p>
<p>Já não tinha mais amigas (muito menos amigos, jamais tive o costume de me relacionar com pessoas do sexo oposto), páginas na Internet, e-mails, e, sinceramente, isso nunca me fez falta! O problema é que, ao atender todas as vontades dele, comecei a confundir o que é certo e errado em tudo isso. Ao meu ver, tudo passou a ser errado: ir ao shopping, sair com amigas, ter amigas, estar em algum lugar onde muitas pessoas estavam (como a faculdade, por exemplo), usar o computador, etc. Tudo isso foi se confundindo em minha cabeça.</p>
<p>E, como esperado, como fui covarde desde o começo com pequenas coisas para nao preocupá-lo, ele dizia todos os dias que não confiava em mim e que jamais confiaria. E dessa desconfiança começou a nascer outra coisa: <strong>desrespeito</strong>. Ofensas, palavras da boca pra fora, palavrões, agressões verbais, crises de ciúme exageradas, enxergando coisas onde não existem, sempre me chamando de mentirosa, entre outros. Sim. Grande parte por minha culpa! Por desde o começo nao colocar um limite nisso tudo e fazê-lo aceitar as coisas como realmente são, gostando ele ou não.</p>
<p>E daí, claro, essa desconfiança foi abrindo espaço para me ver como se eu fosse uma criminosa, um monstro. Celular, e-mail, questionamentos desnecessarios, duvidas absurdas, tudo era motivo para desconfiar mais e mais, e fui me machucando cada vez que ele ousava duvidar do meu sentimento.</p>
<p>E, adivinhem onde chegamos? Onde queríamos, vamos nos casar daqui a 6 meses e moraremos juntos. Certo?</p>
<p>Errado! A chance disso dar certo seria 0,001%. Bem que eu queria que desse certo mesmo.</p>
<p>Porque, apesar de todas as coisas, o amo e o admiro muito como pessoa. Difícil acordar e não ter mais aquela pessoa que gostamos, que nos dá carinho e atenção quando precisamos. Por isso, nunca cometam o mesmo erro que cometemos. Nunca deixa que ciúme, machismo, o que quer que seja, tome conta do coração de vocês. Ajude as pessoas a se transfomarem. A enxergar o amor livre. A viver o presente. A acreditar que a vida é melhor quando confiamos, respeitamos, aceitamos as pessoas como elas realmente são. E jamais ser covarde, se omitir, jamais.</p>
<p>Mesmo que, assim como eu, nunca quis magoá-lo, sempre protegê-lo, sempre querendo viver e construir uma família. Uma vez que tudo isso tomou esta proporção, meu coração está em pedaços e, pior que não sentir mais amor por alguém, é sentir muito amor a ponto de assumir que muita coisa precisa mudar. Se ele não quer mudar&#8230; Se não enxerga&#8230; Posso eu estar muito errada!</p>
<p>Certa ou errada, ele era meu pequeno talismã, a melhor conquista da minha vida, dediquei plenamente todos os meus dias a esse amor sem pensar em receber nada em troco. Queria apenas&#8230;. <strong>paz</strong>. A vida é uma pirâmide, <strong>o amor não é a base e sim o topo. Para atingirmos o topo, precisamos construir os primeiros níveis: confiança, respeito e dignidade</strong>. E mesmo que possamos tropeçar as vezes, errar, só assim seremos dignos de chegar ao topo.</p>
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		<title>Quando o relacionamento acaba&#8230; o que fazer?</title>
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		<pubDate>Thu, 24 Feb 2011 13:08:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cadu</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Entre os diversos e-mails e comentários que recebemos no Diário de Casal, um chamou em especial a atenção de nossa querida Rose Carreiro, que veio compartilhá-lo com o resto da equipe. Me identifiquei bastante com o relato do Pedro Henrique, e isso me motivou a transformá-lo em um post. O comentário na íntegra que motivou essa resposta você pode ler aqui.
Acredito que existam muitos homens e mulheres com as mesmas dúvidas e achei válido criar um texto/resposta sobre isso.
Passo pela seguinte situação. Estava noivo há três meses (por vontade inicial ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-medium wp-image-2296" style="border: 0pt none; margin: 3px;" title="Quando acaba" src="http://www.diariodecasal.com.br/wp-content/uploads/2011/02/10173397-198x300.jpg" alt="" width="198" height="300" />Entre os diversos e-mails e comentários que recebemos no Diário de Casal, um chamou em especial a atenção de nossa querida <a href="http://www.twitter.com/rose_carreiro" target="_blank">Rose Carreiro</a>, que veio compartilhá-lo com o resto da equipe. Me identifiquei bastante com o relato do Pedro Henrique, e isso me motivou a transformá-lo em um post. O comentário na íntegra que motivou essa resposta você pode ler <a href="http://www.diariodecasal.com.br/posts/esse-tal-dar-um-tempo-no-namoro-existe/comment-page-1/#comment-4905" target="_blank">aqui</a>.</p>
<p>Acredito que existam muitos homens e mulheres com as mesmas dúvidas e achei válido criar um texto/resposta sobre isso.<em></em></p>
<blockquote><p><em>Passo pela seguinte situação. Estava noivo há três meses (por vontade inicial dela). Tivemos um namoro muito bom, feliz, diferente, sempre com bastante companheirismo e amizade. No entanto, algumas atitudes de minha ex fizeram-me desapontar, como mentiras, etc. Não tolero mentira, mas passei a “mastigá-las” (não engoli-las) em prol de um relacionamento utópico.</em></p></blockquote>
<p>Você conheceu a moça, se envolveram, o relacionamento evoluiu, virou um noivado e claro que nem tudo era uma maravilha, havia problemas como existem em todo relacionamento, você cita a mentira, coisa que você disse não tolerar, mas que aceitou (está notando a falta de coerência?).</p>
<p>Se você tem problemas com um comportamento qualquer do seu companheiro (a) deve analisar duas coisas: a gravidade e a solução. Se esse comportamento é considerado por você como algo leve (deixar a calcinha pendurada no box, largar a toalha em cima da cama, esquecer de carregar o celular), a solução geralmente é mais simples, porque isso é apenas uma irritação, um defeito entre tantos outros que a pessoa pode ter. Aceite e ajude-a a melhorar, é para isso que um relacionamento serve.</p>
<p>Caso o problema seja de uma gravidade maior (problemas com fidelidade, álcool, violência, comportamento imprudente), a solução também envolve ajudar a pessoa a melhorar, mas tem um limite. Quando você aceita essas coisas, você entrega à outra pessoa um documento dizendo “pode cometer esses atos, que considero lastimáveis, sem consequência nenhuma”. Quando você aceitou as primeiras mentiras, abriu uma porta difícil de fechar.</p>
<blockquote><p><em>Há duas semanas, brigamos feio, trocamos farpas e chegamos a nos ofender. Ela, pela primeira vez, pediu um tempo na nossa relação. Fiquei desesperado e comecei a me humilhar. Senti-me rejeitado! Ela não me procurava, tirou a aliança de noivado no primeiro dia e passou a viver como solteira. Enquanto isso, eu, me rastejando, me humilhando. Ora ela dizia me amar, ora não! Ora dizia querer ficar comigo, ora não! </em></p></blockquote>
<p>Dar um tempo! Essa é uma expressão que eu não compreendo e não recomendo ser aplicada. Quando você está “<a href="http://www.diariodecasal.com.br/posts/esse-tal-dar-um-tempo-no-namoro-existe/" target="_blank">dando um tempo</a>”, terminou o relacionamento ou não? Pode sair pegando geral? Ainda deve satisfações? Você nunca tem certeza dessas perguntas, é uma situação indefinida, e situações indefinidas em relacionamentos são um ótimo ingrediente para problemas.</p>
<p>A sua reação foi se desesperar. Conhece alguém que falou “nossa, ainda bem que me desesperei, isso resolveu a situação”?. Entendo que você ficou com medo de perdê-la, e daí veio o seu desespero, o que é perfeitamente aceitável, e nesse desespero você se humilhou, implorou, fez promessas e concessões. Não pense que é uma critica. Quem nunca fez isso atire a primeira pedra de misericórdia.</p>
<p>Mas, tudo bem, porque tendo essa reação você evitou que ela fosse embora, você não perdeu seu amor, certo? <strong>Errado</strong>! Você já a havia perdido antes mesmo de ela pedir um tempo. Não sou dono da verdade, mas pedir um tempo é um jeito de dizer “quero terminar, mas não quero sofrer nem fazer você sofrer diretamente”. Infelizmente, todo término gera sofrimento, seja terminando de uma vez, ou prolongando com o “dar um tempo”.</p>
<blockquote><p><em>Terça-feira da semana passada ela me enviou um e-mail dizendo que tudo estava acabado. Desesperei-me, liguei e busquei-a no serviço. Ela chorou, disse que ainda me amava, mas estava confusa. </em></p>
<p><em>Fomos para o motel e transamos feito loucos! Foi deliciosamente perfeito! Ela me chamou de amor e sugeriu para que ficássemos sem compromisso, a fim de tentar reaver nossa paixão. Eu a amo demais e estava cego! No dia seguinte, acordei muito feliz e com a certeza de que tudo daria certo! </em></p></blockquote>
<p>Vamos por um momento pensar que o “dar um tempo” é para avaliar a situação. Ela avaliou e terminou com você, por e-mail. Espera aí, por e-mail. No mínimo, falta de polidez dela.</p>
<p>Sua reação: desespero de novo!</p>
<p>Mas terminou bem, afinal vocês terminaram no motel. Ufa! Que alívio! Tudo vai terminar bem, ela falou que me ama!</p>
<p>Estimado leitor, eu aprendi da pior maneira algo muito importante sobre o amor. Já te falaram que o amor é a maior força do universo, um sentimento puro e bom, que o amor supera todos os obstáculos? Bem, infelizmente, está aqui alguém para dizer-lhe que mentiram para você, mentiram para todo mundo. O amor não é nada disso. Ele só tem todos esses atributos e superpoderes se for combinado com outros elementos, entre eles: amizade, cumplicidade, amor próprio, respeito.</p>
<p>“Então por que ela foi para a cama comigo de novo?” É comum casais que no dia a dia brigam constantemente e na cama se dão bem. Infelizmente, na escala de ingredientes necessários para o amor sobreviver, sexo não está em uma escala tão alta assim.</p>
<blockquote><p><em>Ela trabalha perto, então a trouxe comigo (como antes). Conversamos, rimos, mas ela mostrou-se novamente fria. Durante o dia, não me ligou, tampouco trocou e-mail comigo. </em></p>
<p><em>Comecei a puxar assunto e ela respondeu friamente. Perguntei se ela gostaria de sair comigo no final de semana, e ela respondeu que “não, pois vou conhecer uma balada com casa de swing”. Aquilo me chocou! Pedi-a para que não fosse, em respeito a mim, e as respostas eram sempre da mesma forma fria e cruel: “Eu vou porque eu quero. Você não tem nada a ver com a minha vida. É apenas mais um ficante…”.</em></p>
<p><em>Como ela pode brincar comigo de tal forma? Novamente meu chão se abriu e o céu desabou. Ela tirou o sorriso de meu rosto, me tirou a vontade de ser feliz! Fez-me sentir o pior dos piores, enquanto jurava em falso amor eterno. Não durmo direito há duas semanas, mal me alimento, não penso em outra coisa a não ser nela, e o pior, isso me prejudicou profissionalmente, pois quase perdi meu emprego devido à queda no meu rendimento.</em></p></blockquote>
<p>Você disse que ela foi fria e cruel ao afirmar que ia a uma casa de swing, e nesse ponto talvez você me ache tão cruel quanto ela. Você não tinha esse direito mesmo! Ainda não estava claro o suficiente que o relacionamento de vocês havia terminado?</p>
<blockquote><p><em>Mesmo com tudo, eu ainda a AMO demais, sinto uma saudade que não cabe em meu peito, e minha vontade era correr, abraçá-la, beijá-la e viver ao seu lado, sempre! Mas, por outro lado, penso que, se eu fizesse isso, passaria por cima dos meus valores, do meu orgulho, dos meus princípios, da vontade da minha família, etc.</em></p>
<p><em>É complicado! Quando brincam com o sentimento mais verdadeiro e puro que você possui, é muito doloroso! Como alguém que acordava comigo todos os finais de semana, jurava amor, me preparou uma festa surpresa de aniversário (há menos de dois meses) pode ter feito tudo isso? Como alguém que jurou fidelidade e amor eterno pode me derrubar desta forma?</em></p></blockquote>
<p>Claro que você sente falta dela, você teve bons momentos e a ama. Mas tenho algumas perguntas para fazer a você que devem te ajudar a refletir:</p>
<p>A quem você ama mais? A ela ou a você mesmo?</p>
<p>Você acha que ainda restam confiança e respeito depois de tudo?</p>
<p>Suas lembranças dos últimos seis meses com essa pessoa somam mais momentos bons ou momentos de dor?</p>
<p>Você não deve lutar por aquilo que não está mais em suas mãos, isso é impossível. O que você pode fazer é lutar para reconquistar aquilo que perdeu. Mas antes você precisa avaliar se vale a pena.</p>
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<p><small>© Cadu no <a href="http://www.diariodecasal.com.br">Diário de Casal</a>, 2011. |
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		<title>Vamos dançar?</title>
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		<pubDate>Wed, 19 Jan 2011 15:52:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cadu</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Os casais tendem a se afastar quando se aproximam mais. Contraditório, não é mesmo? Eu explico: um casal em início de namoro pode dividir experiências novas, ir ao cinema, teatro, restaurantes, conhecer os amigos um do outro. Então, com o tempo, as novas experiências se esgotam e você corre o risco de que a rotina mine o seu relacionamento.
Uma das armas para fugir dessa rotina são as atividades a dois. Uma atividade que o casal pode realizar e é facilmente encontrada em todas as cidades é a dança de salão.
Dança de ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-medium wp-image-2063" title="Vamos dançar?" src="http://www.diariodecasal.com.br/wp-content/uploads/2011/01/200566004-020-199x300.jpg" alt="" width="199" height="300" />Os casais tendem a se afastar quando se aproximam mais. Contraditório, não é mesmo? Eu explico: um casal em início de namoro pode dividir experiências novas, ir ao cinema, teatro, restaurantes, conhecer os amigos um do outro. Então, com o tempo, as novas experiências se esgotam e você corre o risco de que a rotina mine o seu relacionamento.</p>
<p>Uma das armas para fugir dessa rotina são as <a href="http://www.diariodecasal.com.br/posts/problemas-no-namoro-eu-tenho-a-solucao/" target="_blank">atividades a dois</a>. Uma atividade que o casal pode realizar e é facilmente encontrada em todas as cidades é a <strong>dança de salão</strong>.</p>
<p>Dança de salão é o nome usado na maioria das academias para o curso onde você aprende estilos de dança executados por casais.No Brasil, os estilos mais comuns são o forró, o samba de gafieira, o soltinho, o bolero, o tango e o zouk.</p>
<p>Os benefícios para a saúde são vários desde tonificação muscular, combate às gorduras extras, aumento da flexibilidade, melhora da coordenação motora, da postura, da memória e do controle da respiração, sem falar que todos os alunos que eu conheço são unânimes em dizer que é um santo remédio contra o stress do dia a dia.</p>
<p>O preço vai variar de acordo com sua região, entre R$ 70,00 a R$ 150,00 por mês, dependendo da academia, e é comum encontrar desconto para casais. O curso costuma abranger vários estilos ou apenas um que vocês podem escolher.</p>
<p>As vantagens para o casal são várias: primeiro, o tempo que vocês vão passar juntos, e uma atividade aproxima, faz com que vocês tenham interação e possam se ajudar no aprendizado, vocês podem descobrir que ajudar o outro a aprender um novo movimento é uma maneira de interagir e de demonstrar carinho pelo parceiro(a).</p>
<p>Durante as primeiras aulas, vai ser comum que vocês façam os movimentos juntos, mas recomendo que vocês possam, assim que possível - e aqui os ciumentos vão torcer o nariz - dançar com outros alunos. Além do mais, é uma excelente maneira de aumentar seu círculo social e conhecer novos amigos</p>
<p>A dança é democrática, você não vai a um baile para dançar com uma única pessoa.  Não se prive da experiência de notar como cada pessoa conduz e se deixa conduzir de maneira diferente. Talvez deixar seu parceiro(a) interagir nesse ambiente social com outra pessoa seja uma maneira de tratar seu ciúme e aumentar a confiança no casal.</p>
<p>Além de uma grande experiência para o casal, dançar é uma maneira de sempre ter um programa para as noites que antes seriam entediantes em casa. No final, será um aprendizado útil para toda a vida, principalmente se vocês a usarem para aperfeiçoar o relacionamento de vocês. Será preciso aprender a conduzir e a ser conduzido (a), na dança é preciso ser firme e ao mesmo tempo saber se deixar levar, é preciso ser leve e delicado (notaram que estou cheio de paradoxos hoje), e na vida a dois é preciso saber o momento de ser firme e decidido e de ser flexível e compreensivo. Notaram a semelhança?</p>
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<p><small>© Cadu no <a href="http://www.diariodecasal.com.br">Diário de Casal</a>, 2011. |
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		<title>Como resolver as brigas com o namorado(a)</title>
		<link>http://www.diariodecasal.com.br/posts/como-resolver-as-brigas-com-o-namoradoa/</link>
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		<pubDate>Mon, 13 Dec 2010 12:18:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cadu</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Muito cedo na vida eu descobri que tinha um estranho dom, infelizmente diferente dos meus delirantes devaneios eu não tinha superpoderes, mas as pessoas confiavam em mim, amigos e até mesmo recém conhecidos me contam seus problemas como se eu fosse a pessoa mais próxima da vida delas, mesmo eu não sendo, e ainda hoje é assim.
Em uma grande parte dessas conversas o tema são relacionamentos. Com isso acumulei algum conhecimento que vou tentar resumir nesse artigo que poderia se chamar “Pequeno manual de resolução de DR”.
Quando seu companheiro(a) faz ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Muito cedo na vida eu descobri que tinha um estranho dom, infelizmente diferente dos meus delirantes devaneios eu não tinha superpoderes, mas as pessoas confiavam em mim, amigos e até mesmo recém conhecidos me contam seus problemas como se eu fosse a pessoa mais próxima da vida delas, mesmo eu não sendo, e ainda hoje é assim.</p>
<p><img class="alignleft size-medium wp-image-1881" title="Como resolver as brigas com o namorado(a)" src="http://www.diariodecasal.com.br/wp-content/uploads/2010/12/200343469-001-300x200.jpg" alt="" width="300" height="200" />Em uma grande parte dessas conversas o tema são relacionamentos. Com isso acumulei algum conhecimento que vou tentar resumir nesse artigo que poderia se chamar “Pequeno manual de resolução de DR”.</p>
<p>Quando seu companheiro(a) faz uma bobagem, ou algo que te magoa de alguma forma algumas regras podem ajudar a superar a fase ruim:</p>
<p>1) <span style="text-decoration: underline;">Deixe clara sua insatisfação</span>: esse (ainda) não é o momento de você desabafar, você deve na verdade passar uma mensagem, diga com todas as palavras como você está se sentindo, não explique ainda o por que você se sente assim, apenas como você se sente. Com isso ele(a) vai compreender que você precisa falar sobre isso e algo está errado, se ele(a) realmente se importa com você vai parar para te dar atenção. Um destaque para as mulheres, nós homens quando perguntamos se está tudo bem, e você respondem “claro” nós vamos acreditar e não vamos mais tocar no assunto, não importa o quanto vocês estejam com a cara fechada, então por favor digam qual o problema!</p>
<p>2) <span style="text-decoration: underline;">Fale</span>: fale tudo, fale como se sente, fale por que se sente assim, fale como você acha que ele(a) devia ter agido, falei sobre o por que você acha que devia ter sido assim ou de outro jeito. Esse é um ponto de desabafo, mas algumas coisas devem ser evitadas. Não toque em assuntos do passado, é um momento de desabafo, mas se você tem assuntos não resolvidos soma-lo a uma sopa de sentimentos ruins só vai piorar as coisas, não faça comparações dele(a) com outra pessoa, ninguém gosta de receber uma bronca acrescente a isso ser comparado com outra pessoa e pronto, está feita a receita para uma briga feia. Também não tente convencê-lo(a) de que você está certa ou fazê-lo(a) concordar com seu ponto de vista, ainda o momento é apenas para por para fora as tensões. Se você quer ouvir que está certo(a) o momento não é esse, resolver o problema é mais importante que estar certo.</p>
<p>3) <span style="text-decoration: underline;">Escute</span>: escute o que ele tem a falar, novamente não é uma questão de quem está certo ou não, ouça, argumente, corrija aquilo que você não concorda, mas lembre-se que é a hora de ouvir, então ouça. Perguntas simples e curtas ajudam a pessoa a soltar a língua quando ela está presa pelo sentimento de culpa, vergonha, ou tristeza por magoar quem se gosta.</p>
<p>4) <span style="text-decoration: underline;">O porquê</span>: Por que você fez isso? É uma pergunta comum quando o companheiro(a) magoa-nos, queremos uma resposta, queremos entender, é absolutamente normal mas na maioria das vezes não leva a lugar algum. Em vez de simplesmente perguntar sugira motivos, mesmo que sejam bobos, sugerir um motivo pode fazê-lo(a) começar a falar, e em uma conversa franca encontrar o verdadeiro motivo. Note que esse ponto pode ser que os ânimos ainda estejam muito exaltados, nesse caso volte para o item número dois e recomece de lá. Lembre-se também que às vezes um motivo simplesmente não existe, ou simplesmente é a resposta mais simples: as pessoas erram. O importante de encontrar uma causa ou razão é para trabalharmos no próximo item.</p>
<p>5) <span style="text-decoration: underline;">Solução</span>: O que está feito está feito, em um relacionamento o mais importante é trabalhar para que os problemas não se repitam, não existe um casal livre de brigas ou dificuldades, um relacionamento deve fazer com que seus membros sejam pessoas melhores e evoluam dentro deles, e isso é impossível sem dificuldades, é triste, mas o ser humano só cresce de verdade na adversidade. Quando passamos da parte do diagnostico (item anterior) precisamos combinar o tratamento, se o problema é pouco tempo junto agendem um dia da semana para se dedicarem um ao outro, se o problema é um habito que irrita o outro criem uma maneira de alertar o outro para não fazê-lo. No entanto se o mesmo problema se repete com frequência provavelmente uma das partes está com problemas e o relacionamento precisa ser reavaliado.</p>
<p><img class="size-medium wp-image-1882 alignright" title="Como resolver as brigas com o namorado(a)" src="http://www.diariodecasal.com.br/wp-content/uploads/2010/12/10119125-200x300.jpg" alt="" width="200" height="300" />A comunicação é um ponto vital no relacionamento, sem ele não existe solução para o mais simples problema e qualquer “DR” básica vira uma guerra.</p>
<p>Quando surge uma briga entre um casal geralmente o motivo é o desacordo sobre um assunto ou por que um deles fez besteira, é comum quando estamos feridos queremos ferir também ou expor nossa dor para gerar culpa, isso também não leva a lugar nenhum. Na hora de resolver uma briga o melhor que você pode fazer é deixar o ego do lado de fora</p>
<p>Lembre-se que se a pessoa se importa com você ela vai ouvir e falar, e se ele te machucou de alguma maneira ou intensidade não quer dizer que ele não se importe, todo nós erramos e com mais frequência do que gostamos de admitir, saber solucionar os problemas é que faz a diferença.</p>
<blockquote><p>O Diário de Casal completou 2 anos no último dia 11 e quase passamos batido. Como não conseguimos pensar numa forma de comemorar a data, contamos com você: O que devemos fazer para celebrar isso? Quem tiver idéias e sugestões, <a href="http://www.diariodecasal.com.br/contato">entre em contato</a> e fale tudo. Prometemos ler com atenção a todas as idéias e ver o que podemos fazer.</p></blockquote>
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<p><small>© Cadu no <a href="http://www.diariodecasal.com.br">Diário de Casal</a>, 2010. |
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		<title>&#8220;E hoje em dia, como é que se diz Eu Te amo&#8230;&#8221;</title>
		<link>http://www.diariodecasal.com.br/posts/e-hoje-em-dia-como-e-que-se-diz-eu-te-amo/</link>
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		<pubDate>Fri, 03 Dec 2010 14:53:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luana Hazine</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Estes dias conversando com um amigo e ouvindo Legião Urbana, me deparei com esta pergunta&#8230; E hoje em dia, como é que se diz eu te amo?

Percebo que hoje facilmente as pessoas amam e desamam com uma facillidade absurda.
Este mesmo amigo que estava ouvindo a música comigo estava justamente me contando que “encontrou a mulher da sua vida e desta vez é pra sempre”, assim como a namorada anterior que ele tanto amava e também era a mulher da sua vida&#8230;e percebi que ele com apenas 4 semanas de namoro ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Estes dias conversando com um amigo e ouvindo Legião Urbana, me deparei com esta pergunta&#8230; E hoje em dia, como é que se diz eu te amo?</p>
<p align="center"><img src="http://www.diariodecasal.com.br/wp-content/uploads/2010/11/te-amo-varias-linguas2.jpg" alt="Eu te amo em várias linguas"></p>
<p>Percebo que hoje facilmente as pessoas amam e desamam com uma facillidade <span style="text-decoration: line-through">absurda.</span></p>
<p>Este mesmo amigo que estava ouvindo a música comigo estava justamente me contando que “encontrou a mulher da sua vida e desta vez é pra sempre”, assim como a namorada anterior que ele tanto amava e também era a mulher da sua vida&#8230;e percebi que ele com apenas 4 semanas de namoro já disse todos os “eu te amos” que eu já disse em 2 anos.</p>
<p>Pra mim é muito estranho pensar que com tão pouco tempo as pessoa sjá se amem com tanta intensidade, mas pensando bem, será  que tem um tempo exato para se ter certeza do amor? A ponto de contar assim pros quatro cantos quanto amor vc tem pela outra pessoa?</p>
<p>Sei lá, esta é a minha opinião pessoal, mas acho complicado dizer “Eu te amo” com essa intensidade quando vc pouco conhece e ainda está naquele auge da paixão e do encanto&#8230;Pra mim, eu te amo deveria ser dito apenas em momentos de dor&#8230;pq aí sim vai ser a hora de provar o tal amor, mas  eu posso estar sendo bem radical com este ponto de vista.</p>
<p>O fato é que me assusta  essa banalização de um sentimento tão maravilhoso. E ao mesmo tempo, fico feliz que as pessoas tenham toda essa capacidade de amar.</p>
<p>Não que eu ache que devemos amar apenas uma vez, pelo contrário, eu sou uma das pessoas que mais defende  que devemos amar várias vezes, mas acredito sim, que vc deva esperar o momento certo para se declarar assim desta maneira.</p>
<p>Enfim, este post não foi pra trazer solução e sim dúvida. Quero tentar formar uma opinião sobre isso.</p>
<p>O que vocês acham? Devemos ou não dizer Eu te amo assim que começamos um namoro, pelo simples fato de querer agradar ao outro?</p>
<p>P.S. “Quando você diz “Eu te amo”, você esta fazendo uma promessa com o coração de alguém. Tente honrá-lo” (Clarice Lispector)</p>
<blockquote><p>E você, tem alguma história que queira dividir conosco? <a href="http://www.diariodecasal.com.br/contato">Entre em contato</a> e saiba como participar.</p></blockquote>
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<p><small>© hazine no <a href="http://www.diariodecasal.com.br">Diário de Casal</a>, 2010. |
<a href="http://www.diariodecasal.com.br/posts/e-hoje-em-dia-como-e-que-se-diz-eu-te-amo/">Permalink</a> |
<a href="http://www.diariodecasal.com.br/posts/e-hoje-em-dia-como-e-que-se-diz-eu-te-amo/#comments">11 comentários</a> |
Post tags: <a href="http://www.diariodecasal.com.br/posts/tag/eu-te-amo/" rel="tag">eu te amo</a>, <a href="http://www.diariodecasal.com.br/posts/tag/futuro/" rel="tag">futuro</a>, <a href="http://www.diariodecasal.com.br/posts/tag/passado/" rel="tag">passado</a>, <a href="http://www.diariodecasal.com.br/posts/tag/relacionamento/" rel="tag">Relacionamento</a><br/>
</small></p>]]></content:encoded>
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		<title>Relacionamento Maduro &#8211; Você ainda viverá algo assim</title>
		<link>http://www.diariodecasal.com.br/posts/relacionamento-maduro-voce-ainda-vivera-algo-assim/</link>
		<comments>http://www.diariodecasal.com.br/posts/relacionamento-maduro-voce-ainda-vivera-algo-assim/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 15 Oct 2010 17:05:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ele / Ela</dc:creator>
				<category><![CDATA[Coisas dela]]></category>
		<category><![CDATA[amor]]></category>
		<category><![CDATA[Confiança]]></category>
		<category><![CDATA[maduro]]></category>
		<category><![CDATA[Relacionamento]]></category>
		<category><![CDATA[segurança]]></category>

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		<description><![CDATA[Por: C. A.
Há alguns dias uma amiga se lamuriando de seus relacionamentos frustrados, me disse que gostaria de encontrar um parceiro para ter um relacionamento maduro como o meu. Na hora fiquei na dúvida se isso era algo bom ou ruim, se era coisa de gente velha ou acomodada. Liguei para meu namorado e perguntei: “Você acha que temos um relacionamento maduro?”
Ouvi uma risada gostosa do outro lado da linha e a resposta: “Minha flor, o que você acha?”. Só me veio na mente: se eu achasse algo não tinha ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Por: <strong>C. A.</strong></em></p>
<p>Há alguns dias uma amiga se lamuriando de seus relacionamentos frustrados, me disse que gostaria de encontrar um parceiro para ter um relacionamento maduro como o meu. Na hora fiquei na dúvida se isso era algo bom ou ruim, se era coisa de gente velha ou acomodada. Liguei para meu namorado e perguntei: “Você acha que temos um relacionamento maduro?”</p>
<p>Ouvi uma risada gostosa do outro lado da linha e a resposta: “Minha flor, o que você acha?”. Só me veio na mente: se eu achasse algo não tinha ligado, certo?! Mas respondi: “O que é um relacionamento maduro para você?”.</p>
<p>Ele, sem pensar, me disse: ”Acredito que seja como o nosso. Estamos juntos porque despertamos o amor mútuo em nossos corações, temos planos de ficarmos juntos por toda vida respeitando os limites de cada um – a individualidade, a confiança que existe ente nós não desperta ciúmes nem dúvidas do que queremos. Nós somos amigos, parceiros e queremos evoluir juntos para uma vida feliz.” Ele falou um pouco mais, mas eu fiquei tão derretida com a resposta que não me lembro das outras palavras. Depois desse pequeno dialogo, compreendi o porquê do desejo da minha amiga.</p>
<p align="center"><img src="http://www.diariodecasal.com.br/wp-content/uploads/2010/10/relacionamento-maduro.jpg" alt="Relacionamento maduro" width="520" height="355" /><br />
<em>Construir algo sólido e seguro: esse é o caminho e não existe um atalho pra isso!</em></p>
<p>Com a minha imensa curiosidade fiz uma pesquisa no Google e encontrei a seguinte <a href="http://www.mariebize.com.br/artigo_12.html" target="_blank">definição</a>: “No casamento maduro existem duas diferentes individualidades discriminadas com um projeto em comum: compartilhar e conviver juntos. Não há mais necessidade de fusão para a manutenção do par.”</p>
<p>Só para deixar claro, ainda não casamos oficialmente, mas temos uma relação sólida há 3 anos e alguns meses – sou uma das poucas mulheres no mundo que não guarda datas formais (isso é assunto para outro texto). Vamos voltar ao assunto desse post!</p>
<p>Encontrei minha amiga, novamente, e conversamos sobre tudo que tá ai para cima e no desenrolar do papo surgiram algumas dicas:</p>
<p>* As principais bases de um bom relacionamento é a amizade, carinho e sinceridade – o amor verdadeiro surge com o passa do tempo, não cai do céu nem vem embalado via Correios.</p>
<p>* Se ame! Se você não se amar como permitirá que outro te ame?</p>
<p>* Namorar não quer dizer anular sua própria vida &#8211; mantenha seu espaço e procure preservar o do outro também. Continue sendo você mesmo, afinal vocês estão juntos porque se conheceram e se interessaram um pelo outro da forma que são.</p>
<p>* Aceitar as diferenças – príncipes ou princesas encantados só existem em contos de fadas, por isso todos os seres do mundo tem defeitos pretéritos, aprender a conviver com esses brindes fazem parte das nossas relações em todos os ambientes da sociedade.</p>
<p>* Namorar é diferente de relação carnal – nem sempre com o parceiro que se tem uma afinidade sexual muito grande será a pessoa que conseguirá manter uma relação no dia-a-dia.</p>
<p>* Se entregar! Não é porque você teve alguns relacionamentos frutados que todos serão da mesma forma, dê uma chance a você e quem sabe aquela pessoa que menos espera pode ser o grande companheiro da sua vida.</p>
<p>Existem várias outras dicas, ela gostou dessas e me disse que tentará colocar em prática com o próximo pretendente, mas reforcei que o mais importante é: criar seu próprio caminho!</p>
<blockquote><p>Você pode interagir com o Diário de Casal de diversas formas. Pode assinar o <a href="http://feedproxy.google.com/diariodecasal" target="_blank">Feed RSS</a>, seguir no <a href="http://twitter.com/diariodecasal" target="_blank">Twitter</a>, além de ser <a href="http://www.facebook.com/pages/Diario-de-Casal/115387791819036" target="_blank">fã no Facebook</a> ou participar da <a href="http://www.orkut.com.br/Main#Community?cmm=99305813" target="_blank">comunidade no Orkut</a>. Além, claro, de nosso <a href="http://www.diariodecasal.com.br/contato">contato direto</a>, que sempre tem uma resposta para a dúvida que te tira o sono.</p></blockquote>
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<p><small>© Ele / Ela no <a href="http://www.diariodecasal.com.br">Diário de Casal</a>, 2010. |
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